sexta-feira, 17 de abril de 2015

Astronauta Brasileiro Narra Treinamento Russo em Novo Livro

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (17/04) no site da versão em português da “Gazeta Russa” destacando que o astronauta brasileiro, Marcos Pontes, irá narrar o seu treinamento russo em novo livro.

Duda Falcão

Ciência e Tecnologia

Astronauta Brasileiro Narra Treinamento Russo

Quanto tempo leva para ir ao espaço? O que pôr na bagagem?
Marcos Pontes responde a essas e outras perguntas em novo livro.

Sergio Maduro
Especial para Gazeta Russa
17/04/2015

Foto: Divulgação
Pontes com o americano Jeff Williams e o russo Pável Vinogradov

A inspiração vinda do cosmonauta soviético Iúri Gagárin (1934-1968) dá a linha do novo livro de Marcos Pontes, primeiro astronauta brasileiro a viajar ao espaço.

“Caminhando com Gagárin: Crônicas de uma Missão Espacial” é mais um modo que o tenente-coronel encontrou de homenagear seu ídolo - que também estampava a camiseta levada por Pontes ao cosmos.

Pontes chegou a Moscou em novembro de 2005 para finalizar a preparação iniciada sete anos antes nos EUA. A fase final de treinamento na Rússia, que durou quase cinco meses, justificava-se, entre outras razões, porque a nave que o transportaria para o espaço era uma Soiuz, de fabricação russa. 

O foguete que levou Pontes partiu de Baikonur, no Cazaquistão, com destino à ISS (da sigla em inglês, Estação Espacial Internacional) em março de 2006, e retornou à Terra em abril do mesmo ano. O russo Pável Vinogradov e o americano Jeff Williams foram seus companheiros de viagem na Soiuz TMA 8.

Nacionalismo e Autoajuda

No novo título, o astronauta conta histórias, em forma de diário, selecionando 20 dias dos cinco meses que passou na Rússia, além dos 10 dias em que esteve no espaço. 

Recheado de fotos e trazendo uma biografia do autor, o volume tem como proposta principal explicar os preparativos a que o autor se submeteu no Centro de Treinamento de Cosmonautas Iúri Gagárin, na Cidade das Estrelas, a cerca de 25 km de Moscou. 

Seguindo essa diretriz, a obra passa pelo funcionamento dos simuladores de voo, o aprendizado da língua russa, os treinamentos de sobrevivência e os exames médicos, e entra até em detalhes engraçados, como a explicação de como um astronauta faz suas necessidades no espaço.

Convém lembrar que, embora a profissão de astronauta seja uma função civil, Pontes iniciou a carreira como militar da Aeronáutica, chegando a piloto de caça da FAB (Força Aérea Brasileira). 

Como todo soldado, foi treinado para defender a pátria, seguir estratégias e não recuar diante de obstáculos. Seu livro expressa, em parte, a visão de um militar de combate.

Muitas vezes usando um tom messiânico e nacionalista, afirma, por exemplo, que sua aventura visou incentivar o civismo, e garante que estava disposto a oferecer a vida pela missão espacial a fim de levar “a bandeira brasileira e milhões de corações pela primeira vez para além das palavras e fronteiras, para fora do planeta”.

Pontes usa a escrita também para oferecer em conta-gotas uma visão pessoal sobre suas experiências de treinamento com porções generosas de autoajuda, ligando as dificuldades encontradas por um astronauta ao dia a dia das pessoas comuns.

Homem Multitarefa

Além de engenheiro, candidato derrotado a deputado federal, embaixador honorário da ONU e presidente de uma fundação que leva seu nome, Pontes também se identifica como palestrante, coach e consultor técnico. Além, é claro, de escritor.

“Caminhando com Gagárin” é o quarto livro desse homem multitarefa. Ele também é autor de um volume de autoajuda focado na realização de projetos, outro contando os bastidores da primeira missão espacial brasileira, e de uma autobiografia para crianças que ele mesmo ilustrou.

Idealista, Pontes diz “querer influenciar positivamente mais e mais pessoas”. E conta em palestras e livros a experiência de ter uma origem humilde e se tornar o primeiro brasileiro a sair do planeta. Sua lógica simples indica que, se não foi impossível para ele, não deve ser para ninguém.

Mas sua explicação é pouco animadora e dá a dimensão da nossa insignificância: “Embarcados nessa espaçonave chamada Terra, viajando juntos pelo espaço a mais de 100.000 km/h, todos nós somos, de certa forma, astronautas”.Ou seja, para o Universo, cada um de nós é pouco menos que uma bactéria desesperada, agarrada à casca frágil de um ovo em órbita.

“Vejo política como missão”

O que o inspirou em Gagárin?

Seu pioneirismo e respeito pelas pessoas. Sempre procurei seguir essas características dele.

Quais outros cosmonautas você admira?

[Vladímir] Komarov [1927-1967], por sua dedicação e sacrifício na amizade com Gagárin.

Quais as principais diferenças entre o treinamento russo e o americano?

Eles são similares, mas o russo é mais apoiado no fator humano, e o americano, no equipamento.

E suas impressões da Rússia?

Parece meio estranho, mas desde o início me senti como se já tivesse vivido lá por muito tempo. Não senti qualquer dificuldade em me adaptar. Foi maravilhoso.

De seu aprendizado na Rússia o que pode ser aplicado no Brasil?

Determinação em objetivos. Nosso programa espacial sofre de uma certa falta de constância.Talvez o fato das dificuldades enfrentadas pela Rússia com guerras e clima tenha ajudado a formar essa característica, que considero muito importante para o sucesso.

Por que você se candidatou a deputado federal em 2014? Vai se candidatar novamente?

O Brasil sofre de falta de políticos dedicados aos projetos públicos e com conhecimento técnico e experiência para propor e avaliar projetos importantes.

Meu objetivo era provocar uma nova tendência na escolha de políticos. Talvez eu me candidate novamente a deputado federal em 2018. Vejo a política como missão, não como carreira.


Fonte: Site da versão em Português da Gazeta Russa - http://gazetarussa.com.br/

Equipe FUGA da UnB Amplia Seus Objetivos Participando do Festival de Minifoguetes de Curitiba

Olá leitor!

No início do mês de abril do ano passado, foi criada na Universidade de Brasília (UnB), a primeira equipe de competição de foguetemodelismo desta universidade. A equipe que foi denominada de FUGA (Fogamadores Universitários do Gama), teve como objetivo inicial trabalhar com modelos de foguetes de combustível sólido, isto devido a facilidade ao acesso desse material para sua construção e resultados que poderiam ser alcançados a curto prazo.

Com o passar do tempo à equipe FUGA se fortaleceu aumentando seus objetivos, e atualmente se define como uma equipe de pesquisa e construção relacionada ao espaçomodelismo, tendo como pretensão participar de competições nacionais e internacionais. Diante deste novo objetivo, a FUGA já irá participar do “II Festival de Minifoguetes de Curitiba” que é organizado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), evento este que se realizará na capital paranaense entre os dias 18 e 20 de abril de 2015.


O Blog BRAZILIAN SPACE fica satisfeito em observar que em pelo menos algumas universidades brasileiras o tema espacial vem sendo tratado e conduzido com seriedade por gente de visão, e temos uma sugestão para os integrantes da equipe FUGA, ou seja, no caso de vocês continuarem participando desses eventos de foguetemodelismo no Brasil e no mundo (como por exemplo, o evento IREC, organizado pela ESRA dos EUA), sugiro que nomeiem os seus próximos foguetes de COELHO-1, AMARAL-1 e DILMA-1, e mandem todos eles para o espaço.

Brincadeiras a parte, o Blog BRAZILIAN SPACE parabeniza aos jovens integrantes da equipe FUGA e a UnB, por esta iniciativa, e espera que a mesma possa servir de exemplo para outros grupos universitários e amadores através do país, especialmente em meu querido NORDESTE.

Para maiores informações sobre a FUGA, visite a página da equipe pelo link: https://www.facebook.com/fugaunb?fref=ts

E sobre o evento em Curitiba, visite o site do festival pelo link: http://www.foguete.ufpr.br/festival/2015/festival-2015.htm

Duda Falcão

Foguete Ejetará Motores, Pegos no Ar Por Helicóptero

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada hoje (17/04) no site “Inovação Tecnológica” destacando que a empresa americana ULA (United Launch Alliance) responsável pelos lançamentos das missões da NASA apresentou detalhes de seu novo foguete que ejetará motores para serem pegos no ar por helicópteros.

Duda Falcão

ESPAÇO

Foguete Ejetará Motores,
Pegos no Ar Por Helicóptero

Redação do Site Inovação Tecnológica
17/04/2015

[Imagem: ULA/Divulgação]

Vulcan

A empresa responsável pelos lançamentos das missões da NASA apresentou detalhes de seu novo foguete, que deverá ser lançado em 2019.

O foguete foi batizado de Vulcan (Vulcano) em uma votação popular -Vulcano é o planeta do personagem Spock, da série Jornada nas Estrelas.

A empresa ULA (United Launch Alliance), uma sociedade entre a Boeing e a Lockheed Martin, elaborou o projeto em resposta a uma ordem do Congresso norte-americano, que estabeleceu que missões estratégicas do país não poderiam depender de motores russos.

Os atuais foguetes da empresa, incluindo o Delta VI, o mais potente foguete atualmente em operação, usam motores RD-180, fabricados pela Rússia. O Vulcan poderá usar motores fabricados pela Aerojet Rocketdyne, que fabricou os motores para os ônibus espaciais, ou pela Blue Origin, que também possui um projeto de uma nave de pouso vertical.

Premida pela concorrência de outras empresas, como a SpaceX, a ULA aderiu à reutilização dos foguetes. Se tudo funcionar como previsto, um lançamento do Vulcan deverá custar cerca de US$100 milhões, contra os US$400 milhões do Delta VI.

Recuperação de Motores

A grande novidade do projeto é a técnica de reutilização de componentes. Em vez de tentar pousar o foguete inteiro, usando seus próprios motores, como a SpaceX está tentando fazer com o Falcon 9, a ideia é recuperar apenas os motores.

Depois de colocar o foguete em órbita, os motores serão ejetados do foguete e reentrarão na atmosfera envoltos em um colchão inflável, que deverá protegê-los do calor.

Já na atmosfera, pára-quedas diminuirão a velocidade dos motores e estabilizarão sua descida, quando então eles serão "pescados" ainda no ar por um gancho a bordo de um helicóptero. Depois de presos, o helicóptero se encarregará de colocar os motores suavemente no chão.

A NASA tentou usar essa técnica em 2004, para capturar a sonda espacial Genesis, que coletou partículas do vento solar, mas uma falha nos pára-quedas fez com que a sonda se espatifasse no chão.



Fonte: Site Inovação Tecnológica - http://www.inovacaotecnologica.com.br/

Comentário: Voltando agora a falar de Programa Espacial sério e que apresenta resultados e não fantasias, bom leitor, esta ideia de pegar motores de foguetes no ar através de helicópteros nos parece um tanto fantástica, bem como também extremamente perigosa, mas não sou um especialista da área, e por conta disto gostaria que os nossos leitores da área de foguetes se manifestassem e nos dissessem o que acham desta ideia da empresa americana.

Primeiro Brasileiro Civil a Ir ao Espaço Responde a Internautas Pelo Twitter do MCTI

Olá leitor!

Segue agora uma nota postada ontem (16/04) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) destacando que o primeiro brasileiro civil a ir ao espaço, o estudante de engenharia elétrica da Universidade de Brasília (UnB), Pedro Nehme, conversará com internautas hoje (17/04), pelo perfil do MCTI.

Duda Falcão

AEROESPACIAL POPULARIZAÇÃO DA C,T&I E MELHORIA DO ENSINO DAS CIÊNCIAS

Primeiro Brasileiro Civil a Ir ao Espaço
Responde a Internautas Pelo Twitter do MCTI

Estudante Pedro Nehme conversará com internautas nesta sexta (17),
às 11h, pelo perfil do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Por Ascom do MCTI
Publicação: 16/04/2015 | 21:00
Última modificação: 16/04/2015 | 21:01


O estudante de engenharia elétrica da Universidade de Brasília (UnB) e bolsista da Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI), Pedro Nehme, será o primeiro brasileiro civil a ir ao espaço e compartilha, no perfil do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação no Twitter (www.twitter.com/mcti) os detalhes da sua preparação. Nesta sexta-feira (17), às 11h, os internautas poderão participar enviando perguntas com a #PedroNoMCTI.

Pedro terá a missão de levar um experimento, selecionado pela AEB, capaz de avaliar os diversos aspectos fisiológicos relacionados à exposição do corpo humano ao ambiente de microgravidade e hipergravidade, decorrentes de um voo suborbital tripulado.

A seleção do experimento para a viagem está sendo feita por meio do 5º Anúncio de Oportunidade (5º AO), do Programa Microgravidade da AEB. O edital é direcionado a escolas públicas de educação básica em parceria com instituições de ensino superior (IES). Os interessados têm até 27 de abril fazer a inscrição. A divulgação do resultado está prevista para o dia 2 de maio.

Ao longo desta semana, Nehme tem postado no Twitter curiosidades sobre o treinamento espacial que vem realizando como preparação para a viagem. O estudante também fala da importância do desenvolvimento das atividades espaciais para o País.

A ação no Twitter é parte das comemorações dos 30 anos de criação do MCTI, completados este ano. Através de ações como essa, o Ministério pretende inspirar e despertar o interesse de jovens brasileiros pela área de CT&I.


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)

UFPR Organiza Festival de Minifoguetes de Curitiba

Olá leitor!

Segue agora uma nota postada ontem (16/04) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) dando destaque o 2º Festival de Minifoguetes de Curitiba que começa a partir de amanhã.

Duda Falcão

AEROESPACIAL

UFPR Organiza Festival de
Minifoguetes de Curitiba

Por Ascom do MCTI
Publicação: 16/04/2015 | 11:17
Última modificação: 16/04/2015 | 00:03

A Universidade Federal do Paraná (UFPR) promove, de 18 a 20 de abril, o 2º Festival de Minifoguetes de Curitiba. O evento tem como objetivo motivar vocações para a área científica e espacial, divulgar o programa espacial brasileiro e difundir o espaçomodelisno, o foguetemodelismo e a aeroespaçonáutica.

O Festival acontece no campus da UFPR e suas atividades estão abertas ao público em geral. Os participantes poderão assistir palestras, debater a temática em sessões técnicas e visitar exposições. "Pretendemos promover a integração de alunos de cursos, instituições e grupos de pesquisa voltados à engenharia espacial, bem como, pessoas interessadas na temática", explica o coordenador do festival, professor Carlos Henrique Marchi.

No sábado, a partir das 9h, haverá o lançamento de minifoguetes. De acordo com a organização do festival, caso chova ou sejam registrados ventos muito fortes, a atividade será transferida para o período da tarde, a partir das 14h.

Para mais informações, acesse www.foguete.ufpr.br


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)

Comentário: Postei essa pequena nota aqui no BLOG não só para informar a proximidade deste importante evento criado pela UFPR sob a liderança do Prof. Carlos Henrique Marchi, bem como parabenizar o reconhecimento alcançado por esta iniciativa, agora até mesmo pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Vale dizer que ao mesmo tempo em que o MCTI reconhece esta iniciativa, a mesma demonstra a incompetência que se instalou sob a liderança do Sr. Braga Coelho em nossa Agência Espacial de Brinquedo (AEB). Ou alguém já se esqueceu dos Concursos CanSat Brasil e de Foguetes lançados oficialmente em janeiro de 2013 por esta Agência Espacial de mentirinha (veja aqui) e cancelados sem qualquer satisfação a todos que se escreveram e aos profissionais que participaram na elaboração desses eventos. Vale lembrar aqui que Prof. Marchi foi um desses profissionais e justamente por esta atitude desta Agencia sem comando, o professor se motivou em criar este evento que hoje vai para sua segunda edição com a marca do sucesso. Parabéns ao Prof. Marchi e a UFPR por esta iniciativa. O Ditado já diz: Quem não tem competência, não se estabelece Sr. Braga Coelho. Ops, no Brasil, isto acontece entre outras coisas...

Sirius Will Help Attract Foreign Researchers to Brazil

Hello reader!

It follows an article published yesterday (04/16) in the english website of the Agência FAPESP noting that Sirius will help attract foreign researchers to Brazil.

Duda Falcão

NEWS

Sirius Will Help Attract
Foreign Researchers to Brazil

By Elton Alisson,
in Buenos Aires
April 16, 2015

(Photo: LNLS)
New Brazilian synchrotron light source scheduled to
begin operating in 2019 will contribute to an increase
in the internationalization of science.

Agência FAPESP – Researchers in Argentina are currently the main foreign users of Brazil’s synchrotron light source, which has been operating since 1997 at the National Synchrotron Light Laboratory (LNLS) in Campinas, São Paulo State, and is the only such facility in Latin America.

When Sirius, the new Brazilian synchrotron light source, is launched, participation by researchers in Argentina and other countries as foreign users of the Brazilian particle accelerator will increase significantly. Installed in an area adjoining the current synchrotron facility on the campus of the National Energy & Materials Research Center (CNPEM), also in Campinas, Sirius is scheduled to go live in 2019.

The increase in foreign participation was predicted by LNLS Director Antonio José Roque da Silva during a round-table session on large-scale scientific collaborations held as part of FAPESP Week Buenos Aires.

Hosted in Buenos Aires by FAPESP in partnership with Argentina’s National Scientific & Technological Research Council (CONICET), the event brought together researchers from São Paulo State and several different higher education and research institutions in Argentina to discuss an increase in scientific collaboration between the two countries.

“Argentinian researchers now account for 14% of all users of the current synchrotron light source at LNLS, and foreign users are 20% of the total,” Roque da Silva said.

“Once Sirius is online there will be greater interest on the part of researchers from Argentina and elsewhere because the new particle accelerator is designed to be globally competitive.”

Sirius will be one of the world’s first fourth-generation synchrotron light sources, alongside the Max 4 facility now under construction in Sweden, according to Roque da Silva.

The existing synchrotron light source at LNLS is second-generation. The more advanced facilities now used around the world to produce high-brilliance radiation over a wide spectrum, from infrared and ultraviolet to X rays, are third-generation.

One of the differences between a fourth-generation synchrotron light source and a second-generation facility such as the current one at LNLS resides in electron beam emittance, which influences brilliance and coherence, Roque da Silva said.

Because Sirius is being designed to have one of the lowest electron beam emittances among the world’s existing synchrotron light sources, it will generate much more intense high-brilliance radiation and will enable scientists to perform a wider range of experiments with organic and inorganic materials using different techniques. “Sirius will be able to do many experiments that can’t be performed in Brazil today, with a direct impact on nanotechnology, biotechnology, molecular biology, pharmaceuticals and agriculture, as well as other areas such as paleontology and archeology,” Roque da Silva said.

“Sirius is being built with the most advanced technology in the world. It will offer higher brilliance and cutting-edge experimental conditions. So it will attract researchers in many knowledge areas to Brazil and contribute to an increase in the internationalization of Brazilian science.”

Because of its lower emittance, Sirius will operate at a much higher energy level: 3 billion electron-volts (3 GeV), compared with 1.37 billion electron-volts (1.3 GeV) for the existing accelerator, Roque da Silva said.

This means it will be possible to use Sirius to study the structure of high-density materials such as steel and rock. In practice this cannot be done with the existing synchrotron light source because the photon beams it emits cannot really penetrate dense materials.

“The new synchrotron light source will emit far higher energy photons, opening up opportunities for a much broader spectrum of experiments that can’t be done with the accelerator we have today,” Roque da Silva said.

Brazilian Design and Technology

The LNLS director highlighted the fact that Brazil participates in various international collaborations in different fields but Sirius, like LNLS’s existing facility, represents one of the large-scale international scientific projects in which the leadership is genuinely Brazilian.

The conceptual design, scientific design and a substantial proportion of the instrumentation and technological solutions are being developed in Brazil.

“The construction of Sirius has already begun. We expect to start assembling the accelerator in 2017 and obtain the first beam emitted by the light source in 2018,” Roque da Silva said.

FAPESP supports small and medium enterprises in São Paulo State that are interested in participating in the construction of Sirius as suppliers.

Argentina is also interested in participating in the construction of the light lines that will be used for experiments involving the particle accelerator.

“Today Argentinian researchers participate as users of LNLS through an agreement with CONICET, which pays the expenses of displacement to Brazil by the researchers involved,” he said. “But the research community in Argentina is interested in participating in the construction of light lines.”

For more information about FAPESP Week Buenos Aires, go to: www.fapesp.br/week2015/buenosaires.


Source: English WebSite of the Agência FAPESP

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Estudo do INPE Busca Aperfeiçoar Linhas de Produto de Software

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada ontem (15/04) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que o instituto busca aperfeiçoar linhas de produto de software.

Duda Falcão

Estudo do INPE Busca Aperfeiçoar
Linhas de Produto de Software

Quarta-feira, 15 de Abril de 2015

Em parceria com o Generative Software Development Lab da Universidade de Waterloo, Canadá, o Laboratório Associado de Computação e Matemática Aplicada (LAC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) está desenvolvendo uma pesquisa sobre propagação de problemas estruturais presentes em um software para outros códigos de uma mesma linha de produtos.

Uma linha de produtos de software é uma família de aplicações que possui uma série de funcionalidades em comum. Nesse contexto, existe um conjunto de técnicas que podem ser utilizadas para o reaproveitamento do código e para a criação mais rápida de novas aplicações.

Dentro do INPE, os produtos do Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial (EMBRACE) podem ser considerados uma linha de produtos de software. O mesmo conceito pode ser aplicado também aos softwares desenvolvidos na área da Engenharia e Tecnologia Espacial (ETE).

Para desenvolver a pesquisa, o pesquisador Eduardo Guerra, do LAC/INPE, esteve na universidade canadense entre dezembro de 2014 e janeiro de 2015 realizando trabalhos junto ao grupo liderado pelo professor Krzysztof Czarnecki.

"A pesquisa realizada tem o objetivo de estudar como a ‘clonagem’ de códigos acontece dentro de uma linha de produtos de software, e quais são os principais fatores a serem considerados para se decidir se ela deve ser eliminada ou não. Também foi desenvolvida uma técnica para identificar problemas estruturais que são comuns a determinada linha de produtos, separando-os daqueles que são particulares de cada software”, informa Eduardo Guerra.

Segundo o pesquisador, os resultados dessa pesquisa podem ser utilizados para o aperfeiçoamento e a evolução de uma linha de produtos de software, evitando a repetição de problemas recorrentes e ao mesmo tempo permitindo a atuação em pontos onde o impacto da mudança possa ser mais significativo.

Aplicações

Como referência de estudos, Guerra tomou como base os produtos do programa EMBRACE, pois, apesar de cada aplicativo lidar com dados diferentes e realizar análises distintas, ainda existe uma grande similaridade em relação à arquitetura e às funcionalidades. A partir dos estudos, será possível obter um melhor entendimento sobre a ocorrência da clonagem de código e da propagação de falhas de projeto entre produtos de software, em cenários reais.  Com isso, a equipe do EMBRACE poderá contar com uma poderosa ferramenta de diagnóstico e monitoramento da evolução de softwares, com inegáveis benefícios tanto na produtividade quanto na confiabilidade dos códigos.

"O programa tem forte alinhamento institucional, prestando serviço para a comunidade brasileira e sul-americana na área de Clima Espacial, mas também à comunidade do INPE: ele procura atender o objetivo estratégico do instituto de fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico, motivando pesquisadores a um maior engajamento com o programa”, afirma Clezio Marcos De Nardin, gerente geral do EMBRACE/INPE. “Nós temos um grande interesse por essa pesquisa conduzida no LAC, pois ela tem o potencial de impactar na evolução dos produtos do EMBRACE existentes e a serem criados, ajudando na sua manutenção a longo prazo como também na otimização de recursos."

Para a pesquisadora Ana Maria Ambrosio, coordenadora do Programa de Capacitação Institucional da ETE/INPE e especialista em Engenharia de Software, “as técnicas para detecção de propagação de problemas estruturais, seja na evolução de um código para outro ou na análise de melhoria contínua, seriam potencialmente aplicáveis ao desenvolvimento de softwares de monitoração e controle de satélites, de simuladores de satélites, e até de softwares embarcados em diferentes satélites, pois, apesar de distintos, possuem muitas funcionalidades em comum”.

Capacitação

Pesquisador na área de Engenharia de Software no LAC/INPE, Eduardo Guerra mantém colaboração com pesquisadores da Universidade de Waterloo por meio do Programa de Capacitação Institucional (PCI/INPE-MCTI), na modalidade BSP (Bolsas de Estágio/Treinamento no Exterior), atualmente sob a coordenação de Cesar Boschetti, chefe do Laboratório Associado de Sensores e Materiais do (LAS) do INPE.

"O apoio do PCI foi essencial para viabilizar esse estudo. Através da visita à universidade foi possível colaborar com especialistas nessa área e ter acesso a ferramentas com funcionalidades inovadoras, ainda não disponíveis no mercado. Certamente esse primeiro contato foi o início de uma cooperação de pesquisa a longo prazo”, conclui Guerra.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

INPE Realiza Curso Sobre Meteorologia Por Satélite

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada ontem (15/04) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que o instituto irá realizar em Maio próximo o Curso Sobre Meteorologia Por Satélite.

Duda Falcão

INPE Realiza Curso Sobre
Meteorologia Por Satélite

Quarta-feira, 15 de Abril de 2015

De 4 a 8 de maio será realizado o curso Meteorologia por Satélite: Imagens, Produtos e Aplicações, no Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Cachoeira Paulista (SP).

O objetivo do curso é treinar usuários do Brasil, de países vizinhos e da África para a utilização de imagens e produtos de satélites meteorológicos, com ênfase nos dados Meteosat Segunda Geração (MSG).

As aulas serão ministradas por pesquisadores do CPTEC/INPE, da Organização Europeia para a Exploração de Satélites Meteorológicos (EUMETSAT, na sigla em inglês) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Teóricas e práticas, as aulas abrangerão aplicações na área de previsão de tempo na escala sinótica e de curtíssimo prazo, bem como aplicações ambientais.

A programação e o link para as inscrições estão disponíveis no site: http://cursos.cptec.inpe.br/meteorologia-satelite-2015/


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

AEB: Parceria Brasil-Rússia na Área Espacial é Bem-Vinda

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (15/04) no site “Sputniknews” destacando que o segundo o Diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos da AEB, Dr. Petrônio Noronha de Souza, a parceria Brasil-Rússia na Área Espacial é bem-vinda

Duda Falcão

BRASIL

AEB: Parceria Brasil-Rússia 
na Área Espacial é Bem-Vinda

Sputnik News
15/04/2015 – 11:43


A AEB – Agência Espacial Brasileira não tem em perspectiva, por enquanto, novos projetos que levem mais um brasileiro ao espaço. O primeiro caso de astronauta nacional, o do militar da FAB – Força Aérea Brasileira, Marcos Pontes, que embarcou, em 2006, num voo orbital para a Estação Espacial Internacional, tão cedo não deverá repetir-se.

A informação é do diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos da AEB, Petrônio Noronha de Souza, entrevistado no âmbito da LAAD – Defence & Security 2015 – Feira Internacional de Defesa e Segurança da América Latina, que se realiza no Rio de Janeiro. “Não vejo essa possibilidade, de outro homem ou mulher ser selecionado para treinamento em outro voo espacial, nem em curto nem em médio prazo”, diz o especialista.

Petrônio Noronha de Souza acredita que o único evento do gênero que está para ocorrer é o do estudante Pedro Nehme, que está sendo apoiado pela AEB nessa fase anterior ao voo, porém não se trata de um projeto financiado pela Agência Espacial Brasileira. “É um apoio mais técnico para que ele converse com pilotos, tenha a oportunidade de visitar centros de estudos, passe informações para os jovens, faça palestras. É um processo em que nós nos beneficiamos da informação, da divulgação, e ele se beneficia também das oportunidades que lhe são abertas.”

Neste mês de abril, Pedro Nehme vai para a Rússia participar de mais uma etapa do treinamento com exercícios de gravidade zero. Depois, escolhido num concurso patrocinado pela companhia holandesa KLM, em que venceu 130 mil concorrentes, Nehme fará um voo suborbital de uma hora na nave Lynx Mark II, da empresa XCOR Space Expeditions.

Na entrevista exclusiva para Sputnik, o diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos da AEB falou também sobre as possibilidades de Rússia e Brasil realizarem um programa conjunto ou desenvolverem um veículo de lançamento de satélite, levando-se em conta o trágico acidente com o veículo lançador de satélite que explodiu no centro de lançamentos de Alcântara, no Maranhão. 

Desde então, segundo Petrônio Noronha, houve várias iniciativas por parte do Governo russo, através da empresa Roscosmos, em auxiliar o Brasil na reconstrução da base ou ainda em ajudar a desenvolver um satélite lançador em parceria, mas a ideia não se concretizou. Em seguida, no entanto, ocorreu uma parceria do Brasil com a Ucrânia no desenvolvimento do Centro de Lançamento em Alcântara.

Petrônio Noronha de Souza explica que depois do acidente ocorreu um contato entre autoridades brasileiras e russas, com apoio importante por parte de técnicos russos, naquela época, para a revisão do projeto, que continua em atividade. 

Já o acordo com a Ucrânia para o desenvolvimento do Centro de Lançamento e, simultaneamente, do lançador no Projeto Cyclone-4, ocorreu um tempo depois, porém, não eliminou o projeto do VLS – o Veículo Lançador de Satélites. “O VLS continua sendo conduzido como um projeto exclusivamente nacional. Temos a questão quanto a continuidade ou não do acordo com a Ucrânia, e não há no momento negociações em prol de um desenvolvimento comum, de um lançador ou aperfeiçoamento de algum lançador já pré-existente a ser realizado por brasileiros e russos. Não podemos descartar essa possibilidade, até porque a colaboração com os russos não desapareceu totalmente. Nós ainda temos intercâmbio de pessoas, estudantes brasileiros que se deslocam e recebem formação lá na Rússia.”

Petrônio Noronha destaca ainda a parceria que vem ocorrendo com os russos no desenvolvimento das estações do Glonass (Sistema de Navegação Global por Satélite), em que há uma instalação na Universidade de Brasília, e que futuramente pode se desenvolver. “Eu acho que devem ser instaladas estações terrenas para o sistema Glonass. É uma agenda de trabalho conjunta entre acadêmicos e técnicos brasileiros e russos, e eventualmente isso poderá crescer mais adiante. Eu diria que nós veremos, sem que leve muito tempo, algumas modificações no panorama ou no cenário do desenvolvimento de lançadores aqui no Brasil.”

Na visão do diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos da Agência Espacial Brasileira as parcerias internacionais são bem-vindas. Já existe, por exemplo, o chamado VLM – Veículo Lançador para Micro-Satélites, desenvolvido em colaboração com a Alemanha. Existe ainda um programa de sucesso de lançamento de cargas úteis para microgravidade na Europa, onde a parte experimental é feita pelos alemães e a parte dos propulsores, que é chamada de VSB-30, é um foguete brasileiro.”Não descartamos a colaboração internacional. Eu diria que a possibilidade existe, sim, de algo se materializar com a Rússia, mas no momento nada está sendo negociado – algo ainda a ser construído.”

O especialista comentou ainda sobre um possível interesse do Governo brasileiro num projeto russo, chamado Lançamentos Marítimos, para se fazer uma espécie de cosmódromo, um ponto de lançamento flutuante numa plataforma em alto-mar, aproveitando a extensa costa brasileira, com latitudes bem próximas à linha do equador, o que proporcionaria maior carga útil dos satélites.

Segundo ele, especificamente quanto a esse projeto russo, a Agência Espacial Brasileira não tem informações, porém o Centro de Lançamentos de Alcântara, que fica no litoral, próximo à linha do equador, tem uma posição bastante privilegiada e sem dúvida é uma opção para esse sistema de lançamento marítimo. “Já existe um sistema desenvolvido no passado com a participação de americanos, noruegueses, russos e ucranianos, chamado de Sea Lounge, que operou na costa da Califórnia por muitos anos, mas era uma longa viagem à linha do equador”, diz Petrônio Noronha. “No caso de Alcântara, a linha do equador está ao lado, quase nenhum deslocamento se faz necessário. É uma ideia bastante interessante, mas não é um projeto simples. É um projeto que envolve várias nações, toda a questão de legislação internacional, as questões de segurança, ambientais e comerciais, ou seja, é um enorme desafio. Cabe às nossas autoridades trabalhar para verificar se isso consegue ser materializado ou não.”


Fonte: Site Sputniknews - http://br.sputniknews.com/