quarta-feira, 25 de maio de 2016

UFRJ Cria Equipe de Espaçomodelismo - Equipe Minerva Rockets

Olá leitor!

Como prova que o Espaçomodelismo vem se desenvolvendo no país, apesar do caos do Setor Espacial sob o comando de uma Agência Espacial de Brinquedo (AEB) de um governo desastroso, o Estado do Rio de Janeiro teve recentemente criada a sua segunda equipe universitária de fogueteiros (até onde tenho conhecimento), além do já existente Grupo de Foguetes do Rio de Janeiro (GFRJ) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), também criado recentemente, mas já conhecido pela sua participação exitosa na ultima edição do "Festival de Minifoguetes de Curitiba" (falarei mais sobre este grupo na semana que vem).

Trata-se da equipe “Minerva Rockets” da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), equipe esta criada este mês de maio que terá como objetivo projetar e construir foguetes, além de reunir pessoas que queiram aprender tópicos relativos à indústria aeroespacial, organizar palestras, visitas técnicas, minicursos e fazerem parte da construção de conhecimento nesta área, e assim, motivar e encorajar estudantes à seguirem Carreiras STEM (Science, Technology, Engineering and Mathematics).

O Blog BRAZILIAN SPACE dá às boas vindas a equipe “Minerva Rockets” esperando que seu exemplo possa ser seguido por mais universidades espalhadas pelo país, especialmente em nosso sofrido Nordeste Brasileiro. Cadê a Bahia minha gente????

Para maiores informações visite a página da equipe no Facebook pelo link: https://www.facebook.com/minervarockets/

Duda Falcão

Equipe do ITA e Grupo TOPUS da USP Firmam Parceria Para Participarem Conjuntamente da COBRUF

Olá leitor!

Desde que o Prof. Carlos Henrique Marchi por iniciativa própria ao lado de seus alunos do Departamento de Mecânica da Universidade Federal do Paraná (UFPR) resolveram criar em 2014 o “Festival de Minifoguetes de Curitiba”, o Espaçomodelismo Brasileiro vem se desenvolvendo no país de forma bastante significativa, desenvolvimento este que culminou na ultima edição do festival (em abril passado) na criação da Associação Brasileira de Minifoguetes (ABMF) ou na versão em inglês BAR (Brazilian Association of Rocketry), além de, por exemplo, aproximar cada vez mais equipes de fogueteiros universitários em projetos conjuntos.

O mas recente exemplo disto foi à parceria firmada entre a famosa equipe do ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA Rocket Design) com o Grupo TOPUS da USP São Carlos, para que conjuntamente participem como uma única equipe na próxima edição da Competição Brasileira Universitária de Foguetes (Cobruf).


O Blog BRAZILIAN SPACE parabeniza ambas as equipes por esta pareceria e espera que esta iniciativa venha incentivar outras equipes a seguirem o mesmo exemplo.

Duda Falcão

Senadores e Comunidade Científica Manifestam-se Contra Fusão de Ministérios

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (24/05) no site da “Agência Senado” destacando que em Audiência Pública realizada ontem na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) do Senado Federal, Senadores e Comunidade Científica manifestam-se contra fusão de ministérios.

Duda Falcão

TECNOLOGIA - POLITICA

Comissões

Senadores e Comunidade Científica
Manifestam-se Contra Fusão de Ministérios

Agência Senado
Da Redação
24/05/2016, 14h48
Atualizado em 24/05/2016, 21h51

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Em audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia nesta terça-feira (24), a comunidade científica e senadores manifestaram-se unanimemente contra a fusão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação com o das Comunicações. A alteração na estrutura administrativa do governo foi feita pelo presidente da República interino, Michel Temer, por meio de medida provisória (MP 726/2016), publicada no dia 12 deste mês, mesmo dia em que tomou posse.

O presidente da comissão, senador Lasier Martins (PDT-RS), afirmou que encaminhará ofício a Temer pedindo o restabelecimento da autonomia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

A presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, afirmou que o Brasil precisa entender que ciência, tecnologia e inovação devem ser objeto de uma política de Estado. O MCTI é um ministério transversal, que perpassa todas as áreas do conhecimento, explicou a pesquisadora.

Helena Nader disse ainda que a ciência brasileira, embora jovem, está bem em termos de interdisciplinaridade. No que se refere à inovação, entretanto, o país não mostra bons resultados por causa do número de patentes.

— O Brasil está muito bem com suas universidades, com o número de citações. Nós estamos mal é em número de patentes. Esse é um calcanhar de Aquiles que temos que resolver — afirmou.

A presidente da SBPC criticou ainda os valores orçamentários destinados ao Ministério da Ciência e Tecnologia, observando que equivalem ao que foi direcionado à pasta em 2001.

— Isso é assustador na minha visão. Aumentou o número de pesquisadores, aumentou o número de pesquisas e o financiamento é o mesmo de 15 anos atrás — disse.

Para Elíbio Leopoldo Rech Filho, titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC), o Brasil precisa aumentar os recursos destinados à Pesquisa e Desenvolvimento que, atualmente, ficam em torno de 2% do PIB, enquanto em outros países correspondem a 3%. Segundo o acadêmico, a descontinuidade nos processos do ministério poderá ser um atraso perigoso e irrecuperável para o país.

Manoel Santana Cardoso, superintendente Científico, Tecnológico e de Inovação da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal, afirmou que a fusão entre os dois ministérios representa um risco à ciência e tecnologia no país, porque é um setor que precisa de autonomia e de reforçar sua agenda.

— Não é uma questão de não ver a importância do Ministério das Comunicações. Mas Ciência e Tecnologia tem que ter uma agenda própria, tem que ter um órgão que a represente de maneira autônoma.

Da mesma forma se manifestou o secretário-executivo da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Gustavo Henrique de Sousa Balduíno. Ele questionou qual seria a verdadeira motivação para unir as duas pastas e afirmou que a fusão é um retrocesso.

— Não podemos pautar o projeto estratégico do país por respostas simbólicas em momentos de conveniência da política e, certamente, a fusão do Ministério de Ciência e Tecnologia não é resposta para isso.

Risco

Os senadores Jorge Viana (PT-AC), Cristovam Buarque (PPS-DF), Hélio José (PMDB-DF), Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e o deputado Celso Pansera (PMDB-RJ), ex-ministro da Ciência e Tecnologia, criticaram a fusão dos dois ministérios. Para Jorge Viana, um dos autores de requerimento para a audiência pública, a fusão é um absurdo e o país está correndo um risco.

— Agora o Brasil quer fazer o pior dos negócios, que é pôr uma pedra em cima do conhecimento, do desenvolvimento científico. Nós tínhamos que estar pedindo desculpas à comunidade científica, porque só agora nós fizemos o marco regulatório. Eu não vou discutir outros, mas o fim do Ministério da Cultura e o da Ciência e Tecnologia são inconcebíveis — disse.

Segundo Cristovam, o ensino superior deveria ser incorporado ao MCTI para que o Ministério da Educação desse uma atenção especial à educação de base. Ele chamou de insanidade a extinção da pasta.

O ministro anterior da Ciência e Tecnologia, deputado Celso Pansera, concorda com Cristovam. Ele pediu o apoio dos senadores para conseguir remanejamento de verba do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e para ampliar o valor do déficit fiscal para o ministério na proposta que altera a meta fiscal de 2016 (PLN 1/2016).

— Seria importante que os senadores aqui presentes nos ajudassem na aprovação dessa emenda, ampliando em 600 milhões o orçamento do Ministério, o que fará com que ele respire um pouquinho, os contratos, a Finep, com o orçamento do CNPq voltando a oferecer as bolsas para o exterior, que foram cortadas por falta de orçamento — pediu Pansera.

De acordo com o presidente da CCT, Lasier Martins, as participações do público durante a audiência pelo portal e-Cidadania foram majoritariamente contra a fusão dos dois ministérios.

A comissão pretende ouvir o novo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab, em uma próxima audiência pública, ainda com data a definir.

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Fonte: Site da Agência Senado

Comentário: Espero sinceramente que essa iniciativa dê algum resultado, mais não acredito nisto, há não ser se as lideranças políticas dessa ‘casa da vergonha’, realmente venham abraçar este movimento, caso contrário, será mais uma palhaçada armada para enganar trouxas. E devo dizer sem ficar em cima do muro de que, em minha opinião, a SBPC precisa de um novo líder, já que apesar da boa vontade e seriedade da Dra. Helena Nader, lhe falta os requisitos necessários para liderar a Comunidade Científica da SBPC e do país ao lado da Academia Brasileira de Ciências (ABC). A comunidade precisa de um verdadeiro líder e a Dra. Helena Nader já demonstrou não ser esta pessoa.

Índia Testa Ônibus Espacial em Miniatura

Olá leitor!

Segue abaixo mais uma matéria (um pouco mais completa) sobre o bem sucedido voo da nave espacial reutilizável indiana RLV, esta postada hoje (25/05) no site “Inovação Tecnológica”.

Duda Falcão

ESPAÇO

Índia Testa Ônibus Espacial em Miniatura

Redação do Site Inovação Tecnológica
25/05/2016

[Imagens: ISRO]
Este primeiro protótipo não possuía trem de pouso, e seu objetivo
era testar as tecnologias de reentrada e navegação.

Nave Reutilizável

A Índia testou com sucesso o primeiro protótipo de uma nave espacial de múltiplos usos.

O RLV, sigla em inglês para Veículo de Lançamento Reutilizável, parece uma versão em miniatura dos antigos ônibus espaciais norte-americanos e da nave não-tripulada X-37B.

Com 6,5 metros de comprimento, o protótipo tem o mesmo diâmetro do foguete HS9, o que permite que ele seja encaixado no topo do foguete, como uma carga útil normal.

Após um voo de 91,1 segundos, o foguete liberou o RLV a uma altitude de 56 km. Por contra própria, a pequena nave ascendeu até os 65 km, o que é abaixo do limite de 100 km, considerado a fronteira do espaço, mas alto o suficiente para testar o voo em velocidade hipersônica e o sistema de navegação e descida.

Teste de Reentrada e Navegação Autônoma

A nave é encaixada no topo do foguete, como os satélites de comunicação.

Após o desligamento dos motores, começou o teste para valer da nave experimental, que começou com uma "reentrada" na atmosfera baixa a uma velocidade de Mach 5 - cinco vezes a velocidade do som.

Durante a descida, todo o sistema de controle de voo funcionou corretamente, fazendo com que a nave descesse em um zigue-zague suave, o que necessário tanto para seu direcionamento para a pista de pouso, quanto para reduzir sua velocidade.

O primeiro voo não previa um pouso em terra e nem a recuperação da nave: depois de um voo de 12,8 minutos, o RLV mergulhou no ponto previsto na Baía de Bengala, a 450 km do local de lançamento.

Tecnologias Críticas

De acordo com ISRO, a agência espacial indiana, "neste voo, tecnologias críticas, como o sistema autônomo de navegação, orientação e controle, o sistema de proteção térmica reutilizável e o gerenciamento da reentrada foram validados com sucesso".
A expectativa é que o segundo protótipo já conte com um trem de pouso que permita testar a descida da nave em um aeroporto comum.

Uma empresa privada norte-americana, a Sierra Nevada, possui um protótipo de micro-ônibus espacial tripulado, chamado Dream Chaser, mas ele tem sido preterido pela NASA em benefício das naves das naves CST, da Boeing, e Dragon, da SpaceX.


Fonte: Site Inovação Tecnológica - http://www.inovacaotecnologica.com.br/

Comentário: Simplesmente fantástico, veja neste exemplo leitor como um país que trabalha com seriedade e comprometimento pode alcançar resultados extraordinários, mesmo com poucos recursos. A Agência Espacial Indiana (ISRO) é um grande exemplo disto, e vem nos últimos anos realizando feitos como este e como a sonda espacial enviada por eles ao Planeta Marte. A Índia hoje eu arriscaria dizer que está mais próxima de realizar uma missão tripulada ao espaço por seus próprios meios (como a China, os EUA e a Rússia) do que, por exemplo, o Japão ou mesmo a Europa. Está ai leitor mais uma exemplo de uma Agência Espacial séria e comprometida em apresentar resultados concretos e não fantasias para a sua Sociedade, né verdade Sr. Braga Coelho???? Aproveitamos para agradecer publicamente ao jovem Diego Moro, aluno da UFPR, pelo envio desta notícia.

Mistério: Caverna em Buraco Marciano Permanece Sem Explicação

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (24/05) no site “Apollo11.com” informando que a suposta caverna descoberta em 2011 no Planeta Marte continua sendo um mistério a ser desvendado.

Duda Falcão

Editoria: Astronomia

Mistério: Caverna em Buraco
Marciano Permanece Sem Explicação

Terça-feira, 24 mai 2016 - 15h50

Em 2011, a sonda Mars Reconnaissance Orbiter, da NASA, registrou uma estranha feição na superfície marciana. Poderia ser uma cratera como tantas outras, mas a presença de uma possível caverna em seu interior aumentou o mistério.


A estranha paisagem foi fotografada por acaso nas entranhas do vulcão Mons Pavonis, através da câmera de alta resolução HiRise, a bordo da sonda. O local fica no equador marciano, na região de uma cadeia de três vulcões conhecida como Tharsis Mons.

O buraco, com cerca de 35 metros de diâmetro, parece ser a porta de entrada para uma caverna subterrânea, vista parcialmente iluminada na imagem divulgada. De acordo com nota do JPL, Laboratório de Propulsão a Jato, da NASA, responsável pela sonda, a cavidade tem aproximadamente 20 metros a profundidade, valor calculado com base no ângulo da luz incidente.

Até agora, não há consenso entre os pesquisadores sobre a origem da cratera ao redor do buraco, que não apresenta nenhum sinal da tradicional ejecta de partículas provocada pelo impacto de um meteorito.

Segundo os pesquisadores, cavernas interiores desse tipo são relativamente protegidas contra a superfície dura de Marte, o que as torna boas candidatas para abrigar algum tipo de vida marciana.

Para os cientistas, esses verdadeiros poços subterrâneos poderão ser os próximos alvos de uma nova missão a Marte ou então serem exploradas pessoalmente pelos futuros exploradores humanos.

Quem viver verá.

“Apolo11.com - Todos os direitos reservados”


Fonte: Site Apolo11 -  http://www.apolo11.com/

Comentário: Pois é leitor, este é mais um mistério de nosso Sistema Solar a ser desvendado pelo homem, apesar de muito provavelmente ter uma explicação menos espetacular e de está bem mais próximo de ser explicado do que o objeto descoberto na superfície do Planeta Anão Plutão. Mais uma vez ponto para NASA.

Sonda New Horizons Observa Algo Estranho na Superfície de Plutão

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (23/05) no site “Apollo11.com” informando que a Sonda Espacial New Horizons observou algo  muito estranho na superfície do planeta anão Plutão.

Duda Falcão

Editoria: Astronomia

Sonda New Horizons Observa Algo
Estranho na Superfície de Plutão

Segunda-feira, 23 mai 2016 - 10h24

Recentemente, uma foto divulgada pela NASA causou bastante confusão ao revelar um estranho objeto na superfície de Plutão. Alguns chegaram a especular sobre alguma nova forma de vida, mas parece que as coisas não são tão espetaculares assim.

Estranha formação plutoniana registrada pela sonda New Horizons.

Depois que a sonda New Horizons chegou bem perto de Plutão, diversas novas feições foram reveladas. Algumas delas são tão intrigantes que podem ser necessários muitos anos de estudo para se chegar a alguma conclusão.

Esta foto, tomada pela sonda interplanetária New Horizons pode ser um desses casos.

A cena mostra uma estranha formação, muito parecida com uma lesma terrestre, deslizando e deixando suas marcas em algum ponto do distante planeta anão.

O círculo mostra a localização da estranha formação.

De acordo com especialistas, essa estranha feição não é nada mais que uma gigantesca rocha formada por gelo sujo, que parece estar de pé por estar flutuando sobre um grande e denso rio de nitrogênio líquido.

Embora a hipótese apresentada parecesse satisfatória para os cientistas espaciais, muita gente não acreditou na resposta.

Como diria Sr. Spock, fascinante.

“Apolo11.com - Todos os direitos reservados”


Fonte: Site Apolo11 -  http://www.apolo11.com/

Comentário: Fascinante mesmo Sr. Spock, o que pode ser esta estranha formação??? Um ser vivo se deslocando na superfície do planeta, uma formação geológica estática ou flutuante qualquer, um barco ou uma instalação alienígena??? Sabe-se lá, levaremos ainda várias décadas para descobrir, sendo este mais um mistério a ser resolvido nas entranhas de nosso Sistema Solar. Parabéns a NASA, esta sim uma verdadeira Agência Espacial.

UFABC Rocket Design Busca Por Voluntários Para Nova Missão de Foguete

Olá leitor!

Em março deste ano a equipe “UFABC Rocket Design” da Universidade Federal do ABC paulista, deu início a um novo objetivo muito interessante, ou seja, a “Missão Arandu”.

Esta missão que conta com o apoio da equipe de robótica “NoBox Robotics” desta universidade, consiste no desenvolvimento de um foguete de sondagem tendo como objetivo lançar cansats e compartilhar este conhecimento com alunos do Ensino Médio. Para tanto, este projeto interdisciplinar da UFABC terá vagas para interessados em diversas áreas importantes para o desenvolvimento do projeto, como licenciatura, gestão e marketing.

Equipe da Missão Arandu.

E diante disto, no dia 02/05 a equipe lançou uma campanha em busca de voluntários para o projeto que terá seu ultimo dia de inscrição no dia 29/05. Portanto quem se interessar poderá fazer a sua inscrição pelo link: http://goo.gl/forms/jaqWhLm0kE

Banners da campanha.

Para maiores informações visite a página da “Missão Arandu” no Facebook pelo link: https://www.facebook.com/ufabcarandu

Duda Falcão

terça-feira, 24 de maio de 2016

Absurdo, WETE do INPE Faz Vaquinha Para Viabilizar Evento Deste Ano

Olá leitor!

Veja a abaixo a absurda nota postada dia 21/05 na página do Facebook do “Workshop em Engenharia e Tecnologia Espaciais”, evento este realizado anualmente pelos alunos do Curso de Pós-graduação da Engenharia e Tecnologia Espacial (ETE) do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (INPE) e que este ano espera realizar a sua sétima edição.

“Caros, esse ano vamos contar com a colaboração e divulgação de vocês para nos ajudar a manter o WETE, costumeiramente tínhamos um apoio que nos auxiliava no custeio das atividades do evento. Porém, desde o ano passado a comissão organizadora (formada só por alunos) está sendo a responsável pelo custeio dos elementos de papelaria e Coffee que ocorrem no WETE. Sendo assim, durante as reuniões, cogitamos e concordamos em convidar os autores, professores e comunidade a colaborar, de forma espontânea, com o evento. No site Catarse fizemos uma espécie de "vaquinha online", ou utilizando o termo correto "crowdfunding", para conseguirmos os recursos para a execução do WETE. Consideramos uma plataforma ao invés de "passar o chapéu" com os professores e alunos, pois esta modalidade permite maior transparência dos valores e evita possíveis constrangimentos.

Agradeço pela atenção, segunda-feira habilitaremos para contribuições.


Pois é leitor, e ainda tem gente que acredita nesses vermes. Veja a situação em que chegamos, cadê o cabeça branca e sua Agencia de Brinquedo (AEB)???? Isto é um tremendo absurdo. Sr. Leonel Perondi, isto é inadmissível, faça alguma coisa.

Duda Falcão

ITASAT Passa Por Testes na Holanda

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (24/05) no  site do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) destacando que como já havíamos anunciado, o Nanosatélite ITASAT-1 passa por testes na Holanda.

Duda Falcão

Notícias

ITASAT Passa Por Testes na Holanda

Assessoria de Comunicação Social do ITA
24/05/2016


A equipe do ITASAT esteve na Holanda, durante as últimas 4 semanas. O objetivo era realizar a completa integração de sistemas, bem como os testes finais do satélite, antes do lançamento, previsto para setembro deste ano.

O ITASAT segue o padrão cubesat (modelo baseado em cubos de 10x10x10cm) e possui 6U, o que torna o satélite mais complexo. Segundo o gerente do projeto, professor e pesquisador Luís Loures, “Durante o período de integração e testes, procederam-se os ajustes que faltavam, com sucesso”. Os testes aconteceram na Innovative Solutions In Space (ISIS), empresa spin off da Universidade de Tecnologia de Delft e uma das mais especializadas em nanossatélites do mundo. Lá, o ITASAT passou por ensaio de vibração nos 3 eixos, bakeout (submissão do satélite a altas temperaturas a fim de se retirar substâncias voláteis), ensaio de ciclo térmico (variação de baixas para altas temperaturas, -20° a 60°C), ensaio de propriedade de massa, além dos demais ensaios funcionais, que já eram feitos aqui.

“A cada teste ambiental eram realizados testes funcionais para avaliar se havia danos causados por aqueles testes, o que não aconteceu. Nossos resultados eram sempre positivos”, explica Lídia Hissae Shibuya Sato, coordenadora técnica do projeto. “Foram semanas em que a gente conseguiu cumprir todas as atividades previstas, com resultados bastante satisfatórios. A equipe esteve muito unida e aproveitou cada momento de aprendizagem. O apoio da ISIS foi enorme, tanto no suporte logístico quanto técnico. Foi uma experiência incrível”, completa.

Dois revisores da Agência Espacial Brasileira (AEB) foram até a Holanda, a fim de verificar o andamento do projeto para a agência. Eles comentaram com a equipe que ficaram satisfeitos com o desempenho, apesar da juventude do grupo, formado principalmente por bolsistas. Junto estava o professor Valdemir Carrara, que acompanhou o início da missão, como responsável pelo controle de altitude, onde verificou os algoritmos de controle do sistema, desenvolvido por ele próprio.

O lançamento acontecerá na Base Aérea de Vandenberg, na California, Estados Unidos, pela SpaceX. O lançador é o Falcon 9, que levará um satélite de grande porte e mais 80 cubesats, sendo apenas três no padrão 6U, incluindo o ITASAT.

“O conhecimento gerado pelo desenvolvimento do ITASAT eleva o ITA a um novo patamar de competência no ensino de engenharia aeroespacial, podendo colaborar com outros projetos nacionais, incluindo os de Defesa”, declara professor Anderson Ribeiro Correia, reitor do ITA.


Fonte: Site do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)

Comentário: Pois é, tá ai, mais uma vez o Blog BRAZILIAN SPACE se antecipa e dá a notícia em primeira mão (veja aqui). Tudo na vida leitor tem uma razão de ser, e não se justificava por agora a presença do ITASAT-1 na Holanda se o mesmo não estivesse próximo de ser embarcado para o local do seu lançamento. Vamos ficar na torcida para que dessa vez esse satélite do ITA (o segundo a ser desenvolvido) possa ser exitoso no espaço. Outra coisa, a declaração do Prof. Anderson Ribeiro Correia de que o conhecimento gerado com o desenvolvimento do ITASAT-1 pode resultar na colaboração do ITA com outros projetos nacionais, incluindo os de Defesa, chama a minha atenção de forma muito positiva.

Vale do Paraíba Passa a Abrigar o Maior Centro de Inovação e Empreendedorismo do Brasil

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (24/05) no site do “Parque Tecnológico de São José dos Campos” destacando que o Vale do Paraíba passa a abrigar o maior Centro de Inovação e Empreendedorismo do Brasil.

Duda Falcão

SALA DE IMPRENSA - NOTÍCIAS

Vale do Paraíba Passa a Abrigar o Maior Centro
de Inovação e Empreendedorismo do Brasil

Ao promover fusão com o CECOMPI, Parque Tecnológico São José dos Campos
abrigará mais de 300 empresas e seis instituições de ensino e pesquisa

24 de maio de 2016


O Parque Tecnológico São José dos Campos e o Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista (CECOMPI) anunciaram nesta terça-feira, 24/05, que se tornaram uma só organização. Com isso, o Vale do Paraíba passa a abrigar o maior complexo de inovação e empreendedorismo do País, com um total 304 empresas, entre residentes, incubadas e associadas, e seis instituições de ensino e pesquisa. Na união das duas instituições prevaleceu a denominação Parque Tecnológico São José dos Campos, cuja sede fica no km 138 da Via Dutra em uma área de 25 milhões de metros quadrados.

O Parque conta originalmente com três centros empresariais, cinco centros de desenvolvimento tecnológico e três laboratórios multiusuário. Abriga também o Parque das Universidades, onde estão instaladas unidades da FATEC, da UNESP e da UNIFESP.

O CECOMPI, por sua vez, transfere para o Parque cinco programas: o Arranjo Produtivo Local em Tecnologias da Informação e Comunicação (APL TIC Vale), o Cluster Aeroespacial e Defesa, o Escritório de Negócios, as três unidades das Galerias do Empreendedor e o Programa Municipal de Incubadoras de Empresas.

“A união do CECOMPI com o Parque teve uma motivação natural: ambas instituições tinham o mesmo objetivo de promover o empreendedorismo inovador e a competividade das empresas”, explica o diretor geral do Parque, Marco Antonio Raupp. “Será uma soma em que um mais um dará um resultado maior do que dois”, compara.

“Essa união fortalece a sinergia entre associados aos clusters, empresas incubadas e residentes nos centros empresariais, pesquisadores dos Centros de Desenvolvimento Tecnológicos, universidades e grandes empresas presentes no Parque”, observa o diretor do CECOMPI e diretor de negócios, Marcelo Sáfadi. “Teremos agendas únicas, mais estratégicas e com maior retorno ao associado, por estarem concentradas em uma única instituição”.

Outras vantagens da fusão são o fortalecimento da gestão e da governança, que passam a concentrar estrategicamente recursos humanos, técnicos e financeiros. O Parque Tecnológico passa a contar agora com R$ 3 milhões a mais em seu orçamento anual, o que representa um aumento de 20%, de R$ 15,6 milhões para R$ 18,6 milhões. E seu quadro de funcionários subirá de 23 para 43.

O volume de recursos captados para investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) dobram de valor – de R$ 11 milhões para R$ 22 milhões.

Organizações Sociais

Tanto o Parque como o CECOMPI são Organizações Sociais, com contratos de gestão com a Prefeitura de São José dos Campos e convênios com agências dos governos paulista e federal. Fundado em 2003, o CECOMPI vinha funcionando desde 2009 nas dependências do Parque Tecnológico, ano em que este foi criado. Com a fusão, o Parque passa a abrigar os programas desenvolvidos pelo CECOMPI.

Um deles é o Arranjo Produtivo Local de Tecnologias de Informação e Comunicação, o APL TIC Vale. São 66 empresas associadas, a maioria de São José dos Campos. Elas são desenvolvedoras de softwares, hardwares e serviços de TI, com foco principal em varejo, cidades inteligentes e indústria 4.0.

Outro programa é o Cluster Aeroespacial e de Defesa, cuja empresa-âncora é a Embraer. No total são 116 empresas associadas que atuam em consultoria, engenharia, serviços, indústria e manufatura, e defesa e segurança. Elas estão distribuídas em seis Estados brasileiros; a maior parte delas, porém, é sediada em São José dos Campos.

O Parque Tecnológico absorverá também o Programa Municipal de Incubadoras, da Prefeitura de São José dos Campos. Participam a Incubadora de Base Tecnológica Aeronáutica (INCUBAERO), localizada no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA); a Incubadora da Universidade do Vale do Paraíba; e a Incubadora de Negócios anteriormente gerida pelo CECOMPI. As três incubadoras abrigam 32 empresas.

O Escritório de Negócios, antes sob responsabilidade do CECOMPI, passa a ser gerido pelo Parque. Seu objetivo é colaborar com as empresas no seu desenvolvimento junto ao mercado. Os serviços do Escritório de Negócios podem ser prestados também para empresas não vinculadas ao Parque Tecnológico.

Denominadas “Mini Shopping”, as Galerias do Empreendedor são mais um programa que passa do CECOMPI para o Parque. Tratam-se de pequenos centros comerciais para fomentar o empreendedorismo socioeconômico em bairros mais afastados do centro da cidade. Com um total de 30 lojas, existem três Galerias do Empreendedor: Mini Shopping Campo dos Alemães, Mini Shopping Castelli e Mini Shopping Mariana II.

Ambientes Sinérgicos

O Parque Tecnológico São José dos Campos se caracteriza por abrigar diferentes ambientes para promover a sinergia entre empresas e instituições de pesquisa.

Nos três Centros Empresarias há empresas de pequeno, médio e grande porte que realizam atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Há também cinco Centros de Desenvolvimento Tecnológico, com a participação de empresas e instituições de pesquisa. E três laboratórios multiusuário que podem ser utilizados inclusive por empresas não vinculadas ao Parque: Laboratório de Estruturas Leves, Laboratório de Simulação de Sistemas Críticos e Centro de Desenvolvimento em Manufatura.

No Parque estão sendo construídos mais um Centro Empresarial e dois laboratórios: um de Compatibilidade e Interferência Eletromagnética, e outro de Manufatura Digital e Prototipagem Virtual.


Fonte: Site do Parque Tecnológico de SJC - http://www.pqtec.org.br

Jovem de MT Que Sonha em Ser Astronauta é Premiada Pela NASA

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (23/05) no site do “24HorasNews” destacando que jovem de Mato Grosso que sonha em ser astronauta foi premiada pela NASA.

Duda Falcão

SONHANDO COM O ESPAÇO

Jovem de MT Que Sonha em Ser
Astronauta é Premiada Pela NASA

Jovem de Mato Grosso que sonha em ser astronauta é premiada pela NASA

Redação 24 Horas News
23/05/2016 - 11:11:41


Aos 18 anos, a jovem Maria Gisllainny Bezerra da Silva, que sonha em ser astronauta, é a única mato-grossense vencedora do concurso internacional de redação realizado pela Agência Nacional Americana (NASA). O certificado pela participação foi entregue durante um congresso de astronomia realizado no mês passado, em Campos dos Goitacazes (RJ). O prêmio prevê ainda a experiência de um dia com cientistas da NASA, nos Estados Unidos - mas o desafio é conseguir recursos para a viagem ao exterior.

Viver essa experiência é mais uma etapa rumo ao espaço, encarada naturalmente pela estudante que tem sua história vivida em unidades de ensino público, na cidade de Tangará da Serra. Ela concluiu o Ensino Médio no ano passado na Escola Estadual 13 de Maio e o Ensino Fundamental na Escola Municipal Décio Burali.

Para o concurso foram apresentados três temas relacionados a Júpiter, dos quais Maria escolheu “Júpiter e exoplanetas” - que são os planetas fora do sistema solar. Ela detalhou o texto falando deles, pois são astros que têm chances de serem habitáveis, além da Terra. Mas, para sua surpresa, só ficou sabendo que tinha conquistado a competição quando chegou ao Rio de Janeiro, quando foi participar do 9º Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica (9th Internacional Meeting of Astronomy and Astronautics).

“Me avisaram no aeroporto que eu iria receber o certificado das mãos do gerente da NASA, Charles Lloyd. Foi uma coincidência para mim. Eu fui para o congresso com muita luta, vendemos muita rifa e amigos da família me ajudaram a conseguir o dinheiro para ir e tive a grata surpresa de me encontrar com ele”, destacou a jovem, que na oportunidade vivenciou experiências com astronautas de diferentes países, como França, Nepal, Argentina, Estados Unidos, e com o tenente coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) Marcos Pontes, primeiro brasileiro a ir ao espaço e cientista responsável pelo telescópio espacial.

Foi um amigo de Marcos Pontes, Marcelo Souza, que a indicou para participar do concurso. Eles se conheceram durante a 12ª Semana Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, organizado em Cuiabá pela Secretaria de Ciência e Tecnologia, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer (SEDUC), realizada no ano passado.

“Já pesquisei muito e já desenvolvi alguns trabalhos relacionados a esse tema do Marcos Pontes. Trocamos ideias e ele me incentivou bastante, mostrou alguns caminhos que preciso trilhar para chegar a ser astronauta”, revelou Maria, que mesmo conseguindo uma vaga na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), adiou o projeto porque ganhou uma bolsa de estudos para cursar o inglês.

“Preciso aprender quatro línguas. Ganhei 100% do curso de inglês e depois ainda tenho que aprender o idioma russo”, argumenta a jovem que já domina o espanhol, que aprendeu sozinha. Ela está ciente que enfrentará etapas pela frente, como o curso profissionalizante de astrofísica, um de intercâmbio, engenharia espacial, piloto e cursos de mergulhos. Mas um passo de cada vez. Agora ela pensa na viagem aos Estados Unidos. Para angariar recursos ela pretende lançar um livro sobre “Conhecendo melhor a Lua”, fruto das pesquisas que já realizou.

“Se eu conseguir vender bem, daí sim conseguirei realizar esse sonho, que é ir até a NASA”. A intenção é escrever outras obras que abordam assuntos e discussões importantes referente ao sistema solar e projetos que estudou e que desenvolveu e assim futuramente possa utilizá-los para realizar seu sonho mestre, que é ir para o espaço.

Como organiza eventos e palestras sobre o assunto, vai centralizar os esforços visando os valores estimados em cerca de U$ 5 mil necessários para cobrir as despesas da viagem.

Sonho

“Não me lembro de como e nem quando comecei a gostar do assunto, mas sei que olhei para o céu e vi algo diferente”, disse a garota, que desde os seis anos de idade já dizia que seria astronauta.

Para ela, foco e determinação são inseparáveis quando se tem um sonho. Ao longo dessa trajetória nada foi fácil. Enfrentou dificuldades na escola porque os colegas a achavam que era doida, ou “garota do espaço” como a chamavam. Até que no 1º ano do Ensino Médio encontrou a professora de Física, Silvana Stoinski, que é formada em Matemática e viu o potencial da menina.

Silvana conta que a estudante sempre andava com o caderno debaixo do braço, era diferente dos demais alunos e isso intrigava a todos. “Ela sofreu muito esse distanciamento. Um dia, no final da minha aula, perguntei se ela queria complementar o conteúdo. Ela deu um show, desenhou o céu no quadro, fiquei impressionada com tantas informações que ela tinha, tantas anotações. Ela sabe muito, tem condições de dar aula para qualquer turma ou estudioso”, frisou a professora que sempre diz sim para as ideias de Maria, mesmo que ache ‘coisa de outro mundo’. “E passei a me interessar pelo assunto, mas confesso que ainda me assusta a determinação dela”, revelou Silvana, que a acompanhou ao evento no Rio de Janeiro.

A ideia do espaço realmente não era um atrativo para os colegas de Maria. Segundo ela, a primeira iniciativa que chamou a atenção dos colegas foi em 2012, mas foi o suficiente para deixa-la feliz. “Sou diferente das garotas da minha idade. Tenho poucos amigos, são mais pessoas adultas, não gosto de sair e não sou de namorar. Mas tenho foco e determinação, se me derem a oportunidade de ir para a lua amanhã, eu vou com certeza. Isso me emociona, é isso que eu quero e vou procurar para mim”, admite.

Os pais também a consideram fora do comum e a apoiam. “Eles acham uma loucura ou estranho esse meu gosto pela Astronomia. Não tem ninguém na família com esse perfil para dizer que tenha influenciado. Sou muito teimosa, quando digo que vou fazer, vou e faço”, explicou a futura astronauta, que divide a atenção dos pais com uma irmã mais nova.

Maria nasceu em Pernambuco, mas a família veio para Tangará da Serra em busca de uma vida melhor quando ela tinha um ano. A mãe é dona de casa e o pai trabalha em uma usina há 20 anos.


Fonte: Site 24horasNews - http://www.24horasnews.com.br

Comentário: Leitor, essa é mais uma clara demonstração de que com 55 anos de idade o Programa Espacial Brasileiro fracassou. Não que tivéssemos hoje a obrigação de termos naves tripuladas (só os EUA, a Rússia e a China possuem), mas que pelo menos tivéssemos um ‘Astronauta Corps’ no Brasil (ou Brasonauta como costuma dizer o presidente do CEFAB, Carlos Cássio Oliveira), igualando-se assim a países como Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão, entre outros, para que assim não tivéssemos de ver nossos jovens buscando se integrar no Programa Espacial dos outros e evidentemente aproveitá-los em prol do desenvolvimento científico e tecnológico de nosso país. Mas como venho dizendo falta COMPROMISSO. Parabéns a jovem Maria Gisllainny Bezerra da Silva pela sua conquista.