sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Acordo Sobre a Base de Lançamentos de Alcântara Gera Incertezas na Indústria Nacional

Olá leitor!

Segue abaixo um interessante artigo postado ontem (14/12) no site do “defesanet,com”, destacando que o Acordo BRASIL/EUA sobre a Base de Lançamentos de Alcântara gera incertezas na Indústria Nacional.

Duda Falcão

COBERTURA ESPECIAL - ESPECIAL ESPAÇO - TECNOLOGIA

Acordo Sobre a Base de Lançamentos de
Alcântara Gera Incertezas na Indústria Nacional

Júlio Ottoboni
Especial DefesaNet
14 de Dezembro, 2017 - 11:00 ( Brasília )

Recente visita do Presidente Michel Temer, Ministro Jungmann
e o Comando da Aeronáutica.

Um grupo formado pelas principais empresas de base aeroespacial do polo de São José dos Campos se reuniram na manhã de terça-feira (12DEZ2017), no parque tecnológico do município para discutir as salvaguardas da negociação entre os governos do Brasil e do Estados Unidos quanto a transferência de uso da Base de Lançamentos, situada no Maranhão, para os norte-americanos.

O acordo deve ser confirmado em algumas semanas pelos governos norte-americano e do Brasil. O interesse dos Estados Unidos na base é antigo já propôs parcerias de uso e de melhorias tecnológicas no local desde os anos 90. Embora tenha colocado restrições a utilização integrada dos projetos brasileiros e norte americanos, o que inclui ter áreas onde somente os Estados Unidos poderiam operar. Isso inclui a ausência de transferência de tecnologia e de boa parte das novas instalações que se venham a construir no local.

Segundo a maioria dos engenheiros altamente especializados presentes a reunião, apesar dos Estados Unidos assegurar para as empresas brasileiras a participação parcial em projetos comuns, como no fornecimento de peças e componentes, tem-se o veto ao conhecimento integral das tecnologias aplicadas. Outro consenso é que os programas de lançamentos de satélites e foguetes norte americanos utilizaram o local com uma frequência muito maior que a brasileira, principalmente com projetos próprios sem qualquer participação da indústria nacional.

Desde julho deste ano, o Brasil encaminhou oficialmente ao governo dos Estados Unidos uma proposta que libera o uso da Base de Alcântara para lançamento de foguetes. A negociação começou há duas décadas e houve uma forte rejeição por parte do congresso brasileiro, em 2001, sob o argumento de que os termos violavam a soberania nacional.

A proposta foi reformulada e revisada pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann. Em seguida foi enviada para avaliação do Departamento de Estado. No governo Lula e depois de Dilma Rousseff, tanto a Rússia como a Ucrânia estiveram para firmar um acordo com o Brasil para o uso da Base de Lançamentos de Alcântara.

Neste período chegou-se a criar a empresa binacional Brasil-Ucrânia a Alcântara Cyclone Space (ACS), em 2006, que se tornou um imenso fracasso e com investimentos nacionais na ordem de US$ 1 bilhão sem ter produzido um foguete sequer. A empresa foi extinta, em 2015, com pesadas críticas dos ucranianos ao governo brasileiro, depois que fecharam a fábrica em Kiev, onde se produzia os foguetes, após a invasão da Rússia.

Os Estados Unidos informaram, por email de sua embaixada, que as exigências americanas de segurança e proteção de informações continuam iguais (ver Acordo de Salvaguardas 2000 Link ). Além de proporcionar passe livre aos Estados Unidos, a proposta também disponibiliza a base maranhense para outros países que façam uso deste tipo de tecnologia. No entanto, o governo Temer vê como uma saída para usar o local, já que não tem perspectivas de retomar o projeto de construção de um Veículo Lançador de Satélite (VLS). Em 2001, o VLS provocou um acidente em Alcântara matando 21 técnicos do projeto que era coordenado pelo Comando da Aeronáutica, sob supervisão do Ministério da Defesa.



Comentário: Infelizmente não há mais como acreditar em qualquer ação definitiva, construtiva e promissora em relação ao PEB enquanto esses POLULISTAS DE MERDA estiverem no poder. É natural que depois de tanto descaso por décadas do Governo e desse Fórum de Merda em Brasília, repleto de marginais, quando não irresponsáveis e estúpidos, que se crie na indústria a desconfiança de que esse acordo será conduzido de forma que traga benefícios as pais.

Cientistas Descobrem Outro 'Sistema Solar', Com Mesmo Número de Planetas Que o Nosso

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada ontem (14/12) no site do jornal “O Globo” destacando que Cientistas descobriram outro 'Sistema Solar' com o mesmo número de planetas que temos no nosso.

Duda Falcão

CIÊNCIA

Cientistas Descobrem Outro 'Sistema Solar',
Com Mesmo Número de Planetas Que o Nosso

É a primeira vez que se encontra tantos exoplanetas ao redor de uma estrela distante

Por Cesar Baima
Jornal O Globo
14/12/2017 - 16:32
Atualizado 14/12/2017 - 22:19

Foto: Divulgação / NASA
Com a descoberta do oitavo planeta em torno da estrela Kepler-90,
o sistema é o primeiro a se igualar ao nosso em número de objetos do tipo.

RIO — Cientistas anunciaram nesta quinta-feira a descoberta do primeiro sistema estelar com pelo menos tantos planetas quanto o nosso. Designado Kepler-90, ele já tinha sete planetas conhecidos, aos quais os pesquisadores Andrew Vanderburg, astrônomo da Universidade do Texas, e Christopher Shallue, engenheiro de software da divisão de inteligência artificial do Google, acrescentaram mais um - totalizando oito como o Sistema Solar - graças à aplicação de um novo método de aprendizado de máquina com base em redes neurais em dados coletados durante quatro anos pelo telescópio espacial Kepler, da NASA, em sua missão original, entre 2009 e 2013.



Cientistas anunciaram ontem a descoberta do primeiro sistema estelar com pelo menos tantos planetas quanto o nosso. Designado Kepler-90, ele já tinha sete planetas conhecidos, aos quais os pesquisadores Andrew Vanderburg, astrônomo da Universidade do Texas, e Christopher Shallue, engenheiro de software da divisão de inteligência artificial do Google, acrescentaram mais um — totalizando oito como o Sistema Solar — graças à aplicação de um novo método de aprendizado de máquina com base em redes neurais em dados coletados durante quatro anos pelo telescópio espacial Kepler, da NASA, em sua missão original, entre 2009 e 2013.

— Quando lançamos o Kepler em 2009 não sabíamos se os exoplanetas eram comuns ou não — lembrou Paul Hertz, diretor da Divisão de Astrofísica da NASA, em teleconferência de anúncio da descoberta realizada nesta quinta, da qual O GLOBO participou. — Hoje sabemos que quase todas estrelas têm planetas, e desta vez encontramos o primeiro sistema com oito deles, empatando com o nosso como o de maior número de planetas conhecidos. O Kepler-90i é uma amostra de como a aplicação de novos métodos no enorme arquivo de dados da missão Kepler pode levar a grandes descobertas, e há muitas mais a serem feitas.

Batizado Kepler-90i, o mais novo integrante do sistema seria um planeta rochoso como o nosso, mas cerca de 30% maior, próximo do limite mínimo para ser classificado como um tipo conhecido como “Super-Terra”. Mas ele está tão perto de sua estrela — também um pouco maior e mais quente que o Sol —, que seu “ano” dura apenas 14,4 dias e faz de sua temperatura infernal, em estimados mais de 427 graus Celsius, o suficiente para derreter chumbo. Assim, é muito pouco provável, se não impossível, que ele tenha vida, ao menos como a conhecemos.

— Não é exatamente um lugar que gostaríamos de visitar — resumiu Vanderburg, também durante a teleconferência promovida pela NASA.

Semelhanças Não São Tantas

E apesar de ter o mesmo número de planetas que nosso Sistema Solar, as semelhanças do Kepler-90 com nossa vizinhança cósmica praticamente param por aí. Isso porque, embora também siga o padrão visto na nossa vizinhança cósmica de planetas pequenos e rochosos mais próximos da estrela e os gigantes gasosos mais afastados, todos oito no sistema estão “apertados” numa região menor do que a órbita da Terra. Por isso, os cientistas acreditam que podem existir ainda mais objetos planetários na órbita da estrela ainda não detectados.

— Apenas arranhamos a superfície — considerou Jessie Dotson, cientista do projeto Kepler no Centro de Pesquisas Ames da NASA, na Califórnia, e quarta participante da teleconferência de ontem. — Em apenas duas décadas fomos de alguns poucos exoplanetas conhecidos para milhares. E as diferentes “estrelas-mães”, tamanhos dos planetas e períodos orbitais encontrados são uma amostra clara da enorme diversidade dos sistemas planetários no Universo. Estou ansiosa para ver quantas descobertas poderemos fazer quando redes neurais como esta forem usadas para analisar dados de outras regiões do céu e de outras missões em busca de exoplanetas.

O Sistema Kepler-90

O QUE FOI DESCOBERTO

Um oitavo planeta foi identificado orbitando uma estrela distante parecida com o Sol, chamada Kepler-90. O planeta foi batizado Kepler-90i.

O QUE ISSO SIGNIFICA

Agora, conhecemos pelo menos um outro sistema com tantos planetas quanto o nosso Sistema Solar.

O uso de métodos de inteligência artificial deve levar à descoberta de mais planetas “escondidos” nos dados de Kepler.

COMO FOI FEITA A DESCOBERTA

1 - Os pesquisadores usaram dados coletados pelo telescópio espacial Kepler, da NASA.

2 - O telescópio mede as oscilações de brilho das estrelas quando planetas na sua órbita passam na frente delas.

3 - Os pesquisadores usaram tecnologia desenvolvida por engenheiros do Google para “ensinar” o computador a detectar sinais fracos da presença de planetas em estrelas distantes.

O NOVO PLANETA DESCOBERTO

Planeta Kepler-90i - A superfície do planeta Kepler-90i é muito quente. A temperatura é de aproximadamente 427° C. Isso faz com que seja improvável haver vida como a conhecemos no planeta

Fonte: NASA

Para encontrar planetas, o Kepler usa um método conhecido como “de trânsito”, no qual busca por alterações periódicas no brilho de estrelas distantes ocasionadas pela passagem destes objetos em frente a elas de seu ponto de vista — fenômeno conhecido na astronomia como “trânsito”, daí o nome. Nos quatro anos de sua missão original, o telescópio espacial acumulou cerca de 35 mil destes sinais. Os mais “fortes” foram diligentemente analisados pelos cientistas, usando algoritmos de computador relativamente simples ou mesmo “no olho”, nos últimos anos, levando à descoberta de mais de 2,3 mil planetas extrassolares, além de outros cerca de 4,5 mil “candidatos” que ainda dependem de observações adicionais com outros equipamentos para terem sua existência confirmada.

Mas restaram outros milhares de sinais muito “fracos” para serem detectados e classificados desta forma. Diante disso, Vanderburg e Shallue imaginaram se não seria possível “ensinar” um computador a “peneirar” os dados do Kepler em busca de possíveis planetas “perdidos” neles. Assim, eles usaram a maior parte dos 15 mil dos sinais que já tinham sido analisados pelos cientistas para “treinar” uma rede neural, um tipo de inteligência artificial, na identificação dos que seriam de fato resultantes de trânsitos planetários ou que teriam sido provocados por outros fenômenos astronômicos. Posteriormente, em um teste da capacidade do modelo de aprendizado de máquina, eles apresentaram à inteligência artificial treinada o restante dos sinais já analisados, que identificou corretamente os planetas conhecidos ou falsos positivos 96% das vezes.

Era hora então de aplicar a rede neural nos sinais ainda não classificados nos dados do Kepler. Para esta primeira experiência, eles selecionaram os obtidos de 670 sistemas estelares onde múltiplos exoplanetas já tinham sido encontrados, pensando que provavelmente entre eles estariam outros não detectados. E estavam certos.

— Este é o tipo de situação que o aprendizado de máquina pode brilhar — disse Shallue na teleconferência da NASA. — Se com os sinais mais fortes já é como procurar uma agulha num palheiro, com os mais fracos é como buscar uma agulha num palheiro muito, muito maior. São mais dados do que seria humanamente possível analisar num período razoável de tempo. Tivemos muitos falsos positivos, mas também apanhamos muitos potenciais planetas reais.

E, de fato, o Kepler-90i não foi o único exoplaneta que a dupla conseguiu confirmar até agora usando a rede neural. No sistema Kepler-80 a inteligência artificial também identificou um sexto integrante até então desconhecido. Designado Kepler-80g, ele é menor que o Kepler-90i e um pouco maior que a Terra, com um diâmetro cerca de 13% maior, também orbitando sua estrela em um período muito curto de tempo, cerca de 14,6 dias. Assim, mesmo a estrela neste caso sendo um pouco menor e mais “fria” que o Sol, sua temperatura ainda é calculada como muito alta para que possa abrigar vida como conhecemos, ficando por volta dos 150 graus Celsius.

A Busca Por um ‘Gêmeo’ da Terra

O uso das redes neurais também traz a esperança de extrair dos dados da missão original do Kepler a descoberta mais aguardada, e cobiçada, pelos cientistas na “caça” por exoplanetas: um verdadeiro “gêmeo” da Terra, isto é, um planeta com tamanho similar ao nosso, orbitando uma estrela como o Sol a uma distância também semelhante. Isso porque tal achado está no limite da capacidade do telescópio espacial no período em que ele funcionou plenamente.


— Uma das razões porque não encontramos este “gêmeo” da Terra é que eles são mesmo difíceis de encontrar, no limite do que o Kepler podia fazer — explicou Vanderburg. — Mas é possível que talvez, usando a rede neural, encontremos este planeta tão buscado nos dados do Kepler.

Outra possibilidade, disse Shallue, é “treinar” uma inteligência artificial parecida para fazer busca similar nos dados da nova missão de busca por exoplanetas TESS, que a Nasa pretende lançar no ano que vem.

— Aí temos duas opções: podemos esperar que humanos ou outros algoritmos tenham classificado observações suficientes para o aprendizado da máquina ou então, numa estratégia mais exploratória, simular estes sinais e usá-los para treinar a rede neural, aplicando-a posteriormente nos dados reais da TESS — concluiu.



Fonte: Site do Jornal o Globo - http://oglobo.globo.com

Como Foi a Observação da Chuva de Meteoros no Novo Campeche, em Florianópolis

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (14/12) no site “Hora de Santa Catarina” dando destaque a Chuva de Meteoros vista na madrugada de ontem em Florianópolis.

Duda Falcão

GERAL - ASTRONOMIA

Como Foi a Observação da Chuva de
Meteoros no Novo Campeche, em Florianópolis

Fenômeno foi tímido e prejudicado pelas nuvens, mas eles apareceram

Por Marcus Bruno
Hora de Santa Catariana
14/12/2017 - 09h29
Atualizada em 14/12/2017 - 09h29

Fotos: Felipe Carneiro / Diário Catarinense

Quem viu, viu. Quem não viu, só no ano que vem. A expectativa pela chuva de meteoros fez lotar a praia do Novo Campeche, em Florianópolis, na madrugada desta quinta-feira (14). Só que quem também apareceu foram as nuvens, que acabaram prejudicando a visibilidade do céu. Mesmo assim, muita gente conseguiu avistar as famosas estrelas cadentes.Elas passavam rápido, duravam pouco mais de um segundo e logo a cauda, às vezes verde, outras azul, desaparecia no espaço.

Cerca de 300 pessoas foram para as areias da praia do sul da Ilha com cadeiras, lanternas, lanches e bebidas no isopor. O clima era de um grande luau, com temperatura agradável e pouco vento. Tinha rodas com violão e flauta. Teve até gente vendendo comida, como o Pedro Rocha, de 28 anos, que levou pizzas veganas para a praia.

— Não imaginei que ia vir tanta gente. Eu vim com meus amigos, minha família e minhas filhas. Vamos ver! Para os cristãos, São Pedro, para quem acredita nos orixás, Yansã, que permitam que seus ventos mandem embora as nuvens para a gente observar essa chuva de meteoros. A fé do povo é grande — esperava o jovem.


Quando um meteoro cortava o céu, o primeiro que via gritava para todo mundo: "olha lá!". A professora de dança Flávia de Oliveira Barbosa, de 24 anos, veio preparada com uma cadeira de praia reclinável e conseguiu observar dois meteoros. Ela chegou por volta da meia noite.

— Já tem quase uma hora que a gente está aqui. Tem que ficar atento. Eu vi um antes ali — disse ela apontando para cima — e agora, que o céu abriu, deu pra ver outro bem nítido. É um rastro, é como se fosse uma estrela caminhando. E é muito ligeiro.

O professor Marcelo Girardi Schappo, coordenador do projeto de Observações Astronômicas e Tópicos de Física Moderna do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), foi quem organizou o grupo de observação e ficou surpreso com a grande quantidade de pessoas que foi até o Novo Campeche. Ele lamentou, no entanto, a presença das nuvens.

— A gente não viu tanto como gostaria por conta dessa nebulosidade. Temos uma grande parte de céu encoberto, mas alguns grupos já conseguiram ver.

A incidência durou pouco, e por volta das 2h começou uma chuva leve que fez o pessoal ir embora. Porém, mesmo quem não conseguiu ver os meteoros pode aproveitar um momento com os amigos junto à natureza. E para quem quer continuar acompanhando os fenômenos astronômicos, o professor Marcelo lembra que está previsto para o Hemisfério Sul, no dia 27 de julho, um eclipse total da Lua.


Fonte: Site Hora de Santa Catarina - http://horadesantacatarina.clicrbs.com.br

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Atualizando Nossas Campanhas

Olá leitor!

Hoje é mais uma quinta-feira do mês de dezembro e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas em curso.

Bom leitor quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, até esta semana 13 grupos já se inscreveram. São eles Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes EducativosCarl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoITA Rocket Design, NTAProjeto JupiterUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo), Grupo Pionners Grupo: GREAVE. Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (OBS: Continuo esperando que os 13 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Já quanto á “Campanha de Manutenção do Blog”, apenas um colaborador realizou a sua contribuição no mês de dezembro no vakinha.com.br. Ele foi:

1 - Leo Nivaldo Sandoli

OBS: informo aos leitores que ainda não sabem que  a campanha de manutenção do Blog pode ser acessada pelo link: http://www.vakinha.com.br/vaquinha/manutencao-do-blog-brazilian-space.

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir da próxima semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

Duda Falcão

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

INPE Lança Novo Sistema Para Monitoramento e Alertas de Risco de Queimadas

Caro leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (13/12) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que o instituto lançou novo sistema para Monitoramento e Alertas de Risco de Queimadas.

Duda Falcão

NOTÍCIA

INPE Lança Novo Sistema Para Monitoramento
e Alertas de Risco de Queimadas

Por INPE
Publicado: Dez 13, 2017

São José dos Campos-SP, 11 de dezembro de 2017

Em workshop na manhã de sexta-feira (15), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) apresenta a técnicos e gestores ambientais de todo o Brasil o TerraMA2Q, uma nova ferramenta para análise e alerta de queimadas. A inovação está na plataforma computacional que permite a cada usuário “programar” o sistema de acordo com suas necessidades, melhorando o combate aos incêndios florestais.

Uma das maiores ameaças ambientais do planeta, as queimadas descontroladas afetam o clima, provocam a erosão do solo, causam mortes e a extinção de espécies, entre outras graves consequências.

No Brasil, em 2017, já foram registradas pelo INPE duas mil detecções a mais do que em 2004, quando os satélites captaram 270.295 focos – recorde de uma série de dados orbitais iniciada em 1998. E os números continuam a subir (confira aqui a situação atual).

A detecção sistemática de focos de calor realizada pelo INPE é pioneira e a mais completa desenvolvida no mundo. “Desde a década de 1980 são aprimoradas as tecnologias para o monitoramento de queimadas por meio de imagens de satélites, que é particularmente útil em regiões remotas sem meios intensivos de acompanhamento, condição que representa a situação geral do Brasil”, diz Alberto Setzer, coordenador do Programa Queimadas do INPE.

O TerraMA2Q leva a tecnologia para mais perto do combate ao fogo. “Esta nova plataforma permitirá regionalizar a tomada de decisão em salas de situações e comitês estaduais que terão autonomia para criar seus próprios modelos de análise, com base na experiência do INPE”, diz Eymar Lopes, coordenador do TerraMA2Q.


TerraMA²

O TerraMA2Q é baseado na plataforma computacional TerraMA², criada pelo INPE para construção de sistemas de monitoramento, análise e alerta de riscos ambientais, que vem sendo aperfeiçoada desde 2006 e serve para diferentes aplicações – desde qualidade do ar e da água, incêndios, enchentes e estiagens, até a gasodutos, barragens de rejeitos em área de mineração, movimentos de massa do tipo escorregamentos e corridas de lama, entre outras.

“O que mudou na quarta geração da plataforma TerraMA² foi toda a base tecnológica”, explica o coordenador do projeto. “Novas tecnologias de desenvolvimento de softwares foram utilizadas de modo que as interfaces com o usuário estão apresentadas em aplicações web, podendo ser acessadas, configuradas e manipuladas de qualquer ponto da internet”, completa Lopes.

O TerraMA2Q foi desenvolvido no âmbito do “Programa Cerrado”, uma iniciativa de cooperação entre o Brasil e o Reino Unido, por meio do Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais (DEFRA), com apoio do Banco Mundial.

Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e gerenciado pela Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (Funcate), o programa busca contribuir para a mitigação da mudança do clima e para a melhoria da gestão de recursos naturais no bioma Cerrado.

Os resultados desse projeto subsidiarão gestores em secretarias de meio ambiente, defesa civil, brigadas de incêndios, entre outras instituições que monitoram a ocorrência de fogo no Brasil, ao desenvolvimento de sistemas de coleta, análise e alerta, integrando as equipes de campo com a sala de situação.

Avanços

A nova geração da plataforma TerraMA² foi totalmente reestruturada para ficar mais amigável, ágil, flexível e compatível com padrões internacionais de geoprocessamento (Open Geospatial Consortium – OGC). Os principais avanços são:

* Armazenamento e acesso a dados geoespaciais nos padrões OGC SFS - SimpleFeature Access e serviços web como WMS (Web Map Service), WCS (Web Coverage Service) e WFS (Web Feature Service);

* Capacidade para trabalhar com bases de dados distribuídas, tanto para dados estáticos quanto dinâmicos;

* Suporte a diferentes arquiteturas para armazenamento dos dados: arquivos vetoriais, arquivos matriciais, servidores de bancos de dados e serviços web;

* Execução de serviços locais ou remotos em diferentes máquinas;

* Administração de usuários e gerencia de projetos por interface WEB;

* Novo visualizador WEB de monitoramento;

* Análise por scripts na linguagem de programação Phyton, com novos operadores geográficos sobre dados ambientais.

Mais informações:


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Cientistas Vão Pesquisar Asteroide Interestelar em Busca de Tecnologia Alienígena

Olá leitor!

Segue abaixo uma curiosa notícia postada ontem (12/12) no site “G1” do globo.com destacando que Cientistas vão pesquisar asteroide interestelar em busca de tecnologia alienígena.

Duda Falcão

CIÊNCIA E SAÚDE

Cientistas Vão Pesquisar Asteroide
Interestelar em Busca de Tecnologia Alienígena

Objeto tem formato singular e foi identificado quando vinha em direção ao Sol
em outubro deste ano; projeto financiado por bilionário irá analisá-lo em busca
de evidências sobre vida extraterrestre.

Por BBC
12/12/2017 - 20h34
Atualizado há 16 horas

(Foto: ESO)
Asteroide tem formato alongado, como um charuto.

Um projeto em busca de evidências sobre a vida inteligente fora da Terra começará a analisar o primeiro asteroide interestelar para tentar encontrar sinais de uma tecnologia alienígena.


As propriedades dele sugerem que sua origem é de outra estrela, o que faria com que esse fosse o primeiro asteroide de fora do Sistema Solar a ser identificado em nossa vizinhança cósmica.

Uma iniciativa patrocinada pelo bilionário Yuri Milner irá utilizar um radiotelescópio para ouvir os sinais emitidos dele. Os esforços da equipe vão começar nesta quarta-feira, com astrônomos observando o asteroide – que atualmente está se afastando do Sistema Solar - por quatro bandas diferentes de radiofrequência.

A primeira etapa de observações deverá durar pelo menos 10 horas no Observatório de Green Bank, em West Virginia, nos Estados Unidos, com o uso do Green Bank Telescope, o maior radiotelescópio orientável do mundo.

Primeiras Observações

As primeiras impressões que vieram sobre o asteroide, chamado Oumuamua, ressaltam seu formato estranho, alongado, parecendo um pouco com o de um charuto.

"Pesquisadores que trabalham com transporte espacial de longa distância já sugeriram no passado que o formato de um charuto ou de uma agulha são arquiteturas prováveis para uma nave espacial interestalar, já que isso ajudaria a minimizar a fricção e os danos dos gases interestelares e da poeira", afirmou por nota o Breakthrough Listen, programa financiado por Milner para pesquisar evidências de inteligência extraterrestre no universo.

"A presença do Oumuamua no Sistema Solar dá ao Breakthrough Listen uma oportunidade de fazer descobertas sem precedentes sobre possíveis transmissores artificiais e de demonstrar nossa habilidade de rastrear objetos que estejam por perto se movendo rapidamente", disse o diretor da Berkeley SETI Research Center, Andrew Siemon, que faz parte da iniciativa.

(Foto: SPL)
As observações serão realizadas usando o telescópio
Robert C Byrd Green Bank em West Virginia, EUA.

"Independentemente se esse objeto for artificial
ou natural, ele é um alvo muito bom para o Listen",
complementou.

Já o professor Andrew Coates, do Mullard Space Science Laboratory, aponta que, por enquanto, ainda não há evidências concretas de que esse asteroide poderia ajudar a identificar qualquer sinal de vida extraterrestre.

"Acredito que há um experimento sendo feito para analisar esse objeto e escutar se há qualquer sinal de vida nele. Mas acho pouco provável, porque isso é um resto do início daquele sistema planetário em outro lugar. Outras formas melhores de procurar por vida extraterrestre são as missões como o projeto ExoMars, que irá para Marte em 2020 perfurando a superfície para procurar sinais de vida. Nós estamos construindo um sistema de câmeras para isso", observou.

"De qualquer forma, já que esse objeto está passando muito rápido,
é válido buscar escutá-lo só para entender. Mas acredito que é bem
pouco provável vir algo disso", acrescentou.

Outros pesquisadores que já fizeram observações desse asteroide com telescópios no solo dizem que, fora o formato distinto, ele lembra muito objetos naturais encontrados fora do Sistema Solar.

O objeto tem uma cor avermelhada, que é um indicativo da presença de compostos orgânicos irradiados por raios cósmicos. As medidas sugerem que ele tenha uma estrutura densa, composta de pedra e metal. Há a possibilidade de haver ali alguma água congelada.

Apesar do Oumuamua ter se formado em torno de outra estrela, os cientistas acham que ele poderia ter circulado pela Via Láctea, sem ligação a qualquer sistema estelar, por centenas de milhões de anos antes do encontro casual com nosso Sistema Solar.

O nome do asteroide, Oumuamua, significa "um mensageiro de longe chegando primeiro" na língua havaiana.


Fonte: Site “G1” do globo.com – 12/12/2017

Comentário: Pois é, um verdadeiro mistério esse objeto interestelar.

Programe-se: Ápice da Chuva de Meteoros em SC Será na Madrugada de Quinta-Feira

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia publicada ontem (12/12) pelo site do jornal “Diário Catarinense” destacando que o ápice da chuva de meteoros em SC será na madrugada desta quinta-feira (14/12).

Duda Falcão

ESTRELAS CADENTES

Programe-se: Ápice da Chuva de Meteoros
em SC Será na Madrugada de Quinta-Feira

Por Marcus Bruno
Postada 12/12/2017- 18h46min
Atualizada em 12/12/2017- 18h46min

Foto: NASA / Reprodução

Uma chuva de meteoros já está acontecendo no céu do Hemisfério Sul, mas o ápice do fenômeno será na madrugada de quarta para quinta-feira (14), mais precisamente entre 1h e 2h. O evento poderá ser acompanhado a olho nu e, conforme o meteorologista da NSC Leandro Puchalski, haverá clima favorável para a observação em Santa Catarina.

— As condições são favoráveis em praticamente todo o Estado, principalmente no Oeste. No Litoral Norte e no Vale do Itajaí, em função da umidade do mar, é difícil termos uma madrugada inteira sem nuvens, mas a previsão é de tempo seco.

Como observar os meteoros?

Também conhecida como estrelas cadentes, o fenômeno astronômico começou no dia 4 e seguirá até 16 de dezembro.  Para acompanhar, o mais importante é estar em um lugar com pouca ou nenhuma iluminação artificial. Praias, sítios, campos, mirantes de morros ou em alto mar. É recomendável levar toalha ou cadeira reclinável e ficar deitado para observar os meteoros. Assim não força o pescoço. Seguindo esses passos, é só contar que o céu esteja limpo, sem nuvens.


O professor de Física Marcelo Girardi Schappo, coordenador do projeto de Observações Astronômicas e Tópicos de Física Moderna do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), explica que, em alguns períodos do ano, a Terra passa por regiões que coincidem com órbitas de cometas e asteroides. Essas órbitas são sujas, repletas de detritos que se soltam do astro principal e pegam fogo ao entrarem na atmosfera terrestre. 

— A interação dessas rochas em alta velocidade e em atrito com a nossa atmosfera faz com que a rocha incinere e forme aquele traço brilhante. É o que forma a chuva de meteoro. O meteoro não é a rocha, mas o efeito atmosférico.

Segundo o professor, nos próximos dias ocorrerá uma das maiores chuvas de meteoros do ano, as Geminídeas, por virem da constelação de Gêmeos. A taxa de visualização dela pode chegar a mais de 100 meteoros por hora. Por isso, pesquisadores do projeto Astro&Física do IFSC irão observar o fenômeno na praia do Novo Campeche, em um evento aberto ao público. No entanto, qualquer pessoa pode ver as estrelas cadentes desde que siga as orientações de Girardi.


Fonte: Site do Jornal Diário Catarinense Online - 12/12/2017

Novo Planeta Habitável? NASA Fará Anúncio em Conjunto Com a Google

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (12/12) no site “Tecmundo” destacando que talvez a NASA conjuntamente com o Google façam um anuncio da descoberta de um novo planeta habitável na próxima quinta-feira (14/12).

Duda Falcão

Notícias - Ciências

Novo Planeta Habitável? NASA Fará
Anúncio em Conjunto Com a Google

Por Leonardo Müller
Tecmundo
12 dez 2017 — 12h02


NASA anunciou que fará um comunicado à imprensa na próxima quinta-feira (14) para revelar uma nova descoberta relacionada à sonda/telescópio espacial Kepler, conhecido por ser o “caçador de planetas” da agência norte-americana. O evento será transmitido em vídeo ao vivo pelo site da NASA e será feito em conjunto com a Google.

A empresa está ajudando a processar os dados gerados pela sonda utilizando aprendizado de máquina, uma abordagem do campo da inteligência artificial. Não há informações prévias sobre o que de fato será anunciado na quinta-feira, mas podemos imaginar que o assunto seja algum novo planeta habitável encontrado utilizando a tecnologia da Google e os dados do Kepler.

“Estima-se que exista pelo
menos um planeta orbitando
cada estrela no espaço”

A sonda é a razão pela qual a ciência conhece tantos exoplanetas — planetas fora do Sistema Solar. Ele foi lançado em 2009 e, desde então vem colhendo dados sobre astros similares à Terra. Por conta disso, pesquisadores de hoje estimam que existe pelo menos um planeta orbitando cada estrela no espaço. Em outras palavras, eles são extremamente comuns.

Seja como for, a conferência será realizada pelo astrofísico diretor da NASA, Paul Hertz, e pelo líder em engenharia de software da Google, Christopher Shallue, além de outros cientistas da agência. Fique ligado ao TecMundo para saber mais sobre o misterioso assunto na quinta-feira, dia 14.


Fonte: Site Tecmundo - http://www.tecmundo.com.br/

Trump Assina Programa Para Levar Astronautas de Volta à Lua e Até Marte

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (11/12) no site “UOL Notícias” destacando que o presidente Donald Trump dos EUA assinou programa para levar astronautas de volta à Lua e a Marte.

Duda Falcão

UOL NOTÍCIAS – Ciência e Saúde

Trump Assina Programa Para Levar
Astronautas de Volta à Lua e Até Marte

Por Larissa Leiros Baroni
Do UOL, em São Paulo
11/12/2017 - 18h11

Foto: Randy Brensk/NASA.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (11) um programa que autoriza a NASA (agência espacial americana) a enviar uma nova missão tripulada à Lua e, eventualmente, à Marte. Essa é a primeira diretriz da política espacial de seu governo.

"Desta vez não se trata apenas de colocar nossa bandeira e deixar nossas pegadas", afirmou Trump, em um pronunciamento feito na Casa Branca. "A nova missão na Lua estabelecerá uma base para eventuais missões a Marte e talvez, algum dia, para mundos além", completou.

Segundo o presidente norte-americano, a diretriz por ele assinada "vai reorientar o programa espacial dos Estados Unidos" e "marca um passo importante para o regresso dos astronautas norte-americanos para a Lua pela primeira vez desde 1972.".

Essa é uma promessa ousada, que marca o 45º aniversário do Apollo 17, a última missão tripulada para a Lua. Mas que já tinham sido cogitadas pelos últimos três presidentes norte-americanos, que foram impedidos pelos desafios políticos e financeiros da exploração espacial.

A última vez que o homem tocou o solo lunar foi em 11 de dezembro de 1972. Os astronautas dessa missão partiram da Terra no dia 7 e retornaram no dia 19 de dezembro do mesmo ano. Na ocasião, Eugene Cernan e Harrison Schmitt fizeram três caminhadas sobre a superfície lunar.

Hogan Gidley, porta-voz adjunto presidencial, ressaltou que a nova diretriz de Trump "modificará a política de voos espaciais tripulados do país para ajudar os EUA a se transformarem na força principal na indústria espacial, a obterem novos conhecimentos do espaço, e a desenvolverem uma tecnologia incrível".

Em outubro, o vice-presidente Mike Pence já havia declarado que os Estados Unidos voltariam a enviar missões à Lua. "Nós devolveremos os astronautas americanos à Lua, não só para deixar pegadas e bandeiras, mas para construir as bases que precisamos para enviar americanos para Marte e além", disse Pence na época, em discurso ao Conselho do Espaço Nacional.

Apesar de não mudar os planos de viagem à Marte, a nova diretriz do governo americano é vista como algo que altera a política da administração Obama. Em 2010, o ex-presidente cancelou o programa da administração de George W. Bush que previa o retorno do homem à Lua até 2020, antes da jornada à Marte, que ocorreria em 2030.

Em um discurso no Kennedy Space Center, Obama disse que não havia necessidade de retornar à superfície da Lua: "Já estivemos lá antes. Há muito mais espaço para explorar", afirmou na época, destacando que os esforços da NASA seriam os de levar astronautas para um asteroide como passo preparatório para a ida ao Planeta Vermelho.

Ida ao Planeta Vermelho

Em março deste ano, Trump assinou uma lei que repassa US$ 19,5 bilhões à NASA para o atual ano fiscal e estabelece como objetivo da agência enviar humanos a Marte até 2030. Na ocasião, o presidente dos EUA se disse "encantado" em sancionar a lei.

Durante a campanha eleitoral para a presidência dos EUA, Trump já dizia que a ida a Marte deveria ser priorizada pela NASA. "Os Estados Unidos vão liderar o caminho para as estrelas", declarou ele em evento de campanha em Stanford.

O objetivo de levar astronautas a Marte até 2030 e implantar uma colônia no Planeta Vermelho foi reafirmado por Barack Obama. O ex-presidente afirmava que os Estados Unidos precisariam se associar à indústria privada para alcançar o feito.

Esta é também a ambição do empresário e fundador da SpaceX, Elon Musk. Ele já apresentou um plano para estabelecer uma colônia em Marte, enviando 100 humanos de cada vez, por US$ 100 mil a passagem, a partir de 2024. (*Com agências internacionais).


Fonte: Site UOL Notícias – https://noticias.uol.com.br

Comentário: Pois é leitor, momento histórico para humanidade, só comparável ao momento que disse John Kenndey no inicio de seu governo, quando anunciou que os EUA levaria astronautas até a superfície da LUA antes do final da década de 60, e assim o fez. Digam o que quiserem sobre os EUA graças a sua política econômica e militar agressiva em defesa se seus interesses e de seu povo, mas não é por acaso que eles são a maior potencia do planeta. Enquanto isto, um gigantesco território de piratas situado no hemisfério sul deste mesmo planeta, tido pela comunidade internacional como uma eterna promessa, sob o comando politico de Grupos Populistas de Merda (vendedores de banana) continuam saqueando e brincado de governar. Estamos ferrados. Enquanto isto, está definitivamente aberta a nova corrida espacial entre nações, e esta atitude americana deverá atrair ações semelhantes e definitivas dos países europeus, da China, Rússia, Japão e até mesmo da Índia.