AEB Recebe Comitivas Internacionais

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (24/10) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) informando que no mês de outubro a agência recebeu delegações da Namíbia e do Canadá visando o estabelecimento de cooperação espacial.

Duda Falcão

AEB Recebe Comitivas Internacionais

ASCOM AEB
24/10/2012

A Agência Espacial Brasileira (AEB) recebeu, na manhã de 23 de outubro, uma delegação da Namíbia chefiada pelo ministro da Defesa, Charles Namoloh. O país africano deseja ter o apoio do Brasil para iniciar suas atividades na área espacial.

O governo da Namíbia, que tem excelente relação com a Marinha brasileira, entende que o Brasil também pode ser parceiro na área espacial. Segundo o chefe da cooperação internacional da AEB, José Monserrat Filho, o Brasil pode oferecer ao país africano sua experiência na construção de plataforma de coleta de dados e de um centro para recepção, processamento e análise de dados de satélites.

“Convidei o embaixador da Namíbia no Brasil, Lineekela Mboti, para voltar à AEB a fim de começarmos a escrever um plano de trabalho”, conta Monserrat. “Vamos ajudá-los”, completa.

Canadá - Ainda em outubro, o presidente da AEB recebeu visita de cortesia do embaixador do Canadá no Brasil, Jamal Khokhar, que veio acompanhado do conselheiro Neale Nigel. O país norte-americano considera muito importante a ampliação da cooperação espacial entre os países.

As duas partes acreditam que é necessário os programas espaciais sejam complementares. Segundo Monserrat, o satélite canadense RadarSat sempre despertou interesse do Brasil. “Os dois países poderiam pensar na hipótese de construírem juntos um satélite radar”.

De acordo com o chefe de cooperação internacional, a aproximação entre os dois países na área espacial é interessante para ambos. “Eles têm interesse em artefatos que desenvolvemos e também podemos aprender com o que eles já fizeram até agora”. Um exemplo disso é o satélite canadense RadarSat. “O Brasil ainda não possui satélite radar  (forma mais eficiente para observar a Terra) e com a ajuda deles, podemos construir um futuramente”, completa Monserrat.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Lá vamos nós de novo com essa história de desenvolvimento conjunto na área de satélites, agora com o Canadá. Fica difícil a cada dia que passa de acreditar se os profissionais que estão na AEB realmente estão preparados para assumirem os cargos que ocupam. É uma total falta de foco que só complica mais as coisas. Gente, terminem de entregar os projetos de satélites já em curso e deem sequência nos já acertados antes de assumiram compromissos com outros projetos. É projeto com a NASA (GPM-BR), com a Itália, com a Índia e a Africa do Sul e com a Argentina. Enquanto isso o CBERS-3 já virou piada, o Amazônia-1 já tem mais de 30 anos de desenvolvimento, o Lates já foi para 2016 e o SGB/BR-1 é um conto de fadas. Poxa, será que é tão difícil de entender isso? Vocês querem abraçar o mundo, tenham foco pelo amor de Deus. 

Comentários

  1. Bom,

    Eu já sou muito mais radical. Com as provas inequívocas nesses tantos anos de divulgações de metas e quase nenhuma realização, eu ainda acho que deveriam focar num único lançador e num único satélite (de preferência compatíveis entre si, claro).

    Cada vez que vejo essas notícias envolvendo vários foguetes e satélites, fico ainda mais desmotivado, pois é claro que não vão ocorrer da forma que divulgam. Se fosse apenas um lançador e um satélite, seria mais difícil apresentarem justificativas para a não realização.

    É isso.

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  2. Olá Marcos!

    Bom amigo, é como você mesmo disse, sendo radical essa seria a solução. Entretanto, não me parece ser o radicalismo a solução para nada, e sim o equilíbrio de planejamento e ações, principalmente na área de desenvolvimento tecnológico. O que acontece é que na AEB isso parece não está acontecendo e a galera demostra está mais perdida de que cego em tiroteio.

    Abs

    Duda Falcão
    (Blog Brazilian Space)

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    Respostas
    1. Exato! Concordo com você, planejamento de ações é a solução adotada por qualquer sistema de gerenciamento para conduzir projetos em paralelo seja de que área for.

      E a meu ver não é só na AEB o problema, visto as últimas notícisa publicadas, portanto, sejamos realistas, e por consequencia radicais.

      Melhor um único projeto realizado, que vinte prometidos.

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    2. Olá Marcos!

      Radicais jamais amigo, não é a solução, mas se pensas assim, paciência.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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    3. OK, vou aguardar mais alguns anos nesse "planejamento e ações" ora em curso, na esperança de ver UM satélite nacional chegar ao espaço conduzido por UM foguete nacional, quaisquer que sejam eles.

      #TENSO, mas #PACIENTE...

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  3. é melhor a AEB fazer logo um acordo com a ONU e parar com esse faz de conta....

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  4. Olá Anônimo!

    Realmente amigo, assim faria o acordo em atacado, rsrsrsrsr.

    Abs

    Duda Falcão
    (Blog Brazilian Space)

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