terça-feira, 16 de setembro de 2014

IAA e UnB Realizam em Dezembro Workshop Sobre Cubesats na América Latina

Olá leitor!

A Academia Internacional de Astronáutica (IAA na sigla em inglês) em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) realizará entre os dias 08 e 11 de dezembro em nossa capital federal o “1º Workshop da IAA Sobre Cubesats na América Latina (1st IAA Latin America Cubesat Workshop)”.

Segundo a organização do evento, esta iniciativa surgiu devido ao crescente interesse na região pelas atividades espaciais com cubesats, pelos bem sucedidos lançamentos recentes dessas cargas úteis na América Latina e tendo como objetivo reunir os principais players da região num fórum de discussão de oportunidades e compartilhamento de novas ideias e resultados.

Para mais informações, visite http://cubesatbrasilia.akamido.com/

Duda Falcão

Fonte: Nota formulada com informações do Blog Panorama Espacial.

Comentário: Bom, bom, muito bom mesmo leitor. Entretanto, como ponto negativo desta iniciativa temos a participação da ACS que infelizmente é uma das patrocinadoras do evento. Uma clara demonstração de que seus idealizadores tentam de todas as formas sobreviver caminhando em direção ao mercado de lançamento de pequenos satélites no Brasil e na América Latina. Tendo como carro chefe um foguete com tecnologia ultrapassada, altamente tóxica e que não atende ao mercado (Geoestacionário) para o qual foi mal projetado (isto devido a sua baixa capacidade de carga), fora o fato de também não poderem atuar no mercado geoestacionário sem que o Brasil estabeleça primeiro um Acordo de Salvaguardas Tecnológicas com os EUA, esses energúmenos agora naturalmente tentam encontrar um novo ‘nicho de mercado’ (pequenos satélites geralmente usam equipamentos e peças que não sofrem restrições tecnológicas) onde possam atuar com este trambolho tóxico, constituindo assim também uma nova ameaça aos projetos de nossos veículos lançadores de satélites projetados para atender este mercado, e pasmem, dentro de nosso próprio quintal e com a anuência de um presidente de agência incompetente que deveria estar lutando pelos interesses do Brasil na área. Vale lembrar de que quando o Sr. Roberto Amaral (o banana responsável por toda esta história) começou a defender a assinatura deste desastroso acordo, o discurso era que o Cyclone-4 não atrapalharia o orçamento dos projetos dos veículos brasileiros que estavam em desenvolvimento e não atuaria em hipótese nenhuma nos mercados desses veículos. Pois é, tá aí o resultado. Lamentável. 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

IAG/USP e a UFABC Planejam Desenvolver Conjuntamente Cubesat Educacional

Olá leitor!

Navegando na net descobrimos que o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosférica (IAG) da USP pretende realizar dia 12/11 (data ainda a ser confirmada) um evento intitulado “Workshop Satélite Educacional CubeSat IAG/UFABC” sob coordenação da  pesquisadora Jane Cristina Gregorio Hetem do IAG.

Pelo que parece o IAG em parceria com a Universidade Federal do ABC (UFABC) pretende desenvolver um projeto de um cubesat educacional científico na área de Astronomia, o que é uma grande notícia.

A integração entre a Comunidade Astronômica e a Comunidade Espacial em projetos conjuntos é extremamente positiva (principalmente em projetos educacionais) para o desenvolvimento do programa espacial de qualquer país do mundo, e esta iniciativa caro leitor só vem aumentar ainda mais a certeza de que precisamos urgentemente de nosso lançador de satélites.

Os projetos de Picossatélites, Nanossatélites e Microssatélites se multiplicam a cada ano não só no Brasil, bem como na América Latina e em todo mundo, e o Brasil não pode perder a chance de participar deste mercado de serviço de lançamento cada vez mais promissor.

Atualmente vários projetos nessa área de pequenos satélites para diversas áreas da pesquisa científica e tecnológica estão em curso no Brasil e outros (como este do IAG/USP/UFABC) ainda em fase de discussão, sendo que um picosatélite, um cubesat e um nanosatélite, deverão ser lançados no espaço através da Estação Espacial Internacional (ISS) ainda este ano. Isto é, segundo o que tem sido divulgado pela a nossa Agência Espacial de Brinquedo (AEB). São eles:

* Tancredo 1 - Picosatélite (tubesat) desenvolvido pelo Grupo do Prof. Cândido Moura da Escola Tancredo Neves de Ubatuba-SP. Primeiro satélite do Projeto Ubatubasat.

* AESP-14 - Cubesat desenvolvido pelo grupo do Dr. Pedro Lacava, professor e coordenador do Curso de Engenharia Aeroespacial do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

* SERPENS - Nanosatélite misterioso para Sociedade Brasileira que está sendo desenvolvido para AEB pelo grupo da Dra. Chantal Cappelletti, coordenadora do projeto de origem italiana e professora do Curso de Engenharia Aeroespacial da Universidade de Brasília (UnB). Primeiro nanosatélite do Projeto SERPENS.

Já os projetos em curso e em planejamento no Brasil que temos conhecimento são:

* Tancredo 2 - PocketQub (novo padrão desenvolvido pelo Dr. Bob Twiggs em 2009) em desenvolvimento pelo Grupo do Prof. Cândido Moura da Escola Tancredo Neves de Ubatuba-SP. Segundo satélite do Projeto Ubatubasat.

* Tancredo 3 - Cubesat com um payload cientifico de pesquisadores da área de Astrofísica do INPE em conjunto com a Universidade Berkeley, em desenvolvimento pelo Grupo do Prof. Cândido Moura da Escola Tancredo Neves de Ubatuba-SP. Terceiro satélite do Projeto Ubatubasat.

* NanosatC-Br2 - Nanosatélite em desenvolvimento pelo grupo coordenado pelos Drs. Nelson Schuch do Centro Regional Sul do INPE (CRS) e Otávio Durão (INPE/SJC), em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) do Rio Grande do Sul.

* 14-BISat - Nanosatélite científico em desenvolvimento pelo grupo liderado pelo Prof. Cedric Salotto, coordenador do “Centro de Referência em Sistemas Embarcados e Aeroespaciais (CRSEA)” do Instituto Federal Fluminense (IFF) da cidade de Campos dos Goytacazes (RJ), em parceria com a empresa Tekever S/A e a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), Portugal. Este projeto faz parte da missão internacional QB50.

* ITASAT-1 - Nanosatélite tecnológico em desenvolvimento pelo grupo liderado pelo Major Eloi Fonseca, Prof. do Curso de Engenharia Aeroespacial do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE-SJC, INPE-CRN e INPE-SM), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

* CONASAT - Constelação de nanosatélites para Coleta de Dados Ambientais visando atender o “Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais (SBCDA)”, projeto este que está em desenvolvimento pelo grupo liderado pelo Eng. Manoel J. M. Carvalho, pesquisador-chefe do “Centro Regional do Nordeste (CRN)” do INPE, em parceria com as seguintes instituições: AEB, INPE/SJC, UFRN, CLBI, UFC, IFRN, ITA. USP-LSITEC.

* Louis Cruls Sat - Cubesat em fase inicial de desenvolvimento pelo grupo do Clube de Astronomia Louis Cruls de Campos dos Goytacazes (RJ), este liderado pelo Prof. Marcelo de Souza do Instituto Federal Fluminense (IFF).

E finalizando os projetos que apesar de terem grande significado político, científico e tecnológico para o Brasil, infelizmente tem poucas chances de saírem do papel por falta de apoio governamental ou por decisão errada tomada pela sua liderança. São eles:

* Missão ASTER - Micro sonda espacial de pesquisa do Asteroide Triplo 2001SN263, projeto este do grupo de pesquisadores liderados pelos Drs. Othon Cabo Winter (UNESP), Haroldo Fraga de Campos Velho e Elbert E. N. Macau (ambos do INPE), com a participação de várias instituições brasileiras: ON, INPE, UNESP, UnB, ITA, UFABC, USP, UFPR, UFRJ, UEFS e IMT.

* Sonda Lunar - Nanosatélite em desenvolvimento pelo grupo ZENITH da USP em parceria com a empresa brasileira AIRVANTIS e com outras instituições internacionais, tendo como objetivo posicionar esta sonda (uma espécie de cubesat) no ponto “L2 da Terra-Lua”, visando com isso medir o nível de radiação nessa área do espaço e assim colher dados importante para futuras missões que pretendem posicionar uma estação tripulada neste ponto.

* LUMEM (Lunar Micro Explore Mission) - Ousada e inovadora missão privada de exploração lunar robótica em desenvolvimento pela equipe brasileira SpaceMETA, equipe esta liderada pelo Sr. Sergio Cabral Cavalcanti e participante do Prêmio Lunar X Prize, mas que infelizmente teve a sua missão colocada em cheque (há não ser que venha lançar mesmo fora do prazo do prêmio) devido decisão errônea de seu líder em optar pelo sistema de lançamento tóxico da mal engenhada empresa bi-nacional Alcântara Cyclone Space (ACS). Empresa esta que felizmente parece já esta na UTI e em fase final de vida. Uma pena mesmo, mas enfim...

Além disso, existem indícios de que outros projetos de pequenos satélites e de sondas espaciais deverão surgir em breve no Brasil, alguns já ligados a projetos existentes, demonstrando uma vez mais a extrema necessidade que temos de parar de beneficiar os outros com projetos estúpidos e mal elaborados (como este da ACS) e começar a não medir esforços na busca pela nossa autossuficiência no acesso ao espaço.

Duda Falcão

sábado, 13 de setembro de 2014

O Que o PEB Ainda Nos Reserva Para 2014?

Olá leitor!

Pois é caro amigo, estamos quase na segunda quinzena de setembro e você pode estar se perguntando o que o PEB ainda nos reserva para este ano, não é verdade?

Bom, devo lembrar que a expectativa de muitos desde os primeiros meses de 2014 era muito positiva (expectativa não compartilhada pelo Blog), pois as promessas feitas através da mídia irresponsavelmente por representantes deste governo desastroso, se cumpridas fossem integralmente, realmente trariam um avanço significativo aos projetos atualmente curso em nosso pífio e abandonado programa espacial.

Muito se falou na realização da Operação Santa Barbara 1 e 2 (VLS-1), na Operação São Lourenço (SARA Suborbital 1) na Operação Raposa (Motor L5), no lançamento do Cubesat NanosatC-Br1, no Lançamento do CBERS-4 e posteriormente nos lançamentos dos nanosatélites  AESP-14 e SERPENS e do Tubesat Tancredo 1, fora as missões estrangeiras previstas para serem lançadas da Europa através de foguetes brasileiros, entre tantos outros projetos que se esperava avançar neste ano, como por exemplo o projeto do Motor Sólido S50 do VLM-1.

No entanto, como já sabemos, as únicas dessas expectativas que se concretizaram até o momento foram as do lançamento do Cubesat NanosatC-Br1 e a missão exitosa do Motor L5 (Operação Raposa).

Vale lembrar que as promessas feitas através da mídia pelo presidente da AEB em relação aos lançamentos do Satélite CBERS-4 e dos Nanossatélites AESP-14 e SERPENS e do Tubesat Tancredo-1 continuam ainda dentro do prazo para serem realizadas, e são agora as únicas esperanças de chegarmos a um ano razoável de realizações. Isto é, se levarmos em conta o histórico recente de nosso programa espacial e a sua pífia, descompromissada e irresponsável gestão.

Evidentemente o que não foi realizado em 2014 fica para 2015, mas devo lembrar que recentemente o governo da presidentA Dilma divulgou a previsão orçamentária para 2015 que prevê um orçamento vergonhoso de apenas R$ 255 milhões para AEB, o que representa uma redução de cerca de R$ 40 milhões em relação a 2014, embora esta previsão esteja ainda sujeita a alterações, especialmente se considerarmos o cenário eleitoral. É claro que não é assim que se deve conduzir um programa espacial, mas no entendimento desses energúmenos é isso que eles chamam de programa estratégico.

O leitor mais atento e observador já deve ter percebido que as expectativas, cronogramas e interesses dos órgãos executores do PEB (IAE, IEAv, INPE, entre outros) não batem em nada com o planejamento real do governo, há não ser as metas anuais estabelecidas por esses órgãos que são utilizadas como peça de propaganda política sem qualquer compromisso, a não ser o de vender uma imagem positiva da administração publica em vígor, péssimo costume político adotado historicamente há décadas por essas ervas daninhas que infestam a classe política deste país. Um grande exemplo disto é o PNAE, documento figurativo e sem qualquer valor que não serve nem mesmo como papel higiênico.

Enquanto o governo brinca de fazer programa espacial, os órgãos executores estabelecem novas metas para o ano que vem como no caso do IAE que já anunciou o primeiro ensaio em solo do motor foguete líquido L75. Será? Bom leitor, se olharmos a previsão orçamentária para o motor L75 apresentada no artigo escrito pelo companheiro André Mileski do “Blog Panorama Espacial” (veja aqui) nota-se que o L75 foi um dos projetos priorizados por esta previsão orçamentária, pelo menos no papel.

No ITA, a competente equipe do Major Eloi Fonseca está prometendo para o final de 2015 o lançamento do nanosatélite ITASAT-1.

No INPE a previsão de lançar o Satélite Amazônia 1 em 2015 ainda estar em vigor (eu não acredito nesta previsão) e também o de lançar o Nanosatélite NanosatC- Br2, que por iniciativa de sua equipe já até dispõe de uma reserva de lançamento para o final de 2015.

Evidentemente leitor que a esperança de todos é que além dos projetos já citados, outros projetos importantes em curso no PEB possam sofrer continuidade no próximo ano, como por exemplo, o Projeto SIA, o Projeto da PSM, o GPS Espacial e tantos outros, mas a verdade é que com este orçamento já pífio e diminuindo ano após ano, a continuidade destes projetos fica cada vez mais próximo do universo da ficção científica e dependerá muito de uma eficiente visão e de uma engenharia politica administrativa de qualidade para melhorar este quadro de incertezas, engenharia política administrativa e visão estas que certamente não são o forte do Sr. José Raimundo Braga Coelho.

Nos últimos meses tenho obtido informações sobre novos projetos na USP e na UnB que são realmente significativos e bem animadores, mas devo lembrar aos seus realizadores que ainda haverá um grande, tortuoso e difícil caminho a ser percorrido por vocês para puder tornar esses projetos uma realidade.

Finalizando recebi uma informação segura de que 'no início de outubro' (hummmmmm) a nossa Agência Espacial de Brinquedo (AEB) irá anunciar algo que segundo a minha fonte deixará toda comunidade espacial brasileira bastante feliz. O que será leitor? Bom, teremos de aguardar para ver, esperando que pelo menos desta vez esta notícia seja realmente benéfica para o nosso pífio e pobre Programa Espacial.

Bom, é isso leitor.

Duda Falcão

Contrato da Telebrás com Ministério da Defesa Para Uso do SGDC Foi de R$ 489 Milhões

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (12/09) no site “TELETIME” destacando que o contrato da Telebrás com o Ministério da Defesa para o uso do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) foi de R$ 489 milhões.

Duda Falcão

SATÉLITES

Contrato da Telebrás com Ministério da Defesa
Para Uso do SGDC Foi de R$ 489 Milhões

Sexta-feira, 12 de setembro de 2014, 13h16

A Telebrás publicou comunicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta sexta-feira, 12, divulgando detalhes sobre o contrato assinado com o Ministério da Defesa para uso da banda X do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O diretor de relações com investidores da empresa, Francisco Ziober Filho, afirma que o contrato teve preço global de R$ 489 milhões, com previsão de pagamento em quatro cotas, sendo a primeira, de R$ 40 milhões, ainda neste ano. "As demais, a depender da disponibilidade orçamentária do Ministério da Defesa, nos anos de 2015 e 2016".

O comunicado da Telebrás foi, na verdade, uma resposta ao questionamento da Superintendência de Acompanhamento de Empresas da BM&FBovespa sobre oscilação das ações da empresa na última quinta, 11, quando a cotação dos papéis chegou a subir 36,99%. Ziober Filho declarou que "não há qualquer fato do conhecimento da Telebrás que possa justificar as oscilações das ações, aumento do número de negócios e da quantidade negociada, exceto talvez pelo fato de que, em 10/09/2014, o Ministério da Defesa fez publicar no Diário Oficial da União o extrato de contrato de cessão de direito de uso futuro de infraestrutura satelital relativo à Banda X do Projeto Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas – SGDC entre Ministério da Defesa e Telebrás".

Além do uso da banda X para comunicações militares, o SGDC terá ainda capacidade em banda Ka, operada pela própria Telebras para garantir a segurança das redes do governo e para levar o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) às regiões mais afastadas dos grandes centros.

O projeto do SGDC foi orçado em R$ 1,8 bilhão e o satélite está em fase de construção na França, pela empresa Thales Alenia Space, que venceu a seleção internacional de fornecedores, promovida pela Visiona Tecnologia Espacial, joint-venture da Telebras e Embraer que atua como empresa integradora do projeto. Além da construção do satélite, as empresas vencedoras da seleção internacional se comprometeram, em contrato, a promover a transferência de tecnologia para o Brasil, com vistas a alavancar a indústria espacial brasileira neste setor. A adesão ao Plano de Absorção e Transferência de Tecnologia foi condição obrigatória aos fabricantes interessados em fornecer o satélite para o Sistema SGDC. A execução do Plano de Absorção e Transferência de Tecnologia está sendo conduzida pela AEB (Agência Espacial Brasileira). A empresa Arianespace será a responsável por colocar o satélite em órbita, com lançamento previsto para 2016, na base espacial da Guiana Francesa.


Fonte: Site TELETIME - http://www.teletime.com.br/

Comentário: Pois é leitor, só o valor do contrato deste engodo tecnológico é maior do que todo o orçamento previsto da nossa Agência Espacial de Brinquedo (AEB) para o ano de 2015. E vamos que vamos. Lamentável!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Pós-Graduandos do INPE e da Unicamp Promovem Seminário Sobre População, Ambiente, Espaço e Sustentabilidade

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (12/09) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que Pós-Graduandos do instituto e da Unicamp promovem seminário sobre População, Ambiente, Espaço e Sustentabilidade.

Duda Falcão

Pós-Graduandos do INPE e Unicamp
Promovem Seminário Sobre População,
Ambiente, Espaço e Sustentabilidade

Sexta-feira, 12 de Setembro de 2014

Temas interdisciplinares como os processos de urbanização e a dinâmica do uso da terra na Amazônia, as mudanças socioambientais e a saúde da população serão discutidos no dia 26 de setembro, em Campinas (SP).

O evento reunirá alunos dos programas de pós-graduação do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e do Núcleo de Estudos de População (NEPO) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Denominado IV Seminário da Linha de Pesquisa em População, Ambiente, Espaço e Sustentabilidade: Diálogos Transversais NEPO–INPE, o evento será realizado na Unicamp e interessados podem solicitar inscrições, até o dia 20 de setembro,  através de email para Antonio Miguel Vieira Monteiro (miguel@dpi.inpe.br) com cópia para Ana Paula Dal'Asta (anapdalasta@dpi.inpe.br).

Estão programadas três mesas temáticas: 1) Ferramentas teórico-metodológicas para a compreensão dos processos de urbanização e da dinâmica de uso e cobertura do solo na Amazônia brasileira; 2) Agro-indústria e dinâmica populacional; e 3) Mudanças socioambientais, desastres socialmente construí­dos e saúde da população.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Tempestade Solar Atinge a Terra na Próxima Semana

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (12/09) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que segundo o Centro de Previsão Climática, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) uma Tempestade Solar atingirá a Terra na próxima semana.

Duda Falcão

Tempestade Solar Atinge a
Terra na Próxima Semana

NASA/NOAA


Brasília, 12 de setembro de 2014 Uma rara explosão dupla de tempestades solares magneticamente carregadas atingirá a Terra na noite de quinta (18) e sexta-feira (19). Segundo especialistas da área de monitoramento do clima espacial, existe a preocupação de que sinais GPS, comunicações por rádio e transmissões de energia possam ser interrompidos.

Individualmente, as tempestades, conhecidas como ejeções de massa coronal, ou CMEs, não justificariam advertências especiais, mas o curto intervalo atípico e sua rota direta para a Terra levou o Centro de Previsão Climática, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) a emitir o alerta.

O primeiro CME, que explodiu a partir de uma região magneticamente conturbada do Sol na segunda-feira (8) à noite, deve chegar a Terra na noite de quinta, informou o diretor do centro Thomas Berger. As partículas de plasma magnetizado e energizado viajam em direção a Terra a uma velocidade média de 4 milhões de quilômetros por hora.

A mesma região da superfície solar produziu uma segunda tempestade mais poderosa na quarta-feira (10). “Não esperamos quaisquer impactos incontroláveis em função dos eventos solares, neste momento, mas estamos acompanhando de perto esses eventos”, diz Berger.

Periodicidade – Atualmente o Sol está no pico de seu ciclo de onze anos, embora o nível global de atividade esteja muito menor do que o típico para um pico solar. Tempestades tão poderosas como as de agora, que estão fazendo o seu caminho para a Terra, normalmente ocorrem entre 100 e 200 vezes durante um ciclo solar, conta Berger.

“O fato único sobre este evento é que tivemos dois em rápida sucessão e as CMEs poderiam estar interagindo em seu caminho para a Terra, na órbita da Terra ou além. Simplesmente não sabemos ainda”, diz o especialista.

As partículas solares altamente energéticas e magneticamente carregadas podem atingir o campo magnético da Terra e interromper algumas comunicações de rádio e degradar os sinais de GPS. O fenômeno também tem o potencial de afetar as redes de energia do campo elétrico nas latitudes norte, que são mais suscetíveis a perturbações geomagnéticas.

No lado positivo, as tempestades devem provocar belas auroras, sempre visíveis quando o céu estiver limpo. As auroras são causadas por partículas solares eletricamente carregadas que atingem o oxigênio, nitrogênio e outros gases na alta atmosfera, criando cortinas de luz acima dos polos magnéticos norte e sul do planeta.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

Satélite de Comunicação e Defesa Brasileiro Será Lançado em 2016

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada hoje (12/09) no site “www.defesanet.com.br“ destacando que segundo o Ministério da Defesa (MD) o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) será lançado em 2016.

Duda Falcão

COBERTURA ESPECIAL - Especial Espaço - Defesa

Satélite de Comunicação e Defesa
Brasileiro Será Lançado em 2016

Ministério da Defesa
12 de Setembro, 2014 - 09:30 ( Brasília )


O Ministério da Defesa e a Telebrás assinaram nesta quinta-feira (11) contrato que autoriza o uso da banda X – voltada à comunicação militar – do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).

Com previsão de conclusão para 2016, o novo satélite será o primeiro a ser 100% controlado por instituições brasileiras. Atualmente, os satélites que auxiliam a comunicação do país são controlados por estações de fora.

Quando estiver em órbita, o artefato terá uma banda de uso exclusivo militar, o que vai garantir segurança total nas transmissões de informações estratégicas do país.  “Esse é um momento histórico, em que o Brasil irá comandar seu satélite e usá-lo de forma estratégica”, disse o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), general José Carlos De Nardi, durante a cerimônia de assinatura do contrato.

O general destacou que a novidade trará “vantagem enorme” para operações de proteção do país, como os projetos de implantação do Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SISGAAz), a cargo da Marinha, e do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON), sob execução do Exército Brasileiro.

O projeto de construção e controle do satélite também prevê transferência de tecnologia, o que dará ao Brasil o domínio desse tipo de conhecimento, que poderá ser disseminado nas mais diversas áreas - em especial, no meio da indústria de defesa.

Além disso, a banda ‘Ka’ do satélite facilitará a execução do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), levando comunicação de qualidade às regiões mais afastadas do Brasil, que ainda dependem da construção de rotas de fibra ótica para terem acesso à internet.

“É estratégico para a Telebrás fazer parte desse momento do país, de retomada do controle tecnológico, de operações de um satélite estratégico”, disse o presidente da empresa, Francisco Ziober. “Nós vamos levar cidadania às comunidades mais isoladas, por meio do satélite”, completou.  O investimento da área de Defesa no projeto será de R$ 489 milhões – o que equivale a 22% do custo total do satélite.


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Prof. Dr. Friedhelm Bechstedt, da Universidade de Jena, Alemanha, Visita o ITA

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (11/08) no site do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), informando o Prof. Dr. Friedhelm Bechstedt, da Universidade de Jena, da Alemanha, irá visitar o ITA dia 15/09.

Duda Falcão

Notícias

Prof. Dr. Friedhelm Bechstedt, da
Universidade de Jena, Alemanha, Visita o ITA

11/09/2014

O Grupo de Materiais Semicondutores e Nanotecnologia (link is external) (GMSN) do ITA receberá a partir do dia 15 de setembro a visita do Prof. Dr. Friedhelm Bechstedt, da Universidade de Jena, Alemanha. A atividade faz parte de um programa de pesquisa financiado pela FAPESP. O Prof. Bechstedt é um dos pesquisadores mais ativos da atualidade (com  mais de 15.000 citações, índice h: 63) com a pesquisa focada especialmente no cálculo de excitações em sistemas de matéria condensada, como óxidos transparentes semicondutores e sistemas bidimensionais relacionados ao grafeno.

O principal objetivo da visita é, além de propiciar a troca de experiências, fomentar o início de um novo ciclo na colaboração com os pesquisadores do GMSN (cujas atividades foram iniciadas em 1999), com o estudo de estados excitados para sistemas bidimensionais.  Vale ressaltar que o GMSN desenvolveu seu próprio método para o cálculo de estados excitados, o qual o Prof. Bechstedt empregou recentemente em diversos sistemas. O método LDA-1/2 já se mostrou eficaz para diversos sistemas, tais como os do tipo bulk, interfaces, ligas semicondutoras etc. A ideia geral é unir metodologias com objetivo de estudar sistemas de grande interesse tecnológico.

O Prof. Bechstedt permanecerá no ITA até o dia 22 de setembro de 2014 e, neste período, os interessados em ter algum contato podem escrever para o GMSN gmsn@ita.br, ou entrar em contato com a coordenadora do grupo, Profa. Dra. Lara Kühl Teles(link is external).


Fonte: Site do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) 

INPE Seleciona Bolsista Para Desenvolvimento de Software de Sensor de Estrelas Autônomo

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (11/09) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que o instituto está selecionando bolsista para desenvolvimento de software de Sensor de Estrelas Autônomo.

Duda Falcão

INPE Seleciona Bolsista Para Desenvolvimento
de Software de Sensor de Estrelas Autônomo

Quinta-feira, 11 de Setembro de 2014

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), seleciona profissional de nível superior para trabalhar no desenvolvimento do software de um sensor de estrelas a ser usado em balões estratosféricos e satélites artificiais e no desenvolvimento do software de sua bancada de testes.

A contratação será feita por bolsa de desenvolvimento tecnológico PCI do CNPq. O profissional deve ter formação em Engenharia de Computação ou Ciência de Computação ou Engenharia Elétrica/Eletrônica ou áreas correlatas.

Os interessados devem enviar currículo para antonio.lopes@inpe.br, com cópia para mario.selingardi@inpe.br, marcio.fialho@inpe.br e brauliofca@gmail.com, ou entrar em contato pelos telefones (12) 3208-6812 (Antônio Lopes), (12) 3208-6222 (Mário) ou (12) 3208-6172 (Bráulio).

O perfil profissional completo e os requisitos para a escolha dos bolsistas estão disponíveis na página http://www.inpe.br/gestao/anuncios_oportunidades/bolsas.php.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Pós em Ciência do Sistema Terrestre do INPE Tem Novo Site

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (11/09) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) informando que o curso de Pós em Ciência do Sistema Terrestre tem novo site.

Duda Falcão

Pós em Ciência do Sistema
Terrestre Tem Novo Site

Quinta-feira, 11 de Setembro de 2014

O calendário de atividades e seminários, informações sobre inscrições, linhas de pesquisa e disciplinas do curso de pós-graduação em Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) agora podem ser acessados diretamente em seu site na Internet. O visual moderno e clean facilita a navegação dos usuários, por meio de botões de acesso rápido.

Além de orientações para alunos e interessados, o site disponibiliza áreas de notícias e oportunidades. Também há links para a página wiki da PGCST e um banco de teses e publicações.

Em breve, terá início o envio de uma newsletter para os usuários que fizerem seu cadastro.

Mais informações: http://pgcst.ccst.inpe.br



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

IAE Divulga Vídeo do Ensaio Com o Dispositivo Yo-yo

Olá leitor!

O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) divulgou recentemente em seu site o vídeo do primeiro “Ensaio Funcional de Qualificação do Dispositivo Yo-yo”, dispositivo este que deverá em breve ser utilizado no Veículo de Sondagem VS-40M que lançará o tão esperado “SARA Suborbital I”.

Vale lembrar que este lançamento é a concretização da primeira fase (ainda suborbital) deste projeto desta que é a primeira cápsula espacial brasileira não tripulada para experimentos em ambiente de microgravidade. Veja abaixo o vídeo.

Duda Falcão



Fonte: Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)

Atualizando as Campanhas do Blog

Olá leitor!

Hoje é quinta-feira e assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas. Segue abaixo a atualização dessa semana.

Em relação à campanha da “Petição Online da ACS - Mudanças Já ou o Destrato do Acordo”, infelizmente continuamos com as mesmas 738 assinaturas da semana passada, ou seja, não houve assinaturas no período. O resultado continuou extremamente ruim e esperávamos algo bem melhor esta semana. A nova notícia de que o governo criou uma comissão (pra mim fajuta) para analisar este desastroso acordo que gerou a ACS demonstra que a empresa realmente pode está em processo de implosão e correndo o risco de sofrer uma CPI (da mesma forma para mim fajuta, mas que ajudaria pelo menos a impedir o andamento do projeto). Entretanto continuamos lamentando profundamente o infeliz envolvimento da SpaceMETA com essa iniciativa desastrosa para o nosso país, mas enfim, quem planta colhe. Leitor esta é a hora de fazermos valer a nossa luta contra este acordo candiru’ e altamente prejudicial que vem literalmente boicotando o verdadeiro Programa Espacial Brasileiro. Vamos lá gente, vários profissionais sérios do PEB já assinaram essa petição e precisamos do seu apoio nessa luta contra esses energúmenos irresponsáveis.

Já quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, esta semana continuamos com os mesmos dez grupos inscritos desde o lançamento da campanha, ou seja, os grupos Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes Educativos, Carl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoNTAITA Rocket DesignUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo). Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar?

Agora leitor, em relação á “Campanha de Manutenção do Blog”, infelizmente apenas 5 colaboradores realizaram suas colaborações no mês de setembro no vakinha.com.br. Foram Eles:

1 - Carlos Cássio Oliveira (Presidente do CEFAB)
2 - Diego LvM
3 - Elói Fonseca, Maj. (ITA)
4 - Fabrício de Novaes Kucinskis (INPE)
5 - José Félix Santana, Prof. (Presidente do CEFEC)

Bom leitor por enquanto é isto, e vamos continuar aguardando que a partir dessa semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

OBS: Leitores continuam votando na campanha do VLM-1/ITASAT-1. Lembro uma vez mais aos nossos leitores que essa campanha já não está mais ativa, pois não houve a resposta necessária e assim perdeu o sentido. Afinal não há mais tempo para cumprir o prazo de lançamento estabelecido na campanha, e ela continua visível no blog apenas a título de registro. Se quiseres realmente ajudar votem na Petição da ACS, está sim é a campanha que precisa avançar para combater este desatino.

Duda Falcão

FAB Participa de Intercâmbio Sobre Operações Espaciais nos Estados Unidos e Canadá

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada ontem (10/09) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que a FAB participou de intercâmbio sobre operações espaciais nos Estados Unidos e Canadá.

Duda Falcão

ESPAÇO

FAB Participa de Intercâmbio Sobre Operações
Espaciais nos Estados Unidos e Canadá

O objetivo é promover o desenvolvimento e a autonomia
nacionais por meio de tecnologias espaciais

Publicado: 10/09/2014 11:20h


Representantes da Força Aérea Brasileira (FAB) participam entre os dias 10 e 20 de setembro de um intercâmbio nos Estados Unidos e Canadá sobre operações espaciais. A atividade faz parte das ações do Núcleo do Centro de Operações Espaciais Principal (NuCOPE-P) e discutirá um acordo de compartilhamento de consciência situacional espacial, além de permitir o conhecimento da estrutura dos centros de operações espaciais. O objetivo é promover o desenvolvimento e a autonomia nacionais por meio do domínio de tecnologias sensíveis, com foco no setor espacial.

“A vastidão da área marítima e das nossas fronteiras faz com que os sistemas espaciais sejam a única solução tecnológica para comunicações e sensoriamento em grande parte do nosso território”, afirma o Comandante do NuCOPE-P, Coronel Hélcio Vieira Junior. O militar explica ainda que o acordo de compartilhamento possibilitará que a FAB possa desviar seus satélites de potenciais colisões com o chamado “lixo espacial” e otimizará os recursos humanos e financeiros ao utilizar soluções já testadas por outros países.

O intercâmbio compõe as atividades necessárias à criação e ativação do Centro de Operações Espaciais e do Centro de Operações Espaciais Secundário. Os Centros terão como missão controlar e empregar Sistemas Espaciais de interesse do Ministério da Defesa (MD) para aumentar a efetividade e a eficácia das Forças Armadas. Representantes da Marinha e do Exército também participam do evento.

Desde outubro de 2013, o NuCOPE-P desenvolve atividades para a implantação dos Centros de Operações Espaciais e capacitação profissional. Dois militares do Núcleo participam do programa de transferência e absorção de tecnologia do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas, trabalhando na construção do equipamento que será lançado em 2016. “Isto permitirá que o NuCOPE-P possa operar o satélite com mais segurança, pois saberá detalhes sobre o seu funcionamento, além de capacitar o Brasil e ajudar a posicioná-lo em um seleto grupo de países que dominam o ciclo espacial”, explica o Comandante.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Comentário: Olha ai leitor, da mesma forma que não tenho a menor dúvida de que as nossas Forças Armadas sabem o que querem, também não tenho a menor dúvida quanto governos subsequentes no Brasil tem sido um grande empecilho (na maioria das vezes intransponível) para o cumprimento do planejamento estratégico estabelecido pelas nossas Forças Armadas. Diante disto, é difícil de acreditar que essa iniciativa (ação que se espera de uma nação soberana que tem visão e responsabilidade para com o seu território e com a segurança de seu povo) venha realmente ser implantada dentro do cronograma inicialmente estabelecido, ou mesmo se será implantada algum dia. Não é por acaso leitor que a Escola Superior de Guerra do Brasil tem um grande prestígio internacional, sendo procurado por militares e estrategistas de todo o mundo. Essa gente sabe o que quer, como também o governo. O problema aqui é que enquanto para os militares os interesses do Brasil sempre serão prioritários, para a classe política estes mesmos interesses são ‘meros detalhes’.

Una Investigación Sugiere Una Nueva Interpretación Para las Emisiones Solares

Hola lector!

A continuación se muestra un artículo publicado hoy (11/09) em website en español de la "Agencia FAPESP”, señalando que un estudio realizado por científicos de Brasil y de Estados Unidos sugiere una nueva interpretación para las Emisiones Solares.

Duda Falcão

Artículos

Una Investigación Sugiere Una Nueva
Interpretación Para las Emisiones Solares

Por José Tadeu Arantes
11/09/2014

(Imagen: NASA)
Un estudio realizado por científicos
de Brasil y de Estados Unidos explica
la radiación en frecuencias cercanas al
infrarrojo lejano producidas por las
explosiones del Sol.
Agência FAPESP – Ha surgido una explicación para las radiaciones de altas frecuencias producidas por las explosiones solares, basada en un proceso físico observado en los aceleradores de partículas de laboratorio. El artículo que detalla este estudio, intitulado The contribution of microbunching instability to solar flare emission in the GHz to THz range of frecuencies, de John Michael Klopf, del College of William and Mary (Williamsburg, Virginia, Estados Unidos), y Pierre Kaufmann, Jean-Pierre Raulin y Sérgio Szpiegel, los tres de la Universidad Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, salió publicado el pasado 10 de agosto en la revista científica periódica The Astrophysical Journal.

El trabajo se realizó en el marco del Proyecto Temático intitulado “Las emisiones de la actividad solar del submilimétrico al infrarrojo (SIRA)”, que contó con el apoyo de la FAPESP.

La propuesta se comprobó mediante una simulación computacional en la cual se tomaron como base procesos físicos ocurridos en aceleradores de partículas de laboratorios, y se investigó de qué modo sucederían dichos procesos en un contexto regido por los parámetros solares. “Los resultados se mostraron sumamente convincentes. Fue uno de los raros casos en que la simulación de plasmas espaciales a partir de los plasmas de laboratorio resultó exitosa”, sostuvo Kaufmann en declaraciones a Agência FAPESP.

El proceso físico en cuestión es el de la radiación sincrotrón coherente, que puede suceder cuando se aceleran haces de electrones hasta alcanzar velocidades cercanas a la de la luz. Esa radiación se produce al mismo tiempo que la muy bien conocida radiación sincrotrón incoherente, que genera los mismos haces y depende de la interacción de los electrones con los campos magnéticos.

Si las ondas que describen los electrones quedan en coherencia de fase, al liberar energía, todos los electrones lo hacen al mismo tiempo. Esto es lo que constituye la radiación sincrotrón coherente, caracterizada por la emisión de pulsos de energía de altísima intensidad.

“En los aceleradores, las partículas son aceleradas artificialmente mediante campos magnéticos. En el Sol, este proceso está asociado con las manchas solares, que son polos magnéticos”, explicó el investigador del Mackenzie.

“Existe un gran confinamiento de partículas en la región situada encima de la mancha, en la atmósfera solar. Ese confinamiento tiende a desaparecer comúnmente a lo sumo en dos meses terrestres, que es el tiempo de duración de las manchas solares, marcado por el período de rotación del Sol”, afirmó Kaufmann. “Debido a algún mecanismo que todavía ignoramos, puede ocurrir que en lugar de deshacerse, el plasma de partículas se acelere y sea expulsado del Sol bajo la forma de una explosión, a lo cual los autores de lengua inglesa denominan flare (abrillantamiento o fulguración), pues la región emite una gran cantidad de radiación en un lapso de tiempo muy corto.”

Para hacerse una idea de la magnitud de este fenómeno, basta considerar que se estima que la cantidad de partículas implicadas en una explosión solar es de 1030, el número 1 seguido de 30 ceros, es decir, un quintillón, o un millón de cuatrillones, cuando un cuatrillón corresponde a su vez a un millón de trillones. Y que la energía liberada es aproximadamente 100 mil millones de veces mayor que la de la bomba atómica que Estados Unidos arrojó sobre la ciudad japonesa de Hiroshima durante la Segunda Guerra Mundial.

Las radiaciones electromagnéticas que generan las explosiones solares se estudian desde la década de 1950. Sin embargo, los estudiosos habían detectado únicamente radiaciones en las franjas de frecuencia de las ondas de radio y de las microondas. Pero hace más o menos una década, mediante el uso de un radiotelescopio brasileño instalado en los Andes argentinos, se descubrió que las explosiones emitían también radiación en frecuencias mucho más altas, cercanas al infrarrojo lejano, también conocida como franja terahertz.

“Esto trajo aparejado un gran problema de interpretación”, comentó Kaufmann. “Para explicar este tipo de emisiones, simultáneas a las emisiones de radio en la franja de las microondas, estamos planteando ahora la analogía con la radiación sincrotrón coherente, observada previamente en los aceleradores de partículas.”

Esta explicación considera la posibilidad de que los electrones se aglutinen con estados similares de energía y de fase, lo que puede ocasionarse cuando el haz de electrones se propaga por regiones afectadas por campos magnéticos irregulares, por ejemplo. “Los conglomerados o paquetes de electrones pueden emitir súbitamente entonces radiación sincrotrónica en conjunto, en forma coherente. Se le denomina microbunching a este fenómeno”, informó el investigador.

Según Kaufmann, el físico John Michael Klopf, primer autor del artículo, es un experto en física de aceleradores y trabajó mucho tiempo en el gran acelerador del Laboratorio Jefferson, en Estados Unidos, uno de los primeros en detectar la existencia del fenómeno de microbunching.

“En las regiones solares donde transcurren las explosiones, los campos magnéticos son muy complejos y pueden perfectamente dar origen a paquetes de electrones similares a los detectados en los laboratorios”, dijo el investigador.


Fuente: Sitio web de la Agencia FAPESP