quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Pesquisadores do Observatório Nacional Descobrem a Radiogaláxia Mais Distante do Universo

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (10/08) no site do “Observatório Nacional (ON)” destacando que pesquisadores deste observatório descobriram a Radiogaláxia mais distante do universo.

Duda Falcão

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Pesquisadores do Observatório Nacional
Descobrem a Radiogaláxia Mais
Distante do Universo

Publicado: Sexta, 10 de Agosto de 2018, 19h10
Última atualização em Sexta, 10 de Agosto de 2018, 19h17

Pesquisadores do Observatório Nacional descobriram a radiogaláxia mais distante do universo, a 12 bilhões anos-luz da Terra. A essa distância, os pesquisadores podem observar como esta galáxia era há 12 bilhões de anos atrás, quando o Universo era ainda muito jovem.

Radiogaláxias são objetos nos quais existe um buraco negro de grande massa e em rotação rápida que emite radiação intensa principalmente nos comprimentos de onda de rádio. A busca desse tipo de galáxia a grandes distâncias é importante porque contribui para a compreensão dos processos de formação das galáxias e seus buracos negros logo após o Big Bang. Embora existam outras galáxias ainda mais distantes, esta é a mais longínqua das radiogaláxias detectadas até o momento, superando o último recorde estabelecido em 1999.

O estudo foi publicado na revista inglesa Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, no último dia 6 de agosto. O trabalho foi realizado por Aayush Saxena, aluno de doutorado do Observatório de Leiden, na Holanda, e Murilo Marinello, aluno de doutorado do Observatório Nacional, supervisionado pelo pesquisador Roderik Overzier, da Coordenação de Astronomia e Astrofísica do ON. A pesquisa teve apoio do programa Jovem Cientista do Nosso Estado da FAPERJ, que possibilitou ao doutorando brasileiro a realização de um estágio na Holanda, no âmbito de um convênio firmado entre o ON e o observatório holandês. O desenvolvimento do trabalho só foi possível devido à associação do Brasil com o Observatório Gemini, onde as medidas foram realizadas.

A radiogaláxia foi pré-selecionada com base em observações feitas em diferentes comprimentos de onda de rádio, que indicavam que ela teria um espectro típico de objetos distantes. Entretanto, devido à sua longa distância, a galáxia não havia sido detectada ainda em comprimentos de onda ótico nem infravermelho. A observação nestes comprimentos de onda exigiu a utilização do espectrógrafo GMOS do telescópio Gemini Norte, no Havaí/EUA, que permitiu detectar uma linha de emissão de hidrogênio da radiogaláxia, estabelecendo, assim, a sua distância com alta precisão.

A busca por essas radiogaláxias distantes é importante porque, no futuro, radiotelescópios como o Low-frequency Array (LOFAR) e o Square Kilometer Array (SKA) serão capazes de analisar seus espectros. Isso permitirá estudar como a luz ionizante produzida pelas primeiras estrelas e galáxias do universo afetou as propriedades do espaço durante a denominada "época da reionização", um período muito importante da história do Universo, ainda não bem compreendido.

O estudo faz parte da tese de doutorado do aluno Murilo Marinello, que estuda a física de galáxias ativas. Galáxias ativas se distinguem das galáxias normais por apresentarem um brilho intenso em sua região central, o qual não pode ser atribuído apenas à densidade das estrelas ali localizadas. No centro destas galáxias existe um buraco negro circundado por um disco de gás, e a matéria inserida neste disco libera energia na forma de uma radiação brilhante, o que não é observado em galáxias normais. Esta radiação e as partículas energéticas expelidas pelo sistema se apresentam na forma de jatos ou lóbulos, que são detectados em comprimentos de onda de rádio, sendo as radiogaláxias um exemplo deste fenômeno. A defesa da sua tese está prevista para fevereiro de 2019, no Observatório Nacional.




Fonte: Site do Observatório Nacional (ON)

Abertas as Inscrições Para Curso Online de Sensoriamento Remoto do INPE

Caro leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (14/08) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que estão abertas as inscrições para o “Curso Online de Sensoriamento Remoto” deste instituto.

Duda Falcão

NOTÍCIA

Abertas as Inscrições Para Curso
Online de Sensoriamento Remoto

Por INPE
Publicado: Ago 14, 2018

São José dos Campos-SP, 14 de agosto de 2018

Até 31 de agosto, estão abertas as inscrições para o curso online "Sensoriamento Remoto: Aprendizagem Continuada" promovido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em parceria com a Associação de Especialistas Latino-Americanos em Sensoriamento Remoto (Selper).

O curso é destinado a professores, universitários e profissionais de nível superior, especialmente das áreas de Ciências da Terra e Ambientais, interessados em aprender sobre aquisição, processamento e uso de imagens de satélite.

A carga horária total é de 80 horas (10 semanas) com dedicação do aluno de, em média, 8 horas semanais durante o período do curso.

As aulas teóricas são ministradas por webconferência e o curso também oferece videoaulas, sessões de bate-papo, atividades individuais e em grupo.

Desde 2004, mais de mil profissionais foram capacitados por este curso, com aulas totalmente a distância, pela internet. A edição de 2018 começa em 11 de setembro e se encerra em 19 de novembro.



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Programa Globe da NASA Capacita Professores na Região da Tríplice Fronteira

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (15/08) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que o Programa Globe da NASA capacita professores na Região da Tríplice Fronteira

Duda Falcão

INSTITUCIONAL

Programa Globe Capacita Professores
na Região da Tríplice Fronteira

Coordenação de Comunicação Social – CCS
Publicado em: 15/08/2018 07h5
Última modificação: 15/08/2018 11h32


A Agência Espacial Brasileira (AEB) realizou, na primeira semana de agosto, na região da tríplice fronteira – Foz do Iguaçu (PR) Brasil, Paraguai e Argentina — o workshop “Envolvendo cidadãos no prognóstico e na observação de arboviroses”, do programa Globe. O encontro contou com a participação de autoridades das áreas de saúde e educação, e teve como principal objetivo reforçar o papel da ciência cidadã na coleta de dados sobre mosquitos, além de capacitar professores e promover a cooperação entre os três países. O workshop aconteceu na Usina Hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu.

Com um público de aproximadamente cem pessoas, o encontro conjugou palestras e atividades práticas voltadas à observação e identificação de gênero das larvas dos mosquitos. Profissionais do Centro de Controle de Zoonoses de Foz do Iguaçu buscaram criar sinergias com os professores interessados em utilizar o protocolo Globe em sala de aula, e especialistas explicaram o impacto das mudanças climáticas na proliferação de mosquitos, bem como a necessidade de coordenar esforços a fim de identificar e prevenir epidemias do vírus Zika e outras arboviroses.

A coordenadora geral do Globe, na Argentina, professora Marta Kingsland, participou por videoconferência, apresentando os resultados do programa em nível local e internacional, e enriquecendo sua intervenção com dados das atividades desenvolvidas pelas escolas do país argentino. Na sequência, a representante do Paraguai, dra. Antonieta Rojas, explicou a epidemiologia dos mosquitos. A coordenadora adjunta do Globe Brasil, dra. Nádia Sacenco, ressaltou os benefícios de aplicações espaciais, como imagens de satélites, na construção de um mapa global de possíveis focos de vetores como o Aedes aegypti, por exemplo.

Durante as atividades práticas, os participantes familiarizaram-se com o aplicativo Globe Mosquito Habitat Mapper, um protocolo que pode ser utilizado gratuitamente em celulares e tablets, auxiliando na identificação e observação de larvas e criadouros de mosquitos. Entusiasmada com a oportunidade de trabalhar com uma agenda propositiva em âmbito Sul-Sul, dra. Sacenco registrou a importância de se motivar professores e estudantes a participarem de pesquisas desde o ensino básico, destacando o caráter interdisciplinar da iniciativa e o poder de despertar a curiosidade científica em crianças, jovens e adultos.

Globe no Brasil

Criado em 1994, o Globe é um programa de educação e ciência ambiental patrocinado pela Agência Espacial Americana (NASA) com apoio de agências espaciais e instituições educacionais em mais de 120 países. Por meio de análise de dados coletados, o Globe ajuda a criar uma comunidade de professores, estudantes e cidadãos, contribuindo para maior compreensão do meio ambiente e para a formação científica dos agentes envolvidos.

Acordo entre a AEB e a NASA viabilizou a implementação do programa no Brasil desde 2015. O País é uma região fundamental para os estudos ambientais em virtude da grande diversidade e do extenso território, além de sua atuação no âmbito do Globe ter significativo impacto na condução de pesquisas relacionadas às mudanças climáticas em todo o mundo.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Pois é, olha aí amigo Oswaldo, foi em sua área.

Psicóloga Gilda Moura Ministra Palestra Sobre Seres Híbridos Esse Domingo em Curitiba

Olá leitor!

Para você que é curitibano ou que esteja de passagem pela capital paranaense e que tenha mente aberta para fenômenos ufológicos, neste próximo domingo (19/08), a especialista brasileira em abduções “Gilda Moura” estará em Curitiba realizando uma palestra sobre seres híbridos.


Vale dizer que psicóloga carioca Gilda Moura é uma das maiores especialistas no mundo em abduções alienígenas. Ela estuda casos de pessoas abduzidas por ETs desde de 1972 e de lá para cá, não apenas pesquisa como tem atendido essas pessoas e contatadas.

Psicóloga Gilda Moura
Gilda é autora dos livros “Transformadores de Consciência”, “O Rio Subterrâneo” e “O Pacto dos Ancestrais”, entre outros. Na sua atividade e usa regularmente da hipnose regressiva na investigação de casos de abduções e atuou como consultora em projetos da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos. É também consultora da Revista UFO.

Em sua oficina nos Intensivos de Ufologia da Revista UFO, intitulada Abduções e Seres Híbridos no Processo de Transição Planetária”, ela mostrará que aliens estão interferindo na evolução da humanidade, sendo as abduções a forma mais direta. Segundo ela, um dos principais objetivos deles seria gerar crianças híbridas, parte alienígenas, parte humanas, que são reintroduzidas na sociedade. Acredita-se que elas terão um papel decisivo no processo de transição planetária, que já estamos vivendo e viveremos anda mais intensamente no futuro próximo.


Assista ao vivo em Curitiba ou pela internet em sua casa, em qualquer dispositivo. Em Curitiba restam as últimas vagas. Inscrições apenas no site oficial:



Evento: “Abduções e Seres Híbridos no Processo de Transição Planetária”
Palestrante: Psicóloga Gilda Moura
Dia: 19/08 (domingo)
Horário: as 14:00
Local: Hotel Nacional Inn Torres
Cidade: Curitiba-PR

Duda Falcão

Brasil Prioriza CLA em Visita do Secretário de Defesa dos EUA

Olá leitor!

Uma matéria foi publicada na edição de ontem (14/08) do O jornal “O Estado do Maranhão” de São Luís, destacando que durante a visita oficial do Secretário de Defesa do EUA, James Mattis, a sede do Ministério da Defesa (MD) em Brasília, o Brasil priorizou as discussões sobre o uso da Base de Alcântara pelo TIO SAM.

Duda Falcão

O PAÍS

Brasil Prioriza CLA em Visita
do Secretário de Defesa dos EUA

Ministro brasileiro afirmou que acordo pode ser finalizado ainda neste ano; para o
Centro de Lançamento de Alcântara, é considerado fundamental, já que o Brasil
poderá ter acesso ao mercado bilionário do envio de satélites ao espaço

O Estado Do Maranhão
14/08/2018

Foto: O Globo
Ministro brasileiro da Defesa, Joaquim Silva e Luna,
conversa com secretário da Defesa dos EUA, James Mattis.

BRASÍLIA – O ministro brasileiro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, pediu ontem empenho do secretário americano de Defesa, James Mattis, para finalizar o quanto antes o acordo de salvaguarda tecnológica com os Estados Unidos que pode viabilizar o envio de satélites a partir da base brasileira de Alcântara, no Maranhão. Após um encontro bilateral, Silva e Luna disse esperar que o acordo seja assinado ainda neste ano. Desde domingo, Mattis está em sua primeira viagem pela América do Sul, iniciada no Brasil.

"Havia dois pontos com diferenças de redação, já resolvemos um e estamos trabalhando no outro", disse o ministro brasileiro. Por sua vez, Mattis disse que os dois lados estão trabalhando em busca de um terreno comum para finalizar um acordo sobre a base brasileira.

O acordo para a base de Alcântara é considerado fundamental para que o Brasil tenha acesso ao mercado bilionário do envio de satélites ao espaço. Parado desde 2003, recebeu no início do ano o sinal verde das autoridades americanas. Se aprovado, terá que ser aprovado pelo Congresso brasileiro.

De acordo com o ministro da Defesa, o Brasil tem interesse na produção de informações do satélite. “Enfatizamos muito já que os Estados Unidos têm uma grande capacidade de informação na área, que é a de inteligência por meio de satélites de imagem”, disse Silva e Luna aos jornalistas após o encontro com o secretário de Defesa, sem especificar se o interesse brasileiro diz respeito à segurança, telecomunicações, clima e/ou meio ambiente.

“Na verdade, está se tratando não do que sai do chão, mas do que está no espaço. A preocupação é com o que está no espaço não é com o centro de lançamento em si, já que é um espaço livre e uma área que não ameaça a segurança das nações”, assinalou Silva e Luna.

Silva e Luna disse ainda que pediu ao americano mais cooperação na área cibernética e no compartilhamento de informações, e que os dois trataram da situação da Venezuela. Mattis também se encontrou com o ministro das relações exteriores, Aloysio Nunes Ferreira.

O americano desembarcou na noite de ontem,13, no Rio, onde dará uma palestra na Escola Superior de Guerra na manhã de hoje, 14. A última visita de um secretário de Defesa americano ao Brasil foi com Leon Panetta, em 2012, durante o governo de Barack Obama. Os dois países passam por uma fase de maior cooperação na área de segurança, depois de boas experiências na Copa do Mundo e nas Olimpíadas. No início do ano, foi criado um foro bilateral sobre o tema.

Passando também por Argentina, Chile e Colômbia, Mattis visitará países mais alinhados ideologicamente com Washington. A Colômbia acabou de ser aceita como “parceiro global” da Otan, o Chile tem agora um presidente conservador, Sebastian Piñera, e a Argentina vem se reaproximando dos EUA desde a posse de Mauricio Macri, no final de 2015. Mattis, general da reserva dos Fuzileiros Navais, é o único secretário da área de segurança nacional que está no cargo desde o início do governo Trump.

Missão Espacial

São quase 40 anos de promessas desde que, em 1979, a ditadura militar lançou a Missão Espacial Completa Brasileira prevendo a criação de um centro espacial no país. Após três tentativas frustradas de lançamento de foguetes VLS (veículos lançadores de satélites), umas dais quais resultou em 21 mortes, o governo do presidente Michel Temer busca tornar a proposta realidade por meio de um controverso acordo com os Estados Unidos ainda este ano.

O objetivo é viabilizar o uso comercial do CLA, no litoral do Maranhão, o que em outras palavras significa gerar recursos alugando a base para países e empresas colocarem seus satélites em órbita. O CLA pertence ao Estado brasileiro e é gerido pela Aeronáutica.

O local é celebrado como uma das melhores zonas de lançamento do mundo, já que sua localização muito próxima da linha do equador permite uma economia de cerca de 30% no combustível necessário para essas operações. O Brasil, no entanto, nunca conseguiu por meios próprios realizar lançamentos para colocar satélites em órbita. Já uma parceria com a Ucrânia consumiu desde 2007 R$ 480 milhões sem alcançar seu objetivo.


Fonte: Jornal O Estado do Maranhão – 14/08/2018 – Pág. 05

Comentário: Pois é leitor, ta ai o relato deste encontro deste jornal maranhense que tem sido nos últimos anos uma das fontes de informação sobre o PEB e sua pseudo politica desastrosa. Agora só resta aguardar para ver no que toda essa movimentação vai resultar de verdade. Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor maranhense Edvaldo Coqueiro pelo envio desta matéria.

Brasil e EUA Avançam em Acordos Bilaterais no Setor Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo a nota oficial postada ontem (14/08) no site do Ministério da Defesa (MD) tendo como destaque a visita oficial do Secretário de Defesa dos Estados Unidos (EUA), James Mattis, a este ministério e ao Brasil.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Brasil e EUA Avançam em Acordos
Bilaterais no Setor Espacial

Assessoria de Comunicação (Ascom)
Publicado: Terça, 14 de Agosto de 2018, 10h53
Ministério da Defesa
61 3312-4071

Brasília, 13/08/2018 – O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, recebeu, na segunda-feira, visita oficial do secretário de Defesa dos Estados Unidos (EUA), James Mattis, que iniciou hoje uma agenda de cooperação com países da América Latina.

Durante o encontro, o ministro Silva e Luna tratou com o secretário norte-americano de questões de interesse do Brasil, como a cooperação em Cibernética, com destaque para o treinamento de militares e para o intercâmbio de boas práticas, além de avanços para um entendimento comum da necessidade de troca de informações voltadas ao combate de crimes transfronteiriços.

Os representantes da Defesa do Brasil e dos EUA também conversaram sobre avanços nas relações de cooperação militar entre os dois países, tais como o Acordo na Área de Informações Tecnológicas (Master Information Exchange Agreement – 2017); e o Acordo de Apoio Logístico e Serviços (Acquisition and Cross-Servicing Agreement – 2018).

Foto: Alexandre Manfrim/MD

Eles também trataram do Acordo Quadro para uso pacífico do Espaço Exterior, e sobre a recente assinatura, por parte da Força Aérea Brasileira, do Acordo de Consciência Situacional do Espaço (Space Situational Awareness).

O ministro Silva e Luna explicou que o encontro também tratou da união de esforços em torno da assinatura de acordos importantes, como o Acordo de Salvaguardas Tecnológica para uso do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão.

“Foi um encontro bastante proveitoso, particularmente para alinharmos algumas percepções sobre o que pensamos de Defesa nesta parte do continente americano”, destacou o ministro. Silva e Luna também conversou com o secretário norte-americano sobre a importância do Acordo de Pesquisas, Desenvolvimento, Testes e Avaliações (RDT&E) e sobre o Acordo para o Intercâmbio de Cientistas e Engenheiros (ESEP).

Também participaram do encontro os comandantes da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, da Força Aérea, brigadeiro Nivaldo Rossato, o chefe do Estado Maior-Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), almirante Ademir Sobrinho, e, representando o comandante do Exército, o general Walter Braga Netto.


Fonte: Site Ministério da Defesa - http://www.defesa.gov.br/

Comentário: Bom leitor peço a você que leia com bastante atenção essa nota, pois a mesma cita que a FAB assinou recentemente um tal de “Acordo de Consciência Situacional do Espaço (Space Situational Awareness)”. Com o perdão da palavra, que diabo é isso? Enfim... uma hora toda essa história com os americanos haverá de ser esclarecida para sociedade brasileira. Só resta torcer para que esse caras não tenham entregue a nossa soberania e liberdade para o TIO SAM .

Ele Chegou. Cometa Verde Panstarrs Está Muito Perto do Sol

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (13/08) no site “Apollo11.com” destacando que o cometa verde C/2017 S3 Panstarrs já se encontra muito perto do Sol.

Duda Falcão

Editoria: Astronomia

Ele Chegou. Cometa Verde
Panstarrs Está Muito Perto do Sol

Segunda-feira, 13 ago 2018 - 11h14

Na próxima quarta-feira, 15 de agosto, o cometa C/2017 S3 Panstarrs chegará ao periélio - momento da máxima aproximação do Sol - e deverá atingir o ponto máximo de seu brilho. Cometas são imprevisíveis e ninguém sabe como este viajante gelado se comportará.

Cometa C/2017 S3 registrado pelo astrofotógrafo
Michael Jäger, em julho de 2018.

Descoberto em 23 de setembro de 2017 através dO telescópio PS1, localizado no monte Haleakala no Havaí, C/2017 S3 é um cometa de órbita hiperbólica, provavelmente proveniente da nuvem de Oort, situada a cerca de 50 mil UA do Sol, ou 7.5 trilhões de km.

Na próxima quarta-feira, 15 de agosto, o cometa atingirá o ponto máximo de aproximação da nossa estrela, da qual passará a 31 milhões de km de distância.

Sem fazer alarde, o cometa passou recentemente nas vizinhanças da Terra em 7 de agosto de 2018, a uma distância de 113 milhões de quilômetros. Devido ao tipo de orbita, tudo indica que esta é a primeira vez que a rocha gelada passa nas cercanias da Terra e do Sol e possivelmente não deverá retornar nos próximos milhares de anos.

Simulação da passagem do cometa C/2017 S3 na
frente do coronógrafo lasco C3. Para ver o cometa
acesse nossa página Atividade solar entre os dias
24 de agosto e 13 de setembro de 2018.

Desde que foi descoberto, C/2017 S3 apresentou duas explosões de brilho, chamadas tecnicamente de outbursts, provocadas pela fragmentação do núcleo principal devido à sua aproximação do Sol. Essas fragmentações lançaram ao espaço milhões de toneladas de material cometário, que ao serem sublimadas aumentaram bruscamente o brilho do cometa.

Observadores experientes informaram que o processo de outburst fez o brilho do cometa saltar da magnitude 12 para a magnitude 9 em apenas algumas horas. Esse decremento de 3 magnitudes significa que C/2017 S3 ficou 15 vezes mais brilhante.

Embora o tamanho do núcleo de C/2017 S3 seja desconhecido, pesquisadores entendem que seu diâmetro não seja maior que 1 km. Apesar de relativamente pequeno, a violenta sublimação de material fez a coma do cometa crescer e de acordo com as observações recentes já atinge cerca de 250 mil km de diâmetro, aproximadamente duas vezes o tamanho angular do planeta Júpiter.

Por que o cometa é verde?

Uma das coisas que mais chama a atenção nas imagens do cometa C/2017 S3 é sua cor esverdeada. Essa cor dominante é emitida pela presença de carbono diatômico, que quando ionizado pela radiação ultravioleta proveniente do Sol emite luz no comprimento de onda verde de 550 nanômetros.

Dá pra ver o cometa verde?

A menos que você seja um observador experiente do céu, isso não é possível. O cometa está atualmente na magnitude 8 e no dia 15 atingirá a magnitude -7.5, ambas fora do range de sensibilidade do olho humano, que só começa a perceber brilhos a partir da magnitude 6.
Além disso, a proximidade do cometa em relação ao Sol faz com que seu brilho seja totalmente ofuscado pela estrela e somente observadores e astrofotógrafos experientes conseguirão algum registro do objeto.

Como ver o cometa C/2017 S3?

Embora a observação do cometa esteja praticamente descartada, ao menos por enquanto, existe uma forma de ver a passagem do cometa nas proximidades do Sol.

De acordo com simulações feitas pelo Apolo11 e outros órgãos especializados, entre os dias 24 de agosto e 13 de setembro, C/2017 S3 cruzará o campo de visão do coronógrafo LASCO C3, a bordo do telescópio SOHO. O cometa surgirá no canto inferior esquerdo das imagens e durante 20 dias transitará pelo campo de visão do telescópio. Para ver o objeto, acesse nossa página Atividade solar


Fonte: Site Apolo11 -  http://www.apolo11.com/

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Brasil e Israel Discutiram em Jerusalém Temas de Defesa e Parcerias e Entre Elas a Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (10/08) no site do Ministério da Defesa (MD) destacando que o ministro Joaquim Silva e Luna esteve na semana passada em viajem oficial a Israel onde discutiu temas de Defesa e parcerias e entre elas uma possível Cooperação Espacial.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Brasil e Israel Abordam Temas
de Defesa e Parcerias

Assessoria de Comunicação (Ascom)
Publicado: Sexta, 10 de Agosto de 2018, 18h17
Ministério da Defesa
61 3312-4071

Brasília, 10/08/2018 – O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, retornou, na quinta-feira (9), de viagem oficial à Israel. A agenda foi um dos assuntos tratados na visita do embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, ao ministro, em maio deste ano.

Em Jerusalém, Joaquim Silva e Luna foi recebido pelo presidente de Israel, Reuven Rivlin. Na oportunidade, foram realçados os traços de amizade entre os dois países e o papel desempenhado pelo brasileiro Osvaldo Aranha, na sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas que possibilitou a criação do Estado de Israel.

Em seguida, o ministro brasileiro encontrou com o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Liberman. Os temas inicialmente abordados pelo ministro Silva e Luna envolveram a defesa cibernética e as possibilidades para a área de satélites, com a exploração do Centro de Lançamento de Alcântara.

Ao final, foi acertada a criação de um grupo de trabalho com representantes dos dois países para a definição das áreas possíveis de parceria e, assim, tornar efetivos os resultados de interesse comum.

Com esse enfoque, o ministro Silva e Luna assistiu apresentação da Direção de Defesa, Pesquisa e Desenvolvimento e conheceu os principais produtos de defesa que Israel tem interesse em fazer parcerias com o Brasil.

O encontro entre os ministérios da Defesa do Brasil e de Israel abriu mais possibilidades para a base industrial de defesa brasileira, que já tem a participação de algumas empresas israelenses.

Durante a agenda, o ministro Silva e Luna conheceu a Direção de Defesa Cibernética e pôde verificar a estrutura de funcionamento dessa organização militar israelense. Ele confirmou o interesse na troca de experiências com o Comando de Defesa Cibernético brasileiro.

As Forças de Defesa de Israel fizeram ainda uma apresentação sobre os 70 anos de serviço desempenhados pelas mulheres e a representatividade que exercem ao ocuparem 35% dos efetivos de ativos, 9% das forças de combate e 43% dos serviços de inteligência.

O ministro brasileiro visitou, também, empresas estratégicas do segmento de defesa que contam com produtos de defesa de interesse das Forças Armadas brasileiras. Essas empresas têm em seus portfólios, entre outros, equipamentos e soluções na área da defesa cibernética, de satélites dos mais diversos tipos, pesos e finalidades, de proteção de fronteiras, de mísseis, de proteção de infraestruturas críticas e de veículos aéreos não transportados (VANTS).


Fonte: Site Ministério da Defesa - http://www.defesa.gov.br/

Comentário: Essa notícia é muito curiosa leitor, já que na semana passada o jornal O Globo (veja aqui) publicou que o Ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, havia elogiado em uma cerimônia no Palácio do Planalto de cumprimentos a Oficiais Generais recém-promovidos, a chapa composta pelo candidato a Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), e seu vice General Hamilton Mourão (PRTB), dizendo que era uma chapa composta por pessoas preparadas. Ora leitor, não é novidade nenhuma a grande simpatia que o candidato Jair Bolsonaro supre pelo estado de Israel, então... e vale lembrar também de que o nosso VLM-1 (hoje mais alemão do que brasileiro) teve o seu projeto baseado no veiculo lançador israelense “Shavit”. Pois é leitor, algo de diferente está acontecendo nos bastidores do PEB (tomara mesmo que para melhor em prol do futuro de nossa sociedade) e estamos investigando.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Brasil e EUA Voltam a Tratar do Uso de Alcântara Para Lançar Foguetes

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (13/08) no site da “Agência Brasil” confirmando que no encontro de hoje entre o Ministro da Defesa do Brasil, Joaquim Silva e Luna, e o Secretário de Defesa dos Estados Unidos (EUA), James Mattis, foi discutido como anunciado pelo Blog no dia de ontem o uso da Base de Alcântara.

Duda Falcão

Política

Brasil e EUA Voltam a Tratar do Uso
de Alcântara Para Lançar Foguetes

Por Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil - Brasília
Edição: Lílian Beraldo
Publicado em 13/08/2018 - 18:03

O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, reuniu-se no começo da tarde de hoje (13) com o secretário de Defesa dos Estados Unidos (EUA), James Mattis.

No encontro, foram tratados da situação social da Venezuela, de cooperações militares, inclusive na área cibernética, e da retomada de um acordo de salvaguardas tecnológicas para utilização da Base de Lançamento de Alcântara, a cerca de 30 km de São Luís (MA).

Segundo Silva e Luna, “os americanos estão mexendo na proposta” para viabilizar um acordo ainda este ano.

De acordo com o ministro brasileiro, “o secretário de Defesa [James Mattis] se comprometeu, no mais curto prazo, a ajustar os detalhes para que o acordo fique conforme nossos interesses e seja entendido pelo país inteiro, pela sociedade, que é traduzido pelo nosso Congresso”.

A base, criada em 1983 para o Programa Espacial Brasileiro, é objeto de interesse dos Estados Unidos por causa da proximidade com a Linha do Equador, que possibilita a economia de combustível no lançamento de foguetes. Um acordo para uso norte-americano foi frustrado nos anos 1990 por causa da resistência do Congresso Brasileiro, que desejava um contrato que garantisse maior transferência de tecnologia e acesso a informações a operações no local.

De acordo com o ministro da Defesa, o Brasil tem interesse na produção de informações do satélite. “Enfatizamos muito já que os Estados Unidos têm uma grande capacidade de informação na área, que é a de inteligência por meio de satélites de imagem”, disse Silva e Luna aos jornalistas após o encontro com o secretário de Defesa, sem especificar se o interesse brasileiro diz respeito à segurança, telecomunicações, clima e/ou meio ambiente.

“Na verdade, está se tratando não do que sai do chão, mas do que está no espaço. A preocupação é com o que está no espaço não é com o centro de lançamento em si, já que é um espaço livre e uma área que não ameaça a segurança das nações”, assinalou Silva e Luna.

O acordo com os norte-americanos é defendido pela Agência Espacial Brasileira e pelo Comando da Aeronáutica. Em artigo recente (veja aqui), o comandante da Aeronáutica, Nivaldo Luiz Rossato, defendeu as negociações e o esclarecimento da população. “O país precisa saber que Alcântara não está à venda, não será arrendada e que tampouco haverá cessão de área ou qualquer outra ação que afete a soberania brasileira”, escreveu.

Venezuela

Ainda de acordo com o ministro da Defesa, os norte-americanos adotaram uma posição de expectadores em relação aos desdobramentos dos problemas sociais, políticos e econômicos na Venezuela que acarretaram no aumento da imigração de venezuelanos para o Brasil e a Colômbia.

“A colocação dos Estados Unidos nesse aspecto é muito prudente. Considera que a solução deve ser liderada pelo Brasil e pergunta sempre como pode ajudar”, disse Luna e Silva que informou ter trocado ideias com Mattis sobre uma maneira de construir “solução para tirar o país da dificuldade que está passando”.


Fonte: Site da Agência Brasil

Comentário: Pois é leitor tá aí a notícia e plagiando os religiosos de plantão que Deus nos ajude para que esses caras não estejam fazendo ainda mais asneiras. Porém sinceramente em minha experiência com essa gente eu duvido muito disso. Mas vamos aguardar para termos esse acordo em mãos e assim avaliar o que será feito.

Programa Globe da NASA Chega à Região Norte do Brasil

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (13/08) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que o Programa Globe da NASA chega à Região Norte do Brasil.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Programa Globe Chega à
Região Norte do Brasil

Coordenação de Comunicação Social – CCS
Publicado em: 13/08/2018 - 17h03
Última modificação: 13/08/2018 - 17h32


A 9ª edição do programa Globe-NASA no Brasil chegará a Manaus na próxima quarta-feira (15.08). Professores, líderes comunitários e profissionais da área de saúde podem se inscrever e participar do workshop do Globe, a ser realizado pela Agência Espacial Brasileira pela primeira vez na a região Norte do País.

O Workshop acontecerá no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus (AM) e vai capacitar os participantes para desenvolver estudos e descobertas científicas que ajudam a compreender a complexidade dos ecossistemas e do meio ambiente da Terra.

As atividades envolvem os protocolos da larva do Aedes Aegypti, mosquito transmissor de doenças como a dengue, zika e chikungunya e de componentes do sistema terrestre com dados da atmosfera, como precipitação líquida, temperatura do ar e umidade relativa. Toda a capacitação será orientada pelas treinadoras do Globe, a professora brasileira, Inês Mauad e a americana, Renée Codsi.

O Globe é um programa de ciência e educação que chegou ao Brasil em 2016, após uma parceria entre a AEB e a Agência Espacial Americana (NASA). O Programa envolve a participação de estudantes, professores, cientistas e cidadãos em estudos científicos que contribuem de maneira significativa para a compreensão do meio ambiente em escalas locais, regionais e globais.

Para se inscrever no Workshop acesse aqui

As vagas são limitadas a 30 participantes. Dúvidas e mais informações entre em contato pelo e-mail: dsad.globe@aeb.gov.br

Compartilhamento de Dados

Estudantes e professores de escolas de todo mundo realizam diariamente medições científicas do meio ambiente. Eles submetem seus dados em um banco de dados do Globe via internet para que outros participantes possam acessar dados em forma de mapas, gráficos e tabela para análises avançadas que requeiram informações de fontes variadas.

A disponibilização dos dados na plataforma online tem o objetivo de fornecer informações para que cientistas participem da rede científica internacional do Globe e possam utilizar os dados em pesquisa, além de facilitar o aprendizado de estudantes sobre programa de observação da Terra contribuindo e utilizando medições de outras escolas em estudos ambientais.

Globe no Brasil

Brasília foi a primeira cidade brasileira a ser contemplada com o programa em 2016. A partir de 2017 a AEB levou o Programa para outros estados brasileiros. Foram realizados Workshops em diversos regiões do País, como São Paulo, Paraná, Rio Grande do Norte. A última edição aconteceu em agosto deste ano, na Tríplice Fronteira – Foz do Iguaçu (PR), Argentina e Paraguai.

O Globe foi criado em 1994 e hoje está presente em mais de 32 mil escolas distribuídas em 121 países. Para saber mais sobre o Globe acesse o endereço: www.globe.gov


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)