Depart. de Astronomia da USP Adquire Supercomputador

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada ontem (05/01) no site da revista “VEJA” destacando que o Departamento de Astronomia da Universidade de São Paulo (USP) irá adquirir supercomputador de 1,3 Milhão de Reais.

Duda Falcão

Ciência - Tecnologia

Departamento de Astronomia da USP
Adquire Supercomputador de
1,3 Milhão de Reais

Equipamento será capaz de realizar cálculos astrofísicos
complexos, como a simulação da movimentação
de planetas, galáxias e de outros corpos celestes

05/01/2012 - 11:38

K Computer, no Japão, é o cluster mais potente do mundo.
USP comprou aparelho parecido (Divulgação)

O Departamento de Astronomia da USP (Universidade de São Paulo) vai se equiparar às maiores instituições de pesquisas espaciais do mundo com a compra de um supercomputador capaz de realizar trilhões de cálculos por segundo. O investimento será de 1,3 milhão de reais e o equipamento deverá ser instalado em 2012.

O aparelho se chama cluster e, na verdade, é um enorme aglomerado de computadores menores. A tecnologia faz com que seus processadores trabalhem juntos. Com isso, os cientistas terão uma capacidade de processamento de dados muito maior do que se os computadores funcionassem em rede, mas de maneira independente, e com um custo bem inferior.

O potencial do processamento do cluster será de 20 trilhões de cálculos por segundo, ou 20 teraflops no jargão da tecnologia. Isso significa que será possível realizar cálculos astrofísicos muito complexos, como a simulação da movimentação de planetas, galáxias e de outros corpos celestes a milhões de anos-luz da Terra.

"Agora, não precisaremos mais usar computadores de parceiros e até poderemos auxiliar outras instituições científicas", explica Alex Carciofi, professor de astrofísica e responsável pelo projeto. O cluster da USP será um dos mais potentes já utilizados por um instituto de astronomia no mundo.

Saiba mais

O MAIOR CLUSTER

É um aparelho japonês chamado K computer, que tem capacidade de processamento de 10 petaflops, ou 10 quatrilhões de cálculos por segundo. Ele está instalado no Instituto Avançado de Ciência Computacional RIKEN, em Kobe. Para se ter uma idéia de seu desempenho, o segundo cluster mais rápido do mundo, que é chinês, tem uma capacidade quatro vezes menor: 2,5 petaflops.


Fonte: Site da Revista VEJA - 05/01/2012

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