Operação Tangará I

Descrição da Campanha

Data do início da campanha:  10/11/2012
Operação:  Operação Tangará I
Foguete:  Foguete de Treinamento Intermediário (FTI)
Numero do vôo do foguete: 7
Data de lançamento:  13/11/2012
Horário:  16:00 (HBV)
Local:  Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI)
Apogeu do vôo:  53 km
Tempo de vôo:  3m30s
Objetivo: Manter a capacitação dos recursos humanos e os meios operacionais, além de obter a qualificação e a certificação do foguete, cumprindo as metas do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE).
Resultado: Lançado com Sucesso

Experimentos Embarcados:

- Não houve

Instituições Envolvidas:

AEB - Agência Espacial Brasileira

DCTA - Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial
CLA - Centro de Lançamento de Alcântara - Alcântara-MA                             CLBI - Centro de Lançamento da Barreira do Inferno - Natal-RN
IFI - Instituto de Fomento e Coordenação Industrial
AVIBRÁS - Avibrás Indústria Aeroespacial S/A

Lançamento do Foguete FTI
Operação Tangará I  – 13/11/2012

Foi lançado com sucesso dia 13/11/2012 às 16:00 (Horário Brasileiro de Verão – HBV) do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) em Parnamirim (RN), um Foguete de Treinamento Intermediário (FTI). Tratou-se do lançamento do sétimo foguete desse tipo a ser lançado no Brasil e o primeiro a ser lançado do CLBI.

“O lançamento foi um sucesso. A excelência técnica das equipes do Centro e a operacionalidade dos meios propiciaram uma cronologia segura e eficiente no lançamento deste veículo", ressaltou o Diretor do Centro, Coronel Aviador Marco Antônio Vieira de Rezende.

O lançamento do FTI, foguete desenvolvido pela empresa brasileira Avibrás, foi acompanhado por quinhentos visitantes, inclusive por alunos da Rede de Ensino do Rio Grande do Norte. “Foi muito legal fazer a contagem regressiva.”, avaliou um entusiasmado estudante da Escola Estadual Professor Ulisses de Góis.

Reportagem do Jornal do Estado
TV Ponta Negra – 14/11/2012

Lançamento do FTI da Operação Tangará I


Lançamento do FTI da Operação Tangará I

Fotos da Campanha:



Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB)

Comentários

  1. Muito interessante a participação do público nessa missão.

    Agora, como esses foguetes são baseados em mísseis já bastante provados, gostaria de saber em que ponto estamos do processo de certificação dos mesmos.

    Isso é medido por taxa de sucesso por número de lançamentos? Qual é o critétio para declarar um foguete como "certificado"?

    Pergunto, por que mesmo sendo baseados em mísseis já bastante testados, foram lançados bastante desses foguetes e o processo de certificação continua.

    São essas coisas que me preocupam. Qual é a meta em termos práticos? Quantos lançamentos faltam para a certificação ser obtida? Quando se pretende colocar esse produto no mercado? Uma data prevista para a certificação de cada modelo?

    Dá a impressão que estão lançando, lançando, e nós assistindo, assistindo?

    Acredito que até para usar esses foguetes com carga útil ativa eles precisam estar certificados...

    #curioso

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  2. Olá Marcos!

    Eu acredito que cada caso é um caso. O fato desses foguetes já terem sidos amplamente testados como mísseis pela Avibrás, não quer dizer muita coisa, pois míssil é míssil e foguete é foguete, os parâmetros e objetivos são completamente diferentes. Como sabes, não confio nos de..loides que militam em Brasília, mas tenho certeza que os profissionais que estão envolvidos com o "Programa FOGTREIN" sabem perfeitamente o que estão fazendo. Agora é a vez da "Operação Iguaíba" que será realizada do CLA com diversos experimentos, e segundo eu soube, o IAE teve muita dificuldade para viabilizar esta campanha, não por razões técnicas, mas por restrições financeiras e só saiu porque o instituto lutou muito.

    Abs

    Duda Falcão
    (Blog Brazilian Space)

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  3. Foguete bonito. Esta previsto algum de treinamento avançado ?

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    Respostas
    1. Olá Ramir!

      Está sim amigo, justamente o FTA (Foguete de Treinamento Avançado) que está ainda em desenvolvimento pela Avibrás.

      Abs

      Duda Falcão
      (Blog Brazilian Space)

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  4. Outro daqueles absurdos.

    Já postei o meu "desabafo" lá naquele artigo.

    Abs

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  5. Olá, amigos.
    Tenho uma dúvida: Por que os foguetes de sondagem de maior porte como o Sonda IV foram abandonados?

    Abs.
    Élvio

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    Respostas
    1. Oi Elvio,

      Só lembrando que na teoria, assim que houvesse a decisão, poderíamos ter um foguete até melhor, bastaria colocar um VSB-30 em cima de um VS-40M.

      Apesar de não ser um expert, acredito que existe essa possibilidade. A grande questão seria: com qual objetivo?

      Um foguete desse porte, poderia elevar cargas úteis consideráveis (maior massa), e talvez até dar suporte a experimentos suborbitais (microgravidade) de maior duração.

      As questões são, como sempre: haver a decisão, existir um objetivo e focar nas metas.

      Mas aqui, esse parece ser um problema meio intransponível.

      Abs.

      Excluir
  6. Olá Élvio!

    Eu creio que tenha sido porque o Sonda IV tornou-se obsoleto e não valia a pena modernizá-lo.

    Abs

    Duda Falcão
    (Blog Brazilian Space)

    ResponderExcluir

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