Microssatélite Hidrometeorológico à Vista
Olá leitor!
Segue abaixo uma pequena nota publicada na “Revista
Espaço Brasileiro” (Jan – Jun de 2012), destacando que a Agência Espacial
Brasileira (AEB) e a Agência Nacional de Águas (ANA) firmaram um “Memorando de
Entendimento” visando examinar a viabilidade da construção conjunta de um
Microssatélite.
Duda Falcão
GERAL
Microssatélite Hidrometeorológico à Vista
Agência Espacial Brasileira e a Agência
Nacional de Águas querem construir um
Microssatélite especializado
As duas agências
firmaram um memorando de entendimento para examinar a viabilidade do projeto.
Assinado em 30 de maio pelo presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho, e o
Diretor Presidente da ANA, Vicente de Abreu Gillo, o acordo dá início ao estudo
sobre a viabilidade de desenvolver um microssatélite para missão de coleta de
dados hidrometeorológicos.
O equipamento deverá avaliar a compatibilidade e expansão
do atual sistema de coleta de dados ambientais usados no Brasil, criado ainda
nos anos 90. A ANA é o principal usuário do sistema e depende dele para monitorar
o volume de água e o balanço hidrológico dos reservatórios de água. O estudo
incluirá a parte espacial, a de solo e o lançador.
O estudo será conduzido por um grupo de trabalho formado
por técnicos das duas agências e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
(INPE). A equipe deverá propor cronogramas, necessidades de recursos
financeiros e a divisão de responsabilidades entre as partes. O estudo está
prometido para outubro deste ano. É a primeira vez que a AEB buscará soluções
para atender a demanda de outros órgãos governamentais. Isso lhe abre uma nova
e ampla perspectiva de trabalho.
Microssatélite
O termo microssatélite é usualmente aplicado para
designar um satélite artificial com uma massa entre 10kg e 150kg. Alguns
projetos envolvendo satélites desse tipo têm microssatélites operando juntos ou
em grupos (swarms). O tempo pequeno
satélite também é usado para satélites deste porte. A tecnologia utilizada é
mais simples do que a dos grandes satélites, podendo-se, por exemplo, utilizar
componentes “off the sheff”.
Fonte: Revista Espaço Brasileiro - Num. 13 – Jan – Jun de
2012 - pág. 29
Comentário: Pois é leitor, essa ação já é o resultado da tal politica de Mutirão que o Raupp tenta implantar no PEB e vamos torcer que outros projetos possam surgir dentro dessa nova politica. Outra coisa leitor, apesar de não ser oficial, internacionalmente a classificação mais utilizada para denominar satélites é a seguinte: Picosatellite ou "Picosat": satélite artificial com massa entre 0,1 e 1 kg, Nanosatélite ou "Nanosat": satélite artificial com massa entre 1 e 10 kg, Microssatélite ou "Microsat": satélite artificial com massa entre 10 e 100 kg (Exemplo: ITASAT-1, SCD-1 e 2) e Minissatélites: satélite artificial com massa entre 100 e 500 kg (Exemplo: Amazônia-1). Assim sendo, a definição utilizada pela matéria não está muito correta.

Olá Duda!
ResponderExcluirEsse minissatélite poderia ser lançado pelo
VLS-1?
Obrigado
Olá Nonato!
ResponderExcluirEsse acordo é para estudar a viabilidade da parceria entre a AEB e a ANA para construção de um microsatélite e não um minisatélite. Nesta caso desse acordo, sem dúvida que poderá ser lançado e se fosse um minisatélite dependeria de seu peso e de sua órbita.
Abs
Duda Falcão