quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Chuva de Meteoros Pode Ser Vista Até Novembro

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (22/10) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que segundo a NASA americana Chuva de Meteoros pode ser vista até Novembro.

Duda Falcão

Chuva de Meteoros Pode
Ser Vista Até Novembro

NASA


Brasília, 22 de outubro de 2014 – Até o próximo dia 7 de novembro quem olhar para o céu na madrugada poderá presenciar a chuva de meteoros Orionídeas. O fenômeno ocorre todo ano nesta época, quando a órbita da Terra coincide com uma área do espaço cheia de detritos do cometa Halley.

O período em que os meteoros ficam mais visíveis começou na madrugada do último dia 2. As Orionídeas são avistadas tanto no hemisfério sul quanto no norte, de acordo com a Agência Especial Americana (NASA). Ainda segundo a agência, são esperados cerca de 20 meteoros por hora neste período de maior intensidade do fenômeno.

Para ver a chuva de meteoros, não é preciso usar nenhum equipamento especial. Regiões afastadas das luzes das cidades terão visibilidade melhor. Os brasileiros devem olhar para o céu em direção ao Nordeste e aguardar o surgimento dos meteoros. Eles aparecem a partir da meia-noite, mas o melhor horário de observação é antes do amanhecer.

“A Terra está passando por uma corrente de detritos do cometa Halley, a origem das Orionídeas”, diz o pesquisador Bill Cooke, da NASA. “Pedaços da poeira do cometa batendo na atmosfera devem proporcionar a visão de cerca de duas dúzias de meteoros por hora”, informa.

Efeitos - Apesar de serem vistas a olho nu, sem a necessidade do uso de aparelhos astronômicos, a chuva de meteoros não causa nenhum efeito prejudicial para a Terra. Os detritos celestes passarão pelo céu a uma altura em torno de 80 a 100 km em relação à superfície da Terra.

O Cometa Halley passa nas regiões do Sistema Solar próximas da Terra a cada 75 anos. Ele foi o primeiro corpo celeste a ser reconhecido como periódico e foi descoberto pelo astrônomo e matemático Edmond Halley em 1696.

Halley percebeu que as descrições de um cometa visto em 1682 eram idênticas aos registros feitos de cometas que também haviam passado pela Terra em 1531 e 1607. Ele percebeu que todos eram na verdade o mesmo corpo e previu que poderia ser visto novamente em 1758, previsão que se comprovou correta.

A última aparição do Halley foi em 1986 e a previsão é de que esteja de volta ao céu terrestre em 28 de julho 2061.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

INPE Comemora 10 Anos de Observações na Interface Oceano-Atmosfera no Oceano Atlântico Sul

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada hoje (22/10) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que o instituto comemora este ano 10 anos de observações na Interface Oceano-Atmosfera no Oceano Atlântico Sul.

Duda Falcão

INPE Comemora 10 Anos de Observações
na Interface Oceano-Atmosfera
no Oceano Atlântico Sul

Quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Nesse ano, o INPE comemora 10 anos realizando experimentos observacionais tomados a bordo de navio acerca da interface oceano-atmosfera no Oceano Atlântico Sudoeste. O programa INTERCONF (Interação Oceano-Atmosfera na região da Confluência Brasil-Malvinas), coordenado por Ronald Buss de Souza (Centro Regional Sul) e Luciano Ponzi Pezzi (Coordenadoria de Observação da Terra) é atualmente fomentado pelo INCT da Criosfera dentro do Programa Antártico Brasileiro e realiza observações sobre o sistema acoplado oceano-atmosfera numa das regiões mais dinâmicas do Oceano Global, a região da Confluência Brasil-Malvinas. Nessa região, considerada o extremo do Oceano Austral, há o encontro de águas quentes, de origem tropical, provenientes do Equador e que se deslocam para sul ao longo da costa do Brasil com águas subantárticas, frias, provenientes da região da Passagem de Drake que separa a América do Sul da Antártica.

Resultados recentes do grupo, reconhecidos internacionalmente através de publicações em revistas científicas especializadas, demonstram que a região de estudo é muito importante para a modulação da atmosfera e, consequentemente, para o tempo (meteorológico) das regiões sul-sudeste do Brasil. Processos oceanográficos típicos da região, como a alta variabilidade espacial dos campos de temperatura da superfície do mar, modulam na escala sinótica local os sistemas atmosféricos transeuntes, imprimindo sinais importantes do oceano, através dos fluxos de calor, momentum e gases, nas características da atmosfera inferior. Esse ano, o grupo do INTERCONF partiu do porto de Rio Grande (RS) dia 16 de outubro a bordo do Navio Polar Almirante Maximiano (NPo MAX) da Marinha do Brasil. O grupo é composto de pesquisadores e bolsistas do INPE, UFSM e UFRGS, e está coletando dados sobre a atmosfera e o oceano a partir de radiossondas atmosféricas, equipamentos oceanográficos e uma torre micro-meteorológica de fluxos que tem a capacidade de medir as transferências de calor e de dióxido de carbono (CO2) entre o oceano e a atmosfera ao longo da derrota do navio entre o Brasil e a Antártica.

Como reconhecimento à importância do projeto, o Brasil, através do PROANTAR, instalou no NPo MAX, pela primeira vez em um navio de pesquisas um sistema receptor de dados de radiossondas para apoio ao processo de coleta de dados. Os dados estão sendo recolhidos em parceria com o Centro de Hidrografia da Marinha (CHM) e tem grande relevância para a melhoria das previsões de tempo dos modelos atualmente em uso no Brasil. Dados inéditos sobre os fluxos de dióxido de carbono entre o oceano e a atmosfera estão sendo recolhidos para auxiliar no entendimento dos processos físicos e biológicos do ciclo do CO2 e seu papel nas mudanças climáticas globais.

Navio Polar Almirante Maximiano no porto de Rio Grande (RS).
Torre de fluxos do INTERCONF.
Coordenadores do Programa INTERCONF, Dr. Ronald Souza, Dr. Luciano Pezzi e o
doutorando Marcelo Santini com o Comandante Benoni, comandante do NPo MAX.
Mapa de temperatura da água do mar.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Divulgado o Resultado Final do Concurso da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico, Exclusivamente Para os Cargos TJ03, TJ07, TJ11 e TJ14

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada hoje (22/10) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que o instituto divulgou o resultado final do Concurso da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico, exclusivamente para os cargos TJ03, TJ07, TJ11 e TJ14.

Duda Falcão

Divulgado o Resultado Final do Concurso da
Carreira de Desenvolvimento Tecnológico,
Exclusivamente Para os Cargos
TJ03, TJ07, TJ11 e TJ14

Quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Nesta quarta-feira (22/10), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) publicou o resultado final do Concurso Público da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico, exclusivamente para os cargos TJ03, TJ07, TJ11 e TJ14, em conformidade com o Edital nº 09/2014, publicado no Diário Oficial da União em 5/9/2014.


Todos os editais e informações sobre o concurso público da carreira de Desenvolvimento Tecnológico também podem ser acessados a partir da página:



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

FINEP Assina Contrato Para Desenvolvimento das Redes Elétricas do VLM-1

Olá leitor!

Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) publicou no Diário Oficial da União (DOU) do dia de hoje (22/10) um importante “Extrato de Contrato” assinado com a empresa JTDH ENGENHARIA LTDA, tendo como objetivo o “Desenvolvimento das Redes Elétricas para o VLM-1 - REDVLM". Abaixo segue o extrato como publicado no DOU.

Duda Falcão

FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS

EXTRATOS DE CONTRATOS

Espécie: Contrato de Concessão de Subvenção Econômica Ref.0248/14;
Data da Assinatura: 13/10/2014;
Partes: FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS – FINEP - CNPJ n.º 33.749.086/0001-09 e JTDH ENGENHARIA LTDA EPP - CNPJ n.º 08.966.287/0001- 10;
Objeto: "Desenvolvimento das Redes Elétricas para o VLM - REDVLM";
Valor: R$ 5.637.498,00;
Empenho: 2014NE002790;
Programa de Trabalho: 64595;
Natureza da Despesa: 31.60, 33.60 e 44.60;
Fonte: SUBVENÇÃO ECONÔMICA (0172024307);
Contrapartida: R$ 600.000,00;
Prazo de Utilização dos Recursos do Projeto: 30 (trinta) meses, a partir da data da assinatura do Contrato.

SHEILA MARTINS FONSECA
Equipe de Apoio

Bom leitor o curioso sobre esse contrato é que pelo que parece por alguma razão (boa ou não, não tenho dados para avaliar) a empresa brasileira MECTRON (responsável pelas Redes Elétricas do VLS-1) foi preterida neste contrato, talvez devido ao grande atraso causado pela mesma para a entrega das Redes Elétricas do VLS-1 VSISNAV, não sei, mas é uma possibilidade. Seja como for está é uma grande notícia para o Projeto do VLM-1.


Fonte: Diário Oficial da União (DOU) - Seção 3 - pág. 12 - 22/10/2014

INPE Promove Seminário Conjunto da Geofísica Espacial e Astrofísica

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada ontem (21/10) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que o instituto promoverá no dia de hoje (22/10) Seminário conjunto da Geofísica Espacial e Astrofísica.

Duda Falcão

INPE Promove Seminário Conjunto
da Geofísica Espacial e Astrofísica

Terça-feira, 21 de Outubro de 2014

A Coordenação Geral de Ciências Espaciais e Atmosféricas (CEA) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) promoverá o seminário conjunto Geofísica Espacial e Astrofísica - Perspectivas de Alta Altitude no México, para colaboração com o projeto LEONA, uma parceria entre o INPE e a FAPESP.

O seminário acontecerá nesta quarta-feira (22) às 15h e receberá como palestrante Dr. Eduardo Mendonza. Será possível acompanhar o seminário ao vivo pelo site do INPE (clique aqui).

Mais informações confira aqui.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Eficiência Monumental

Olá leitor!

Segue abaixo um artigo publicado na edição de outubro de 2014 da “Revista Pesquisa FAPESP” destacando que estudo de astrofísico brasileiro em conjunto com um astrofísico americano sugere que Buracos Negros Gigantes consomem menos energia do que se pensava, mas impulsionam os maiores jatos de gás e radiação do Universo.

Duda Falcão

CIÊNCIA

Eficiência Monumental

Buracos negros gigantes consomem menos energia do que se pensava,
mas impulsionam os maiores jatos de gás e radiação do Universo.

IGOR ZOLNERKEVIC
Edição 224
Outubro de 2014

© NASA / DOE / FERMI LAT COLLABORATION /
CAPELLA OBSERVATORY
Jatos de partículas e radiação emitidos
pelo buraco negro da galáxia Centauro A,
distante 12 milhões de anos-luz da Via Láctea.
Continua justa a reputação de os buracos negros serem imensos glutões ou aspiradores de pó de escala cósmica, capazes de sugar inexoravelmente tudo o que estiver a seu redor – em geral consomem o gás do meio interestelar, embora não sejam raros os buracos negros maiores, encontrados nos centros das galáxias, engolirem estrelas inteiras de uma vez. Esses buracos negros gigantes, entretanto, não consomem tanto gás quanto se pensava. Viu-se agora que, na verdade, eles expulsam para bem longe de sua vizinhança quase tanto gás quanto arrastam para lá. Mesmo com uma dieta menos calórica do que os astrofísicos supunham até pouco tempo atrás, esses buracos negros ainda têm energia suficiente para disparar jatos de gás acelerado a velocidades comparáveis com a da luz que se estendem por milhões de anos-luz para fora de suas galáxias. Esses jatos são os maiores e mais poderosos aceleradores de partículas do Universo (ver Pesquisa FAPESP nº 200). “É completamente contraintuitivo”, diz Rodrigo Nemmen, pesquisador do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP). “Como o gás que estava caindo no buraco negro passa a escapar dele profusamente?”

Nemmen juntou-se ao astrofísico Alexander Tchekhovskoy, da Universidade da Califórnia em Berkeley, Estados Unidos, para comparar com mais precisão a quantidade de energia que, na forma de gás quente, alimenta os buracos negros gigantes com a quantidade de energia que emana deles na forma de jatos. A dupla analisou dezenas de buracos negros gigantes no centro de galáxias observadas pelo telescópio espacial de raios X Chandra. O estudo sugere que a energia dos jatos é quase sempre maior do que a fornecida pelo gás quente absorvido pelo buraco negro. Em muitos casos, os jatos são mais que três vezes mais energéticos do que o gás que o buraco sorve. Nemmen compara o absurdo da situação com a de um motor imaginário que fornecesse ao automóvel três vezes mais energia do que a contida em seu combustível. “Tem alguma coisa errada, pois a conservação da energia é a lei da física mais fundamental que existe”, diz.

Apenas uma solução para o paradoxo não viola as leis da física. Os jatos disparados pelo buraco negro só podem ser tão energéticos se houver uma fonte extra de energia, muito mais poderosa do que o gás quente. Embora a análise de Nemmen e Tchekhovskoy não esclareça definitivamente que fonte é essa, os números que encontraram favorecem uma teoria discutida desde o final dos anos 1970 pelos astrofísicos: a ideia de que os jatos são criados por campos magnéticos moldados e fortalecidos por uma energia que vem de dentro do próprio buraco negro.

Um buraco negro, Nemmen explica, é uma região esférica do espaço com uma força de atração gravitacional tão forte que uma espaçonave – ou qualquer outro objeto – precisaria alcançar uma velocidade maior do que a da luz para escapar dele. A fronteira do buraco é chamada de horizonte de eventos. “Se nem a luz escapa, e ela é a coisa mais rápida do Universo, uma vez ultrapassado o horizonte de eventos, nada escapa”, ele diz.

Os astrônomos não fazem ideia do que existe dentro dos buracos negros, que surgiram primeiro como solução matemática de uma das equações da teoria da relatividade geral, publicada por Albert Einstein em 1915. Mas desde os anos 1960 os pesquisadores acumulam evidências indiretas de que buracos negros de vários tamanhos existem em abundância no Universo.

Rodízio Gaúcho

Há provas suficientes, por exemplo, de que no centro da Via Láctea reside um objeto escuro consideravelmente menor que o Sistema Solar, com uma massa 4 milhões de vezes maior que a do Sol. “Levando em conta tudo o que sabemos sobre gravitação e astrofísica, tem de haver um buraco negro ali”, diz Nemmen. “As observações astronômicas, especialmente as do telescópio espacial Hubble, estabeleceram que a maioria das galáxias possui um buraco negro em seu centro.”

O buraco negro no centro da Via Láctea, porém, é diferente dos encontrados no centro de outras galáxias. Ele permanece tranquilo a maior parte do tempo – engolindo um pouco de gás ou uma estrelinha de vez em quando –, enquanto os localizados no centro de algumas galáxias são muito mais ativos e brilham milhares de vezes mais do que todas as estrelas das galáxias que os abrigam.


Esse brilho vem da radiação emitida pelo gás do meio interestelar que cai copiosamente em direção ao centro galáctico. “Esses buracos negros ficam como eu em um rodízio de churrasco, se alimentando vorazmente”, diz Nemmen, que nasceu na cidade gaúcha de Passo Fundo, fez graduação e doutorado em Porto Alegre, na Universidade Federal do Rio Grande de Sul, e assumiu o cargo de professor na USP em abril, depois de realizar um estágio de pós-doutoramento na NASA.

Vivendo nesse regime de rodízio gaúcho, esses buracos negros também chamados de núcleos ativos de galáxias (AGNs, na sigla em inglês) fazem outra coisa extraordinária: emitem um par de imensos jatos de gás brilhante para fora de suas galáxias. O gás desses jatos viaja pelo espaço intergaláctico, emitindo radiação de altíssima energia.

Os pesquisadores ainda debatem a origem desses jatos. Uma das possibilidades envolve o disco de gás que gira bem próximo ao horizonte de eventos. “O gás gira com muita energia e poderia ser desviado e canalizado em jatos”, diz Nemmen. Outra possibilidade, segundo ele, envolve os campos magnéticos gerados pelo gás quente eletricamente carregado bem próximo ao horizonte de eventos. “Esses campos conseguiriam extrair energia do próprio buraco negro e transferi-la ao gás”, explica.

Essa transferência de energia seria possível porque, além da força de atração para dentro do horizonte de eventos, os buracos negros possuem grande energia de rotação, que obriga tudo a sua volta a girar em um mesmo sentido. Esse redemoinho espacial arrastaria as linhas do campo magnético do gás em volta do horizonte de eventos, como fios de lã enrolados em um novelo. Já em 1977, cálculos dos astrofísicos Roger Blandford e Roman Znajek sugeriram que a energia dessas linhas poderia esculpir e impulsionar os jatos. Desde então, simulações em computador dos AGNs, algumas realizadas por Tchekhovskoy, colega de Nemmen, confirmam que o mecanismo de Blandford-Znajek é a fonte de energia mais provável para os jatos.

“Os estudos teóricos têm sugerido fortemente isso, mas as observações ainda não testaram essas ideias muito bem”, diz Nemmen. Para comparar melhor as observações com a teoria, ele e Tchekhovskoy resolveram pensar nos AGNs como máquinas. “Imagine um motor que não podemos examinar por dentro”, Nemmen compara. “Pode-se tentar entender como a máquina funciona medindo o seu rendimento, comparando quanto combustível o abastece com a energia que sai dele.”

Esfera Imaginária

Vasculhando dados do telescópio espacial Chandra, a dupla selecionou 27 AGNs que foram observados com detalhe suficiente para determinar quanta energia entra em uma esfera imaginária em volta do buraco negro com um raio de cerca de 1 ano-luz e quanta sai dela. Para estimar a energia que abastece essa máquina, eles calcularam quanto gás entra nessa região, qual sua velocidade e temperatura. Nem todo o gás que adentra essa esfera cai direto no buraco negro. O gás é tão quente, tão turbulento e gira tão depressa que boa parte dele acaba ganhando força para escapar antes que seja tarde demais. “Estudos anteriores estimaram esse abastecimento de forma inadequada”, afirma Nemmen. “Observações do centro da Via Láctea e da galáxia NGC3115 feitas nos últimos dois anos mostram uma perda enorme de gás.”

Já a energia que escapa da máquina, os astrofísicos mediram observando como os raios X emitidos pelos jatos inflam duas enormes cavidades de gás quente abaixo e acima das galáxias (ver Pesquisa Fapesp nº 144). “Sai mais energia do que entra”, conclui Nemmen. “Fazendo as contas, fomos capazes de explicar esse rendimento assumindo que a energia extra deve vir da rotação do buraco negro.”

A conclusão coincide com a de outro estudo de Tchekhovskoy, publicado em junho na Nature. Ele e seus colegas encontraram uma relação entre os campos magnéticos dos jatos e a luz emitida pelos discos de gás. Essa relação só faz sentido se os jatos tiverem sido criados por linhas magnéticas alimentadas pelos buracos negros. Nemmen lembra, porém, que há incertezas nas observações. Dados mais consistentes exigirão medições mais precisas dos jatos. “Para observarmos a formação dos jatos diretamente”, explica, “precisaremos de um telescópio de raios X com resolução milhares de vezes melhor que a do Chandra”.

Duas ou Três Formas de Ser Morto Por Um Buraco Negro

Cair em um buraco negro é fatal. Ultrapassado o horizonte de eventos, não é possível escapar nem pedir socorro. O destino de uma pessoa que conseguisse atravessar essa região é ser desintegrada por forças gravitacionais antes de alcançar o centro do buraco negro, a dita singularidade, que os físicos não sabem ao certo o que é.

O que muita gente não imagina, porém, é que buracos negros podem ser mortais mesmo a vários anos-luz de distância. “Os fenômenos mais energéticos do Universo acontecem na vizinhança de buracos negros”, informa o astrofísico Rodrigo Nemmen, da USP, à plateia de suas palestras de divulgação científica. Nas apresentações feitas neste ano em São Paulo Nemmen usou as diferentes formas de ser exterminado por um buraco negro para introduzir ao público a astronomia e a física desses objetos cuja existência até hoje só foi inferida por observações indiretas. “É a didática do fatalismo”, conta Nemmen.

Ser frito por radiação é uma das maneiras de ser morto por um buraco negro. Quando uma estrela com uma massa centenas de vezes maior que a do Sol colapsa, seu núcleo se transforma em um buraco negro. Esse buraco negro se alimenta do material restante de modo tão explosivo que lança um jato de partículas e radiação conhecido como explosão de raios gama, capaz de incinerar tudo o que estiver no caminho.

Não é só no início de sua vida que os buracos negros lançam para o espaço tempestades de radiação. Buracos negros, grandes ou pequenos, costumam atrair para suas proximidades nuvens de gás que compõem o disco de acreção. A rotação do disco aquece o gás a tal ponto que ele passa a emitir níveis de radiação que causariam câncer em alguém a vários anos-luz de distância.

Tão ruim quanto se aproximar desse disco pode ser ficar no caminho de um jato de gás e partículas expelido pelo buraco negro de um núcleo galáctico ativo. Em 2007 astrônomos observaram uma galáxia ser atingida em cheio pelo jato de sua vizinha, que recebeu o nome de galáxia da morte. Os planetas da galáxia atingida devem ter sofrido uma chuva de radiação.

Mesmo que sobrevivesse à radiação, alguém próximo a um buraco negro correria o sério risco de ter seu corpo esticado como um espaguete – a essa morte alla italiana os físicos chamam de espaguetificação. Na vizinhança do horizonte de eventos, a diferença da força gravitacional entre os pés e a cabeça de uma pessoa caindo em direção ao buraco negro pode ser suficiente para esticar e espremer seu corpo até transformá-lo em espaguete.

Quanto mais próximo do horizonte de eventos, maior a probabilidade de que o turbilhão criado pela rotação do buraco negro também espaguetifique o corpo de quem estiver por ali, fazendo-o girar de uma maneira que Nemmen compara a uma roda de tortura medieval.


Fonte: Revista Pesquisa FAPESP - Edição 224 – Outubro de 2014

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Satélite CBERS-4 Já Está na Base de Lançamento Chinesa

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (21/10) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que o Satélite CBERS-4 já está na Base de Lançamento Chinesa.

Duda Falcão

Satélite CBERS-4 Está na
Base de Lançamento Chinesa

CCS-AEB com informações do INPE

Foto: AEB/Divulgação
O CBERS-4 e seu painel solar passam por mais uma bateria de testes
na base de lançamento de Taiyuan até final de novembro.

Brasília, 21 de outubro de 2014 – O quinto exemplar da série de satélites do programa de Satélites Sino-Brasileiro de Sensoriamento Remoto, o CBERS-4, já está na base de lançamento em Taiyuan, na China, para onde foi transportado na sexta-feira (17). Seu lançamento ao espaço está programado para 7 de dezembro próximo.

A bateria de testes do projeto realizada na Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST), em Beijing, em setembro, confirmou que o satélite concluiu com sucesso todas as fases de sua montagem, integração e testes, realizadas em conjunto por equipes do Brasil e China.

Nesta semana os dois módulos do satélite e o painel solar, que é transportado em separado, passarão por um procedimento de verificação após o transporte e iniciam uma bateria de testes que vão até o final de novembro. A instalação do CBERS-4 na coifa na qual é levado ao espaço também ocorre na última semana de novembro.

Entre os testes pelos quais o satélite passa até o mês que vem, após a montagem dos módulos de carga útil e de serviço, estão o elétrico o de fechamento da estrutura e de abertura do painel solar.

A Agência Espacial Brasileira (AEB) aguarda para breve o relatório final do foguete chinês Longa Marcha-4B (LM-4B), que colocará em órbita o CBERS-4. Após a falha ocorrida com um foguete da série no final de 2013 e que causou a perda do satélite CBERS-3 o projeto foi totalmente revisado.

Em setembro último o veículo voltou a ser usado em dois lançamentos de satélites com êxito. O veículo LM-4B foi projetado e fabricado pela Academia Shanghai de Tecnologia de Voos Espaciais (SAST), subordinada a Corporação Chinesa de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (CASC). Até o momento os lançadores da frota já realizaram mais de 190 voos, sendo mais de 40 com o modelo LM-4.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

Brasil Ganha Cinco Medalhas em Olimpíada de Astronomia

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (21/10) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que o Brasil conquistou cinco medalhas em Olimpíada de Astronomia.

Duda Falcão

Brasil Ganha Cinco Medalhas
em Olimpíada de Astronomia

Olaa

Foto: Júlio Klafke/Olaa
A equipe brasileira na premiação da 6ª edição da Olaa.

Brasília, 21 de outubro de 2014 – Os estudantes que representaram o Brasil na 6ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astrofísica (Olaa), encerrada à semana passada em Montevidéu, no Uruguai, conquistaram três medalhas de ouro e duas de prata.

Os jovens Rafael Charles Heringer Gomes, de Mogi das Cruzes (SP), Romero Moreira Silva, de Itabira (MG), e Wagner Fonseca Rodrigues, de Belo Horizonte (MG), ganharam ouro. Os estudantes Carolina Lima Guimarães, de Vitória (ES) e Lucas Hagemaister, de Porto Alegre (RS), ficaram com a prata. Rafael Gomes ainda levou a premiação especial de melhor prova em grupo e melhor prova de foguetes.

As provas da olimpíada foram divididas em parte teórica, prática, com manuseio de telescópio, além de reconhecimento do céu. Os estudantes ainda participaram de uma competição de lançamento de foguetes em grupos que misturavam os países.

A equipe nacional se preparou com um treinamento intensivo de observação do céu e construção e lançamento de foguetes em Passa Quatro, no sul de Minas Gerais. O grupo também utilizou um planetário digital móvel cedido pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), do Rio de Janeiro, para estudar o céu por meio de projeções.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

O Que Podemos Esperar Ainda do PEB em 2014?

Olá leitor!

Estamos nos aproximando do final de mais um ano onde mais uma vez as expectativas e as previsões relacionadas com o Programa Espacial Brasileiro (PEB) não se concretizaram como se esperava.

Vale lembrar que segundo a nossa pífia Agência Espacial para este ano ainda estão previstos os lançamentos do Satélite CBERS-4 da cooperação espacial com a China (em 07/12) e dos nanossatélites AESP-14 e SERPENS, além do picosatélite Tancredo-1 dos jovens estudantes de Ubatuba (SP), previsões estas que sinceramente o BLOG BRAZILIAN SPACE não acredita que ocorram, principalmente em relação ao lançamento do CBERS-4.

Entretanto leitor ainda existe a possibilidade (mesmo pequena) de que o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) venha realizar até o final do ano a tão esperada missão do "SARA Suborbital I", missão esta aliás que diferentemente do que estava programado inicialmente, deverá levar já em seu primeiro voo suborbital três importantes experimentos tecnológicos: São eles:

* Sistema GPS – Sistema desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que terá como função principal determinar, em tempo real, as coordenadas de localização (latitude, longitude e altitude) do SARA;

* Plataforma MEMS – Plataforma desenvolvida pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) com componentes microeletromecânicos comerciais com a finalidade de estimar a atitude do SARA durante o voo; e

* Plataforma MARINS – Plataforma esta desenvolvida no âmbito do Projeto SIA (Sistemas Inerciais para Aplicação Aeroespacial) a MARINS é uma plataforma inercial com aplicação em sistemas de defesa.

Vale dizer também leitor que o lançamento do “SARA Suborbital I” é apenas o primeiro voo de quatro programados (dois suborbitais e dois orbitais), e que os objetivos deste primeiro voo são os seguintes:

* Desenvolvimento de estruturas em material composto;

* Desenvolvimento do Banco de Controle;

* Qualificação da Rede Elétrica do Veículo;

* Levantamento dos dados aerodinâmicos, térmicos e operacionais durante as fases de voo ascendente e descendente;

* Caracterização do ambiente de microgravidade;

* Realização de experimentos em ambiente de microgravidade;

* Desenvolvimento de materiais resistentes à reentrada atmosférica;

* Testes de soluções tecnológicas para o veículo orbital;

* Qualificação do subsistema de recuperação; e

* Análise da capacidade de reutilização do sistema.

Em resumo leitor o PROJETO SARA é de suma importância para o futuro do PEB por se tratar de um projeto multidisciplinar que envolve diversas áreas e entre elas a de dinâmica de voo, guiamento e controle, cálculo termoestrutural, materiais resistentes a altas temperaturas, aerotermodinâmica, propulsão e física de plasma.

Pois é leitor, e quando o IAE se aproxima de finalmente realizar o primeiro voo tecnológico desse projeto, esse feito não será observado pelo seu idealizador (o saudoso pesquisador Paulo Moraes Jr.), que infelizmente nos deixou precocemente em julho deste ano.

Bom leitor, vale dizer também que devido aos exitosos lançamentos do NanosatC-Br1 e do EPL/L5, o ano de 2014 já é desde 2007 (quando do lançamento do satélite CBERS-2B) um dos mais ativos, podendo se tornar um ano marcante se realmente as previsões de nossa Agência Espacial de Brinquedo (AEB) se concretizarem ao lado do tão esperado voo do “SARA Suborbital I”.

É pouco para você leitor? Na verdade para um país com o poder econômico que temos e de grande importância política no cenário internacional esses resultados não são só pífios, mas também vergonhosos e um tremendo erro estratégico. No entanto é preciso entender que com a classe política corrupta, incompetente e populista que temos é louvável que ainda exista um programa espacial neste país.

Duda Falcão

Planetário de Brasília Recebe Mais de 80 Mil Visitantes

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (20/10) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que o Planetário de Brasília recebeu mais de 80 mil visitantes desde a reabertura em dezembro de 2013, marca alcançada durante a realização da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2014), que terminou neste domingo (19/10), em Brasília.

Duda Falcão

Planetário de Brasília Recebe
Mais de 80 Mil Visitantes

Secti

Foto: Divulgação/Secti
Estudantes medalhistas visitam o Planetário na SNCT.

Brasília, 20 de outubro de 2014 – O Planetário de Brasília ultrapassou o número de 80 mil visitantes, contando desde a reabertura em dezembro de 2013. Grande parte deste público foi de alunos de escolas públicas e particulares.

A marca foi registrada na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2014), que terminou neste domingo (19), em Brasília (DF). O Planetário foi uma das atrações no estande da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), no pavilhão de exposições do Parque da Cidade.

Segundo o secretário da Casa Civil do DF, Swedenberger Barbosa, o Planetário é um dos projetos mais importantes e interessantes do GDF, pois permite a integração da população com equipamentos públicos, sobretudo os alunos, que representam um segmento da sociedade em formação e com sede de conhecimento.

“Mais de 80 mil pessoas, a grande maioria crianças, tiveram a oportunidade de conhecer o seu planeta, o sistema solar, de ter explicações de como é que essas imagens (captadas por telescópios, observatórios e satélites) chegam de maneira tão fantástica para o domínio e conhecimento de cada um de nós”, comentou Barbosa.

No final de setembro, o Planetário havia ultrapassado os 73 mil visitantes. No levantamento dos últimos 18 dias, constatou-se que o público manteve uma média de visitação de 400 pessoas por dia.

Na visita à mostra científica o secretário conheceu o projeto Estrelarium da Universidade de Brasília (UnB), que busca levar a astronomia para pessoas com deficiência visual e tem a parceria do Planetário. “São demonstrações de avanços tecnológicos extraordinários, aliados à capacidade que a gente tem de fazer a inclusão das pessoas para essa temática”, disse.

Medalhistas – Os estudantes brasileiros tiveram um excelente desempenho na 8ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, realizada em agosto, na Romênia. O grupo conquistou uma inédita medalha de prata, além de duas de bronze em provas individuais e menções honrosas.

Os medalhistas Allan Costa, 17 anos, Daniel Gomes, 16, Daniel Mitsutani, 16, e Felipe Vieira Coimbra, 16, visitaram o Planetário na semana. “O Planetário de Brasília é ótimo. Já visitei outros e digo que este é um dos melhores”, disse Coimbra. Para o estudante, os planetários são peças fundamentais na iniciação do estudo de astronomia.

Daniel Gomes destacou a importância do incentivo a pesquisa cientifica para a melhoria da qualidade de vida. “Muitas vezes, as pessoas não percebem a relação, porque não conseguem ver uma aplicação direta do assunto a ser pesquisado na vida. Embora quanto mais se estude, mais se percebe que existe essa aplicação e que é exatamente para isso que é importante desenvolver essas pesquisas, para melhorar a vida das pessoas e a sociedade”, afirmou.

O Planetário de Brasília funciona de terça-feira a domingo.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Ovnis Teriam Passado Pelo Brasil, Segundo Relatos da FAB

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia publicada dia (18/10) no site do jornal “A Tarde” de Salvador, destacando que durante a realização do “I Encontro de Ufologia Avançada da Bahia” ocorrido neste sábado em Salvador, documentos oficiais que comprovariam a presença de objetos voadores não identificados (Ovnis) na Terra.

Duda Falcão

Bahia – Salvador

Ovnis Teriam Passado Pelo Brasil,
Segundo Relatos da FAB

Luan Santos
A Tarde online
Sáb, 18/10/2014 às 13:13

Evento atraiu 120 interessados em ufologia, que se
reuniram ontem na capital baiana.

Documentos oficiais que comprovariam a presença de objetos voadores não identificados (Ovnis) na Terra foram apresentados neste sábado, 18, durante o I Encontro de Ufologia Avançada da Bahia, no Hotel Golden Park, na Pituba, em Salvador.

Os registros, disponibilizados pela Força Aérea Brasileira (FAB) aos organizadores do evento, mostram informações sobre o tamanho, forma e velocidade dos Ovnis, além de relatos de militares que perseguiram e foram perseguidos pelos objetos.

Promovido pela Revista UFO, Centro de Estudos Exobiológicos Asthar Sheran (CEEAS) e  Universidade Livre de Educação Cósmica (Unikósmica),  o evento contou com a participação de cerca de 120 pessoas. O encontro teve como objetivo trazer à tona o debate sobre a existência de vida fora da Terra.

Segundo o ufólogo e co-editor da Revista UFO, Marco Antônio Petit, um dos principais eventos registrados é a chamada "noite oficial dos Ovnis no Brasil", no dia 19 de maio de 1986. Neste dia, 21 objetos foram detectados pela FAB.

"Há relatos dos militares, com detalhes sobre a velocidade, trajetória. O ministro da Aeronáutica da época (Octávio Moreira Lima) chegou a declarar que a tecnologia era tão avançada que parecia magia", conta Petit.

Abertura

Segundo Petit, as aparições de Ovnis são frequentes. "Não há um mês sequer que não tenhamos registros", diz. Para ele, o fato de os governos manterem estas informações sob sigilo está ligado a uma medida de controle.

"A questão é admitir que existem seres que detêm tecnologia mais avançada do que a nossa e que entram no nosso espaço aéreo livremente", afirma. Quanto à questão religiosa, ele afirma que também está mudando. "A própria Igreja Católica já fala sobre o tema, que não contradiz em nada a fé em Deus".

Pesquisadores acreditam que haverá um contato maior de seres de outros planetas com a Terra. "Não estamos sós no universo e estes documentos provam isso", pontua a pedagoga Ana Santos, presidente do CEEAS e coordenadora da Unikósmica.


Fonte: Site do Jornal “A Tarde” de Salvador – 18/10/2014

Comentário: Bom leitor este foi um evento que ocorreu praticamente no quintal de minha casa (moro tão perto deste Hotel que daria para ir andando) e eu gostaria muito de ter participado, mas que infelizmente por alguma razão não tive conhecimento de sua realização, mas enfim, fica para uma próxima oportunidade. Uma pena mesmo.