O Que Somos, Onde Estamos e Pra Onde Iremos Após o 'III Fórum da Indústria Espacial Brasileira'
Olá leitor!
Nesse momento em que o Brasil enfrenta uma situação de
grande preocupação diante das ações de baderna política e judicial conduzida
pelos que defendem a esquerda e o banditismo no país, o nosso ‘Patinho Feio’ não
poderia deixar de ser afetado de alguma forma, mesmo recentemente tendo obtido
uma vitória esmagadora na Câmara Federal com a aprovação do tão esperado Acordo
de Salvaguardas Tecnológicas (AST) com os EUA, acordo este leitor que agora segue para
ter a sua aprovação votada pelo Senado.
Não obstante aos problemas históricos que o PEB enfrenta há
décadas e as dificuldades agora geradas pelo clima político/judicial de
baderna, a aprovação rápida do AST torna-se cada vez mais necessária se
quisermos realmente ser competitivos comercialmente no mercado de serviços de lançamentos
de pequenos satélites, principalmente pelo avanço rápido de um Projeto Português
de instalar uma base de lançamento de foguetes nos Açores, projeto este que
faria concorrência direta com a nossa Base de Alcântara.
A verdade leitor é que infelizmente perdemos muito tempo
brincando de fazer programa espacial, cometendo erros graves de gestão, falta
de foco, de seriedade e compromisso, legislação inadequada, falta de recursos,
quando também infelizmente optamos por escolhas estapafúrdias por questões políticas
invés de técnicas, principalmente no período do desgoverno do meliante ‘LULA’,
como no desatino acordo que gerou a mal engenhada empresa Alcântara Cyclone
Space (ACS), um golpe mortal naquela época nas pretensões do Brasil de chegar
ao completo domínio de acesso ao espaço.
Recentemente leitor (16 de setembro) o nosso ministro Marcos
Pontes esteve presente em Santa Maria (RS) para participar neste dia da
abertura do “II Congresso Aeroespacial Brasileiro (II CAB)”, evento este
realizado de 16 a 19/09 no Campus Sede da UFSM (Universidade Federal de Santa
Maria).
Fotos: Aline Dalmolin / Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor da UFSM
Ministro Pontes sendo recebido na Base Aérea de Santa Maria
pelo Reitor da UFSM, Paulo Burmann.
|
O ministro Marcos Pontes abordou também a situação das
bolsas nas universidades durante o evento.
|
O Evento lotou o Auditório Wilson Aita, da UFSM. |
Vale dizer que segundo as informações que me chegaram (não
fui ao Congresso, pois estava na Europa de férias) o Ministro Pontes demonstrou-se
bastante animado com o futuro do nosso “Patinho Feio”, inclusive informando aos
participantes de que o governo já trabalhava com a expectativa de lançar um
foguete estrangeiro de Alcântara em 2020 (falarei sobre isto mais abaixo), informação
esta que pouco tempo depois foi modificada para 2021 pelo próprio ministro em
uma nota postada em sua página no Instagram, mas que posteriormente foi editada.
Quanto ao Congresso em si leitor, o evento que estava na
sua segunda edição, contou também com a presença do presidente da AEB, o Sr.
Carlos Moura, e segundo eu soube foi muito proveitoso, onde alunos, professores
de diversas universidades do país e pesquisadores do setor espacial, debateram
por quatro dias os seguintes temas:
➡️
Aerodinâmica;
➡️ Propulsão;
➡️ Estruturas, Materiais e Fabricação;
➡️ Mecânica de Voo, Controle e Sistemas;
➡️ Engenharia de Sistemas, Integração e Testes;
➡️ Satélites, Constelações e Sub-Sistemas;
➡️ Concepção e Operação de Missões Espaciais;
➡️ Fenômenos atmosféricos e espaciais e seus efeitos sobre sistemas aeroespaciais;
➡️ Lançadores e Foguetes de Sondagem;
➡️ SARP’s e Aplicações;
➡️ Ensino em Engenharia Aeroespacial;
➡️ Empreendedorismo e Transferência Tecnológica;
➡️ Tecnologias para Defesa e Segurança Pública;
➡️ Economia da Defesa e Estudos Estratégicos;
➡️ Direito Espacial.
Pois é leitor, e agora estamos na expectativa pela realização da 3ª edição do 'Fórum da Indústria Espacial Brasileira' (evento este a se realizar no Parque Tecnológico de São José dos Campos em 19 e 20 de novembro próximo), mas as informações de bastidores que nos chegam são preocupantes, pois como eu disse em meu artigo de dias atrás (veja aqui), este evento apoiado pelo governo será um ‘divisor de águas’ para o ‘futuro’ ou para o ‘fundo do poço' (principalmente agora com a aprovação do AST na Câmara), isto há depender do rumo que se tomar durante a sua realização, já que o ‘lobby do mal’ para a manutenção das antigas práticas continua forte e atuante, inclusive dentro da própria Agencia Espacial.
➡️ Propulsão;
➡️ Estruturas, Materiais e Fabricação;
➡️ Mecânica de Voo, Controle e Sistemas;
➡️ Engenharia de Sistemas, Integração e Testes;
➡️ Satélites, Constelações e Sub-Sistemas;
➡️ Concepção e Operação de Missões Espaciais;
➡️ Fenômenos atmosféricos e espaciais e seus efeitos sobre sistemas aeroespaciais;
➡️ Lançadores e Foguetes de Sondagem;
➡️ SARP’s e Aplicações;
➡️ Ensino em Engenharia Aeroespacial;
➡️ Empreendedorismo e Transferência Tecnológica;
➡️ Tecnologias para Defesa e Segurança Pública;
➡️ Economia da Defesa e Estudos Estratégicos;
➡️ Direito Espacial.
Pois é leitor, e agora estamos na expectativa pela realização da 3ª edição do 'Fórum da Indústria Espacial Brasileira' (evento este a se realizar no Parque Tecnológico de São José dos Campos em 19 e 20 de novembro próximo), mas as informações de bastidores que nos chegam são preocupantes, pois como eu disse em meu artigo de dias atrás (veja aqui), este evento apoiado pelo governo será um ‘divisor de águas’ para o ‘futuro’ ou para o ‘fundo do poço' (principalmente agora com a aprovação do AST na Câmara), isto há depender do rumo que se tomar durante a sua realização, já que o ‘lobby do mal’ para a manutenção das antigas práticas continua forte e atuante, inclusive dentro da própria Agencia Espacial.
Para finalizar leitor, já quanto à notícia do tal foguete
estrangeiro a ser lançado da Base de Alcântara em 2021 divulgada pelo Ministro
Pontes durante o II CAB, não se anime muito, pois provavelmente o
ministro estava se referindo ao já previsto lançamento do experimento europeu/australiano
‘Hexafly/Int’, missão está que até hoje os seus protagonistas não conseguiram
chegar a um consenso em torno do foguete que será utilizado nesta missão, pelo
menos não publicamente que eu saiba.
No mais leitor é aguardar, e torcer, torcer muito mesmo para que o Governo Bolsonaro e o Ministro Marcos Pontes possam finalmente colocar o nosso "Patinho Feio" no rumo correto, e assim transforma-lo definitivamente num majestoso e belo "Cisne Branco", pois não há mais espaço para erros.
Duda Falcão
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