sábado, 25 de março de 2017

Universidade Constrói Computador de Bordo Para Nanossatélite em Parceria Com o INPE

Olá leitor!

Segue abaixo nota postada dia (23/03) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que a Universidade Federal do Ceará (UFC) desenvolveu em parceria com o instituto um computador de bordo para cubesats.

Duda Falcão

Universidade Constrói Computador de Bordo
Para Nanossatélite em Parceria Com o INPE

Quinta-feira, 23 de Março de 2017

Um computador de bordo para cubesats foi desenvolvido na Universidade Federal do Ceará (UFC) com o apoio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Aliando baixo custo e alta confiabilidade, o equipamento será utilizado no CONASAT, projeto do Centro Regional Nordeste (CRN) do INPE, localizado em Natal, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Concebido para o Sistema Brasileiro de Coleta de Dados Ambientais, o projeto CONASAT também é voltado à capacitação de recursos humanos. Junto com as universidades, o INPE promove a inovação tecnológica nos ramos da eletrônica e de telecomunicações com base no uso de nanossatélites, especialmente cubesats.

"O computador de bordo está sendo desenvolvido para os nanossatélites da constelação CONASAT e, também, poderá ser usado em outras missões de cubesats", informa Manoel Jozeane Mafra de Carvalho, chefe do CRN/INPE.

Batizado de Open OBC, por ser um computador de bordo com padrão de hardware e software abertos, o equipamento foi o principal resultado da dissertação de mestrado de David Freitas M. Mota, sob a orientação de João Cesar Moura Mota e Jarbas Aryel Nunes da Silveira, do Departamento de Engenharia de Teleinformática (DETI) do Centro de Tecnologia da UFC.

Ricardo Galvão, diretor do INPE, esteve no Centro de Tecnologia da UFC, em Fortaleza, no dia 14 de março. Na ocasião, os dirigentes e pesquisadores discutiram a integração do computador de bordo realizado na UFC com os demais subsistemas da plataforma do nanossatélite e com a carga útil, o transponder DCS, desenvolvido pela equipe de Natal.

Open OBC 

A arquitetura do computador de bordo Open OBC utiliza o processador TMS570LS0432 da Texas Instruments, que possui: núcleo ARM Cortex-R4 em duas CPUs; detecção e correção de falhas em suas memórias RAM e ROM internas; hardware BIST tanto na CPU quanto na memória RAM; e outras características de segurança como o monitoramento do clock e da tensão de alimentação. Uma memória flash externa foi utilizada para armazenamento de código e dados.

Há duas interfaces I2C para a comunicação com os subsistemas existentes em um cubesat, sendo uma exclusiva para comunicação com o transponder. A arquitetura é complementada por uma interface UART para diagnóstico e depuração, sinais PWM para acionamento das bobinas de torque e entradas ADC para medição da intensidade da luz solar nas faces do satélite. Estão previstos ainda um cartão MicroSD para armazenamentos de dados e uma interface CAN para tráfego de informações transmitidas em tempo real, garantindo, assim, um controle rígido de erros e a recepção de mensagens. O computador de bordo foi eletronicamente testado e está apto à integração com os demais subsistemas.

Computador de bordo desenvolvido na UFC.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Comentário: Notícia maravilhosa esta, é mais um estado nordestino entrando para ‘Era Espacial’. Parabéns a galera da Universidade Federal do Ceará (UFC) e leitor, em breve os cearenses desta mesma universidade divulgarão algo tão significativo quanto. Aguardem! Aproveito para lembrar aos nossos leitores o que vem ocorrendo nos últimos dias no âmbito das atividades espaciais do país. Primeiramente foi o Laboratório Associado de Combustão e Propulsão (LCP) do INPE que anunciou o desenvolvimento de um combustível limpo e mais barato para foguetes e motores de satélites (veja aqui), posteriormente a AEB anunciou que um Engenheiro dela Desenhou e Qualificou Suportes de Antena para o Satélite Frankenstein Francês SGDC (veja aqui), depois foi anunciado à continuidade dos testes na Alemanha com o motor foguete líquido L75 (espero que para algo útil de verdade) (veja aqui), depois foi anunciado o inicio do Mestrado Profissional em Engenharia de Computação e Sistemas Aplicados à Engenharia Aeroespacial da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) (veja aqui), depois a AEB divulgou que um de seus engenheiros desenvolveu um método que aumenta o tempo de vida do Satélite Frankenstein Francês SGDC (veja aqui), depois à Universidade de Brasília (UnB) anunciou ter realizado uma bateria de testes com um motor híbrido para satélites (veja aqui), e agora essa notícia sobre este computador de bordo para cubesats. É pouco? Na verdade sim, bastante, se levarmos em conta os 56 anos de atividades espaciais do país e da clara falta de responsabilidade governamental para com esse crucial programa para o futuro do país, mas diante das circunstancias, é musica para nossos ouvidos.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Astrônomos Brasileiros Descobrem Duas Novas Chuvas de Meteoros

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante notícia postada hoje (24/03) no site “Apollo11.com”, destacando que Astrônomos Brasileiros descobrem duas novas chuvas de meteoros.

Duda Falcão

Editoria: Astronomia

Astrônomos Brasileiros Descobrem
Duas Novas Chuvas de Meteoros

Sexta-feira, 24 mar 2017 - 10h19

O dia 20 de março de 2017 se torna mais uma data importante para a ciência no Brasil. O Meteor Data Center, órgão ligado à União Astronômica Internacional incluiu, pela primeira vez na sua lista geral de chuvas de meteoros, duas descobertas feitas por brasileiros.

Composição das órbitas dos meteoros do radiante August Caelids.

A descoberta dos novos radiantes, posições celestes de onde parecem partir os meteoros, foi realizada pelos pesquisadores ligados à BRAMON, Rede Brasileira de Observação de Meteoros, após três anos de coleta de dados.

As novas chuvas foram batizadas Epsilon Gruids (EGR) e a August Caelids (ACD) e estão localizadas nas constelações do Grou e do Cinzel, respectivamente.

Desde 2014 a BRAMON tem realizado um trabalho extremamente valioso ao monitorar os céus do país e atualmente conta com 82 estações de automáticas, distribuídas em 19 estados. Desde que começou a funcionar, já registrou mais de 86 mil meteoros.

As Chuvas de Meteoros

Os trabalhos que culminaram com a descoberta tiveram início no final de 2016, quando os pesquisadores Carlos "Apodman" Di Pietro, de São Paulo e Marcelo Zurita, de João Pessoa, observaram que um grupo de meteoros parecia surgir de um único ponto no céu, mais precisamente na constelação do Grou.

Para confirmar de que se tratava de uma nova chuva de meteoros os pesquisadores precisaram realizar uma série de provas até que no final de janeiro de 2017, outro integrante da BRAMON, Lauriston Trindade, de Maranguape, CE, integrou o grupo de pesquisa com objetivo de auxiliar nos cálculos e conseguir a validação da descoberta.

“Foram centenas de cálculos e muita leitura envolvendo milhares de meteoros. Além disso, tivemos que desenvolver novas ferramentas matemáticas para facilitar o trabalho. Foi um mês de trabalho dedicado", disse Lauriston.

A Descoberta

Após a validação dos cálculos, feita por Apodman, o grupo concluiu que havia descoberto não só uma, mas duas novas chuvas de meteoros.

De posse dos dados orbitais, os pesquisadores enviaram os relatórios ao Meteor Data Center, órgão internacional que coordena e cataloga esse tipo de fenômeno. Finalmente, em 20 de março, União Astronômica Internacional reconheceu a descoberta.

Descobertas desta natureza possuem muitos significados para a comunidade científica, pois mostra o poder de uma rede de pesquisa voluntária e colaborativa, formada por cidadãos comuns que tem interesse em produção e divulgação científica.


Fonte: Site Apolo11 -  http://www.apolo11.com/

Comentário: Pois é leitor, enquanto o PEB segue sem rumo e vivendo de fantasias, a Astronomia Brasileira por sua vez segue avançando e apresentando resultados cada vez mais significativos. Parabéns aos pesquisadores da rede BRAMON, estou vibrando com esta descoberta.

Estudantes se Preparam Para a Olimpíada Brasileira de Física Com aulas no CBPF

Olá leitor!

Segue abaixo nota postada hoje (24/03) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), destacando que Estudantes se preparam para a Olimpíada Brasileira de Física com aulas no pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF).

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Estudantes se Preparam Para a Olimpíada
Brasileira de Física Com aulas no CBPF

São 129 alunos do 9º ano do ensino fundamental e do ensino médio, de escolas públicas e
particulares, participando das aulas realizadas no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas,
em parceria com a UFRJ. Objetivo é divulgar a ciência e motivar os jovens a ingressar
nas carreiras científicas. Curso acontece aos sábados, até outubro deste ano.

Por Ascom/MCTIC
Publicação: 24/03/2017 | 11:08
Última modificação: 24/03/2017 | 11:24

Crédito: CBPF
Primeira fase da OBF acontece no dia 8 de maio.

Estudantes que vão disputar a Olimpíada Brasileira de Física (OBF) contam com o reforço do curso preparatório oferecido pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para o curso, foram selecionados 129 alunos do 9º ano do ensino fundamental e do ensino médio. Do total, 25% são de escolas públicas. As aulas serão realizadas todos os sábados até outubro deste ano. 

"É uma atividade fundamental para divulgar ciência, em especial, a física para os jovens, com o intuito de motivá-los a optar futuramente por carreiras científicas", disse o pesquisador João Paulo Sinnecker, coordenador da pós-graduação do CBPF.

"O objetivo é ajudar na preparação dos alunos paras as provas da OBF, divulgar as pesquisas na fronteira da física e, com isso, atrair jovens talentos para as ciências exatas", completou o pesquisador Rodrigo Capaz, da UFRJ.

Segundo ele, o projeto da ‘Equipe UFRJ-OBF' começou no ano passado como um projeto-piloto, só com alunos do 2º ano do ensino médio. "Para este ano, conseguimos um financiamento da Fundação Lemann, o que nos permitiu ampliar o projeto. Surgiu também a ideia de realizar as atividades aos sábados, estabelecendo uma parceria com o CBPF", explicou Capaz.

OBF

Realizada desde 2006 pela Sociedade Brasileira de Física, a OBF tem como objetivos despertar e estimular o interesse pela física, proporcionar desafios, aproximar as universidades do ensino médio e identificar grandes talentos em física, preparando os estudantes para as olimpíadas internacionais e estimulando o ingresso nas carreiras científicas e tecnológicas. As inscrições devem ser feitas pelas escolas até 8 de maio, sendo que a primeira das três fases da competição será realizada nas próprias escolas no dia 8 de maio. A OBF tem o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Saiba mais


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC

Professor e Alunos do Ubatubasat Serão Parceiros da AEB na Divulgação das Atividades Espaciais

Olá leitor!

Segue abaixo nota postada ontem (23/03) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), destacando que o Professor Cândido Moura e os e três de seus alunos do Programa Ubatubasat, estiveram na quarta-feira (22/03) visitando a sede da Agência Espacial de Brinquedo (AEB), em Brasília, além de participarem na Universidade de Brasília (UnB) dos testes com um motor híbrido para satélites desenvolvido por esta universidade.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Professor e Alunos do Ubatubasat Serão
Parceiros da AEB na Divulgação
das Atividades Espaciais

Em Brasília (DF), professor Cândido Mendes e três estudantes que participaram do
projeto de iniciação científica em Ubatuba (SP) visitaram a Agência Espacial Brasileira.
Além disso,eles participaram dos testes com um motor híbrido para satélites
desenvolvido por alunos de engenharia da Universidade de Brasília (UnB).

Por Ascom do MCTIC
Publicação: 23/03/2017 | 17:32
Última modificação: 23/03/2017 | 17:42

Foto: Crédito AEB
Estudantes participaram de testes com motor hibrido desenvolvido
por alunos do curso de engenharia aeroespacial da UnB.

A Agência Espacial Brasileira (AEB) recebeu, na quarta-feira (22), a visita do coordenador e três estudantes do projeto de iniciação científica Ubatubasat, desenvolvido na Escola Municipal Presidente Tancredo de Almeida Neves, em Ubatuba (SP), que resultou na construção e lançamento do nanossatélite Tancredo-1 ao espaço no fim do ano passado. Na visita à AEB, o professor Cândido Moura e os alunos Rafaela Torres, Carlos Alberto Oliveira Filho e Yeté Abunã Labarca conheceram as instalações e discutiram a divulgação das atividades espaciais no Brasil. 

"A AEB apoiou o lançamento do Tancredo-1 e é muito importante que eles conheçam o que fazemos, como coordenamos o Programa Espacial Brasileiro. Agora eles sabem como é feito o nosso trabalho. Depois dessa visita, eles serão também divulgadores das atividades espaciais", afirmou o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB, Carlos Gurgel. 

Após a passagem pela AEB, o grupo participou de uma bateria de testes com um motor híbrido para satélites que está sendo desenvolvido por alunos do curso de engenharia aeroespacial da Universidade de Brasília (UnB), com apoio técnico e financeiro da entidade vinculada ao MCTIC. A demonstração da atividade pode ser vista aqui

O Tancredo-1

Com 9 centímetros de diâmetro e 13 centímetros de altura, o Tancredo-1, nanossatélite de 700 gramas, foi totalmente construído no Brasil com apoio da AEB e também do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O equipamento está na órbita da Terra, a 400 quilômetros de altitude, e conduz experimentos para estudar a formação de bolhas de plasma na atmosfera, fenômeno que interfere na captação de sinais de satélites e em antenas parabólicas instaladas em regiões próximas à linha do Equador, por exemplo. O nanossatélite também carrega um gravador, que propaga uma mensagem gravada pelos alunos.


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC)

Comentário:  Bom leitor, creio que num contexto geral esse compromisso de divulgar para a Sociedade Brasileira as atividades espaciais do país, deveria na realidade ser um compromisso de todos que participam ou se interessam pelo desenvolvimento desse setor no Brasil. No entanto, desde que se faça da forma correta e com responsabilidade e não (plagiando os religiosos) vendendo  a alma ao demônio. A imagem de um educador como o Prof. Cândido Moura precisa ser preservada e não usada para divulgar inverdades como vem ocorrendo com esta Agencia de Merda neste caso do Satélite Frankenstein francês SGDC. Abra o olho Prof. Cândido, quem não tem credibilidade, faz de tudo para buscar entre aqueles que têm, a credibilidade que necessita para seus nefastos objetivos. Quanto ao teste do motor-hibrido para satélites, fico feliz de saber que este projeto esta avançando. Parabéns ao Grupo de Propulsão Híbrida da UnB.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Engenheiro Colabora no Processo de Montagem e Integração do SGDC

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (23/03) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que engenheiro formado na Universidade de Brasélia (UnB) colaborou no processo de montagem e integração do SGDC.

Duda Falcão

Engenheiro Colabora no Processo
de Montagem e Integração do SGDC

Coordenação de Comunicação Social – CCS
23/03/2017


Formado pela Universidade de Brasília (UnB) em Engenharia Mecânica, com mestrado em Ciências Mecânicas, Cristiano Vilanova foi um dos técnicos que participou da montagem e integração técnica do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), em Cannes, na França.

Entre idas e vindas, Cristiano ficou cerca de dois anos em Cannes. Ele conta que acompanhou todas as fases e etapas do satélite, dando ênfase para a de seu domínio, ou seja, a parte de integração mecânica, “Eu espero ser capaz de fazer tudo que diz respeito à montagem e integração”.

“A montagem é simplesmente colocar os equipamentos nos lugares, já a integração garante o funcionamento dos equipamentos. Além de fixar os equipamentos, você tenta garantir a conexão com as outras partes do satélite para evitar danos em alguma peça. Se tudo estiver correto, o satélite está integrado. Todo equipamento tem um critério de integração”, ressalta o engenheiro.

O conhecimento adquirido no programa de absorção e transferência de tecnologia não ficou restrito ao SGDC, mas também poderá ser aplicado à construção de outros satélites. Cristiano revela: “São vários os requisitos que precisam ser demonstrados, como a questão da internet, na área militar. Aí entram os testes. À medida que o equipamento vai sendo montado vai se antecipando os testes”.

Ele afirma que a ideia é aplicar esses conhecimentos que adquiriu em futuros projetos de satélites brasileiros. “A Agência Espacial Brasileira (AEB) está com uma filosofia de desenvolvimento de microssatélite. A ideia é elaborar um plano de integração para esse satélite. Sair da área burocrática e desempenhar um trabalho mais técnico”, finaliza o engenheiro.

Com 5 metros de altura e pesando 5,8 toneladas, o SGDC é um projeto do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e Ministério da Defesa.  O satélite ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da Terra, cobrindo todo o território nacional e parte do oceano Atlântico. Ele vai operar nas bandas X e Ka, destinadas respectivamente ao uso militar — que representa 30% da capacidade total do equipamento — e ao uso cívico-social, provendo banda larga às regiões mais remotas do Brasil – que representa os outros 70% da capacidade total do satélite.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário:  Agora sim leitor, mesmo que por uma inconsciente estupidez da CCS dessa agencia de merda, através do relato da história da participação deste engenheiro no projeto deste Satélite Frankenstein, a mesma  esclareceu o que realmente os técnicos brasileiros realizaram na França, ou seja, mesmo sendo taxado de programa de absorção e transferência de tecnologia, não foi isto que na realidade aconteceu, como já havíamos dito.  Pra que fique bem claro ao leitor, os técnicos brasileiros aprenderam como montar, integrar e operar um satélite deste porte, ponto, e não há a menor dúvida quanto a isto, a questão aqui não é essa, e sim a não participação dos técnicos brasileiros no desenvolvimento das partes do satélite que foram efetivamente desenvolvidas, isto não só pela fato da maioria das partes serem de prateleira (já desenvolvidas), bem como pelo fato de não terem acesso ao desenvolvimento das partes sensíveis do satélite, e é aí que deveria existir a transferência de tecnologia através de um processo de desenvolvimento conjunto,  bem como também encontra-se a insegurança deste satélite, especialmente por ser um satélite também de Defesa.

Engenheiro da AEB Desenvolve Método Que Aumenta Tempo de vida do SGDC

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (20/03) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que engenheiro da agência desenvolveu Método que aumenta tempo de vida do Satélite Frankenstein Francês SGDC.

Duda Falcão

Engenheiro da AEB Desenvolve Método
Que Aumenta Tempo de vida do SGDC

Coordenação de Comunicação Social – CCS
23/03/2017


O engenheiro mecânico Erlan Cassiano, da Agência Espacial Brasileira (AEB), constatou que o volume adicional do tanque de combustível do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), prestes a ser lançado ao espaço, em Kourou, na Guiana Francesa, poderia aumentar em até seis meses a vida do satélite.

Cassiano faz parte do seleto grupo de profissionais enviado a Cannes, na França, que integrou o processo de absorção e transferência de tecnologia firmado com a Thales Alenia Space e o governo brasileiro para capacitação de técnicos.

Erlan ficou dois anos e oito meses em Cannes. Após a seleção interna feita pela AEB, ele fez os cursos iniciais e avançados ministrados pela Thales, os quais nivelaram todos os candidatos selecionados.

“Cada candidato foi trabalhar na área de seu interesse, supervisionado por um coach que fazia a interface entre a Thales e o grupo de absorção de tecnologia. Eu fui para a área de propulsão de satélite, já trabalhava com isso nos laboratórios da UnB, mas ainda não tinha experiência com propulsão satelital”, disse.

“O tempo de vida do satélite é limitado pela quantidade de combustível que é colocada em órbita. Erlan observou que uma pequena margem de volume de combustível não era considerada adequadamente pela metodologia de carregamento do tanque. O tanque tem a espessura muita fina, o combustível fica pressurizado, e com isso o tanque se expande. Isso permite a colocação de um volume adicional”, afirmou o engenheiro formado pela Universidade de Brasília (UnB).

“Cada candidato foi trabalhar na área de seu interesse, supervisionado por um coach que fazia a interface entre a Thales e o grupo de absorção de tecnologia. Eu fui para a área de propulsão de satélite, já trabalhava com isso nos laboratórios da UnB, mas ainda não tinha experiência com propulsão satelital”, disse.

“Em Cannes aprendi como especificar equipamentos, quando um satélite vai para o espaço, bem como sua posição ideal, aprendi fazer correções ao longo da vida do satélite, por causa do sol, da lua e da própria gravidade da terra. Para acertarmos todos esses fatores temos que usar o sistema de propulsão. No caso do SGDC são utilizados um combustível e um oxidante, temos que prever tudo para o sistema funcionar bem ao longo dos 15 anos de vida”, ressaltou.

“Uma das minhas principais tarefas lá era avaliar a performance do satélite ao longo da vida. Tive que avaliar a vida útil do satélite como ia ser a pressão, a performance dos propulsores, a variação de temperatura e a medição do combustível”, concluiu. O método sugerido por Erlan foi levado à empresa, a sugestão foi validada e incorporada ao projeto.



Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário:  Kkkklkkkk, essa agencia de merda está fazendo de tudo na guerra da desinformação para justificar esse projeto desastroso. Porém, digamos que essa notícia seja verdadeira, ou da poltrona, a OTAN agradece, rsrsrsrsrs. Faça-me uma garapa.

Brasil Desenvolve Tecnologia Para Lançamento de Satélites Produzidos no País e Com foguete Próprio

Olá leitor!

Segue abaixo mais uma notícia postada ontem (22/06) no site da “Agência Reuters Brasil” destacando que o Brasil está desenvolvendo tecnologia para lançamento de satélites produzidos no país e com foguete próprio.

Duda Falcão

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Brasil Desenvolve Tecnologia Para
Lançamento de Satélites Produzidos
no País e Com foguete Próprio

Por Brad Haynes
Quarta-feira, 22 de março de 2017 15:28 BRT

KOUROU, Guiana Francesa (Reuters) - O Brasil está desenvolvendo tecnologia para enviar satélites produzidos no país e com seus próprios foguetes até o final da década, afirmaram executivos do setor aeroespacial e autoridades antes do lançamento do primeiro satélite de comunicação e defesa do país.

O lançamento do satélite produzido na França, o primeiro projeto do tipo liderado pelo setor privado no Brasil, foi originalmente previsto para terça-feira, mas remarcado para a noite desta quinta-feira por causa de protestos em torno do local de decolagem, na Guiana Francesa.

O satélite geoestacionário de 5,8 toneladas vai transmitir Internet em alta velocidade de uma altitude de 36 mil quilômetros para regiões remotas do Brasil e fornecer canais de comunicação segura para membros das Forças Armadas e do governo.

A missão de lançamento ganhou urgência depois das revelações em 2013 de que a agência nacional de segurança dos Estados Unidos NSA tinha espionado a ex-presidente Dilma Rousseff.

"Nós não podemos garantir a soberania do Brasil enquanto nossas comunicações estão sendo transmitidas por satélites de outros países", disse José Raimundo Braga Coelho, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB). "O Brasil é um país gigantesco e precisamos de satélites brasileiros sobre ele."

O lançamento marca um renovado esforço para expandir a indústria aeronáutica brasileira para o espaço, com a Embraer, terceira maior fabricante de aviões comerciais do mundo, buscando se consolidar como fornecedora nacional.

A subsidiária da Embraer Visiona, uma joint-venture com a estatal Telebras, foi uma das principais contratadas no projeto do satélite de 1,3 bilhão de reais. A Visiona subcontratou a montagem do satélite para a francesa Thales, que também treinou dezenas de engenheiros brasileiros e contratou a Arianespace para o lançamento.

Apesar da indústria brasileira ter sido responsável por pequena fração do satélite, ela poderia fornecer a maioria dos componentes para uma classe menor de satélite, com peso de cerca de 100 quilos e que orbita a cerca de 1.000 quilômetros, disse o presidente da Visiona, Eduardo Bonini.

O executivo afirmou que um "micro satélite" deste tipo, que a Visiona poderá lançar dentro de dois a três anos, poderá atender missões importantes no Brasil, desde acompanhamento da situação de reservatórios de hidrelétricas e de desmatamento a monitoramento da fronteira de 17.000 quilômetros do país.

Coelho afirmou que pesquisadores do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) também estão desenvolvendo tecnologia proprietária de foguetes que poderão colocar em órbitas baixas micro satélites até 2019. "A demanda existe", disse Bonini. "É uma questão do governo definir prioridades."

Enquanto a Visiona espera uma definição sobre o próximo satélite do Brasil, Bonini afirmou que a empresa está buscando fontes mais estáveis de receita, como contratos sobre processamento de imagens obtidas por redes de micro satélites. A Visiona registrou vendas de cerca de 8 milhões de reais com este serviço no ano passado, disse o executivo.


Fonte: Site da Agência Reuters Brasil - http://br.reuters.com/

Comentário: Leitor esta é mais uma mistureba de inverdades divulgadas por esses vermes para ficarem bem na fita perante a Sociedade. Como já disse diversas vezes este Satélite não tem nada de benéfico que um projeto de satélite semelhante não pudesse oferecer, mas tudo de ruim devido à forma como foi conduzido todo o processo do acordo assinado com os franceses, motivado na realidade pela forma discutível como foi criada esta empresa VISIONA. Quanto ao tal desenvolvimento de foguete próprio para lançamento de satélites isto é pura falácia e fica claro até mesmo no comentário do próprio presidente da Visiona, Eduardo Bonini: “"A demanda existe", disse Bonini. "É uma questão do governo definir prioridades." Leitor, coloque isto na cabeça, não existe neste momento qualquer interesse do Governo Brasileiro (independente de cor – para quem não entendeu, leia legenda partidária safada) de desenvolver no Brasil um lançador de satélites antes de 2022, como deixou bem claro em julho de 2010 (um garfe jamais repetido) o ex-secretário Samuel Guimarães da Secretária de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da Republica do segundo governo do humorista LULA (veja aqui). Na época esse energúmeno disse: “O Programa Espacial Brasileiro faz parte do Plano Brasil 2022, e define como meta a colocação em órbita de dois satélites geoestacionários brasileiros e o lançamento do primeiro veículo lançador de satélites (VLS) até o ano 2022, quando o país completa o bicentenário de sua independência”. Leitor, esses vermes vagabundos vem vendendo há décadas a soberania do país nesta área a potencias de varias cores, e caso o VLM-1 saia realmente do papel, isto só ocorrerá, como disse esse energúmeno, a partir de 2022, quando então fará pouca diferença para potencias estrangeiras a autossuficiência espacial brasileira, principalmente se todo o processo continuar nas mãos desses vermes incompetentes e corruptos. Leitor se o Governo Brasileiro quisesse realmente desenvolver um lançador de satélites de pequeno porte com o conhecimento e profissionais que temos, bastava o governo reunir uma equipe qualificada e motivada, dar todo o apoio logístico, politico, financeiro e cobrar por resultados que, se valendo das tecnologias já existentes no país, colocaríamos uma satélite no espaço em dois ou três anos, ou talvez antes. Aproveitamos para agradecer ao leitor Jahyr Jesus Brito pelo envio dessa notícia.

Após Três Tentativas Frustradas, Governo Não Sabe Quando Lançará Satélite SGDC

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (22/03) no site “G1” do globo.com, informando  que depois de três tentativas frustradas, o governo brasileiro não sabe quando lançará o Satélite Frankenstein Francês SGDC.

Duda Falcão

ECONOMIA

Após Três Tentativas Frustradas, Governo
Não Sabe Quando Lançará Satélite

Satélite geoestacionário será lançado da Guiana Francesa, mas, com greve no país,
governo já adiou cerimônia por três vezes. Ministério diz que ainda não há nova previsão.

Por Luciana Amaral,
G1, Brasília 
22/03/2017 20h01
Atualizado há 15 horas 

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações informou nesta quarta-feira (22) que, após três tentativas frustradas, o governo brasileiro não sabe mais quando lançará o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas. 

O satélite será lançado da Guiana Francesa, mas uma greve no país fez com que a cerimônia fosse adiada três vezes.

Inicialmente, o equipamento seria lançado da cidade de Kourou para o espaço nesta terça (22), mas o governo adiou para esta quarta (22) e, depois, para quinta (23).

De acordo com a imprensa da Guiana Francesa, a greve local é promovida por funcionários de uma empresa de energia elétrica e de um centro médico. Durante os protestos, foram feitas barricadas na entrada do centro espacial com carros, pneus e pedaços de madeira.

Agora, o governo brasileiro e a empresa aeroespacial Arianespace aguardam o fim dos protestos para poder definir a data do lançamento. Ao todo, o projeto custou R$ 2,1 bilhões.

O Satélite Brasileiro

O satélite gira na mesma velocidade da Terra e fica "estacionado" sobre um mesmo ponto do planeta. Ele é utilizado em telecomunicação, meteorologia e comunicações militares. Atualmente, o governo aluga o sinal de satélites privados.

O equipamento será o primeiro satélite brasileiro que poderá ser utilizado para fins civis e militares.

Entre os objetivos do satélite, estão: 

* ampliar a oferta de internet banda larga no Brasil (com foco em áreas de difícil acesso);

* ajudar as Forças Armadas em operações nas fronteiras;

* auxiliar ações de resgate em alto mar;

* ajudar a segurança do espaço aéreo.

Construção

O satélite pesa 5,8 toneladas e tem 5 metros de altura. O equipamento vai ficar posicionado a 36 mil quilômetros da Terra e cobrirá todo o território brasileiro, além do Oceano Atlântico. A previsão de vida útil do satélite é de 18 anos. 

A construção do satélite foi feita em Cannes e Toulouse, na França, pela empresa Thales Alenia Space, e durou 2 anos. O projeto foi supervisionado pela Visiona Tecnologia Espacial (parceria entre Embraer e Telebras).

De acordo com o Ministério da Defesa, o processo envolveu transferência de tecnologia e intercâmbio entre profissionais brasileiros dessas empresas e da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). 


Fonte: Site “G1” do globo.com – 22/03/2017

Comentário: Tá aí a notícia

Pulsos de Energia Podem Ter Origem Alienígena, Dizem Cientistas

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante notícia postada dia (20/03) no site “Apollo11.com”, destacando que segundo um estudo de cientistas americanos do conceituado “Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics”, os conhecidos e misteriosos “Flash Radio Bursts (FRB)”, podem ter origem alienígena.

Duda Falcão

Editoria: Astronomia

Pulsos de Energia Podem Ter Origem
Alienígena, Dizem Cientistas

Segunda-feira, 20 mar 2017 - 10h32

O registro de pulsos eletromagnéticos extremamente intensos e rápidos vindos de outras galáxias pode não ter uma causa natural. De acordo com um novo estudo, esses flashes podem ser a usina de propulsão de naves que se locomovem em velocidades próximas a da luz.

O primeiro FRB foi descobertos em 2007, pelo radiotelescópio
Parkes, na Austrália, e apesar das cerca de 20 detecções posteriores,
suas origens permanece um mistério.

Conhecidos como Flash Radio Bursts, ou FRB, esses pulsos são emissões eletromagnéticas muito rápidas vindas de fora da Via Láctea, detectadas por radiotelescópios. O primeiro FRB foi descoberto em 2007, pelo radiotelescópio Parkes, na Austrália, e apesar das cerca de 20 detecções posteriores, suas origens permanece um mistério.

Até agora, a teoria mais aceita para a geração desses pulsos de altíssima energia é a de que são gerados por supernovas ou fusão de objetos de dimensões galácticas. O problema é que a quantidade de energia liberada nesses fenômenos é menor que aquela calculada teoricamente para a geração dos FRBs.

Imaginação Fértil ou Teoria Científica?

Agora, um novo estudo feito pelo conceituado Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, nos EUA, mostra que as causas dessas emissões pode não ser natural e levanta a possibilidade de serem pulsos propositais de energia usados para acelerar naves interestelares em velocidades muito elevadas.

De acordo com os autores do paper (trabalho científico), os astrofísicos Avi Loeb e Manasvi Lingam, do Harvard-Smithsonian, "vale a pena checar se esses pulsos têm ou não uma origem artificial".

Potente Transmissores

O estudo tenta mostrar que os FRBs podem ser gerados por meio de gigantescos radiotransmissores construídos por inteligência alienígenas, mas que exigiriam uma área de coleta de luz solar duas vezes maior do que a da Terra. No entender dos cientistas, a geração dessas enormes quantidades de energia não iriam necessariamente derreter a estrutura, desde que corretamente refrigerada a água.

Para os teóricos, tal transmissor gigantesco é tecnologicamente viável, embora esteja muito além das capacidades atuais da humanidade.

Pra Que os ETs Fariam isso?

A explicação mais plausível, de acordo com a equipe do estudo, seria a impulsão espacial interestelar a velocidades incríveis. Estas naves seriam equipadas com velas leves solares que aproveitariam o impulso transmitido pelos fótons, da mesma forma que as velas dos navios regulares aproveitam o vento.

Loeb e Lingam afirmam que um transmissor capaz de gerar sinais semelhantes aos FRBs poderia facilmente propelir uma espaçonave interestelar com mais de 1 milhão de toneladas.

"Isso é forte o suficiente para transportar passageiros vivos através de distâncias interestelares ou mesmo intergalácticos", explicou Lingam.


Fonte: Site Apolo11 -  http://www.apolo11.com/

Comentário: Pois é leitor, imaginação fértil ou uma teoria científica plausível? O que vocês acham?

Satélite Vai Deixar Brasil Mais “Blindado” Contra Espionagem, Diz Ministro da Defesa

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada dia (20/03) no site “RFI Brasil” destacando que segundo o Ministro da Defesa, Raul Jungmann, o Satélite Frankenstein Francês SGDC vai deixar Brasil mais “blindado” contra espionagem.

Duda Falcão

BRASIL

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Satélite Vai Deixar Brasil Mais “Blindado”
Contra Espionagem, Diz Ministro da Defesa

Por Luciana Marques
Da correspondente da RFI em Brasília
Publicado em 20-03-2017
Modificado em 20-03-2017 às 17:42

Imagem: Wikipedia
Imagem do Satélite SGDC.

Em entrevista à RFI Brasil, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que a segurança nas comunicações de governo brasileiro vai mudar de patamar com o lançamento do seu primeiro satélite nesta terça-feira (21) na Guiana Francesa. Inteiramente comandado pelo Brasil e com uma chave criptográfica desenvolvida pelo país, o satélite pode evitar novos casos de espionagem, como o revelado em 2013, quando a então presidente Dilma Rousseff foi grampeada pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

De acordo com o ministro Raul Jungmann, o Brasil terá total controle operacional do satélite, a partir do 6º Comando Aéreo Regional da Aeronáutica, em Brasília, e da Estação Rádio da Marinha, no Rio de Janeiro. “Sem sombra de dúvida nós estaremos muito mais blindados do que anteriormente para a espionagem na medida em que este satélite está sobre nosso controle e terá uma criptografia desenvolvida por nós próprios. Então, a segurança nas comunicações de governo muda de patamar”, afirmou.

O satélite também vai auxiliar no controle do espaço aéreo e em operações na fronteira e no mar, já que tem alcance da América do Sul até a África do Sul, podendo se deslocar e mudar o foco, quando houver necessidade. Porém, a maior capacidade está voltada para o Brasil. “De fato, vamos alcançar todos os quadrantes nacionais, desde a Cabeça do Cachorro a Fernando de Noronha, do Oiapoque ao Chuí, mas também vamos poder ter uma área de cobertura de todo o Atlântico Sul, chegando à costa ocidental da África”, disse Jungmann.

Satélite Vai Ampliar Banda Larga

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações será lançado entre 17h30 e 20h30 (chamada janela de lançamento, que leva em consideração condições climáticas), horário de Brasília, do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa. Além do ministro da Defesa, vai participar do lançamento o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, e presidentes e CEOs de empresas envolvidas, como a Embratel e a Thales Alenia Space. O satélite será posicionado a 36 mil km de altitude da Terra.

A fase experimental começa em junho e depois de 60 dias o satélite entra em fase de operação regular, inclusive de negociação do pacote comercial. Ele terá 30% da capacidade ocupada pelas Forças Armadas, para defesa, na chamada banda X, com duração de 18 anos. E a maior parte, a chamada banda KA, será comercializada. Ela faz parte do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) e deve chegar à casa de brasileiros. O Ministério da Defesa diz que a internet chegará de forma mais rápida e eficaz em regiões longínquas do país.

Também haverá pacotes de transferência de tecnologia para empresas comerciais brasileiras que queiram adquirir tecnologia embarcada no satélite. A francesa Thales Alenia Space (TAS), empresa fornecedora do equipamento, já capacitou 51 engenheiros e técnicos brasileiros sobre o desenvolvimento do satélite e de suas funções. São especialistas de órgãos como Ministério da Defesa, Agência Espacial Brasileira (AEB), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e das empresas Visiona e Telebras.

O governo brasileiro investiu R$ 2,1 bilhões no projeto e acredita que terá retorno desse valor em cinco anos, já que não haverá mais necessidade de alugar satélites de empresas privadas e o próprio satélite brasileiro deve gerar rendimentos com aluguel. O Ministério da Defesa pretende lançar pelo menos mais dois satélites, mas ainda não há projeto nem previsão de data.


Fonte: Site RFI Brasil - http://br.rfi.fr/brasil

Comentário: Kkkkkkkkkkk, kkkkkkkkkkk, é um energúmeno mentiroso esse ministro, enfim... tá aí o que ele disse nesta entrevista a RFI Brasil.