Transferência de Tecnologia do Satélite SGDC é Analisada na AEB
Olá leitor!
Segue abaixo uma nota postada ontem (04/12) no site da Agência
Espacial Brasileira (AEB) destacando que a transferência de tecnologia do Satélite SGDC é
analisada na AEB.
Duda Falcão
Transferência
de Tecnologia do
Satélite SGDC é Analisada na AEB
Coordenação de Comunicação
Social (CCS-AEB)
Brasília
04 de Dezembro de 2013 - Diversos itens do contrato de transferência de tecnologia do Satélite
Geoestacionário de Defesa e Comunicação Estratégica (SGDC), que a empresa
Thales Alenia Space fornecerá para o consórcio formado pela Telebrás e a
Visiona Tecnologia Espacial, foram discutidos na manhã desta quarta-feira (4)
entre o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga
Coelho, e o executivo daquela empresa, Serge Bertolino.
O contrato entre a
Telebrás e a Visiona prevê a transferência de tecnologia, questão que fica
sobre a administração da AEB. Na oportunidade o representante da Thales Alenia
presenteou o presidente da AEB com uma maquete do SGDC, que tem previsão de
estar pronto em 2016.
O satélite ampliará
o acesso à banda larga nas regiões remotas do país e a soberania nacional nas
comunicações das Forças Armadas. O SGDC terá cinco transponders para a banda X
(de uso exclusivo dos militares) e o restante dos transponders de banda KA,
para a comunicação de dados estratégicos do governo e ampliação da cobertura de
banda larga.
Também participou
do encontro o diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos da AEB,
Petrônio Noronha de Souza.
Fonte: Agência Espacial Brasileira
(AEB)
Comentário: Ora caro leitor, não posso
levar uma notícia como essa a sério, todos sabem que não haverá transferência
de tecnologia nenhuma, e o próprio presidente da Visiona, Nelson Salgado, disse
isso em uma de suas entrevistas. Desconfio leitor em parte que isso ocorrerá
pelo simples fato de não existir desenvolvimento nenhum de um satélite a ser
feito pela Thales, e sim a montagem e testes na configuração escolhida pelo
governo brasileiro. O máximo que poderá existir será o conhecimento adquirido
pelas equipes de técnicos brasileiros que participarem desses testes e montagem,
mas que evidentemente não será suficiente para desenvolver o próximo satélite
no Brasil como estão dizendo. Isso é falácia, pura propaganda populista de um “Programa
de Faz de Conta”. Lamentável!

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