Foguete Electron da Startup Rocket Lab Lançado com Quatro Satélites Abordo

Olá leitor!

Uma notícia foi postada hoje (19/08) no website português “Tek.Sapo” destacando que o Foguete Electron da Rocket Lab lançou quatro satélites no espaço.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Foguetão da Rocket Lab Deu Boleia a Novos Satélites

Uns dias depois do inicialmente previsto, o foguetão Electron seguiu esta segunda-feira viagem com quatro satélites, de vários clientes, a bordo.

Tek. Sapo
Casa dos Bites
19 ago 2019 17:17


O Electron foi lançado do Complexo 1 da Rocket Lab, na Nova Zelândia, às 12h12 AM locais (13h12 de Lisboa). Esta foi a segunda tentativa da empresa para a prestação do serviço, depois de um adiamento a semana passada, por não estarem reunidas as melhores condições meteorológicas.

A bordo o foguetão levou satélites de diferentes “clientes”, nomeadamente um ao encargo da Spaceflight, que por sua vez presta serviço para empresas de menor dimensão, neste caso da BlackSky. Faziam igualmente parte da carga dois satélites experimentais da Força Aérea dos Estados Unidos, destinados a testarem novas tecnologias relacionadas, por exemplo, com propulsão aérea e comunicações, e um CubeSat, de monitorização de tráfego marítimo, gerido pela Unseenlabs.

Recorde-se que a Rocket Lab foi fundada na Nova Zelândia, mas tem a sua sede nos Estados Unidos. Quer prestar um serviço de baixo custo no lançamento de foguetões para empresas que necessitem de colocar satélites mais pequenos em órbita, e assim “poupá-las” de recorrem aos grandes foguetões da SpaceX e da Blue Origin, de acesso mais caro e demorado.

A redução de valores é conseguida na construção do motor dos Electron. Desenvolvido internamente, o Rutherford utiliza bombas operadas por baterias, uma inovação para um motor de foguetão de combustível líquido, e todos os seus componentes principais são impressos em 3D, poupando tempo e dinheiro.

Embora inicialmente os foguetões da Rocket Lab não tenham sido concebidos para serem reutilizáveis, a empresa anunciou há pouco tempo, que tem vindo a trabalhar numa forma de recuperar os engenhos. Numa primeira etapa, tal passará pela recuperação em alto mar, numa segunda etapa pela recuperação em pleno ar, com recurso a um helicóptero.



Fonte: Website português Tek.Sapo - https://tek.sapo.pt

Comentário: Pois é, dizer mais o que? Simples, deixar de bla-blá-bla e fazer o que tem de ser feito, ou seja, deixar as fantasias de lado e meter a mão na massa e fazer o que tem de ser feito. Temos tudo para com a união da comunidade espacial (representada pelas startups brasileiras, mais ágeis e eficientes) e do governo para em três anos realizarmos o voo de um protótipo de um veículo lançador realmente competitivo, e em cinco anos, colocá-lo no mercado para ser comercializado de forma competitiva. Não um VLM-1, foguete tremendamente incerto (já se comenta que devido o seu atraso os alemães estão querendo pular fora do barco) e sim um foguete desenvolvido pela startups com apoio total politico, financeiro e logístico do governo e de suas instituições como o IAE, IEAv e quem mais  for necessário. Todos trabalhando juntos em prol de dotar o país de um veículo lançador. Precisamos desta reposta e só juntos chegaremos lá, porém sobre a coordenação da startups ou perderemos mais uma década, e ai amigo leitor, não fara mais diferença. Aproveito para agradecer ao nosso leitor Bernardino Silva pelo envio do vídeo acima.

Comentários

  1. A diferença entre a gestão de uma organização privada - no Brasil ou no exterior - é infinitamente mais eficiente do que de uma organização pública, onde a maioria das pessoas tem estabilidade funcional, bons salários e baixa cobrança por resultados. Agora, quando se junta tudo isto colocando tal organização- no caso do Brasil, o INPE e o DCTA - seguindo (des) orientação de uma Agência Espacial que fica na terra da burocracia e da politicagem, que é Brasília, não dá para esperar coisa melhor. E o ministro Marcos Pontes, que era promessa garantida, parece já ter se cansado da missão.

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