Researchers Test Novel Power System for Space Travel

Hello reader!

It follows a note published on the day (11/27), in the site "www.space-travel.com", Informing that a team of researchers from Los Alamos National Laboratory has test a “Novel Power System” for Space Travel.

Duda Falcão

ROCKET SCIENCE

Researchers Test Novel Power
System for Space Travel

by Staff Writers
Los Alamos NM (SPX) Nov 27, 2012

John Bounds of Los Alamos National
Laboratory's Advanced Nuclear
Technology Division makes final
adjustments on the DUFF experiment,
a demonstration of a simple, robust
fission reactor prototype that could be
used as a power system for space travel.
DUFF is the first demonstration of a space
nuclear reactor system to produce
electricity in the United States since 1965.
A team of researchers, including engineers from Los Alamos National Laboratory, has demonstrated a new concept for a reliable nuclear reactor that could be used on space flights. The research team recently demonstrated the first use of a heat pipe to cool a small nuclear reactor and power a Stirling engine at the Nevada National Security Site's Device Assembly Facility near Las Vegas.

The Demonstration Using Flattop Fissions (DUFF) experiment produced 24 watts of electricity. A team of engineers from Los Alamos, the NASA Glenn Research Center and National Security Technologies LLC (NSTec) conducted the experiment.

Heat pipe technology was invented at Los Alamos in 1963. A heat pipe is a sealed tube with an internal fluid that can efficiently transfer heat produced by a reactor with no moving parts.

A Stirling engine is a relatively simple closed-loop engine that converts heat energy into electrical power using a pressurized gas to move a piston. Using the two devices in tandem allowed for creation of a simple, reliable electric power supply that can be adapted for space applications.

Researchers configured DUFF on an existing experiment, known as Flattop, to allow for a water-based heat pipe to extract heat from uranium. Heat from the fission reaction was transferred to a pair of free-piston Stirling engines manufactured by Sunpower Inc., based in Athens Ohio.

Engineers from NASA Glenn designed and built the heat pipe and Stirling assembly and operated the engines during the experiment. Los Alamos nuclear engineers operated the Flattop assembly under authorization from the National Nuclear Security Administration (NNSA).

DUFF is the first demonstration of a space nuclear reactor system to produce electricity in the United States since 1965, and the experiment confirms basic nuclear reactor physics and heat transfer for a simple, reliable space power system.

"The nuclear characteristics and thermal power level of the experiment are remarkably similar to our space reactor flight concept," said Los Alamos engineer David Poston.

"The biggest difference between DUFF and a possible flight system is that the Stirling input temperature would need to be hotter to attain the required efficiency and power output needed for space missions."

"The heat pipe and Stirling engine used in this test are meant to represent one module that could be used in a space system," said Marc Gibson of NASA Glenn. "A flight system might use several modules to produce approximately one kilowatt of electricity."

Current space missions typically use power supplies that generate about the same amount of electricity as one or two household light bulbs. The availability of more power could potentially boost the speed with which mission data is transmitted back to Earth, or increase the number of instruments that could be operated at the same time aboard a spacecraft.

"A small, simple, lightweight fission power system could lead to a new and enhanced capability for space science and exploration", said Los Alamos project lead Patrick McClure.

"We hope that this proof of concept will soon move us from the old-frontier of Nevada to the new-frontier of outer space".

Los Alamos research on the project was made possible through Los Alamos's Laboratory-Directed Research and Development Program (LDRD), which is funded by a small percentage of the Laboratory's overall budget to invest in new or cutting-edge research. NASA Glenn and NSTec also used internal support to fund their contributions to the experiment.

"Perhaps one of the more important aspects of this experiment is that it was taken from concept to completion in 6 months for less than a million dollars," said Los Alamos engineer David Dixon. "We wanted to show that with a tightly-knit and focused team, it is possible to successfully perform practical reactor testing."



Comentário: Pois é leitor essa é uma notícia a meu ver bastante significativa, já que sinceramente não acredito em viagens espaciais tripuladas em espaço profundo com o atual tipo de propulsão química utilizada. Nem mesmo para asteroides próximos a TERRA, já que devido ao seu baixo empuxo e longo tempo de viagem os riscos de exposição ao ambiente interplanetário são proibitivos para os seres humanos. Diversas opções estão sendo estudadas e a mais promissora para os próximos anos parece ser a propulsão iônica, e em um futuro um pouco mais longo a propulsão nuclear citada nessa notícia. Para nós brasileiros, atividades na área de propulsão são desenvolvidas no país em diversas frentes (evidentemente com as dificuldades que todos já conhecemos) tais como a Propulsão Sólida e Líquida (IAE), a Propulsão Hibrida (UnB), a Propulsão Iônica (INPE e UnB), a Propulsão Hipersônica a Ar Aspirado (IEAv), a Propulsão a Laser (IEAv) e também a Propulsão Nuclear (evidentemente com as devidas promoções), que vem sendo pesquisada já por alguns anos no IEAv sob a coordenação do Dr. Lamartine Nogueira Frutuoso Guimarães através de um projeto intitulado “PROJETO TERRA” (veja as notas: “Propulsão e Energia Nuclear no Espaço”, "Energia Nuclear: O Sonho do Espaço Aberto”). Como você mesmo pode notar leitor, temos os profissionais, temos a infraestrutura nos institutos, temos as pesquisas e projetos, temos vontade de realizar, mas infelizmente temos também políticos de m... que só fazem atrapalhar e prejudicar as iniciativas que surgem, dificultando e inibindo enormemente o desenvolvimento de nosso país.

Comentários

  1. Parece que em algumas áreas de pesquisas como a propulsão híbrida, iônica e a laser estamos hoje no mesmo nível de outros países. Espero que não aconteça como no passado quando "perdemos o bonde" da pesquisa em cerâmica supercondutura e acabamos ficando para trás por falta de investimento.

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  2. Oi Carlos!

    Faço minhas as suas palavras, e não podemos admitir que um país com o potencial do Brasil, me refiro aqui também ao potencial humano, claro, fique restrito ao de um mero fornecedor de comodities e montador de produtos.

    Exportar recursos renováveis ainda vai, se houver uma estratégia envolvida, mas exportar minério de ferro bruto como ainda fazemos hoje em dia, por exemplo, é inadmissível.

    Existem vários ramos de pesquisa, nos quais deveríamos estar investindo, e nem são tão custosos assim. Insisto que as faculdades privadas deviam ser obrigadas por lei a manter centros de pesquisas ativos e produtivos.

    Apenas essa iniciativa, já seria suficiente para dar um bom "empurrão" nas nossas pesquisas por aqui.

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