Acordo Espacial Entre Brasil e China Precisou Ser Mantido “na Unha”
Olá leitor!
Segue abaixo uma
pequena matéria postada hoje (06/12) no site do jornal “O Globo” destacando que
o Acordo Espacial Brasil-China precisou ser mantido “na unha”.
Duda Falcão
CIÊNCIA
Acordo Espacial Entre Brasil e China
Precisou Ser Mantido
“na Unha”
Ex-embaixador brasileiro no país asiático lembra
das dificuldades que marcaram o programa
CESAR BAIMA
Publicado: 6/12/13
- 6h00
RIO - A demora no lançamento do
CBERS-3 não foi o primeiro percalço enfrentado pelo Brasil após assinar o
acordo espacial com a China em 1988. Desde o início, as dificuldades do país em
entregar sua parte no acerto causaram atrasos que por pouco não levaram ao seu
prematuro fim, lembra Roberto Abdenur, embaixador do Brasil na China entre 1989
e 1993. Logo após o acordo entrar em vigor, a mudança de governo em 1989, com a
saída do presidente José Sarney e posse de Fernando Collor, congelou os
investimentos no programa, que previa gastos de US$ 50 milhões pelo Brasil em
equipamentos e transferências financeiras apenas para a construção e lançamento
do CBERS-1, com custo total estimado em US$ 150 milhões.
— Em duas ou três ocasiões os
chineses ficaram tão irritados com os atrasos que ameaçaram fazer tudo sozinhos
e tirar o Brasil do programa — recorda o diplomata, hoje aposentado e
presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO). — Assim, tive
que segurar o acordo quase que na unha, como se diz, argumentando que tivessem
paciência com o Brasil pois o projeto seria o pilar fundamental de uma
importante parceria estratégica entre os dois países.
Para Abdenur, o lançamento do
novo satélite em um momento em que Brasil e China avaliam uma ampliação do
acordo espacial com um ambicioso plano decenal vem em boa hora.
— Alegra-me ver esta perspectiva
de longo prazo, que dá mais certeza e segurança aos investimentos — diz ele. —
Espero que com isso os governos brasileiros de agora e os que vêm por aí se
deem conta da vital importância do setor aeroespacial para o desenvolvimento
científico, tecnológico e industrial do Brasil.
Fonte: Site do Jornal
O GLOBO – 06/12/2013 - http://oglobo.globo.com/
Comentário: Veja você leitor o que vínhamos dizendo. E
essa matéria também serve para mostrar que nossas críticas não são contra
partidos (até por que não existem partidos no Brasil e sim legendas partidárias
utilizadas por esses energúmenos na luta pelo poder) e sim ao populismo exacerbado
utilizado por esses energúmenos de plantão há décadas. O PEB e não só o
Programa CBERS vem sendo boicotado desde o governo COLLOR DE MELLO, tanto com
embargos tecnológicos de países como o EUA, como também e principalmente embargos
financeiros e políticos de diversos governos subsequentes, ano após ano,
culminando no desastre do VLS-1 em 2003, tendo uma certa melhora financeira no
segundo governo LULA e entrando em total colapso no governo dessa presidetA
petista irresponsável e inconsequente. Aproveitamos para agradecer ao leitor Luiz Silva pelo envio dessa matéria.
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