segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Governo Quer Usar Recursos Obtidos Com Alcântara Para Reforçar Programa Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo um interessante artigo (antigo é verdade mais esclarecedor) que dá algumas informações sobre os pontos polêmicos deste acordo de Salvaguarda Tecnológicos a ser assinado entre o BRASIL e os EUA, postado que foi dia (03/08), no site do jornal “O Estado de São Paulo”. Vale a pena conferir com bastante atenção.

Duda Falcão

BRASIL

Governo Quer Usar Recursos Obtidos Com
Alcântara Para Reforçar Programa Espacial

Acordo entre Brasil e Estados Unidos está sendo desenhado para uso comercial da
base localizada no Maranhão. 'Sem acordo, Alcântara volta a hibernar', diz brigadeiro

Por Tânia Monteiro,
O Estado de S.Paulo
03 Agosto 2018 | 00h07

BRASÍLIA -  O Brasil quer empregar os recursos obtidos com o uso comercial da Base de Alcântara, no Maranhão, com lançamento de satélites para multiplicar pelo menos por cinco os recursos para o desenvolvimento do seu programa espacial. O Centro de Lançamento está pronto para que dali sejam lançados satélites de qualquer tipo e de qualquer país.

Foto: AEB
Acordo entre Brasil e Estados Unidos está sendo desenhado
para uso comercial da base localizada no Maranhão.

Isso, porém, só poderia acontecer depois de o Brasil assinar um acordo de salvaguardas tecnológicas com os Estados Unidos, que está sendo desenhado pelos dois países. Essa aliança retirou das tratativas pontos polêmicos rejeitados pelo Congresso brasileiro, e que estavam previstos no acordo de 2001.

O acordo de salvaguarda com os EUA, não prevê aluguel,  arrendamento ou doação de Alcântara para os Estados Unidos. Trata-se apenas um amparo legal para o uso comercial de Alcântara, não importa por qual país, informou o brigadeiro Luiz Fernando de Aguiar, presidente da comissão de implantação de sistemas espaciais.

Ele disse ainda que "o acordo é imprescindível para os lançamentos de foguetes". Explicou que os Estados Unidos têm domínio de 80% do mercado e  equipamentos de praticamente todos os países têm alguma peça americana e que só obtêm consentimento para terem seus equipamentos colocados no espaço por centros de lançamento de países que tenham acordo de salvaguardas com os norte-americanos.

“Sem acordo, Alcântara volta a hibernar”, comentou o brigadeiro. Ele assegurou ainda que "o acordo de salvaguardas com os EUA não atingirão a soberania do Brasil" e que todos os pontos polêmicos que existiam estão sendo revistos e não serão aceitos.

"Não vamos defender um acordo que não seja bom para o Brasil. Defendemos nossa soberania", declarou, acrescentando que "o acordo para o uso comercial de Alcântara pode ser suspenso a qualquer momento que o Brasil quiser". Segundo Aguiar, "não haverá doação, assim como não há qualquer problema de soberania ou invasão dos Estados Unidos a instalações militares brasileiras". 

Valores

O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, declarou que, hoje, o orçamento para esta finalidade no programa espacial brasileiro é de R$ 100 milhões (reais). 

Estima-se que este acordo permitirá de 10 a 15 lançamentos por ano, ao custo de R$ 50 milhões cada. Ou seja, serão, no mínimo R$ 500 milhões, a mais para os programas de desenvolvimento dos nossos satélites.

O comandante citou que tudo depende do emprego da tecnologia usado por satélites e que os investimentos esta área vão ajudar nos mais diversos segmentos, como agricultura, controle de fronteiras terrestres, tráfego aéreo, banda larga na Amazônia, prevenção de desastres, devastação, monitoramento de água, ou atendimento médico a distância. 

"Tudo depende de satélite", comentou o comandante da Aeronáutica, ao mostrar a importância do setor, que recebe investimentos significativos em outros países, como a Argentina, nossa vizinha, que investe US$ 1,2 bilhão na área espacial. "O mundo gasta US$ 300 bilhões", citou o brigadeiro Rossato. “Por que não estamos nesse negócio? Ninguém vive mais sem o auxílio das facilidades do espaço e já estamos atrasados nesta corrida".

O comandante disse ainda que um Conselho Nacional do Espaço foi criado, concentrando as necessidades de todos os órgãos públicos neste setor, para otimizar os recursos e os benefícios que cada área pode ter com o uso dos satélites. Trata-se de uma nova governança para o setor. 

Essa união de esforços, justificou ele, poderá permitir o lançamento e uso de satélites melhores com imagens muito mais definidas, feitas e focando áreas que nos interessam. Todo o desenvolvimento do projeto é dual, com objetivos civis e militares ao mesmo tempo, seguindo o exemplo usado no controle do tráfego aéreo brasileiro.

Além disso, o material a ser produzido pelo satélite será de acordo com o interesse de cada ministério. A Embrapa, por exemplo, já está integrada ao projeto por ter interesse nos benefícios trazidos pelos satélites para suas pesquisas. Segundo Rossatto, o uso de satélites pode baratear custo para inúmeros serviços, inclusive telefonia.

Acordo “o quanto antes” - A expectativa do presidente da comissão de implantação de sistemas espaciais, é que o acordo esteja pronto ainda neste ano para ser apresentado ao Congresso brasileiro. 

“Os americanos entenderam, flexibilizaram, coordenaram e teremos um acordo bem melhor, diferente de todos esses itens que foram falados e que não passaram no Congresso na época. E neste ano vai passar”, observou o brigadeiro.

O ideal é que ele fosse aprovado “o quanto antes”, para que o Centro de Lançamentos de Alcântara pudesse começar a fazer estes lançame

O Que Muda Com o Acordo?

Considerando o relatório da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, itens descritos envolvendo o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas, de 2001, foram rediscutidos, revistos e flexibilizados, levando em conta os interesses do Estado brasileiro.

Essas revisões, neste momento, estão sendo feitas em Washington, mas já foram objeto de discussão com o governo brasileiro. Diferentemente do Brasil, o acordo de salvaguardas não precisa de ser apreciado pelo Congresso americano.

Segundo o Estado apurou, alguns dos exemplos de revisão previstos no novo texto do acordo de salvaguardas tecnológicas entre Brasil e Estados Unidos incluem, pelo menos, três pontos: 

1 - O texto antigo previa entrega de áreas do Centro de Lançamento de Alcântara, situado em uma base militar brasileira, ao exclusivo controle dos Estados Unidos, tornando essas áreas inacessíveis a brasileiros. No novo texto não há entrega, cessão ou arrendamento de áreas do CLA; 

2 - No texto antigo, a alfândega brasileira ficaria proibida de inspecionar remessa de material americano que ingresse no território nacional e esteja destinado à Alcântara, assim como de material que sair do Centro de Lançamento de Alcântara para os EUA. No novo texto as cargas que chegarem ao Centro de Lançamento de Alcântara serão inspecionadas pelos órgãos governamentais competentes conforme prevê a legislação brasileira;

3 - Na salvaguarda anterior, o governo dos Estados Unidos poderia proibir que o Brasil pudesse lançar satélites de nações desafetas dos americanos, ou seja, poderia vetar o uso da base, mesmo estando a base instalada em território brasileiro e o veículo de lançamento de sua propriedade, ou de terceiros.

Pelo novo texto, o Centro de Lançamento de Alcântara mantém o controle da agenda de lançamentos, que poderá lançar engenhos aeroespaciais brasileiros e de qualquer outra nacionalidade. Além disso, os novos termos em discussão indicam que o acordo deixa de ser assimétrico.


Fonte: Site do jornal O Estado de São Paulo - 03/08/2018

Comentário: Bom leitor, se essa apuração feita pelo Estadão estiver correta, são pontos realmente interessantes, mas para se ter certeza sé será realmente um bom ou aceitável acordo precisamos primeiro ter acesso a minuta do mesmo, pois evidentemente existem outros pontos a serem observados tão importante quanto. No entanto, vale aqui ressaltar para aqueles leitores que estão defendendo a não assinatura deste acordo em nossa página do Facebook de que, este acordo é extremamente necessário se quisermos atuar com eficiência e chances de sucesso no mercado internacional de lançamentos de satélites comerciais, pois gostem vocês ou não, os americanos mandam neste mercado, afinal 80% das cargas uteis que chegam ao espaço atualmente ou são americanas ou tem em suas cargas componentes americanos. Diante disto, somente países que assinam esse tipo de acordo com os filhos do TIO SAM podem lançar essas cargas uteis. É praxe galera e até a Rússia assinou este acordo. Vale também aqui dizer que se a minuta deste acordo vier a comprovar que o mesmo é interessante para Brasil, em nossa opinião ficará comprovado o descaso e a incompetência (dirigida ou não) do Governo FHC na época do outro acordo. Fica parecendo até que os americanos aplicaram o famoso SCC (se colar colou) e os representantes brasileiros aceitaram numa boa sem qualquer negociação, o que em nossa opinião gera muitas suspeitas.

Esclarecimentos da Agência Espacial Brasileira

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (21/09) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), tendo como destaque esclarecimentos desta agencia em relação da matéria publicada na edição do Jornal Folha de São Paulo do dia 17/09.

Duda Falcão

AEB

Esclarecimentos da Agência Espacial Brasileira

Publicado em: 21/09/2018 - 11h34
Última modificação: 21/09/2018 - 13h34


A  Agência Espacial Brasileira (AEB) esclarece algumas informações publicadas na edição da Folha de S. Paulo de 17.09 – “FAB quer arrecadar R$ 140 milhões ao ano com “aluguel” da base de Alcântara” – e em outros veículos de comunicação. Todos esses esclarecimentos têm o intuito de proporcionar ao público uma visão mais completa dessa relevante questão de interesse para a ciência, a tecnologia e a soberania nacionais. Mais informações no http://www.aeb.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/Esclarecimentos-da-Agência-Espacial-Brasileira.pdf


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Pois então vale a pena dar uma lida e também opinar sobres esses esclarecimentos de nossa pífio agencia de brinquedo.

sábado, 22 de setembro de 2018

Ministro da Defesa e Comandante da FAB Visitam o DCTA

Olá leitor!

Veja agora a nota oficial do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) sobre a visita do Ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, as instalações de seus institutos e companhias que produzem tecnologia no campo do Poder Aeroespacial, além do IAE já citado em nota anterior, postada que foi no site do DCTA.

Duda Falcão

Ministro da Defesa e Comandante
da FAB Visitam o DCTA

Por Tenente Jonathan Jayme
Fonte: Agência Força Aérea

Fotos: Sargento Brunto Batista/CECOMSAER

Uma comitiva chefiada pelo Ministro de Estado da Defesa, Joaquim Silva e Luna, e pelo Comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, concluiu, nesta terça-feira (18), uma série de visitas a unidades e companhias que produzem tecnologia no campo do Poder Aeroespacial. O objetivo foi atualizar o Ministério da Defesa (MD) sobre o andamento dos projetos nessa esfera.

O grupo, formado ainda por oficiais-generais das três Forças Armadas, esteve no pátio industrial da Embraer, em Gavião Peixoto (SP), na indústria AVIBRAS e no complexo do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), esses dois últimos localizados em São José dos Campos (SP).

O Diretor-Geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, Major-Brigadeiro do Ar Hudson Costa Potiguara, apresentou relatório com as principais soluções científico-tecnológicas no campo do Poder Aeroespacial. Hoje, a Organização Militar (OM) desenvolve 114 projetos, em 159 laboratórios, com a finalidade de manutenção da soberania do espaço aéreo e a integração nacional.

Quase metade das iniciativas é forjada nos laboratórios do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), onde, por exemplo, foi demonstrada a capacidade dos espaços de guerra eletrônica, parte do Programa de Pós-Graduação em Aplicações Operacionais, que especializa militares no campo da defesa. O grupo de autoridades também conheceu o laboratório do ITASAT, onde avança projetos e desenvolvimento de sistemas espaciais, como, por exemplo, o Carponis-1, primeiro satélite brasileiro de sensoriamento remoto de alta resolução espacial.

No Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), onde há 48 laboratórios, a comitiva foi informada sobre a evolução do projeto VS-50, veículo suborbital para ensaios de microgravidade e para experimentos hipersônicos, desenvolvido em parceria com a Alemanha.

No mesmo espaço, foi explanada uma das maiores iniciativas do Instituto de Estudos Avançados (IEAV), o 14-X. Trata-se de um planador hipersônico integrado a um motor que permitirá acesso facilitado ao espaço. Conforme as perspectivas do IEAV, as demonstrações em voo devem ocorrer até 2022.

A série de visitas à área funcional do DCTA foi encerrada no Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV). Pilotos da unidade demonstraram a utilização do simulador, que permite, de forma segura e realista, a percepção do comportamento de aeronaves com diversas características de estabilidade e controle.

Investimentos


Segundo o Comandante da FAB, a ida ao DCTA comprovou, por meio dos diversos institutos, a elevada estrutura tecnológica da OM. "Entendo que, com essa capacidade e com as cabeças que nós temos, só nos falta um pouco mais de recursos para que todos os projetos se tornem realidade", frisou.

O Ministro da Defesa reforçou a necessidade de ampliar os investimentos. "Vejo aqui um grande desafio, mas vejo também uma grande esperança. O setor aeroespacial necessita de pesquisa, desenvolvimento e projetos. O que vimos aqui são pesquisas voltadas para aplicação, são projetos ousados e que não nos deixa devendo a nenhum país do mundo. O Ministério da Defesa precisa reforçar a importância dos recursos direcionados a esses projetos. Precisamos convencer as autoridades para que coloquem recursos e que se invista cada vez mais em pesquisas. Há uma competição com o tempo, a tecnologia acaba sendo superada", concluiu.  

Assista ao vídeo sobre a série de visitas às unidades e companhias que produzem tecnologia no campo do Poder Aeroespacial.



Fonte: Site do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA)

Comentário: Bom leitor, já disse na bota anterior o que acho desta visita e espero que uma revisão quanto ao caminho a ser adotado seja feita quando da eleição do novo governo. Ouçam pelo amor a pátria quem vocês devem ouvir, e quem com serviços prestados e grande experiência estão ainda vivos e dispostos ajudar, ou seja, os verdadeiros especialistas do setor, eles são quem realmente podem e deveriam definir o caminho de desenvolvimento a ser seguido e não esses burrocratas políticos e populistas de merda. Vocês estão cometendo os mesmos erros. Esses merdas de carreira vestidos de pinguins desbotados só servem para endossar o que os especialistas dizem para fazer, digitando documentos e seguindo a orientação de quem conhece, ponto.

IAE Realiza Ensaio Funcional da Cinta Ejetável de Separação da Carga Útil PSR-01 da Operação Mutiti

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (20/09) no site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), destacando que foi realizado no dia 14/09 o Ensaio Funcional da Cinta Ejetável de Separação da Carga Útil PSR-01 que voará na “Operação Mutiti”.

Duda Falcão

Ensaio Funcional da Cinta Ejetável
de Separação da Carga Útil PSR-01

Divisão de Integração e Ensaios (AIE) realiza ensaio funcional
da cinta ejetável de separação da carga útil PSR-01 



Publicado: 20 Setembro 2018
Última atualização em 21 Setembro 2018


No dia 14 de setembro de 2018 foi realizado o ensaio funcional da cinta ejetável de separação da carga útil PSR-01, que voará no VS-30 V14 na Operação Mutiti. A cinta permite a união estrutural entre a carga útil e o veículo na região de interface durante a fase propulsada do foguete. Ao final desta fase, ela deverá permitir a liberação da carga útil mediante ao seu destravamento e abertura.

O ensaio estrutural da cinta de separação foi executado pela Divisão de Integração e Ensaios - AIE com participação e acompanhamento de membros das três subdiretorias (SDPJ, SDTE e SDEG), além do Diretor, Brigadeiro Engenheiro Augusto Luiz de Castro OTERO. No que se refere à liberação para voo, a cinta deve ser submetida aos ensaios de distribuição de tensões e estrutural de compressão/flexão. Dessa forma, o programa de ensaio abrangeu as seguintes considerações:

* Dispositivo de ensaio;

* Definição dos pontos de medidas de deformação a serem realizados por strain gauges;

* Definição dos pontos de medidas de deslocamento a serem realizados por LVDTs;

* Torque de aperto da cinta para o ensaio de distribuição de tensões;

* Curva de carregamento da força axial (compressão) para o ensaio estrutural;

* Curva de carregamento da força lateral (flexão) para o ensaio estrutural;

* Procedimento para o ensaio de distribuição de tensão da cinta; e

Procedimento para o ensaio estrutural estático com carga combinada de carregamento axial e de flexão para o ensaio estrutural.

Por fim, os ensaios planejados ocorreram dentro do esperado, com a cinta resistindo aos esforços aplicados.



Fonte: Site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)

Comentário: Pois é leitor, pelo visto segue os preparativos para tão aguardada “Operação Mutiti”, primeira operação apos os fracassos das Operações São Lourenço (SARA Suborbital-1) e Rio Verde (MICROG2). Agora leitor, será realizada ainda em 2018? Esta é uma pergunta que eu não me atreveria responder, pois apesar de está prevista para algum momento do segundo semestre deste ano, a única coisa certa no PEB é que não há nada certo. Vamos aguardar.

Rússia Vai Propor Criar Nova Estação Espacial Perto da Lua

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante notícia publicada hoje (22/09) no site do Sputnik News Brasil destacando que a Rússia vai propor criar nova estação espacial perto da Lua com a participação dos EUA ou/até em parceria com os países integrantes do BRICS

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Rússia Vai Propor Criar
Nova Estação Espacial Perto da Lua

Sputnik News Brasil
22/09/2018 - 11:00
Atualizado 22/09/2018 - 11:05

© Foto: Roskosmos/Sergei Ryazansky

A Rússia irá propor um novo projeto de estação espacial próximo da Lua, reporta a agência espacial Roscosmos.

"Poderá ser uma estação russa ou internacional, esse é um assunto a tratar nas negociações", disse Dmitry Rogozin, diretor da Roscosmos, em reunião com jovens especialistas do setor. 

Ele não descartou a participação dos EUA no novo projeto. Além disso, é possível que a estação seja criada em parceria com os países parceiros do BRICS. 

Segundo o diretor da corporação, durante a preparação para o lançamento da nova tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês), previsto para o dia 11 de outubro, ele terá conversações em Baikonur com o administrador da NASA Jim Bridenstine e debaterá a visão russa de cooperação na órbita da Lua.

Anteriormente, Rogozin observou que a Rússia não pode se dar ao luxo de participar do programa de uma estação próxima da Lua com os EUA nos moldes em que o projeto existe hoje.

Projeto Gateway

Em setembro do ano passado, a Roscosmos e a NASA assinaram um memorando de cooperação para a criação de uma estação internacional na órbita da Lua, denominada mais tarde The Gateway.

Supõe-se que o primeiro módulo – Módulo de Propulsão de Potência – será lançado em 2022. E, em 2023, o módulo de armazenamento de combustível ESPRIT e o módulo americano U.S.Utilization, um pequeno espaço pressurizado que permite a entrada de uma equipe na primeira missão de montagem da Gateway.

Está em planejamento também o lançamento de um módulo de logística e um braço manipulador para transportar cargas ao longo da superfície da estação. Os módulos residenciais internacionais e norte-americanos devem ser adicionados de 2024 a 2025.

Foi proposto à Rússia a construção de um compartimento para a saída dos cosmonautas para a superfície da estação. No entanto, segundo a fonte disse à Sputnik, esse papel não satisfez o lado russo — o compartimento deveria ser construído de acordo com os padrões técnicos norte-americanos, nomeadamente com as medidas dos escafandros estadunidenses.


Fonte: Site Sputniknews Brasil - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Pois é leitor, diante da atual situação de descaso com o PEB, pensar na participação brasileira em um projeto como esse nos parece mais falácia do que qualquer outra coisa. Não é possível que o diretor da Roscosmos, Dmitry Rogozin, tenha levantado essa hipótese com seriedade, e o mais provável é que ele tenha dito BRICS se referido a China, Índia e África do Sul, países estes que conduzem os seus programas espacias com competência e seriedade. Mas enfim tá ai a notícia.

Ministro da Defesa Visita o IAE

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (20/09) no site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), destacando que o Ministro de Estado da Defesa, General Joaquim Silva e Luna, esteve visitando este instituto na ultima terça feira (18/09).

Duda Falcão

Ministro da Defesa Visita o IAE

Publicado: 20 Setembro 2018
Última atualização em 21 Setembro 2018


Na última terça feira, o Instituto de Aeronáutica e Espaço recebeu a visita do Ministro de Estado da Defesa, General Joaquim Silva e Luna.

Acompanhado do Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, de uma comitiva de oficiais generais do Ministério da Defesa e do Diretor Geral do DCTA, Major Brigadeiro do Ar Hudson Costa Potiguara, o Ministro assistiu a uma apresentação proferida pelo Diretor do IAE, Brigadeiro Engenheiro Augusto Luiz de Castro Otero sobre os  projetos e laboratórios do Instituto, com ênfase no principal projeto do IAE, o Veículo Lançador de Microssatélites -VLM-1.

A visita foi recebida no Laboratório de Ensaios de Vibração- LEVI, da Divisão de Integração e Ensaios do IAE.

Confira as fotos da visita



Fonte: Site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)

Comentário: Bom leitor, sinceramente se fosse um Ministro Civil eu lhe diria sem medo de errar que o mesmo teria apenas ido passear em São José dos Campos, mas sendo um General, e diante da movimentação em curso das comissões do “Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB)”, creio que esta não deva ter sido uma viajem de férias para o Ministro. Entretanto, há muita coisa a ser mudada para que o PEB venha realmente tomar um caminho de desenvolvimento forte e consistente, a começar por mudar a forma como este instituto é conduzido e resgatar o controle do projeto mobilizador do VLM-1 (hoje mais alemão do que brasileiro) perdido por decisões errôneas e arrogantes que deixaram de lado o conhecimento tecnológico conquistado dentro do país em troca da tecnologia alemã. Mas vale dizer que, infelizmente não é o que se vê leitor, muito pelo contrário, e assim os mesmos erros vêm sendo cometidos colocando em risco mortal a nossa independência espacial, e ao mesmo tempo nos colocando sob total controle tecnológico, coisa que os EUA e a OTAN agradecem. Esse é o momento em que como cidadão brasileiro me sinto enganado e fazendo parte de uma sub-raça controlada pelas nações que fazem de tudo para nos manter sob controle, inclusive se valendo de nossa própria estupidez.

O Setor Espacial no SIGE 2018

Olá leitor!

O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) ao lado do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) realizarão de 25 a 27/09 a vigésima edição do “Simpósio de Aplicações Operacionais em Áreas de Defesa (SIGE)”.

O SIGE é um evento anual promovido com o objetivo de criar um ambiente de troca de experiências entre os setores acadêmicos, industriais e operacionais das Forças Armadas, em temas de ensino, pesquisa e desenvolvimento em áreas de Defesa.

A equipe organizadora do SIGE é formada pela Comissão de Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Aplicações Operacionais (PPGAO) e conta com a participação voluntária de todos os alunos de mestrado e doutorado do PPGAO. O corpo de revisores dos artigos submetidos é constituído por integrantes da comunidade científica nacional e internacional, e integrantes do setor operacional das forças armadas e da indústria, com notório saber na área de Defesa.

Pois então leitor, apesar deste ser um simpósio mais direcionado ao Setor de Defesa, como o ITA e o IAE são institutos do DCTA e ambos conduzem pesquisas também para o Setor Espacial, alguns projetos em andamento, estudos e propostas para a este setor também serão apresentados durante o evento, e o Blog BRAZILIAN SPACE selecionou para você os mais significativos. Leia com atenção, pois alguns irão lhe surpreender.

Duda Falcão

* ARCABOUÇO PARA IDENTIFICAÇÃO DE AMEAÇAS AOS OBJETOS ESPACIAIS

Ilmo Caldas Neto (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Henrique Costa Marques (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)

Resumo: A exploração do ambiente espacial tem culminado em uma crescente geração de lixo espacial, o que tem demandado maior acurácia nas manobras evasivas e de reposicionamento orbital. Dessa forma, em um ambiente com 17 mil objetos em órbita, os operadores satelitais precisam identificar quais são as ameaças aos seus ativos com precisão e tempo hábil de resposta. Esse tipo de tecnologia é parte integrante da gestão de um satélite, pois o tipo de objeto, a coordenada, o tempo e a gravidade da potencial colisão definem o risco e a necessidade de uma manobra mitigadora, sendo necessário o uso de metodologias precisas de propagação orbital, as quais demandam alto poder computacional. Este trabalho desenvolve um arcabouço para a identificação das ameaças a um objeto de interesse, considerando sempre os dados reais de todos os objetos em órbita, utilizando técnicas de filtragem para redução de custo computacional e apresentando parâmetros inerentes a gestão de risco espacial, assunto esse escassamente discutido na literatura. Com base em um estudo de caso do satélite brasileiro SGDC-1, foi observado que a aplicação de filtros reduziu de forma relevante o tempo de propagação orbital, evitando o processamento de objetos que não trazem risco. Da mesma forma, um módulo dedicado a localização das regiões críticas permitiu a identificação de duas ameaças reais, informando a posição e o tempo das potenciais colisões.

* UMA ABORDAGEM DE MBSE PARA A MISSÃO GARATÉA-L

Renan G. S. Menezes (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Linélcio S. Paula (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Emerson H. S. Oliveira (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Jonas B. Fulindi (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Luís Eduardo V. Loures da Costa (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) Gente Que Faz
Lucas Fonseca (CEO, Airvants) Gente Que Faz

Resumo: Este artigo apresenta os principais resultados da aplicação de uma abordagem Agile System Engeneering no estudo de caso da missão Garatéa-L (primeira missão lunar brasileira), utilizando MBSE e a linguagem descritiva de sistemas SysML. Dentro dos princípios dos métodos ágeis, foram realizados Loop’s de projeto, processo de elicitação de requisitos, Lab Meetings, interação dinâmicas com os stakeholders. A partir da aplicação dessa abordagem foi possível desenvolver o Conceito de Operações da missão, abrangendo informações essenciais para o entendimento das necessidades dos stakeholders, e realizar a modelagem através do SysML. Os diagramas criados foram: Use Cases, Diagrama de Sequências “White Box” e Diagrama de Requisitos, e também foi realizada a análise de dependabilidade (dependability) e o estudo das alternativas das soluções (trade studies). Os resultados demonstram que a aplicação da abordagem ágil possibilita antecipar análises necessárias para o sucesso da missão e provê a rastreabilidade de requisitos em atendimento às necessidades dos stakeholders.

* PROTÓTIPO DE UM SUBSISTEMA DE CONTROLE DE ATITUDE PARA MISSÕES SUBORBITAIS

Denys Tanos (Instituto de Aeronáutica e Espaço)
Felipe da Motta Silva (Instituto de Aeronáutica e Espaço)
Andrei Souza (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Alison Moraes (Instituto de Aeronáutica e Espaço)
Valeria Leite (Instituto de Aeronáutica e Espaço)
Cesar Batagini (Instituto de Aeronáutica e Espaço)

Resumo: Este artigo descreve uma eletrônica embarcada que está em desenvolvimento com o objetivo de realizar controle de rolamento em foguetes de sondagem. Este desenvolvimento envolve o uso de sensores de tecnologia MEMS, de baixo custo juntamente com processador de aplicação comercial. Os ensaios realizados mostraram que o sistema desenvolvido é capaz de realizar as medidas de velocidade angular em uma escala linear. As simulações em malha fechada realizadas envolvendo o protótipo mostraram a efetividade do projeto, sendo este eficaz em cancelar o rolamento residual da carga útil oriundo da fase propulsada.

* IDENTIFICAÇÃO DE ESTRELAS PARA SENSORES EMBARCADOS EM NANOSSATÉLITES

Pedro Kukulka de Albuquerque (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Valdemir Carrara (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais)
Luis Eduardo V. Loures da Costa (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) Gente Que Faz

Resumo: Este artigo visa desenvolver uma solução para a identificação estelar sem informação de atitude prévia no sensor de estrelas, de acordo com as restrições de energia e espaço interno presente em nanossatélites. Para isso foi utilizado dois algoritmos de identificação conhecidos como pirâmide e valor P, além de uma terceira opção formada por esses dois. Modificações na lógica clássica desses foram necessárias para atender as necessidades impostas ao problema. Por fim, o algoritmo foi simulado no Matlab em um ambiente ruidoso de forma a comparar as soluções quanto ao tempo para identificação e robustez ao cenário criado.

* UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS DE FOGUETES DE SONDAGEM PARA O LANÇAMENTO DE CUBESATS

Danton José Fortes Villas Bôas (Instituto de Aeronáutica e Espaço)
Alison de Oliveira Moraes (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)

Resumo: Nos últimos cinco anos a quantidade de lançamento de micro-satélites e cubesats tem apresentado constante crescimento. Há previsões de lançamento de pelo menos 500 satélites desse porte por ano nos próximos cinco anos. Este trabalho apresenta um estudo de emprego de tecnologias, propulsores e subsistemas já desenvolvidos no programa brasileiro de foguetes de sondagem para aplicação em sistemas de lançamento orbital de microsatélites e cubesats. São estudadas configurações de foguetes lançadores de pequeno porte para o acesso ao espaço com custo baixo e confiabilidade suficiente. Foi estudada a utilização dos veículos VL3 e VL4, desenvolvidos a partir dos foguetes suborbitais VSB-30 e VS-40 respectivamente, obtendo-se massas de carga útil de 8 a 11 kg para o VL3 e entre 23 a 35 kg para o VL4, para as órbitas estudadas neste trabalho. Os resultados mostraram-se promissores, e novos estudos são indicados para o detalhamento das ideias propostas. Dois novos propulsores, com massa de propelente de 292 e 50 kg, necessitariam ser desenvolvidos para a aplicação nos estágios superiores dos veículos VL3 e VL4. As tecnologias envolvidas são acessíveis, conhecidas e já utilizadas no PEB, e os exemplos estrangeiros apresentados indicam uma opção a ser considerada.

* BENCHMARKING PARA PROJETO DE UM NANOSSATÉLITE DE COMUNICAÇÕES PARA O EXÉRCITO BRASILEIRO

Douglas Estevam Casale (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Jéssica Garcia de Azevedo (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Breno Aparecido Crucioli (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Hélio André dos Santos (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Jonas Bianchini Fulindi (Instituto Tecnológico de Aeronáutica)
Luís Eduardo V. Loures da Costa (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) Gente Que Faz

Resumo: A região amazônica apresenta desafios ao estabelecimento de comunicações militares confiáveis. Meios convencionais para comunicações a longa distância na selva amazônica dependem da instalação de antenas repetidoras, o que pode atrasar missões ou comprometer o sigilo das operações. Novas possibilidades de solução para esta necessidade de comunicação surgiram com a evolução da tecnologia espacial, como os nanossatélites, que são menores, de menor custo e mais rápidos de desenvolver que os satélites convencionais. Assim, está em curso, no Centro de Inovação Espacial do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o desenvolvimento de um nanossatélite para atender às necessidades de comunicações do Exército Brasileiro na região amazônica. Sendo uma das etapas desse projeto, o benchmarking favorece a compreensão das tecnologias usadas em sistemas similares. Neste contexto, este trabalho apresenta o método e o estudo de caso aplicados ao benchmarking de um nanossatélite de comunicações em baixa órbita.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Agência Espacial Realiza "10º Workshop do Programa Globe da NASA" no Planetário de Brasília

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (20/09) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que esta agencia realizará dia (24/07) o “10º Workshop do Programa Globe da NASA” no Planetário de Brasília.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Agência Espacial Realiza 10º Workshop do
Programa Globe no Planetário de Brasília

Publicado em: 20/09/2018 16h02
Última modificação: 20/09/2018 16h03


Professores das redes pública e particular de ensino do Distrito Federal podem se inscrever até esta quinta-feira (20.09), na 10ª edição do Workshop Espaço Atmosfera e Mosquito do Programa Globe da NASA no Brasil, a ser realizado dia 24 de setembro, no Planetário de Brasília – Eixo Monumental.

O Globe é um programa de Educação e Ciência Ambiental da Agência Espacial Norte Americana (NASA) com apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB) e outras agências espaciais. O programa tem como objetivo envolver cidadãos na investigação e proteção da Terra por meio de análise de dados.

Durante o workshop os professores coletarão dados científicos ambientais seguindo os protocolos do mosquito, que abrange coletas do inseto e de dados ambientais com o intuito de identificar o gênero, fase larval e a relação dele com doenças e o ambiente.

O protocolo atmosfera compreende atividades de coleta e análise de dados referente ao clima da Terra, interpelações entre os oceanos, a atmosfera, os processos geológicos com dados da atmosfera, precipitação líquida, temperatura do ar e umidade relativa.

O workshop é uma forma de levar o programa Globe a todos os estados do Brasil. Hoje, o Globe está presente em mais de 120 países. O programa permite que professores possam inserir as atividades em currículos escolares incentivando o desenvolvimento da pesquisa científica nas escolas em colaboração com a comunidade Globe.

Inscrições

Os professores interessados em participar do workshop podem fazer a inscrição até o dia (20.09), enviando seus dados pessoais: nome, telefone, local de trabalho e formação para o e-mail dsad.globe@aeb.gov.br.

O programa Globe já está presente em todas as regiões brasileiras. A última edição foi realizada no mês de agosto em Manaus, Norte do País. A penúltima aconteceu na região da Tríplice Fronteira – Foz do Iguaçu (PR), Argentina e Paraguai. Já foram realizados workshops em Brasília, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Manaus. Mais informações sobre as atividades do Globe acesse o endereço: www.globe.gov.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Haddad é o Único Candidato a Citar Base de Alcântara em Propostas

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada dia (17/09) no site “O Imparcial” de São Luís (MA) destacando que candidato Haddad é o único candidato a citar Base de Alcântara em propostas.

Duda Falcão

PROPOSTA

Haddad é o Único Candidato a
Citar Base de Alcântara em Propostas

A Aeronáutica espera que um Acordo de Salvaguarda Tecnológica entre Brasil e EUA
e a criação de uma empresa pública para gerir as atividades do Centro
sejam votados em breve pelo Congresso

Por Da Redação
O Imparcial
17/09/2018

Com a pauta do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) em suspenso desde que o Congresso brasileiro frustrou o Acordo de Salvaguarda Tecnológica entre Brasil e Estados Unidos para utilização do espaço, nos anos 2000, os responsáveis pela comissão que visa alavancar o uso comercial da área espera que um novo tratado seja votado em breve pelo legislativo. “Não existe presidente que venha a assumir esse país que não coloque na pauta de importância o espaço“, comentou o presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais, Major-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando Aguiar.

Entre os 13 candidatos que disputam o cargo de Presidente do Brasil, apenas o petista Fernando Haddad menciona especificamente o CLA. De acordo com o Plano de Governo do partido do ex-presidente Lula,

Será retomada a política de defesa de nosso território e mares, “a defesa da Pátria” preconizada para as Forças Armadas por nossa Constituição, por meio de projetos para o resguardo de nossa soberania, como a consolidação de uma Base Industrial e Tecnológica da Defesa (BITD), o submarino de propulsão nuclear, a política aeroespacial a partir da Base de Alcântara, o satélite geoestacionário, o Sistema de Foguetes – Astros 2020 e Blindados Guarani.


O Plano de Governo de Marina Silva, da Rede, chega apenas a citar a Aeronáutica, informando ao eleitor que “se compromete com a adequação dos efetivos do Exército, da Marinha e Aeronáutica, com o aprimoramento de sua capacidade operacional e com a elevação de seu nível tecnológico“. Já Cabo Daciolo, do Patriota, mencionou somente a participação da Força Aérea Brasileira na questão das fronteiras.


Fonte: Site do jornal “O Imparcial” - 17/09/2018

Comentário: KKKKKKKK, só pode ser brincadeira. Esses Petralhas tiveram 16 anos, fizeram merda em cima de merda com o PEB, saquearam e destruíram a economia do país, a moral e a pouca ética que ainda existia, e agora aparecem como mocinhos dizendo que farão isso e aquilo. É muita cara de pau desses vagabundos marginais. Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor maranhense Edvaldo Coqueiro pelo envio desta notícia.