Polêmica de Remoção de Quilombolas em Alcântara Atrasa AST na Câmara

Olá leitor! 

Segue abaixo uma notícia postada dia (06/10) no site “imirante.com” destacando que a polêmica de remoção de quilombolas em Alcântara atrasa AST na Câmara.

Duda Falcão

O ESTADO - Política/Alcântara

Polêmica de Remoção de Quilombolas em Alcântara Atrasa AST na Câmara

Imirante 
06/10/2019 às 07h00

Foto: Divulgação

A polêmica sobre a possível remoção de mais de 800 famílias de comunidades quilombolas no município de Alcântara por provável expansão de área da Aeronáutica, adiou a apreciação do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST) na Câmara Federal.

O tema surgiu na semana passada após o site Congresso em Foco apontar, em reportagem especial, com base em afirmação da Coalização Negra Por Direitos, uma organização de entidade do movimento negro, a possível remoção de quilombolas.

Na reportagem, o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, depurado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente da República, admitiu a possibilidade de remoção das famílias.

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) também chegou a admitir a possibilidade, apesar de ter negado, em seguida, a o Estado.

O AST, se aprovado, assegura uma parceria entre Brasil e os Estados Unidos da América para exploração comercial do Centro de lançamento de Alcântara (CLA).

O acordo foi assinado no mês de abril em Washington e teve relatório aprovado na comissão da Câmara

Reunião

Após a polêmica, contudo, a bancada maranhense precisou se reunir novamente para discutir o tema. 

O coordenador da bancada maranhense, deputado Juscelino Filho, chegou a sair em defesa da aprovação do acordo, após o site apontar prejuízos aos quilombolas. 

“Esse acordo é muito importante do ponto de vista estratégico, econômico e social. Bilhões de reais serão investidos no Maranhão. Isso significa recursos na cadeia produtiva local e mais empregos, além de absorção de tecnologia e formação de especialistas universitários, entre tantos outros benefícios. É o que todos queremos e esperamos”, enfatizou. 

O Acordo de Salvaguardas tramita em caráter de urgência na Casa, após aprovação de requerimento de urgência de autoria de Pedro Lucas Fernandes (PTB). 

Com isso, irá à votação em turno único no legislativo. Depois da apreciação, será enviada ao Senado Federal. 


Fonte: Site imirante.com - https://imirante.com 

Comentário: Pois é, as forças contrárias ao desenvolvimento tecnológico e espacial brasileiro, por diversas razões, e ai incluídas também as de ideologias de esquerda, se unem, para assim, se valendo da questão quilombola, impedir o desenvolvimento brasileiro. Por isto que cobrei um envolvimento mais direto do presidente Bolsonaro na região. Volto a insistir que, além da ultima visita da comitiva interministerial realizada recentemente, é extremamente necessária (já devia ter ido) a presença pessoal do presidente na região, para assim discutir 'Tete-a-Tete' com as comunidades as ações e o planejamento previsto para o crescimento e o desenvolvimento econômico e social dessas comunidades, além de identificar as suas necessidades emergenciais, e junto com o Departamento de Engenharia do Exercito, resolve-las imediatamente. Só assim leitor, as forças contrarias serão afetadas mortalmente, pois ações efetivas valem mais do que palavras.

Comentários

  1. Duda,
    Parece até que o tema será debatido até no sínodo da Amazônia. Quando se acha que a esquerda não pode ser mais absurda ela inventa uma potoca nova.

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    1. Olá Gustavo!

      O interesse da esquerda brasileira e da pseudo direita brasileira foi sempre foi saquear o país as custas da ignorância do povo, e diante disto eles se utilizarão de tudo na luta pelo poder, inclusive inventar (como você disse) uma potoca nova. Tenho pena da besteira que fez recentemente o povo português, enfim..., quem planta, colhe.

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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  2. Eu entendo a situação dos Quilombolas. Se fosse eu, eu não iria gostar de ser retirado de meu lugar tradicional. Mas eles, bem como o judiciário precisam entender as prioridades e interesses "nacionais" bem como a prevalência deste sobre os outros. Mas sim, o governo precisa indenizar adequadamente e encontrar um outro lugar semelhante ou melhor do que o atualmente habitado pelos quilombolas. Parece que tanto a indenização prometida quanto as obras que seriam feitas para melhorar a qualidade de vida dos "deslocados" não foi feita. Assim, há mesmo que se opor às ações do governo. Eu espero que desta vez as coisas sejam feitas, se forem feitas em conformidade com o acordado, e não restando prejuízo para as populações. Quilombola também é gente. E o governo como sempre, é um tratante. Espero que isto mude.

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    1. Olá Victor!

      Concordo contigo. E justamente pelo fato dos governos anteriores não cumprirem o que foi acordado ainda nos anos 90 pela FAB, é que as forças contrarias de todas as origens se aproveitaram da situação para criar todo esse imbróglio. Por conta disso que cobro a presença do Presidente Bolsonaro na região, não só para resgatar a credibilidade governamental junto aos Quilombolas (não os seus lideres que são em sua maioria mal intencionados) bem como realizar obras emergenciais se utilizando do Departamento de Engenharia do Exercito. Ou se faz isso, ou essa novela jamais acabará. E neste caso a solução seria tirar definitivamente o centro do Maranhão, mesmo sendo uma solução extremamente cara.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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