quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Associação COBRUF Divulga Informações Preliminares Sobre as Inscrições de Suas Competições

Olá leitor!

A Associação COBRUF divulgou recentemente em sua página oficial no Facebook algumas informações preliminares sobre as inscrições de equipes nas Competições Aeroespaciais COBRUF (Foguetes Experimentais, Trajes Espaciais Planetários, CubeSats de Espaço Profundo, Drones Marcianos, Rovers Marcianos e Submarinos Robóticos de Exploração de Mundos Oceânicos)

Segundo a COBRUF, com estes resultados preliminares, esta associação torna-se a primeira a realizar uma competição internacional de exploração espacial no Brasil. E vale lembrar que, a maioria das Competições Aeroespaciais COBRUF são as primeiras de sua natureza a serem realizadas no mundo, ainda em suas edições testes, o que torna este resultado muito mais expressivo, e deixa cautelosamente otimista a diretoria da COBRUF de que estão caminhando na direção correta para as estabelecer como referências internacionais.

“Ainda há muito a ser feito, e muito a aprender, mas nossas ambições vão ainda mais longe e acreditamos ser um passo bem impactante para o avanço do acesso dos estudantes a oportunidades que venham contribuir com a exploração espacial pacífica” comenta Emersson Nascimento, presidente da Associação COBRUF.


As inscrições de equipes para todas as competições continuarão abertas até dia 20/10, e os interessados em participar como expectadores da COBRUF Rockets também podem se inscrever para este evento que ocorrerá de 1 a 7 de dezembro no CLBI, em Natal-RN.

Saiba mais pelo link abaixo:


Duda Falcão

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

INPE Está Levando Ciência e Tecnologia as Escolas e Parque de São José dos Campos

Caro leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (16/10) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que desde ontem o instituto está levando ciência e tecnologia as escolas e parque de São José dos Campos.

Duda Falcão

NOTÍCIA

INPE Leva Ciência e Tecnologia a Escolas
e Parque de São José dos Campos

Por INPE
Publicado: Out 16, 2018

São José dos Campos-SP, 16 de outubro de 2018

Cientistas e engenheiros do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) realizam exposições, palestras e oficinas no Parque Vicentina Aranha e instituições de ensino, em São José dos Campos (SP), como parte da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2018).

As atividades servem para aproximar a ciência da sociedade, incentivar o conhecimento tecnológico para jovens e promover a pesquisa como instrumento para o desenvolvimento sustentável do país.

De terça (16) a sexta-feira (19), o INPE estará em escolas de ensino fundamental e médio para falar sobre o Sistema Solar e a influência da astronomia no cotidiano, satélites artificiais para o conhecimento da Terra, entre outros temas. Também haverá atividades práticas nas áreas de clima espacial, cubesats e mudanças ambientais globais, conforme a programação disponível aqui.

Às 19 horas desta terça-feira (16), uma palestra aberta ao público deve estimular a participação da mulher no desenvolvimento da ciência e tecnologia. Será no auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP).

No Parque Vicentina Aranha, “O que são buracos negros” será o tema do encontro “Astronomia para Todos” às 19h30 de quinta-feira (18). Haverá observação de astros se o céu estiver limpo.

Na quinta-feira (18), das 14h às 17h, o Parque receberá diversas instituições científicas e da área de educação para apresentações acerca do tema da SNCT 2018: “Ciência para a Redução das Desigualdades”. O INPE levará maquetes do SCD, o primeiro satélite desenvolvido pelo Brasil, e do CBERS, resultado da parceria com a China que permitirá ao País lançar, em 2019, o satélite de observação da Terra CBERS-4A.

Também será exposta uma réplica do Tancredo-1, um microssatélite construído por alunos de uma escola pública de Ubatuba (SP) com o suporte de engenheiros do INPE, além do aplicativo Space-Time Quest, que simula a construção de um detector de ondas gravitacionais.

As atividades abertas ao público no Parque Vicentina Aranha, na tarde de quinta-feira, são promovidas em parceria pelo INPE, Sociedade de Especialistas Latino-Americanos em Sensoriamento Remoto (SELPER Brasil), Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (ICT Unesp), Associação para o Fomento de Arte e Cultura (AFAC) do Parque Vicentina Aranha, Projeto Ciência no Parque, Secretaria de Educação e Cidadania de São José dos Campos e Visiona Tecnologia Espacial.

Mais informações: www.inpe.br/snct2018


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Por Que os Balões Despontam Como Futuros Substitutos dos Satélites

Olá leitor!

Segue abaixo um interessante artigo postado ontem (14/10) no site “BBC Brasil” fazendo uma analise do porque os balões estão despontando como futuros substitutos dos satélites.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Por Que os Balões Despontam Como
Futuros Substitutos dos Satélites

David Hambling
BBC Future
14 outubro 2018

Imagem: World View/ Randy Metcalf
Os balões já oferecem tecnologia para
comunicação e monitoramento.

O futuro próximo: turistas animadamente espiam a Terra por uma pequena janela, encantados com a vista da escuridão estrelada, acima; e do horizonte azul curvado, abaixo. Eles não estão, no entanto, a bordo de uma espaçonave, e sim de um "balão de quase-espaço". Ele foi lançado da Mongólia, e não de Houston, nos Estados Unidos. E os turistas são chineses.

Tais balões são a nova "alta fronteira". Em 1958, a Rússia impressionou o mundo ao lançar o Sputnik, o primeiro satélite a entrar em órbita. Os americanos rapidamente criaram sua agência espacial, a NASA, para entrar nessa corrida até se tornarem a maior potência espacial.

Hoje satélites são essenciais para comunicação, monitoramento, navegação e outras áreas. Mas após 60 anos de seu lançamento, o Sputnik está sendo desafiado pelo balão de altitude elevada.

Para comunicação e monitoramento, os balões já oferecem uma boa posição a 30 quilômetros de altura, muito mais perto que os satélites. Eles custam uma fração do preço e, ao contrário dos satélites, podem facilmente voltar à Terra para atualizações e reparos.

A NASA foi pioneira no lançamento de balões estratosféricos, nos anos 1950. Hoje, a agência os utiliza para realizar pesquisa atmosférica, observar a Terra e explorar raios cósmicos. Os balões são enormes, alguns têm sete vezes o tamanho da Catedral de Saint Paul, em Londres, que mede 111 metros. São feitos de um plástico da espessura de um sanduíche e inflados com gás hélio. Entre seus pontos fracos, só podem flutuar com vento. Por isso, o grande avanço dos últimos anos tem sido aprender a orientá-los.

"Estamos explorando uma área totalmente nova da navegação", diz Jeffrey Manber, CEO da Nanoracks, companhia espacial dos EUA. "Para mim, o que está acontecendo agora remonta ao tempo da navegação por estrelas e ventos, de volta para o futuro".

A estratosfera tem esse nome porque é uma camada da atmosfera "estratificada", ou seja, com subdivisões por onde sopram ventos de várias altitudes e direções. Em princípio - e seguindo a informação meteorológica -, um balão pode trafegar em qualquer direção, basta colocá-lo na altitude e nos ventos certos.

Imagem: Getty Images
Antes de aeronaves pioneiras como Sputnik 3, balões
ajudaram a abrir caminho para a corrida espacial.

Projeto Loon, da empresa de tecnologia Alphabet, vinculada ao Google, é um dos primeiros a desbravar os ventos dos balões de altitude elevada para oferecer comunicação em áreas remotas ou afetadas por desastres. O plano original era uma corrente de balões seguindo o vento predominante, mas pesquisadores descobriram que eles poderiam permanecer no lugar usando ventos contrabalançados em alturas diferentes. Algoritmos sofisticados de aprendizagem mecânica mudam a altura do balão para que ele pegue o vento certo.

O Projeto Loon garantiu acesso à internet a 300 mil pessoas em Porto Rico depois que o furacão Maria destruiu a infraestrutura local em 2017. O caso provou que o conceito funciona, embora ainda esteja em fase experimental.

Plataformas de Vigilância

Já o World View, com base em Tucson, nos Estados Unidos, planeja usar seus balões, conhecidos como Stratollites, não apenas como dispositivo de comunicação, mas também como plataformas de vigilância. A BBC Future visitou suas instalações em 2016 (em inglês).

"As aplicações são intermináveis, e vão da fiscalização constante de florestas, passando pelo envio de alertas de incêndio, vigilância de áreas remotas do oceano para combater a pirataria marítima até o monitoramento em tempo real de equipes de resgate", lista Angelica DeLuccia Morrissey, do World View.

Há três anos, o World View parecia apenas um sonho, mas depois de uma série de testes de voo cada vez mais ambiciosos, a companhia fechou contratos com o governo americano e clientes comerciais. A comunidade da área de defesa enxerga os Stratollites como os novos olhos no céu.

Imagem: Getty Images
Balões do Projeto Loon já foram usados em
operações de resgate em desastres.

"Achamos que isso tem o potencial de ser um divisor de águas para nós", afirma Kurt Tidd, comandante do Comando do Sul dos Estados Unidos, após um teste bem-sucedido com o Stratollite. "Uma grande plataforma de vigilância de longa duração".

Esse balão poderia contribuir para o monitoramento do clima em tempo real, a exemplo da aproximação de um furacão pela parte de cima. A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA se mostrou interessada na tecnologia.

Os Stratollites transportam uma carga útil de até 50kg e, graças a painéis solares, operaram por tempo indeterminado, com energia suficiente para acionar radares ou dispositivos poderosos de comunicação.

Balões maiores capazes de transportar cargas mais pesadas estão sendo desenvolvidos. Planos de longo prazo incluem o turismo perto do espaço e o transporte de produtos. Quando sua missão termina, o Stratollite vai até um lugar pré-determinado e abre um paraquedas para voltar ao solo. A mesma técnica poderia ser usada para entregar suprimentos de emergência ou outras cargas em áreas remotas em qualquer parte do mundo.

Competição Chinesa

Há uma competição crescente, e ela vem da China. A KuangChi Science (KC), fundada em Shenzhen em 2010, é especializada em dirigíveis e tecnologia de comunicação. A empresa está desenvolvendo seu balão Traveller e sua própria versão de navegação por vento na estratosfera.

"O foco principal da China é o sensoriamento remoto e as telecomunicações, com clientes que incluem prefeituras interessadas em integrar o Traveller a seus sistemas de Smart City (conceito para a aplicação da tecnologia ao desenvolvimento urbano)", diz Zhou Fei, diretor da equipe de P&D da KC Space. Ele estima que o custo ficará entre um décimo e um centésimo de um sistema comparável de satélite.

O Traveller também abrigará cápsulas para transportar seis passageiros até a estratosfera. Em outubro, a KuangChi lançou, a uma altitude de 21 quilômetros, um balão com uma tartaruga, que depois voltou em segurança para o solo. Estima-se ter voos com passageiros em 2021, ao custo de cerca de £70 mil (R$ 345 mil) por assento.

Imagem: World View
A World View conduziu uma série de ambiciosos
testes de voo nos últimos três anos.

Fei diz que o Traveller também pode ser uma plataforma de "lançamento secundário". Isso significa transportar um foguete até uma determinada altitude na atmosfera, de onde ele seria lançado. Assim seria mais fácil colocá-lo em órbita do que do nível do mar, como ocorre hoje. O método seria útil, por exemplo, para o crescente mercado de CubeSats - um tipo de satélite em miniatura usado na pesquisa espacial.

"Todos ao redor do mundo buscam reduzir o custo de lançamento de um CubeSat", afirma Jeffrey Manber, da Nanoracks, empresa que trabalha com a KC no projeto Traveller.

Balões também devem soltar veículos em direção ao solo. Em 2017, uma equipe da Academia Chinesa de Ciências lançou dois pequenos drones de um balão estratosférico, que funcionou como uma base aérea flutuante. Essa infraestrutura poderia conduzir buscas e missões de resgate, em que sensores nos balões identificariam uma localização provável e drones seriam lançados para se ter uma visão mais próxima da área. Eles acreditam que o balão poderia carregar centenas de drones.

Imagem:  NASA Image Collection / Alamy Stock Photo
Balões poderiam ser uma forma barata de lançar pequenos CubeSats.

O Exército chinês também tem demonstrado interesse no "quase-espaço". Ninguém controla esse domínio - ainda - e balões estratosféricos oferecem meios baratos para vigilância militar e outras aplicações. Isso poderia resultar em uma série de contratos militares.

Depois que o Sputnik russo mostrou ao mundo o que os satélites poderiam fazer, os Estados Unidos os superaram na corrida espacial. Cada vez mais os balões estratosféricos devem aparecer num futuro próximo para funções como o turismo (quase) espacial, a comunicação e vigilância. A corrida do "quase-espaço" está em curso, com os Estados Unidos em primeiro lugar, e a China perto de alcançá-los.


Fonte: Site do BBC Brasil - http://www.bbc.com/portuguese

Comentário: Pois é leitor, e a tecnologia não deixa de avançar encontrando novas soluções de acesso ao espaço. Enquanto isso no Brasil, continuamos brincando de fazer programa espacial. A esperança de mudança de rumo hoje se resume as promessas feitas pelo candidato Jair Messias Bolsonaro que, pelas pesquisas até agora divulgadas, muito provavelmente será o próximo presidente do Brasil. Aproveito aqui para agradecer publicamente ao nosso leitor Rui Botelho pelo envio deste interessante artigo.

Observatório Astronômico da UFSCar Realiza Atividade no Dia C da Ciência

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (14/10) no site “São Carlos Agora” destacando que o Observatório de São Carlos realizará atividade durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) 2018.

Duda Falcão

PALESTRA, OBSERVAÇÃO DO CÉU E EXPOSIÇÕES

Observatório Astronômico da UFSCar
Realiza Atividade no Dia C da Ciência

Por REDAÇÃO
14 OUT 2018 - 07h13

Crédito: Divulgação

Na próxima quarta-feira, 17, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) se junta a outras universidades no Dia C da Ciência, mobilização nacional do Colégio de Pró-Reitores de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação das Instituições Federais de Ensino (Copropi) e do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação (Foprop). A mobilização integra a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2018, que acontece em todo o Brasil de 15 a 21 de outubro, com o tema "Ciência para a redução das desigualdades".

Na UFSCar, as atividades acontecem no Observatório Astronômico, na área Norte do Campus São Carlos. Inicialmente, às 18h30, será proferida palestra sobre o papel da Astronomia na sociedade, pelo astrônomo Gustavo Rojas, da equipe do Observatório. Em seguida, acontecerá observação astronômica no terraço do Observatório, quando poderão ser observados os planetas Vênus, Marte, Júpiter e Saturno, além de nebulosas e aglomerados de estrelas. Além da palestra e da observação, as pessoas visitantes poderão conhecer exposições de fotografias astronômicas e de meteoritos.

O evento é gratuito, sem necessidade de inscrição prévia e aberto a todas as pessoas interessadas. Para a palestra, o público é limitado à capacidade do auditório, de cerca de 40 pessoas. O acesso ao Observatório é feito pelo estacionamento do Departamento de Computação (DC). A observação acontecerá até as 20h30 e pode ser cancelada em caso de tempo nublado ou chuvoso. A organização do evento não recomenda a participação de crianças menores de seis anos. Mais informações pelo e-mail grojas@ufscar.br ou na página do Observatório no Facebook (em www.facebook.com/observatorio.ufscar).


Fonte: Site São Carlos Agora - http://www.saocarlosagora.com.br

Comentário: Pois é galera, uma boa pedida para quem mora em São Carlos ou para quem estará de passagem pela cidade no dia 17/10.

sábado, 13 de outubro de 2018

AEB Levará as Atividades do Programa Espacial à Semana Nacional de C&T

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (11/10) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando a Agencia levará as atividades do Programa Espacial à Semana Nacional de C&T (SNCT).

Duda Falcão

NOTÍCIAS

AEB Leva Atividades do Programa Espacial
à Semana Nacional de C&T

Coordenação de Comunicação Social – CCS
Publicado em: 11/10/2018 - 19h24
Última modificação: 11/10/2018 - 19h26


Os visitantes da 15ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) terão a oportunidade de conhecer as principais atividades do Programa Espacial, expostas no estande da Agência Espacial Brasileira (AEB). Este ano a exposição apresenta o tema Ciência para a Redução das Desigualdades, o 10º Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU). A exposição, em Brasília, acontece no pavilhão do Parque da Cidade, mas o público poderá ter acesso às atividades de C&T, em todo o Brasil, no período de 15 a 21 de outubro.

Nesta edição, a AEB apresentará ao público atividades interativas, como o desafio espacial – um jogo de perguntas e respostas sobre astronomia e curiosidades da área espacial -, como também a experiência de simular uma missão ao planeta Marte, utilizando um carro robótico similar aos usados por cientistas na exploração do planeta.

Estudantes poderão participar da Ilha de fotos interativas, oficina demonstrativa de uma estação meteorológica, sessão de filmes no planetário móvel e exposição do mock up, réplica da roupa usada pelo astronauta brasileiro Marcos Pontes, na Missão Centenário.

Também estarão expostas no estande da AEB, maquetes digitais dos satélites Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS), do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), do satélite de Observação da Terra (SCD), do Amazonia – 1, do nanossatélite Serpens, e uma mostra de réplicas de foguetes, como o Veículo Lançador de Microssatélite (VLM).

Durante toda a semana, o público poderá ter acesso a trabalhos científico e tecnológico de agências de fomento, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, órgãos governamentais, empresas de base tecnológica, entidades da sociedade civil, entre outras, além da realização de atividades de divulgação científica em todo o País.

A Semana Nacional tem o objetivo de aproximar a Ciência e Tecnologia da população brasileira, criar uma linguagem acessível, estimular a curiosidade e motivar a discussão sobre as implicações sociais da ciência.

Material Educativo

No espaço da AEB as pessoas vão receber material educativo, como cartilhas, fôlderes, dobraduras de satélites e foguetes, além de participar do tradicional lançamento de foguete de garrafa pet. Todo o material distribuído conta um pouco da história dos satélites desenvolvidos pelo Programa Espacial Brasileiro.

A SNCT é um evento de popularização e divulgação da ciência, que promove e congrega centenas de instituições de pesquisa, fundações de apoio à pesquisa, instituições de ensino, museus e centros de ciências, instituições privadas entre outras. O evento acontece sempre no mês de outubro sob a coordenação do Ministério da Ciência Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O tema Ciência para a Redução das Desigualdades tem como base a Agenda 2030, com seus 17 objetivos do desenvolvimento sustentável –, em particular o ODS 10 – Redução das Desigualdades.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

INPE e Marinha Aumentam Limites na Meteorologia e Oceanografia

Caro leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (10/10) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que este instituto e a Marinha aumentam limites na Meteorologia e Oceanografia.

Duda Falcão

NOTÍCIA

INPE e Marinha Aumentam Limites
na Meteorologia e Oceanografia

Por INPE
Publicado: Out 10, 2018

São José dos Campos-SP, 10 de outubro de 2018

A parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Marinha do Brasil (MB) está proporcionando a ampliação dos limites das previsões numéricas em meteorologia e oceanografia. Este é um resultado do protocolo de intenções firmado em agosto pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do INPE, e a Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN/MB).

Por meio da cooperação técnica entre as instituições, o CPTEC/INPE ampliou os limites da área abrangida pelo modelo numérico de previsão do tempo Weather Research and Forecasting (WRF), com o intuito de englobar as regiões de responsabilidade do Brasil quanto à geração e à divulgação de produtos meteoceanográficos, conforme previsto na Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar (SOLAS), da qual o país é signatário.

Essa alteração dos limites de abrangência permitirá, entre outras possibilidades, que as informações relativas à previsão de vento fornecidas pelo modelo processado no CPTEC/INPE sirvam como insumos para o desenvolvimento de produtos de corrente oceanográfica e de ondas, gerados, respectivamente, pelos modelos HYbrid Coordinate Ocean Model (HYCOM) e Wave Watch 3 (WW3), processados no Centro de Hidrografia da Marinha (CHM). Dessa forma, o Serviço Meteorológico Marinho (SMM) passará a contar com um produto oceanográfico apoiado por aquele centro de pesquisas e poderá realizar intercomparações entre os modelos, a fim de prover a melhoria de sua modelagem oceânica e de águas rasas.

A maior área de abrangência do modelo regional WRF do CPTEC/INPE contribuirá, adicionalmente, para a manutenção da qualidade dos serviços prestados no âmbito do SMM, uma vez que possibilitará que a DHN possua um produto em forma de backup, gerado e armazenado em outra instituição, o que conferirá redundância e aumentará a confiabilidade do sistema, em prol da Segurança da Navegação e Salvaguarda da Vida Humana no Mar.

A sinergia decorrente da parceria entre o INPE e a MB, além da economia de recursos do Orçamento da União, propiciará o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico-científico do país.

Limites da região abrangida pelo modelo numérico 
de previsão do tempo Weather Research and
Forecasting (WRF) do CPTEC/INPE


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Portas Abertas: INPE Mostra Laboratório de Satélites e Promove Oficinas

Caro leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (09/10) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), o Laboratório de Integração e Testes (LIT) do instituto será uma das atrações da visita programada para a manhã de 20 de outubro.

Duda Falcão

NOTÍCIA

Portas Abertas: INPE Mostra Laboratório
de Satélites e Promove Oficinas

Por INPE
Publicado: Out 09, 2018

São José dos Campos-SP, 09 de outubro de 2018

O Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), é uma das atrações da visita programada para a manhã de 20 de outubro, sábado, no âmbito da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT).

Para participar do “Portas Abertas”, é necessário efetivar a inscrição online no site do INPE na SNCT. Clique aqui!

Além de conhecer um dos mais completos laboratórios de pesquisa e desenvolvimento de tecnologia espacial do mundo, os visitantes poderão montar nanossatélites ou participar de um jogo sobre o futuro de nosso planeta.

No LIT/INPE estão sendo realizadas as atividades para o lançamento do CBERS-4A, satélite feito em parceria com a China e, também, do Amazonia-1, o primeiro satélite de Observação da Terra completamente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. O laboratório também é responsável pela qualificação de equipamentos e produtos de alta complexidade de empresas nacionais.

Haverá dois grupos: das 9h00 às 11h30 e das 11h00 às 13h30. É preciso optar por um dos horários na ficha de inscrição online.

As inscrições são limitadas para garantir a melhor experiência aos visitantes, que devem optar entre a “Oficina de Cubesats” e o “Gaia em Jogo”. Independente da atividade escolhida, todos irão participar da visita ao LIT e de um coffee break.

Para todas as idades, a oficina de cubesats é uma oportunidade lúdica de aprender conceitos básicos da Engenharia Espacial através da montagem de componentes eletrônicos que formam um nanossatélite.

A partir de 15 anos de idade, o visitante pode se inscrever no “Gaia em Jogo”, que usa um tabuleiro para incentivar a reflexão sobre o futuro da Terra e, de maneira divertida, ensina a reagir às mudanças climáticas globais.

O INPE participa da SNCT desde a sua primeira edição, em 2004. O evento é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e, em 2018, apresenta como tema principal “Ciência para redução das desigualdades”.

A SNCT busca mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de ciência e tecnologia, valorizando a criatividade, a atitude científica e a inovação.

Mais informações: www.inpe.br/snct2018


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Turbo-Rocket – Uma Nova Ferramenta Educacional

Olá leitor!

Recebi no dia de ontem (09/10), o artigo abaixo escrito que foi pelo Eng. Rene Nardi, brasileiro radicado nos EUA, tendo como tema o uso dos foguetes Turbo-Rocket como uma nova ferramenta educacional. Vale a pena dar uma conferida.

Duda Falcão

Turbo-Rocket – Uma Nova
Ferramenta Educacional

Por Rene Nardi

Substituir motores de foguete sólido ou líquido por motor turbojato pode ser uma opção atraente para um novo tipo de ferramenta educacional para desafiar as habilidades de projeto e construção de estudantes de engenharia. Em sua missão típica, definida conforme as condições para participação na competição Spaceport American Cup, o TurboRocket deve atingir altitude de 3 km acima do nível do mar levando uma carga útil de 4 kg. Os estudos iniciais mostram um veículo de 2,5 m de comprimento com 12 kg de peso máximo de decolagem, com uma fuselagem cilíndrica de 0,15 m de diâmetro incorporando um motor turbojato de 300 N de empuxo montado na extremidade inferior, imediatamente atrás das aletas. O projeto do primeiro modelo foi executado por alunos das Universidades do Ceara e do Rio Grande de Norte, resultando em um artigo publicado pela AIAA-American Institute of Aeronautics and Astronautics. A Figura abaixo mostra o TurboRocket voando junto ao super herói, para efeito de comparação de tamanho.


O uso de turboreator para impulsionar o foguete traz consigo algumas particularidades técnicas interessantes. O TurboRocket não se comporta como um avião a jato que voa principalmente na posição horizontal, na mesma altitude, a uma velocidade constante com o motor funcionando por longos períodos, a baixa potencia. O turbo-foguete dispara da plataforma de lançamento em uma posição quase vertical e continua voando na vertical, mudando constantemente de altitude e velocidade, com o turbojato funcionando sempre na potencia máxima, mas por um período de tempo bem curto. O turbo-foguete também não é um foguete puro, porque um foguete deve transportar seu fluido de trabalho sob a forma de combustível e oxidante, sua velocidade é independente da velocidade do vôo e, o mais importante, é capaz de operar dentro ou fora da atmosfera. O TurboRocket carrega seu combustível, mas depende do ar circundante como fonte de oxigênio, o que limita seu funcionamento aos dos limites inferiores da atmosfera.

O projeto do Turborocket esta no momento sendo levado adiante pelo consorcio de alunos da UFMG, PUC-Minas e FUMEC, em Belo Horizonte. O foguete imaginado pelos estudantes e formado por quatro componentes principais: a ogiva, a fuselagem, as aletas e a carenagem do motor. A ogiva foi projetada para acomodar o lastro utilizado para a calibração do centro de gravidade e atuar como um compartimento para armazenamento dos pára-quedas de dois estágios. A estrutura da fuselagem consiste em um cilindro de fibra de carbono com a carga útil e o computador de controle de vôo instalados na extremidade superior. Muito espaço está disponível na parte central da fuselagem para instalação de algum equipamento extra para futuras versões. Estrategicamente posicionado próximo ao CG do foguete está o tanque de combustível e mais a baixo estão a unidade eletrônica de controle do motor, a bomba de combustível e as baterias. O turbo-foguete tem quatro aletas de fibra de carbono usadas para a estabilização durante a ascensão através da atmosfera. Na parte inferior do veículo está a carenagem do motor, que serve de berço de fixação para o motor e incorpora as entradas de ar, e vem a ser fixada por parafusos na fuselagem para permitir a sua substituição quando necessário.


O desenvolvimento do TurboRocket está no estágio inicial e precisa de estudantes que busquem novos desafios para aplicar os conhecimentos adquiridos na sala de aula através do projeto e construção de um TurboRocket. Ao que parece, a formação de grupos de estudantes advindos de varias faculdades, trabalhando juntos, vem a ser a solução mais adequada.

Além do conceito inicial ainda existem desafios tecnológicos com o TurboRocket. O primeiro na lista de desejos é o empuxo vetorado, um item obrigatório para eliminar as aletas e quem sabe, conseguir o pouso na vertical, tipo SpaceX. Como a taxa de compressão do turborreator permite o uso de bocal supersônico, a próxima tentativa natural de melhoria reside na introdução da configuração aerospike que pode resultar em um empuxo maior. A otimização da entrada de ar pode reduzir o arrasto aerodinâmico e, ao mesmo tempo, garantir que todo o fluxo de massa de ar necessário para manter o turbojato em operação esteja disponível em todo o envelope do vôo do veículo. E podemos também pensar na introdução de pós-queimador, como uma forma de empurrar o veículo para uma velocidade mais alta, mais altitude, mais carga útil.

Caso vocês se interessem em formar uma equipe para desenvolver seu próprio TurboRocket e precisem de alguma orientação, podem entrar em contato com Rene Nardi através do email rumoaoespacoturborocket@gmail.com.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

O Nanosatélite ITASAT-1 Deverá Ser Lançado em Novembro dos EUA

Olá leitor!

Nanosatélite ITASAT-1
Segundo a manifesto de lançamentos da empresa americana SpaceX, o nanosatélite brasileiro ITASAT-1, desenvolvido que foi no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) pela equipe de alunos e pesquisadores coordenada pelo Prof. Dr. Luís Eduardo Vergueiro Loures da Costa, em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), entre outros, tem previsão de ser lançado no foguete Falcon 9 desta empresa americana em novembro.

Segundo este manifesto, o ITASAT-1 brasileiro deverá ser lançado da Base de Vanderberg da Força Aérea Americana, na Califórnia, no dia 19 de novembro próximo, durante a missão denominada de “Spaceflight SSO-A”, missão esta que visa levar ao espaço uma serie de pequenos satélites de organizações comerciais e governamentais de 16 países, entre eles a Austrália, Alemanha, Brasil, Finlândia, Singapura, Tailândia e do próprio EUA.

Vale lembra que o ITASAT-1 é um nanosatélite experimental científico e tecnológico com cinco funções principais (cargas úteis) e vida útil de um ano. Nesse período, o equipamento deverá testar em órbita:

* O transponder de coleta de dados (DCS), desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em parceria com o Centro Regional do Nordeste (CRN);

* O GPS Orion, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em parceria com o IAE;

* A placa de sensores para medidas de caracterização do campo magnético terrestre, desenvolvida pela Universidade de Santa Maria (RS);

* O funcionamento de uma câmera fotográfica para satélites de pequeno porte, utilizada em missões estratégicas; e

* Um experimento de comunicação e transferência de dados com a comunidade de radioamador.

E para atender aos objetivos desta missão, a plataforma conta com os seguintes subsistemas:

* Estrutura;

* Painéis solares;

* Unidade de condicionamento e distribuição:

* Computador de supervisão de bordo;

* Interfaces de expansão;

* GPS;

* Computador de controle de atitude;

* Sensores solares e magnéticos;

* Atuadores; e

* Sistema de telemetria, rastreamento e comando (TT&C).

Pois é leitor um projeto muito bom que veio somar muito ao nosso conhecimento (now-how) e deverá refletir positivamente nos próximos nanossatélites desenvolvidos no ITA e no Brasil ou em parceria com outros países, como já vem acontecendo, por exemplo, na Missão SPORT em parceria com a NASA.

Duda Falcão

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

En Estados Unidos - Despegue Exitoso: El Satélite Argentino Saocom 1A Ya Viaja Rumbo al Espacio

Hola Lector!

Sigue abajo una comunica puesta ayer (07/10) en el website  del periódico argentino “Clarín”, destacando que el Satélite Argentino Saocom 1A ya viaja rumbo al Espacio.

Duda Falcão

SOCIEDAD - TECNOLOGIA

En Estados Unidos - Despegue Exitoso:
El Satélite Argentino Saocom Ya
Viaja Rumbo al Espacio

Se ubicará a 620 kilómetros de altura para estudiar
desastres naturales. Cómo sigue la misión. 

Por Marcelo Bellucci
Clarin.com
07/10/2018 - 23:24

Foto: Space X
El satélite argentino Saocom permitirá anticipar desastres naturales. 

Un día más tarde de lo previsto originalmente, el Satélite Argentino de Observación con Microondas (Saocom 1A) completó su fase de inicialización y comenzó su ascenso hasta los 620 kilómetros de altura.

Poco antes de la medianoche, el lanzador reutilizable Falcon 9 Block 5, de la firma SpaceX, puso en órbita el módulo argentino, que llevó más de una década de trabajo.


Este cuerpo de paneles y antenas es que permitirá anticipar inundaciones, desastres naturales y crear mapas de desplazamiento de glaciares.

La Comisión Nacional de Actividades Espaciales (CONAE) realizó el despegue desde la Base Vandenberg en California, Estados Unidos


Los vehículos Falcon, propiedad de la firma SpaceX del millonario Elon Musk, son considerados los más fiables del mundo. Entre todas sus versiones, apenas han tenido tres misiones fallidas en más de 60 intentos. La empresa fue la que pidió postergar un día el lanzamiento (estaba previsto para el sábado), para terminar de ajustar detalles.

La separación del satélite y el cohete se concreta al alcanzar la altura deseada, 16 minutos después del lanzamiento. “En ese lapso, se despliegan los paneles solares que buscan su orientación hacia el Sol. Cinco minutos más tarde se establece contacto con una estación portátil en Tahití, propiedad de SpaceX para comprobar su estado. Ya que el satélite posee una equipo de comunicaciones que transmite una señal que se puede medir en Tierra”, explicó a Clarín el ingeniero electrónico Jorge Medina, jefe del Proyecto Saocom en la CONAE.

El satélite SAOCOM 1A


Los satélites en órbita baja utilizan señales de navegación para determinar su posición en el espacio y permitir que sus trayectos a través del espacio se fijen con una precisión extremadamente alta, conocida como determinación precisa de la órbita.

Los satélites en órbita baja utilizan señales de navegación para determinar su posición en el espacio y permitir que sus trayectos a través del espacio se fijen con una precisión extremadamente alta, conocida como determinación precisa de la órbita.

"Hay que ser muy exactos de la ubicación y mediante la información que suministra la Agencia Espacial Europea (ESA), es posible corregirla. Ya en la madrugada, una vez estabilizados sus sistemas, se procederá a desplegar el Radar de Apertura Sintética (SAR), carga principal del satélite", describe Medina.

Foto: CONAE
El satélite argentino Saocom permitirá anticipar desastres naturales.

El mismo desplegará una órbita polar de baja altitud, que se utiliza para supervisar la Tierra y cubrir su superficie por completo. El satélite se mueve casi en círculo y completa cada órbita en unos 90 minutos. Se ubicará en una órbita polar Sol-sincrónica a una altura de 619,6 km sobre la superficie de la Tierra. Esta órbita permite cartografiar globalmente la Tierra en gajos avanzando sobre las latitudes.

"La puesta a punto de todos los sistemas del satélite, junto con la calibración del instrumento, lleva unos 8 meses. Mientras que la vida útil del Saocom es de 6 años como mínimo. El principal inconveniente es la falta de combustible líquido, ya que al agotarse, no es posible seguir utilizándolo", advierte Medina.

Foto: CONAE
El satélite Saocom permitirá anticipar desastres naturales.

El gran desafío que afronta una vez ubicado es el viento solar, un fenómeno caracterizado por la emisión de gas, compuesto por una serie de partículas dotadas de carga eléctrica capaces de viajar a través del espacio a velocidades que oscilan los 450 kilómetros por segundo. 

"El viento solar empuja los objetos y hace que los satélites se desplacen de su órbita. Por lo tanto, es necesario enviar un comando para corregir las coordenadas. Si el satélite no tiene combustible, no es posible realizar las correcciones de posición", apunta Medina.

Once Años de Desarrollo

La construcción del Saocom 1A -tendrá un hermano mellizo en órbita para 2019- demandó casi 11 años para su desarrollado y fabricación, a cargo de la Comisión Nacional de Actividades Espaciales (CONAE) junto con organismos y empresas como la Comisión Nacional de Energía Atómica (CNEA), VENG, INVAP, contratista principal del proyecto.

Se trata de un satélite para observación, pero a diferencia de los ópticos o los térmicos, que toman fotografías o miden temperatura, su Radar de Apertura Sintética (SAR) opera en la porción de las microondas del espectro electromagnético. ¿Qué significa esto? Que se ve favorecida la observación nocturna ya que no depende de la luz solar y tampoco interfieren las condiciones de la atmósfera, como nubes o tormenta.

En cuanto a sus prestaciones, hay una larga nómina que incluye usos en agricultura, hidrología y prevención de desastres naturales. Brindará a los organismos públicos información de incendios, erupciones, terremotos, avalanchas y derrumbes. Además, ofrecerá servicios al agro para el monitoreo de crecimiento de cultivos y para analizar si es necesario fertilizar o no


Fuente: Website del periódico argentino Clarín - https://www.clarin.com

Comentario en Español: Pues es lector, mientras Brasil juega a hacer Programa Espacial, los hermanos argentinos marcan un importante gol para su Programa Espacial. El Blog BRAZILIAN SPACE felicita a la CONAE, la CNEA, la VENG y la INVAP argentinas por la gran conquista con el desarrollo y lanzamiento exitoso de este significativo satélite para su sociedad. En Brasil sólo queda ver la banda pasar y batir palmas para Argentina y su industria aeroespacial. "Aprovechamos para agradecer a nuestro lector argentino" Martín Marteletti "por el envío de esta materia, así como al lector (creo que argentino también) "Marcos Analfa" que nos envió un e-mail con informaciones antes del lanzamiento de este satélite.

Comentário em Português: Pois é leitor, enquanto o Brasil brinca de fazer Programa Espacial, os irmãos argentinos marcam mais um importante gol para o seu Programa Espacial. O Blog BRAZILIAN SPACE parabeniza a CONAE, a CNEA, a VENG e a INVAP argentinas pela grande conquista com o desenvolvimento e lançamento exitoso deste significativo satélite para sua sociedade. Ao Brasil só resta ver a banda passar e bater palmas para a Argentina e a sua indústria aeroespacial. Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor argentino “Martín Marteletti” pelo envio desta matéria, bem como ao leitor (creio eu que argentino também) “Marcos Analfa” que nos enviou um e-mail com informações antes do lançamento deste satélite.