Especialistas Discutiram em SJC Melhores Formas de Inovar em Ciência e Tecnologia Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo a nota postada dia (09/08) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que Especialistas discutiram melhores formas de inovar em Ciência e Tecnologia Espacial.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Especialistas Discutem Melhores Formas de Inovar em Ciência e Tecnologia Espacial

Coordenação de Comunicação Social – CCS
Publicado em: 09/08/2019 - 19h05
Última modificação: 09/08/2019 - 19h31


Como o Brasil pode inovar em ciência e tecnologia espacial com a colaboração do governo e de instituições de ciência e tecnologia (ICTs) foi um dos temas discutidos no I Workshop sobre Encomendas Tecnológicas (ETECs). Promovido pela Agência Espacial Brasileira (AEB), no dia (07.08), o evento reuniu 245 representantes de instituições públicas e privadas do País e exterior, no Parque Tecnológico São José dos Campos (SP).

No workshop foram apresentados trabalhos e experiências bem-sucedidos de instituições que utilizam o Novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação, que alterou a Lei 10.973 de 2 de dezembro de 2004 e outras leis. O Novo Marco Legal dispõe de estímulos ao desenvolvimento científico, à pesquisa, à capacitação científica e tecnológica e à inovação do País.

Ao abrir o evento, o presidente da AEB, Carlos Moura, destacou a importância da participação de diferentes atores e afirmou: “Para driblar as dificuldades no segmento espacial, o Brasil precisa aproveitar as oportunidades nacionais e o interesse científico e tecnológico internacional para impulsionar o desenvolvimento do País e transformar o Programa Espacial Brasileiro em indutor de políticas econômicas e sociais por intermédio das compras públicas, especialmente na região de Alcântara, onde encontra-se o Centro de Lançamento”, ressaltou.

“Ao promover a autonomia nacional é necessária maior integração do setor espacial, por isso estamos reunidos para compartilhar diversos pontos de vistas e com isso concluir se temos um embasamento legal para fazer melhor uso da ferramenta de Tecnologia e Inovação”, ressaltou Carlos Moura.

Segundo o diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos da AEB, Cristiano Augusto Trein, o encontro teve como principal objetivo contribuir com a construção de um ambiente de invocação para que no futuro se transforme em benefícios para a sociedade brasileira.


Proposta

Dr. Carlos Longato, da Advocacia-Geral da União (AGU), apresentou o primeiro painel do Workshop, no qual propôs uma discussão jurídica junto ao campo científico, além de ressaltar o papel da Consultoria Jurídica da União de São José dos Campos (CJU-SJC) na construção de uma encomenda tecnológica (ETEc).

Longato ressaltou ainda, que as encomendas tecnológicas compõem a Lei da Inovação, sendo uma das ferramentas que podem ajudar as Instituições Científica, Tecnológica e de Inovação (ICTs). As ETECs também se propõem a trabalhar no âmbito de maturidade tecnológica alta, em tecnologias que atuam no desenvolvimento geopolítico mundial.

O especialista destacou também que a área espacial é estratégica e detém de tecnologia de ponta. “A AEB é um órgão que pode alavancar o País, mas para que isso aconteça é preciso infraestrutura e apoio. A Agência poderia ser uma coordenadora-geral e se responsabilizar pelos projetos macros podendo fazer acordos com outras instituições que investem em projetos. Por exemplo, o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) é um nicho que em poucos anos pode trazer benefícios tecnológicos, sociais e financeiros ao País”, afirmou Longato.


No segundo painel, os representantes a professora de engenharia do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Mariângela Geimba, o diretor do Instituto de Estudos Avançados (IEAv), Lester de Abreu e o Presidente do Conselho Diretor da Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (Funcate), Josiel Urbaninho de Arruda, abordaram em suas apresentações o contexto geral de como a Lei de Inovação foi aplicada nas instituições para desenvolver projetos de pesquisas.

Ao exemplificar um caso que poderia ser uma encomenda tecnológica no IEAv, o diretor Lester mencionou o avião da Embraer, o KC-390, para transporte militar. “A Força Aérea Brasileira (FAB) fez as especificações da aeronave que precisava, incluir uma série de requisitos e solicitou seu desenvolvimento. Para o IEAv, terceirizar algumas partes do nosso processo é fundamental, pois não exploramos as empresas, temos uma ferramenta sensacional para inovação e ainda criamos um novo relacionamento entre contratante e contratada”, concluiu.

Encomendas Tecnológicas

Para concluir os painéis, o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), André Rauen, falou que as Encomendas Tecnológicas surgiram para preencher uma lacuna muito específica, quando no mercado não conseguem saciar uma demanda. “No que se refere à área espacial, é evidente que a tecnologia para desenvolver um satélite, por exemplo, não vai estar totalmente disponível, nesse caso é necessário fazer a encomenda. É preciso deixar claro que o foco é voltado para a solução e disponibilidade do mercado”, finalizou Rauen.


Agência Espacial Brasileira (AEB)

É uma autarquia vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira. Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para empreender os esforços do governo brasileiro na promoção da autonomia do setor espacial.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Bom leitor, a impressão que tenho é de que esse evento foi realmente positivo e relevante, e vamos torcer para que realmente traga resultados práticos e concretos, pois de fantasias o PEB tem para dar e vender.

Comentários

  1. O Brasil, Duda, infelizmente é uma piada. Quando surge um problema fazem leis! Como se uma lei resolvesse tudo. Ou fazem uma reunião para debater o assunto, bebem litros de café para chegar a uma conclusão, que certamente será mais uma lei. Também, bem, gastam-se "bilhões" de Reais para manter o Congresso, o que se quer? Dinheiro e id[eias para o progresso da ciência, de fato, nos últimos 500 anos nunca houve. Houve? A ciência produzida no Brasil é ridícula, repito, ridícula, salva raríssimas exceções de verdadeiros heróis. Geralmente inventa-se no Brasil apenas besteiras. Bobagens. Na verdade nem mesmo para copiar são bons. Há um déficit de coragem intelectual. Brasileiro criativo? Só se for para fazer carro alegórico ou música axé no carnaval. Sim há uma quantidade considerável de gente inteligente e criativa para a ciência no Brasil, mas, mas, tem que "fugir" para outros países para ganharem credibilidade. Porque Brasileiro não acredita em Brasileiro. Se você pegar uma banana no Brasil e levar para a França e fizer lá um doce de banana e colocar um carimbo " Made in France" você vai vender este doce aqui no Brasil por uma pequena fortuna, tipo cem dólares o grama de doce. É a realidade fracasso-maníaca Brasileira. Tente abrir uma fábrica de carros "Silva automóveis". Você irá falir no primeiro ano. Mas se for uma fábrica "McSilva" ou "Silvaberger" certamente será um sucesso. Ridículo. Agora, por exemplo, sem querer tirar os méritos dos garotos, que são muitos, houve um tipo de "frenesi" sobre um chiclete com pimenta que servirá para ajudar os astronautas a recuperarem o paladar. isto é algo assim tão grandioso? Talvez digam: "nós temos o acelerador de partículas de luz sincrotron!" Oh, há sim, e o que mais? Tipo, decepcionante. Não há estímulo, não há confiança, não há meios e ferramentas, nem há dinheiro. Prêmio Nobel? Satélites? Curas para doenças? Geralmente, geralmente dependemos do exterior. O brasileiro não é tão burro assim, ou melhor, talvez seja, para ver todas estas coisas e não se revoltar a um nível suficiente para modificar tal situação. Lá vai. Mais um reunião paga com o nosso dinheiro para discutir um assunto de "como" para certamente surtir em nada ou em apenas mais uma lei. Como você diz, Duda, dê-me uma garapa! E haja garapa...

    ResponderExcluir
  2. Apenas para complementar, caríssimo Duda, é revoltante! Aquele chiqueiro, aquela latrina, aquele prostíbulo, aquele mocó de ratazanas, aquela quebrada de bandidos que se chama "Congresso Nacional Brasileiro" com todos os seus cabides, bem como outros infindáveis cabides luxuosos que existem nas inservíveis repartições Brasil afora, seja estaduais ou municipais, cheias de gente incompetente, que por simplesmente terem um apadrinhado político ou acertarem onde marcar o "x" em concursos públicos, sem por lei deverem nenhum tipo de resultado ou qualidade no serviço, custam-nos, nós que somos os pagadores de impostos, que realmente geramos as riquezas do país com suor, sangue e lágrimas, uma fortuna incalculável, considerando-se não apenas o que se paga, mas o que se deveria receber como contrapartida que muitas vezes, temos que pagar novamente do nosso bolso, como por exemplo, educação, segurança e saúde. Incompetentes! Todos! O funcionalismo público e os agentes políticos são, em proporcionalmente ao que recebem, os mais incompetentes do mundo! Faça a pesquisa. Não há no mundo quem arrecade tanto e tenha tão piores índices de educação, segurança, saúde. E isto, veja, como eu disse, não é culpa só dos políticos, mas principalmente dos funcionários públicos que executam as ordens políticas e deveriam ser os fiscais tanto dos gastos, valores, bem como da qualidade. Mas não! Ganham salários muito acima da média nacional na iniciativa privada (com exceção talvez dos professores, obviamente) e prestam um serviço porco. Além, é claro, como se não bastasse, não perder a oportunidade de meter mão e roubar. Roubar o quanto podem. E isto é visível e evidente. Nós convivemos com isto no nosso dia-a-dia como algo comum. Uma realidade nossa. E quando são questionados, colocam a culpa em nós, dizendo que são apenas reflexo do povo, e que o povo é antiético porque cortam a fila do banco ou levam a caneta disponível nas bancadas da casa lotérica. Tenha dó! Assim, dinheiro para a ciência, para descobrir as curas das doenças, para educar com qualidade as crianças ou para equipar e treinar os policiais nunca tem. É um ralo chamado incompetência e má-fé. É um misto de deficiência mental e malignidade por parte desta gente, desta casta detentora do poder no Brasil. Assim, tentam resolver os problemas publicanos leis, para que o povo, por eles, com o trabalho e riqueza próprios, resolvam os inúmeros problemas do país. Lá vai, mais uma reunião para decidir como estimular a produção científica no Brasil, com o meu, o teu, o nosso dinheiro, regado a muito café e quitutes, certamente, sendo que a resposta parece óbvia. Dinheiro, seriedade, comprometimento, patriotismo, valorização do nacional, ética, e busca incansável pelo sucesso, ainda que atravessando inúmeros insucessos. Eu não quero estimular isto, mas apenas faço uma previsão otimista, que vai chegar uma hora, um momento de nossa história como país, Deus queira antes de este país deixar de existir, que no meio destes que eu cito, muitas cabeças irão rolar. E talvez neste dia, deste dia em diante, o estado Brasileiro, o poder, irá ser exercido por pessoas seriamente, que seja por vontade ou medo. Oxalá! Precisamos de litros de garapa!

    ResponderExcluir
  3. Duda, permita-me. Eles querem um estimulo para incentivar o desenvolvimento científico Brasileiro? Vão fazer uma lei? Então é o seguinte. Primeiro deve ser proibido comprar, pedir ajuda ou fazer parceria para desenvolvimento de tecnologias no exterior. SE não se puder desenvolver uma solução nacional, que fiquemos se. Antes acendermos o fogo batendo uma pedra na outra do que ir comprar no exterior. Esta deve ser a filosofia. Segundo, considerar crime rir, difamar ou injuriar ou de qualquer forma ferir a honra de quem se proponha a produzir cientificamente no Brasil, ainda que não graduado em escola, bem como utilizar a palavra "impossível". Ainda deverá ser considerado crime desistir de qualquer pesquisa iniciada, até que se chegue a algo útil. Mais, deverá ser considerado crime dizer que a solução estrangeira é melhor do que a nossa, ainda que isto seja evidente. Terceiro, estimular a cópia e a pratica da pesquisa reversa, bem como proibir, ainda que gradualmente, a importação de tecnologias estrangeiras que tenham similar no país. Alguns vão dizer que defesa de mercado não funciona, que só causa prejuízo, ou que os outros países vão protestar dizendo que não abrimos o mercado, entre outras asneiras, mas "fodam-se!". O Brasil, se quisesse, é talvez o único, ou um dos únicos países capazes de ser auto-suficiente em tudo. Talvez além do Brasil, EUA, Russia e China. E ficam nesta merca de conversinha de abertura de fronteiras e mercado para ficarmos reféns em comprarmos tecnologia cara e pagar com banana. Assim, eu acredito que se tem que fazer um lei para estimular o progresso científico do país, este é o caminho.

    ResponderExcluir
  4. Continuando, Duda, já agradecendo o espaço que tu liberas, veja o exemplo da mal afamada Coréia do Norte. Eles se guiam pela doutrina Juche, que além de algumas besteiras sobre a adoração ao líder, propõe um país auto-suficiente. E eles realmente chegam muito perto disto, mesmo sendo um país pequeno e de poucos recursos naturais, e profissionais. Eles se esforçam em produzir praticamente tudo dentro do próprio país, e mesmo que façam compras externas eles se empenham em desenvolver uma cópia nacional. Por exemplo, eles não conseguem por si mesmos produzir computadores, geralmente compram na China, mas todo software é nacional. O sistema DOS, por exemplo, eles refizeram usando a língua coreana ao invés do inglês. E assim todos os outros softwares. Eu sei que é mais birra do que uma estratégia economicamente inteligente, mas ao menos, o povo lá sabe como fazer. E fazem. Se por exemplo fossem retirados os embargos contra aquele país, a Coréia do Norte sem dúvidas seria uma potência mundial em vários campos, inclusive tecnológico. E se perguntar para o povo como eles se sentem, eu tenho certeza que pelo menos metade vai dizer que está tudo bem. Não que eu queira que o Brasil se torne uma Coréia do Norte comunista e repressora. Não. Mas a coragem de se esforçar para ser auto-suficiente, principalmente em tecnologia, é o caminho para tornar-se uma potência. Antigamente, na época em que era proibido importar carros no Brasil, realmente se pagava muito caro por um veículo de baixa tecnologia, mas o povo realmente era insatisfeito com os VW brasília e os Ford corcel? Entende? Há certas tecnologias que nós pagamos caro, que ou nós poderíamos ter um similar nacional, ainda que menos elaborado, que iria satisfazer o povo. Nós compramos um iPad por cerca de 3000 dólares, sendo que poderíamos ter algo muito mais simples, talvez com capacidade apenas de "whatsapp", por exemplo, e o povo seria feliz. E para controlar o preço do nacional, e não permitir abusos de preço ou domínio de mercado, fazer o controle da taxa de imposto de importação. Ou seja, você não seria proibido de comprar um iPad, mas iria pagar muito, muito caro por ele. E assim, você para quebrar o galho, compraria o similar de menor desempenho nacional. E assim com todas tecnologias... Eu penso assim, após tomar uma garapa.

    ResponderExcluir
  5. Aliás, Duda, implorando sua misericórdia pela minha tagarelice, o desenvolvimento de tecnologia no Brasil, além de tudo o que eu já disse, deveria para a produção industrial dela, seguir o modelo atual do de importação de carros. Estipula-se um imposto tal que para o fabricante que iria exportar para o Brasil, seja mais atrativo vir produzir no Brasil. E, bem, para vir produzir no Brasil, dentre as obrigações já estabelecidas, a empresa deveria se comprometer em um prazo razoável desenvolver uma versão nacional, por pessoas, trabalhadores, engenheiros e cientistas brasileiros. Então, por exemplo, uma fábrica de remédios que venha produzir no Brasil, deverá desenvolver uma versão brasileira, um melhoramento no seu produto, aqui no Brasil, com mão de obra espacializada brasileira. Esta é uma opção que eu imagino após beber mais de três copos de garapa.

    ResponderExcluir
  6. Só mais um exemplo Duda, a tão afamada internet 5G. Vai custar caro. Nós poderíamos desenvolver a nossa própria internet 5G, para estimular a produção local, e evitar o domínio estrangeiro sobre nossas comunicações ( que só Deus sabe onde vão parar nossas intimidades e segredos - ou o Snowden/Assange). Mas parece difícil. Muito difícil. Então eu te pergunto. Precisamos realmente disto? É algo essencial? Não podemos viver sem? Apenas por perguntar, um simples telefone celular com capacidade de mensagens de voz e "torpedos" já não nos seriam suficientes? A tecnologia atual de comunicação já não nos é suficiente? Não poderíamos deixar a tal %G para um momento em que ela se tornar praticamente gratuita? Você me entende? São certas tecnologias que na realidade não passam de luxos. E nós pagamos muito, muito caro por isto. Então, eu penso, ou desenvolvemos nós mesmos, uma cópia ou uma versão nacional ( que por lei deveremos afirmar ser melhor do que qualquer outra), ou simplesmente ficamos sem. Qual o problema?

    ResponderExcluir
  7. Duda, abusando da tua boa vontade e já agradecendo pela tua gentileza, apenas para falar especificamente sobre a ciência aeroespacial, veja, quantos bilhões de "dólares" já foram gastos ao longo dos últimos 50 anos? Alguém poderia fazer este cálculo? Então, eu imagino que seja algo superior a cinco bilhões de dólares, entre desenvolvimento de foguetes, satélites ou compra de satélites e compra de lançamentos. Nunca de fato conseguimos fazer o que presta, infelizmente, envergonhado e triste eu digo. Mas, bem, sacudir a poeira e seguir adiante. Então eu pergunto. Considerando que a necessidade básica em ciência espacial, especificamente de satélites, para o Brasil é comunicação civil e militar, bem como talvez estudos meteorológicos e mapeamento, com estes cinco bilhões não seria muito mais proveitoso encher o país de torres de comunicação via rádio criptografadas para comunicação e a construção de um avião super leve do tipo "U2" ( cópia talvez) que voe alto com várias câmeras e sensores para fazer as previsões meteorológicas e mapeamento, com instrumentos que meçam, por exemplo, a umidade do solo, desmatamento, área das lavouras, áreas urbanas, etcetera? Aliás, nestas torres de comunicação poderiam ser instalados diversos instrumentos, como câmeras, medidores pluviométricos eletrônicos, medidores de umidade atmosférica, vento, temperatura, para ajudar nos estudos meteorológicos, certo? Bem como para geo-posicionamento para fim dual, civil e militar! Não precisamos fazer um satélite para isto. O maior entrave para isto é o complexo de vira-latas que nos induz a dizer que não vai funcionar ou que não é assim que os gringos fazem, ou que não há dinheiro para fazer. O que não há é coragem, confiança em si mesmo, confiança em nós mesmos, povo brasileiro. A exploração do espaço para outros fins "não exatamente necessários" ou "dispensáveis" podemos agir de outra forma, talvez aí sim, em parceria com outras nações para pesquisas que podemos entender como fruto apenas de "curiosidade, como colocar sondas na lua ou em Marte. Isto não é uma necessidade. Então apenas para exemplificar, voltando a falar da Coréia do Norte, eles não tem satélites, mas ainda assim tem um sistema de comunicação e defesa extremamente eficiente. Tudo feito através de torres. Então tudo o que se pretende fazer com foguetes e satélites pode ser feito de forma mais simples, barata e segura e "durável". É a necessidade. Se formos perseguir o modelo dos gringos, certamente demoraremos ainda muitas décadas para atingir um nível suficiente, ou então teremos que vender muita banana para pagar para eles fazerem por nós. Sem paixões ou vergonha em admitir o atraso, considerando necessidade urgente tais estruturas no país, devemos talvez abandonar as pretensões de lançamentos de foguetes, e desenvolvimento de satélites, que a cada dia fica mais barato no mercado internacional, para fazer algo "Made in Brazil", orgulhosamente. Para o futuro, por outro lado, como eu disse acima, evitar depender dos estrangeiros. Tentar acompanhar o ritmo internacional de desenvolvimento tecnológico. Foguetes e satélites estamos atrasadíssimos, e infelizmente quando conseguirmos atingir um nível suficiente, eu tenho certeza, já será tecnologia ultrapassada. Estes foguetões de combustão externa (que mais se parecem com fogões de lenha) estão com os dias contados, creia em mim. Um abraço Duda! Deus abençoe a todos nós!

    ResponderExcluir
  8. Apenas para frisar o que eu disse logo acima, satélite para que? Foguete para que? É como estarmos ainda tentando ferrar o cavalo quando outros povos já estão montados em uma Suzuki 1000cc. Simplesmente torres e aviões cumprem toda a necessidade. Outros objetivos "não necessários", que podemos considerar curiosidade, peguemos carona. Como eu disse, satélites e principalmente foguetes são tecnologias com os dias contados. Serão ultrapassados brevemente. Muito muito em breve. Qualquer investimento em foguetes será jogar ainda mais dinheiro fora. Mais desperdício. Mais gestão porca. Fique atento ao que eu digo! Obrigado Duda.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Da Sala de Aula para o Espaço

Top 5 - Principais Satélites Brasileiros

Por Que a Sétima Economia do Mundo Ainda é Retardatária na Corrida Espacial