DCTA Assina Acordo de Cooperação com a Boeing

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (12/12) no site do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) destacando que o DCTA ontem, 11 de dezembro, um acordo com a Boeing para a investigação e desenvolvimento de projetos tecnológicos de interesse mútuo.

Duda Falcão

DCTA Assina Acordo de
Cooperação com a Boeing

ACS/DCTA
12/12/2012

O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) de São José dos Campos assinou hoje, 11 de dezembro, um acordo com a Boeing para a investigação e desenvolvimento de projetos tecnológicos de interesse mútuo. O documento foi assinado pelo Diretor-Geral do DCTA, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Ailton dos Santos Pohlmann, e pelo Dr. Matt Ganz, Vice-presidente e Gerente Geral da Boeing Research and Technology.

Para o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Ailton dos Santos Pohlmann a assinatura do memorando é um momento ímpar. “Estamos dando o passo inicial para desenvolver no futuro um trabalho bastante importante para o país”, frisa o Tenente-Brigadeiro. O Dr. Matthew Ganz, vice-presidente e diretor geral da Boeing, ressalta a importância do momento para a multinacional. “Esforçamo-nos para trabalhar mundialmente com os mais renomados pesquisadores para desenvolver tecnologias aeroespaciais que beneficiem nossos clientes”, explica Ganz.

O acordo estabelecido entre o DCTA e a  Boeing envolve o desenvolvimento em colaboração de  pesquisas nas áreas de interesse das duas instituições, como a ciência de voo, energia e o meio ambiente, através das organizações do DCTA: o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e o Instituto de Estudos Avançados (IEAv).



Fonte: Site do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA)

Comentário: Pois é leitor, a Boeing sabiamente fecha o ciclo e com ela a CIA (se for esse o real interesse dos americanos), já que eles agora têm acesso, por exemplo: a Embraer, e ao maior projeto da empresa, o KC 390, ao qual inclusive (se não me engano) assinaram contrato para ser um dos seus fornecedores, ao INPE, onde seus ‘pesquisadores’ circularão livremente pelos laboratórios do instituto que costumava ser de segurança nacional, ao ITA onde sua presença poderá corromper silenciosamente os nossos jovens em formação, ao IAE, onde eles terão acesso ao projeto do VLS-1 e do VLM-1, entre outros e também a pesquisadores não patriotas e sedentos por ofertas tentadoras, e ao IAEv, onde certamente estarão de olho nos projetos de vanguarda do instituto, principalmente no projeto do Veículo Aeroespacial 14-X. É triste notar a aparente ingenuidade de nossas forças amadas e do governo, esse nem de longe entende o que significa (e tenho cá minhas dúvidas se está interessado em entender) Política de Segurança Nacional que envolve não só a segurança e o bem estar da sociedade que representa, como também o patrimônio científico, tecnológico e intelectual de seu povo. Agora caberá os órgãos de segurança desse país agirem como nunca agiram em toda sua história, e terão que aprender rapidamente como fazer isso, já que os americanos não demorarão para começar agir com descrição, suporte financeiro e grande experiência adquirida em anos de guerra fria, utilizando-se justamente de empresas como a Boeing para as suas atividades de espionagem, recrutamento, sabotagem e sabe lá Deus o que mais. Lamentável!

Comentários

  1. O Irã com muito meno$ conseguiu muito mais, sozinho.

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  2. Alguns dizem que porque o Brasil está em grandes avanços históricos nas áreas de tecnologia com a França os EUA querem fazer o Brasil perder tempo. Os EUA demonstraram claramente que não querem que o país avance e se intrometeram no caso do Cyclone-4. Principalmente sabendo que temos um Embraer aqui, essa Boing tem que ser mantida longe.

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  3. Caro Israel!

    A presença da Boeing no Brasil circulando livremente pelos centros de pesquisa e de desenvolvimentos aeroespaciais brasileiros, devido ao seu histórico de estreitas relações com a CIA, é um tremendo risco para a Aeronáutica e Astronáutica Brasileira. Temo muito pelo que possa acontecer e é preciso que os órgãos militares de segurança que falaram tanto esse ano em guerra cibernética, fiquem atentos a esta questão, pois agora infelizmente o Brasil deu a brecha que os americanos queriam.

    Abs

    Duda Falcão
    (Blog Brazilian Space)

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