O Sr. Ricardo Galvão é Exonerado do Cargo de Diretor do INPE

Olá leitor!

Sr. Ricardo Galvão, E-Diretor do INPE.
Saiu agora a pouco no site "O Antagonista" de que o Sr. Ricardo Galvão foi exonerado do cargo de diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Uma Decisão acertada que quero parabenizar ao Ministro Marcos Pontes e ao Presidente Bolsonaro, e espero que sirva de lição a qualquer servidor do estado que venha repetir o mesmo tipo de comportamento antiprofissional. Todo ser humano leitor tem o direito de pensar e agir como quiser, desde que entenda que a sua forma de agir e de pensar terá consequências, positivas ou não, como foi registrado neste caso do Sr. Ricardo Galvão.

Agora é olhar para frente e arrumar um gestor competente que venha conduzir o INPE da forma como a Sociedade Brasileira espera que seja conduzido, e claro, investigar com seriedade se as suspeitas levantadas pelo Presidente Bolsonaro tem fundamento ou não, e caso tenha, punir exemplarmente os responsáveis, caso não, se retratar publicamente como qualquer homem de bem o faria.

Aproveitamos para agradecer ao leitor Gustavo pelo envio desta notícia.

Duda Falcão

Comentários

  1. O ministro Marcos Pontes precisa acabar com o INPE e transformá-lo na AEB - esta ideia vem dos anos 1960 -, alocada em SJC. O DCTA? Junte projetos civis de foguetes com a AEB e a área militar fica com o PESE. Resolve o problema na raiz. Pena que vai precisar do Congresso, mas o ministro consegue!

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    1. Gostei da ideia. Acaba com o regime estatutário e vai para CLT. Não estão satisfeitos? Vão para iniciativa privada.

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  2. O PEB não anda pois é tudo descentralizado. Parte civil e militar as vezes fazem a mesma coisa, mesma pesquisa, de forma separada, ou seja, dinheiro do contribuinte indo pro ralo... Um querendo passar por cima do outro, querendo maior destaque. Depois que terminei de ler o massante livro escrito por um acadêmico (típico) sobre o programa espacial brasileiro, você chega a conclusão que é tudo um faz de conta.

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    1. Então você, para consolidar este seu conceito, precisa ir a Brasília e conhecer a Agência Espacial Brasileira. Um monte de burocratas que não tendo qualquer projeto em andamento sob a sua responsabilidade direta - porque não é aceita nem pelo INPE nem pelo DCTA -, fica lá recebendo cafezinho na mão servido por garçons finamente vestidos e até o "remedinho do doutor" os garços controlam e servem no horário, como se fosse um hospital. Com certeza, transformar o INPE em Agência Espacial seria uma ótima ideia e precisaria de menos gente, porque lá em São José dos Campos já tem pessoal que faz a maioria dos serviços feitos em Brasília. Ou como você bem disse "o PEB não anda. É, de fato, tudo um "faz de conta".

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