Next-Gen. Suborbital Researchers Conference Set for June
Hello reader!
It
follows a note published on the day (02/07) in the website “Parabolic Arc” stating
that the "Next-Generation Suborbital Researchers Conference" set for June in Colorado.
Duda Falcão
News
Next-Generation Suborbital Researchers
Conference Set
for June in Colorado
by Doug Messier
February
7, 2013, at 3:41 pm
Washington D.C. (NSRC PR) –
Since its debut in 2010, the Next-Generation Suborbital Researchers Conference
has rapidly become the largest gathering of suborbital researchers and
educators in the world, providing an invaluable forum for information in the
community. NSRC-2013 will continue the community wide discussion, focusing on
the research, education and public outreach capabilities of new reusable
suborbital vehicles that will begin operations soon.
NSRC-2013 will bring together vehicle providers,
researchers and educators from academia, government and industry to engage in
presentations, workshops and networking opportunities. Keynote speakers will
include NASA Deputy Administrator Lori Garver, FAA Associate Administrator
George Nield, and former Space Shuttle and ISS astronaut and Commercial
Spaceflight Federation President Michael Lopez-Alegria.
Representatives from the suborbital vehicle companies
will be available to discuss contracting procedures, training requirements and
payload integration. In addition, NASA officials will talk about how
researchers can propose suborbital flights in NASA grant applications.
Sponsored by Southwest Research Institute and the Commercial Spaceflight
Federation, NSRC-2013 will be held June 3–5, 2013, at the Omni Interlocken
Hotel and Resort in Broomfield, Colo.
“It’s getting more and more exciting as we approach
the soon-to-begin era of routine, low-cost space access that will revolutionize
space research and education,” says SwRI Associate Vice President Dr. Alan
Stern, NSRC-2013 program chair and organizer. “With these capabilities in
place, there will be more opportunities for organizations to fly, greatly
increasing the prospects of new space-based research in this community.”
“The progress the vehicle providers have made in the
last year is compelling. As these companies get closer to flight, it is
important for the research and education community to be ready to take
advantage of the science and education capabilities that these new platforms
will provide,” stated Commercial Spaceflight Federation President, Michael
Lopez-Alegria. “I am very excited by what I’ve seen from this community already
and I look forward to much more this year.”
The 2013 conference will promote opportunities that
this new wave of reusable, commercial suborbital vehicles offer for research
and education missions; facilitate questions, feedback and ideas from
researchers and educators about mission applications and user requirements; and
generate interest among U.S. and international researchers and educators for
potential next-gen suborbital funding by entities such as NASA, U.S. Department
of Defense, National Institutes of Health, U.S. Geological Survey, National
Science Foundation and private industry.
Abstracts will be accepted until March 7, 2013. For
more information about abstracts or to register for NSRC 2013, visit http://nsrc.swri.org
or contact Cindy Conrad, (720) 240-0126 or cindy@boulder.swri.edu.
About the Southwest Research Institute
Southwest Research Institute (SwRI), which has
committed funding to fly researcher-astronauts and their payloads onboard
commercial suborbital spacecraft, is an independent, nonprofit applied research
and development organization. The staff of nearly 3,000 specializes in the
creation and transfer of technology in engineering and the physical sciences.
The Institute occupies more than 1,200 acres in San Antonio, Texas, with
laboratories, test facilities, workshops and offices, and satellite offices in
locations such as Boulder, Colo. SwRI staff also lead the CSF’s Suborbital
Applications Researchers Group.
About the Commercial Spaceflight Federation
The mission of the Commercial Spaceflight Federation
(CSF) is to promote the development of commercial human spaceflight, pursue
ever-higher levels of safety, and share best practices and expertise throughout
the industry. The Commercial Spaceflight Federation’s member companies, which
include commercial spaceflight developers, operators, spaceports, suppliers, and
service providers, are creating thousands of high-tech jobs nationwide, working
to preserve American leadership in aerospace through technology innovation, and
inspiring young people to pursue careers in science and engineering. For more
information please visit www.commercialspaceflight.org
or contact Executive Director Alex Saltman at saltman@commercialspaceflight. org
or at 202.349.1121.
Source: Website Parabolic Arc - http://www.parabolicarc.com/
Comentário: Pois então, para mim essa é uma grande
oportunidade de divulgar para comunidade internacional os exitosos foguetes suborbitais
brasileiros e a Agência Espacial Brasileira (AEB) deveria enviar uma comitiva a esse evento para apresentar aos
participantes do mesmo as possibilidades propiciadas pelos foguetes brasileiros
em pesquisas tecnológicas e de microgravidade suborbitais, tendo em pauta também
a divulgação dos centros de lançamento do País. Esse trabalho já deveria ter
sido feito, principalmente na América Latina, e é umas de nossas críticas a AEB. O CLBI e o CLA não podem continuar lançando
foguetinhos de treinamento e missões de pesquisas de quatro em quatro anos,
como no caso das missões do Programa Microgravidade da própria agência e
missões esporádicas em parceria com a Alemanha. É preciso tirar desses centros
as enormes possibilidades que os mesmos podem oferecer, e o grande exemplo disso
é o Esrange Space Center da Swedish Space Corporation (SSC) e o Andoya Rocket
Range (ARR) na Noruega. Pecar por ignorância hoje em dia já é difícil de se aceitar, agora, pecar por falta de atitude, e pior, tendo tudo em mãos é inadmissível.

Esse seu comentário foi muito bem colocado, deveria ser criada uma área da egência que tivese como objetivo comercializar os produtos e serviços, como a parte de marketing nos clubes de futebol.
ResponderExcluirOlá Digotorpedo!
ResponderExcluirPois é amigo, a tempos que venho dizendo isso. Com os foguetes que temos e as bases que temos é inadmissível que se continue não tirando proveito dessa infraestrutura.
Abs
Duda Falcão
(Blog Brazilian Space)
Concordo em gênero, numero e grau com o comentário do Duda.
ResponderExcluirNo entanto, existe UMA grande e importante diferença.
Os dois centros de lançamento citados, o Esrange controlado pela Swedish Space Corporation (SSC), e o Andoya Rocket Range (ARR), apesar do envolvimento pesado dos governos dos seus respectivos países, são empresas privadas que visam lucro.
A SSC, é controlada pelo Ministério das finanças Sueco. No caso do ARR, isso fica ainda mais claro, pois ele pertence 90% ao Ministério de Indústria e Comércio da Noruega, e os 10% restantes pertencem à empresa Kongsberg Defence Systems.
Então, é simples assim. Essas bases de lançamento PRECISAM buscar o lucro permanentemente, pois caso contrário, vão acabar fechando as portas como qualquer empresa que não gera lucro. Notem que elas estão ligadas a Ministérios das áreas de Finanças, Indústria e Comércio. Nada de Ciência, nada de Tecnologia, e muito menos de Defesa.
Portanto, não adianta se iludir. As nossas bases de lançamento são MILITARES, e como tal, não visam o lucro. Podem continuar suas atividades mesmo dando prejuízo, indefinidamente, pois dependem "apenas" dos recursos vindos dos nossos impostos. Por esse aspecto, a iniciativa AEB/ACS, seria a primeira dessa área no Brasil com capacidade de ser administrada como uma empresa capitalista visando o lucro.
No entanto, a partir do momento que ela (a ACS) foi impedida pelo INCRA de usar a área que havia sido destinada a ela e teve que ser instalada DENTRO do que sobrou do CLA, ficou sendo uma "empresa privada" dentro de uma área e por consequência sob o regime de controle de acesso militar, o que mais uma vez impede que ela seja competitiva, pois além de tudo, precisa pagar um "aluguel" para usar essa área.
Então depois de uma série de decisões e escolhas erradas, essa sim foi a "pá de cal" na competitividade da ACS. Aliás, muito me admira o fato de o IBAMA, até agora não ter se manifestado sobre o lançamento de um trambolho tão tóxico sobre as cabeças mais próximas dos nossos amigos maranhenses. Será que faltou denunciar no lugar certo?
O CLBI, está sendo "engolido" pela especulação imobiliária, e não vejo nenhuma iniciativa para estancar esse processo, portanto, mais dia menos dia, o CLBI não vai poder nem lançar os tais foguetes de treinamento, ficando cada vez mais restrito às atividades de rastreio.
O que sobrou do CLA, não pode ser expandido como a atividade de lançamento de foguetes mais potentes iria necessitar, e se hoje em dia o "problema" está nas "comunidades quilombolas", imaginem quando a especulação imobiliária chegar por lá. Não tenho a menor dúvida que as tais "comunidades" vão vender as terras que estão sendo apropriadas por eles hoje em dia, pelo melhor preço, sem o menor constrangimento.
Então, nessa estrutura que ora se apresenta, não há muito que se possa fazer. Sem uma mudança estrutural radical, o que nós temos, é exatamente o que podemos ter. Eu não consigo enxergar como a AEB, que é uma Autarquia federal vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), possa interferir sobre a administração dos centros de lançamento ligados à Aeronáutica e por sua vez ao Ministério da Defesa (MD).
Quem tiver uma solução pra isso que a apresente...
Abs.
Concordo totalmente com o teu comentário. O problema está bem patente, e permanecer na situação atual é continuar mendigando ao governo. Deveria haver uma reestruturação do modelo de gestão do PEB e da utilização das bases de lançamento.
ExcluirFoi uma ótima idéia chamar uma empresa privada como a ACS, mas uma péssima idéia se sujeitar as condições impostas por ela, ainda por cima pensando que iria ser uma salvadora da nação transferindo suas tecnologias para nós. Uma empresa privada tem que ser encarada como tal (cada um no seu quadrado e façamos negócio). E os recursos investido por nós devem repercutir no NOSSO programa de foguetes.
Outro exemplo recente foi o da SpaceX, que é outra empresa privada, que segundo o recente artigo escrito por um americano sobre o programa espacial brasileiro, pode ter vindo aqui tentar negociar o lançamento dos seus foguetes. Como não é um programa de Estado, mas privado (não estando diretamente ligada aquela situação política do governo Americano na época de Fernando Henrique), porque não arrendar a base? Poderiamos até esquecer a situação política, se o acordo fosse puramente comercial. Não seria a nova torre de lançamentos da ACS apta para isso?
Infelizmente boa parte das instituições esperam sentadas, e não tomam a atitude (rara do Brasil) da Embraer, que mesmo em meio a dificuldades conseguiu se desenvenciliar independentemente, e hoje é a 3ª maior fabricante de aviões do mundo. Não dá para esperar que investimentos caiam do céu, principalmente com um governo que investe pouco, como este.
Não sei o que diz o contrato feito com os ucrânianos, e se é para uso exclusivo do Cyclone-4, mas o fato de estarem construindo uma estrutura para acomodar foguetes de grandes dimensões, com financiamento brasileiro, poderia servir de maior utilidade para nós - enquanto esperamos algumas decadas para lançar os nossos. Não deveriamos depender somente dos lançamentos do Cyclone. Mas enfim, não sabemos se a mentalidade atual irá mudar no nosso PEB, e se somente continuaremos a assistir uma base tão boa sendo sucateada pela falta de utilização e recuros.
Então o que falta é uma parceria com alguma empresa privada.
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