Ministro Rezende Viaja aos EUA para Falar Sobre Acordos


Olá Leitor!

Segundo informações do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) a revisão de diversos acordos científicos e tecnológicos entre o Brasil e os Estados Unidos que estão em andamento e o estabelecimento de novos convênios são temas da agenda que o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, cumpre amanhã (19) e sexta-feira (20) em Washington (EUA).

Acompanhado de delegação de dirigentes do setor de ciência e tecnologia do Brasil, ele também participa da 2ª. Reunião da Comissão Mista de Cooperação Científica e Tecnológica Brasil-Estados Unidos na manhã de sexta-feira.

O objetivo da visita é reforçar os vínculos de cooperação entre os dois países em pesquisa, desenvolvimento e inovação, no contexto do Acordo relativo à Cooperação em Ciência e Tecnologia, firmada em Brasília, em fevereiro de 1984, e renovado e modificado por Protocolo de Emenda e Prorrogação, firmado em Brasília, em março de 1994.

Entre os temas em pauta para a reunião de sexta-feira (20), constam cooperação em observação da Terra e mudança do clima e em aeronáutica e espaço exterior entre outros.

Integram a comitiva brasileira entre outros dirigentes os secretários de Política e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento, Luiz Antonio Barreto de Castro, e de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Ronaldo Mota, do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Jorge Guimarães, presidente da Capes; Carlos Ganem, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB/MCT); Lucia Melo, presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE/MCT) e Luis Manuel Fernandes, presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT).


Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)

Comentário: Em uma visita como esta, já abordada aqui no blog (veja a nota Cooperação Espacial Brasil-EUA), onde serão discutidos assuntos como observação da terra e espaço exterior, muito provavelmente será abordado a acordo de "Salvaguardas Tecnológicas" entre os dois países que não foi aprovado pelo Congresso Brasileiro. Para a operacionalização economicamente viável da ACS, é imperiosa e urgente a necessidade de se fazer um tratado/acordo nesse sentido, pois caso contrário, num mercado tão competitivo como esse se não houver a possibilidade da empresa participar de missões de satélites americanos ou de satélites de outras nações que possuam equipamentos americanos abordo, estará certamente correndo um risco enorme de falência, como já ocorreu com várias empresas desse mercado. A ACS não pode contar somente com o mercado sul-americano e mesmo que pudesse, esse mercado não é diferente do resto do mundo, pois quando um satélite é construído para uma nação dessa região do globo o mesmo é de origem americana ou conta com equipamentos americanos abordo.

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