sexta-feira, 31 de outubro de 2014

CPTEC/INPE Promove Segundo Módulo do Curso de Calibração de Sensores Meteorológicos

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada hoje (31/10) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que o CPTEC/INPE irá promover no início de novembro o “Segundo Módulo do Curso de Calibração de Sensores Meteorológicos”.

Duda Falcão

CPTEC/INPE Promove Segundo Módulo do
Curso de Calibração de Sensores Meteorológicos

Sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

De 3 a 7 de novembro será realizado o segundo módulo do Curso Prático de Calibração de Sensores Meteorológicos no Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Cachoeira Paulista (SP).

O objetivo do curso é ampliar o conhecimento metrológico aplicado à instrumentação meteorológica com a atualização de conceitos específicos, aplicação de técnicas teóricas e práticas de ajuste, verificação e calibração/recalibração de medidores e sensores meteorológicos/ambientais através de sistemas manuais e automatizados com uma avaliação da propagação de incertezas.

Ministrado por especialistas do CPTEC/INPE, o curso irá proporcionar a disseminação do conhecimento teórico-prático de procedimentos manuais e automatizados de ajuste, verificação e calibração com aulas práticas junto aos sistemas de calibração de sensores e medidores do Laboratório de Instrumentação Meteorológica do CPTEC.



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Um Foguete Chinês no Maranhão?

Olá leitor!

Bom leitor esse pelo menos é o título de uma pequena nota postada ontem (30/12) no “Blog Relatório Reservado” (veja aqui).

A nota em sí é bastante confusa, pois não explica exatamente qual é o interesse dos chineses, ao mesmo tempo que diz que Brasília vê com bons olhos a investida chinesa, diz que o Governo da Ucrânia, parceiro do Brasil no empreendimento, mandou para o espaço todas as promessas de investimento e ainda por cima mostra uma foto do VLS-1 e da sua plataforma confundindo ainda mais a notícia. Ou seja, uma mistureba de informações que dificulta ter certeza de qual é o real interesse chinês no Maranhão.

Tenho minha opinião formada sobre o possível uso da Base do Maranhão pelos chineses ou por qualquer nação do mundo, mas neste caso como não tenho certeza dessa informação não entrarei neste detalhe, mas a nota vale no momento apenas como curiosidade. Agradeço ao leitor Ubiratan pelo envio da mesma.

Duda Falcão


Fonte: Blog Relatório Reservado - http://www.blogrelatorioreservado.ig.com.br

Satélite Amazônia-1 - MCTI Enviará em Breve Servidores do INPE à Argentina

Olá leitor!

Diário Oficial da União (DOU) de hoje (31/10) publicou três despachos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), autorizando mais uma força tarefa composta por três servidores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) a viajarem para China a fim de participarem de ações técnicas relacionadas com o Subsistema ACDH do Satélite Amazônia-1. Abaixo segue os despachos como publicados no DOU.

Duda Falcão

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

DESPACHOS DO MINISTRO
Em 30 de outubro de 2014

Afastamentos do país autorizados na forma do Decreto nº 1.387, de 07 de fevereiro de 1995:

FÁBIO BATAGIN ARMELIN, Tecnologista Pleno 1III do INPE, participar de Reuniões Técnicas na INVAP para acompanhamento de testes do hardware de voo das unidades computacionais do Subsistema de Controle de Atitude e Supervisão de Bordo (ACDH) do Satélite Amazonia-1, na qualidade de responsável pelo hardware de voo, em São Carlos de Bariloche/Argentina, no período de 06.11 a 30.11.2014, com ônus para o INPE. Art. 1º, inciso V.

FABRÍCIO DE NOVAES KUCINSKIS, Tecnologista Pleno I do INPE, participar de Reuniões Técnicas na INVAP para acompanhamento de testes do hardware de voo das unidades computacionais do Subsistema de Controle de Atitude e Supervisão de Bordo (ACDH) do Satélite Amazonia-1, na qualidade de responsável técnico pelo Software de Supervisão de Bordo, em São Carlos de Bariloche/Argentina, no período de 06.11 a 30.11.2014, com ônus para o INPE. Art. 1º, inciso V.

FABRÍCIO GALENDE MARQUES DE CARVALHO, Tecnologista Pleno do INPE, participar de Reuniões Técnicas na INVAP para acompanhamento de testes do hardware de voo das unidades computacionais do Subsistema de Controle de Atitude e Supervisão de Bordo (ACDH) do Satélite Amazonia-1, na qualidade de Software de voo de controle de atitude, em São Carlos de Bariloche/Argentina, no período de 06.11 a 30.11.2014, com ônus para o INPE. Art. 1º, inciso V.

CLELIO CAMPOLINA DINIZ


Fonte: Diário Oficial da União (DOU) - Seção 2 - pág. 07 - 31/10/2014

Comentário: O Blog BRAZILIAN SPACE deseja uma boa viagem e um bom retorno ao território tupiniquim (expressão corriqueira, mas nada justa, já que o povo Tupiniquim que é pertencente à nação Tupi, tem uma história muito séria como nação, e já a nossa é formada por personalidades como Collors, Itamás, Henriques Lulas, Dilmas e por ai vai.) para a equipe do INPE, especialmente para o Tecnologista Fabrício Kucinskis que é nosso colaborador. Entretanto já passou da hora do INPE postar em seu site uma nota explicando em que ponto se encontra este acordo do ACDH com a INVAP argentina (acordo este assinado se não me engano no inicio de 2009) e porque de tanta demora para entrega do Modelo de Vôo deste subsistema. Foi contratada uma empresa que não dominava esta tecnologia? Qual a razão de tanta demora? Isto só colabora com o grande atraso desse satélite que já virou uma grande novela, tão grande (talvez a maior em toda história da Astronáutica) que a maioria das pessoas nem lembram do seu primeiro capitulo ocorrido ainda durante a realização da antiga MECB. 

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Novo Estudo Analisa o Futuro Climático da Amazônia

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada hoje (30/10) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que Novo Estudo analisa o futuro climático da Amazônia.

Duda Falcão

Novo Estudo Analisa o Futuro
Climático da Amazônia

Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

Pela primeira vez, um mesmo relatório reúne e analisa informações de aproximadamente duzentos dos principais estudos e artigos científicos sobre o papel da floresta amazônica no sistema climático, na regulação das chuvas e na exportação de serviços ambientais para áreas produtivas, vizinhas e distantes da Amazônia.

Lançado nesta quinta-feira (30/10) na cidade de São Paulo, o relatório intitulado “O Futuro Climático da Amazônia” conclui que a redução do desmatamento não basta para garantir as funções climáticas do bioma.

“Além de manter a floresta amazônica a qualquer custo é preciso confrontar o passivo do desmatamento acumulado e começar um amplo processo de recuperação do que foi destruído, que somente no Brasil equivale a uma área de 184 milhões de campos de futebol”, defende o pesquisador Antonio Donato Nobre, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), responsável pelo relatório.

A análise revela o potencial climático da floresta pristina, chamada pelos cientistas de “oceano verde”, e os impactos de sua destruição com o desmatamento e o fogo. Aponta ainda as ações para conter os efeitos no clima provocados pela ação humana sobre a maior floresta tropical do mundo.

“O trabalho inova ao revelar os segredos que fazem da Amazônia um sistema único no planeta, com funções que começam a ser compreendidas pelos cientistas. O primeiro deles é que a floresta mantém úmido o ar em movimento, o que leva chuvas para as regiões interiores do continente, distantes milhares de quilômetros do oceano”, informa Nobre.

A Amazônia, explica o pesquisador, tem outra peculiaridade. Ela ajuda a formar chuvas em ar limpo. É que as árvores emitem aromas a partir das quais se formam sementes de condensação do vapor d’água, cuja eficiência na nucleação de nuvens resulta em chuvas fartas e benignas. Além de manter o ar úmido sobre si mesma, a floresta amazônica exporta essa umidade por meio de rios aéreos de vapor, os chamados “rios voadores”, que irrigam o Sudeste, Centro-oeste e Sul do Brasil e áreas como o Pantanal e o Chaco, além da Bolívia, Paraguai e Argentina. “Sem os serviços da floresta, essas produtivas regiões poderiam ter um clima inóspito, tendendo a desértico”, diz o autor.

Segundo Nobre, essa competência de regular o clima se dá principalmente pela capacidade inata das árvores de transferir grandes volumes de água do solo para a atmosfera através da transpiração. São 20 bilhões de toneladas de água transpiradas ao dia, o equivalente a 20 trilhões de litros. Para se ter uma ideia, o volume despejado no oceano Atlântico pelo rio Amazonas é de pouco mais de 17 bilhões de toneladas diariamente. “As árvores funcionam como gêisers de madeira, jorrando esse volume absurdo de água vaporosa na atmosfera”.

Nobre explica que a ideia de avaliar diversos estudos e condensar suas conclusões em um único relatório foi motivada por um pedido da Articulación Regional Amazónica (ARA), uma iniciativa não governamental que reúne organizações dos países amazônicos para discutir e combater o desmatamento.

Danos e Mitigação

Uma nova teoria física descrita no relatório sustenta que a transpiração abundante das árvores, casada com uma condensação fortíssima na formação das nuvens e chuvas – condensação essa maior que aquela nos oceanos contíguos –, leva a um rebaixamento da pressão atmosférica sobre a floresta, que suga o ar úmido sobre o oceano para dentro do continente, mantendo as chuvas em quaisquer circunstâncias.

Para Nobre, todos esses efeitos favorecedores, em conjunto, fazem da floresta a melhor e mais valiosa parceira de todas as atividades humanas que requerem chuva na medida certa, um clima ameno e proteção de eventos extremos. “Mas o desmatamento pode colocar todos esses atributos da floresta em risco. Reconhecidos modelos climáticos anteciparam variados efeitos danosos do desmatamento sobre o clima, previsões que vêm sendo confirmadas por observações. Entre elas estão a redução drástica da transpiração, a modificação na dinâmica de nuvens e chuvas e o prolongamento da estação seca nas zonas desmatadas. Outros efeitos não previstos, como o dano por fumaça e fuligem à dinâmica de chuvas, mesmo sobre áreas de floresta pristina, também estão sendo observados”, diz o autor do relatório.

Nobre ressalta que estudos sugerem que a floresta, na sua condição original, resistiu por dezenas de milhões de anos e tem grande resistência a cataclismos climáticos. “Mas quando é abatida ou debilitada por motosserras, tratores e fogo sua imunidade é quebrada”. Em seus cálculos, Nobre afirma que a ocupação da Amazônia já destruiu no mínimo 42 bilhões de arvores, ou seja, mais de 2.000 arvores por minuto –ininterruptamente - nos últimos 40 anos. “O dano de tal devastação já se faz sentir no clima próximo e distante da Amazônia, e os prognósticos indicam agravamento do quadro se o desmatamento continuar e a floresta não for restaurada”.

Entre as medidas mitigadoras, o relatório propõe “universalizar o acesso às descobertas científicas que podem reduzir a pressão da principal causa do desmatamento: a ignorância”.

Para José Marengo, pesquisador do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) e colaborador do INPE em projetos na área de mudanças climáticas, a floresta Amazônica certamente tem um papel importante na regulação no clima regional e global e também nos transportes de umidade para grandes regiões da América do Sul. “Este relatório apresenta e avalia muito bem as pressões sobre a região, e as possíveis consequências do desmatamento nos sistema naturais e humanos.  Apresenta também uma visão clara sobre as vulnerabilidades do bioma Amazônia no presente e no futuro, e discute as medidas que devem ser implementadas para estancar a degradação da floresta”, diz Marengo.

Jean Ometto, coordenador do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do INPE, ressalta que a relação entre o homem e bens naturais deve resgatar sinergias positivas, que pautaram diversos momentos, e civilizações, ao longo da evolução da presença humana no planeta. “Os efeitos de ações unilaterais, de interesses vis, ou efêmeros, são danosos e têm reflexos muito além das fronteiras destas ações, como mostrado nesse relatório, que faz um alerta sério sobre a importância de olhar, pensar e agir no planeta de forma integrada”, fala Ometto.



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Campanha Científica Para Entender Impacto das Queimadas nas Chuvas da Amazônia Coleta 16 Terabytes de Dados em Mais de 150 Horas de Voo

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada hoje (30/10) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que Campanha Científica para entender impacto das queimadas nas Chuvas da Amazônia coleta 16 Terabytes de dados em mais de 150 horas de voo.

Duda Falcão

Campanha Científica Para Entender Impacto
das Queimadas nas Chuvas da Amazônia
Coleta 16 Terabytes de Dados em
Mais de 150 Horas de Voo

Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

Durante o mês setembro, período de transição da estação seca para a chuvosa na Amazônia, dois aviões de pesquisa, um dos Estados Unidos e outro da Alemanha, realizaram voos diários para medidas da poluição urbana e de queimadas e de nuvens na região. As atividades fizeram parte de uma campanha científica internacional, da qual participa o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Com o suporte de instrumentos em solo, os sobrevoos tiveram como objetivo avaliar o impacto da poluição no ciclo de vida de nuvens, na formação de nuvens de tempestades, no balanço da radiação e no clima da região amazônica. No total, foram coletados durante a campanha cerca de 16 terabytes de dados.

Os aviões fizeram medidas nos arredores de Manaus e a aeronave alemã percorreu, adicionalmente, regiões do Arco do Desflorestamento, como, por exemplo, os arredores de Alta Floresta (MT), onde se verificou grandes áreas de queimadas. A aeronave alemã também fez sobrevoos nas imediações de Boa Vista (RR), São Gabriel da Cachoeira (AM), para medidas de céu limpo, na região costeira próxima a Belém (PA), para medidas em nuvens marítimas e ao longo do rio Amazonas onde se constatou grande número de focos de queimada. No total, a aeronave alemã realizou 14 voos, que corresponderam a quase 96 horas de voo. Já o avião norte-americano realizou 19 voos, concentrados nos arredores de Manaus, ou quase 58 horas de voo. Segundo Luiz Augusto Machado, um dos coordenadores da campanha pela parte brasileira, os resultados científicos desta campanha irão auxiliar no médio prazo a melhoria da previsão de tempo, a previsão imediata e a modelagem climática da Amazônia.

Diversas instituições científicas brasileiras e estrangeiras - Agência Espacial Brasileira (AEB), Agência Espacial da Alemanha (DLR), Departamento de Energia (DoE), dos Estados Unidos, INPE, INPA, DCTA, USP, UEA, Instituto Max Planck e Universidade de Leipzig - e agências de fomento e apoio à pesquisa – FAPESP e FAPEAM – apoiaram e participaram desta grande campanha científica, reunindo centenas de pesquisadores e pessoal técnico. Além dos aviões, diversos instrumentos em solo, instalados nos arredores de Manaus, coletaram dados de forma combinada com o objetivo de compor um grande banco de dados que está sendo compartilhado entre as instituições participantes deste experimento.

A primeira campanha intensiva de medidas, o IARA (Intensive Airborne Experiment in Amazonia), que integra o Programa GoAmazon, foi realizada no início do ano, com a participação do avião Gulfstream-1 (G-1), do Departamento de Energia dos Estados Unidos. Nesta segunda campanha, o G-1 também foi utilizado, realizando voos simultâneos e combinados com os do avião alemão HALO (High Altitude and Long Range Aircraft), que, como característica adicional, faz sobrevoos que atingem uma altitude de 15 quilômetros. As incursões de medidas das aeronaves foram realizadas em situações de céu limpo, com plumas de fumaça e céu com diferentes tipos de nuvens. A aeronave alemã também realizou voos de longa distância, cobrindo regiões do Arco do Desflorestamento, com o objetivo de analisar e avaliar o impacto de áreas de desflorestamento e das queimadas na dinâmica das nuvens.

Os sobrevoos do HALO, por sua vez, estiveram direcionados aos objetivos de pesquisa do projeto ACRIDICON (Aerosol, Cloud, Precipitation, and Radiation Interactions and Dynamics of Convective Cloud Systems), que vem fazendo parceria com o Projeto brasileiro CHUVA, liderado pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do INPE e financiado pela FAPESP. Segundo Luiz Augusto Machado, coordenador do CHUVA, e também responsável pelo ACRIDICON, pela parte brasileira, após o processamento dos dados obtidos em campanha, será possível avaliar os efeitos de partículas e de aerossóis, originados das queimadas e da poluição urbana, nas propriedades microfísicas, químicas e radiativas das nuvens de tempo bom e de tempestades.

Pretende-se compreender ainda, com maior profundidade, como os aerossóis orgânicos e aqueles gerados a partir da poluição urbana, associados aos fluxos de superfície, influenciam os ciclos de vida de nuvens de chuvas convectivas (intensas e localizadas) e estratiformes (menos intensas e de maior extensão), características da região amazônica. Sabe-se que os aerossóis têm papel central nos processos de nucleação de nuvens e na precipitação. Segundo Machado, os dados extraídos da campanha científica vão permitir compreender como ocorrem as interações destas partículas com outros componentes atmosféricos e quais são as implicações de seu aumento na atmosfera amazônica.

A expectativa é de que a melhor representação destes processos químicos e físicos na atmosfera possam trazer avanços à modelagem do clima regional e de cenários globais de mudanças climáticas. Também deverá ser possível avaliar com maior precisão como os processos de ocupação, urbanização, associados ao desmatamento e queimadas na região, podem impactar o regime de chuvas da Amazônia.

Projeto Chuva

Coordenado pelo INPE, o projeto CHUVA iniciou em 2009 para estudar os diferentes regimes de chuva do país, contando com uma série de instrumentos para medidas atmosféricas, entre eles, um radar de alta resolução para medir dados do interior das nuvens. Um sistema de monitoramento e previsão de chuvas funcionou em todas as regiões que o projeto foi realizado. Nesta nova etapa da campanha, no estado do Amazonas, o SOS Chuva Manaus também foi utilizado na logística das operações aéreas, como ocorreu durante as campanhas com as aeronaves, pelo GoAmazon, no início do ano. Durante a campanha, o sistema de monitoramento pôde ser acessado e consultado livremente por qualquer usuário.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Contrato com o BNDES Permitirá Aprimorar o Monitoramento Por Satélites da Amazônia

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada hoje (30/10) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que Contrato com o BNDES permitirá aprimorar o monitoramento por Satélites da Amazônia.

Duda Falcão

Contrato com o BNDES Permitirá Aprimorar o
Monitoramento Por Satélites da Amazônia

Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

O Fundo Amazônia, gerido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), financiará ações para ampliar e aprimorar o monitoramento ambiental por satélites realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O contrato no valor de R$ 67 milhões foi firmado nesta terça-feira (29/10) pelo diretor da Área de Meio Ambiente do BNDES, Guilherme Lacerda, e pelos diretores do INPE, Leonel Perondi, e da FUNCATE, Luiz Carlos Miranda. Os  ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Clélio Campolina, e do Meio Ambiente (MMA), Izabella Teixeira, acompanharam a cerimônia de assinatura do contrato, em Brasília.

Os recursos estão relacionados ao projeto “Monitoramento Ambiental por Satélites no Bioma Amazônia” e permitirão avanços nos estudos sobre o mapeamento do uso e cobertura da terra na região e o aprimoramento do software utilizado nos sistemas para monitorar desmatamentos e degradação florestal, bem como melhorias na recepção e distribuição das imagens de sensoriamento remoto e dos métodos de estimativa de biomassa e de emissões, entre outras ações.

“Após os três anos e meio previstos para a vigência do presente projeto, os programas do INPE relacionados ao bioma Amazônia terão sido amplamente incrementados, proporcionando ao país, particularmente ao Ministério do Meio Ambiente, ferramentas ainda mais eficientes e eficazes para o monitoramento ambiental da Amazônia”, declarou o diretor do INPE, Leonel Perondi.

Durante a cerimônia, Perondi destacou o Programa Amazônia como um dos principais do INPE e apresentou seus resultados, como o PRODES, que produz as taxas anuais de desmatamento por corte raso na região, e o DETER, que serve de suporte para os órgãos fiscalizadores, o DEGRAD, entre outras atividades dedicadas à Amazônia realizadas pelo Instituto.


Confira aqui notícia do MCTI sobre a assinatura do contrato.

Luiz Carlos Miranda, diretor da FUNCATE, Guilherme Lacerda, diretor do BNDES,
Leonel Perondi, diretor do INPE, e os ministros Clelio Campolina e  Izabella Teixeira.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Nova Atualização de Nossas Campanhas

Olá leitor!

Mais uma quinta-feira e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas. Segue abaixo a atualização dessa semana.

Em relação à campanha da “Petição Online da ACS - Mudanças Já ou o Destrato do Acordo”, esta semana obtivemos um diminuto avanço, pulando de 743 para 744 assinaturas, ou seja, apenas uma assinatura no período. O resultado continuou extremamente ruim e esperávamos algo bem melhor esta semana. A notícia de que o governo criou uma comissão (pra mim fajuta) para analisar este desastroso acordo que gerou a ACS demonstra que a empresa realmente pode está em processo de implosão e correndo o risco de sofrer uma CPI (da mesma forma para mim fajuta, mas que ajudaria pelo menos a impedir o andamento do projeto). Entretanto continuamos lamentando profundamente o infeliz envolvimento da SpaceMETA com essa iniciativa desastrosa para o nosso país, mas enfim, quem planta colhe. Leitor esta é a hora de fazermos valer a nossa luta contra este acordo candiru’ e altamente prejudicial que vem literalmente boicotando o verdadeiro Programa Espacial Brasileiro. Vamos lá gente, vários profissionais sérios do PEB já assinaram essa petição e precisamos do seu apoio nessa luta contra esses energúmenos irresponsáveis.

Já quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, esta semana continuamos com os mesmos dez grupos inscritos desde o lançamento da campanha, ou seja, os grupos Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes Educativos, Carl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoNTAITA Rocket DesignUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo). Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar?

Agora leitor, em relação á “Campanha de Manutenção do Blog”, até o momento apenas 6 colaboradores  finalizaram as suas colaborações no mês de outubro no vakinha.com.br. Foram Eles:

1 - Carlos Cássio Oliveira (presidente do CEFAB)
2 - Diego LvM
3 - Elison Gustavo (idealizador da campanha)
4 - Elói Fonseca, Maj. (ITA)
5 - Fabrício de Novaes Kucinskis (INPE)
6 - José Félix Santana, Prof. (Presidente do CEFEC)

Enfim, vamos continuar aguardando que a partir dessa semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

OBS: Leitores continuam votando na campanha do VLM-1/ITASAT-1. Por favor, peço uma vez aos nossos leitores que não votem nessa campanha, pois a mesma não está mais ativa, já que não houve a resposta necessária e assim perdeu o sentido. Afinal não há mais tempo para cumprir o prazo de lançamento estabelecido na campanha, e ela continua visível no blog apenas a título de registro. Se quiseres realmente ajudar votem na Petição da ACS, está sim é a campanha que precisa avançar para combater este desatino.

Duda Falcão

FINEP Assina Convênio no Âmbito do Programa INOVA AERODEFESA Para Execução do Projeto ACDH SAT

Olá leitor!

Diário Oficial da União (DOU) de hoje (30/10) publicou um “Extrato de Convênio” no âmbito do Programa INOVA AERODEFESA, entre a Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP, a Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologia Espaciais (FUNCATE), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), representado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e pela empresa COMPSIS Computadores e Sistemas Indústria e Comércio LTDA, visando à execução do projeto ACDH SAT. Abaixo segue o referido extrato como publicado no DOU.

Duda Falcão

FINANCIADORA DE ESTUDOS E PROJETOS

EXTRATO DE CONVÊNIO

Espécie: Convênio INOVA AERODEFESA 04/2013;
Ref.: 0221/14;
Data da Assinatura: 21/10/2014;
Partícipes - Concedente: Financiadora de Estudos e Projetos - FINEP; CNPJ n. º 33.749.086/0001-09;
Convenente: Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologias Espaciais; CNPJ nº 51.619.104/0001-10;
Executor: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE; CNPJ n. º 01.263.896/0001-98;
Interveniente Cofinanciador: COMPSIS COMPUTADORES E SISTEMAS INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA; CNPJ n. º 60.480.357/0001-46;
Objeto: "execução do Projeto ACDH SAT";
Valor Total: de até R$ 1.333.200,00 (um milhão, trezentos e trinta e três mil e duzentos reais) destinados ao Convenente por meio de aporte direto;
Outros Aportes: O Interveniente Cofinanciador obriga-se a aportar o valor mínimo de R$ 666.800,00 (seiscentos e sessenta e seis mil e oitocentos reais) sob a forma de recursos financeiros;
Nota de empenho: 2014NE002491, 2014NE002492;
Fonte: Aeronáutico;
Prazo de Vigência e Execução Física e Financeira do Projeto: até 30 (trinta) meses, a partir da data de assinatura do convênio;
Prestação de Contas Final: até 60 (sessenta) dias contados da data do término da vigência.


Fonte: Diário Oficial da União (DOU) – Seção 3 - pág. 16 - 30/10/2014

Comentário: Bom leitor não tenho certeza, mas creio que esse convênio seja para o desenvolvimento e industrialização de um Subsistema de Controle de Atitude e Supervisão de Bordo - Attitude Control and Data Handling (ACDH)” para satélites, muito provavelmente derivado da experiência adquirida pelos pesquisadores do INPE no contrato do ACDH do Satélite Amazônia-1 com a INVAP argentina.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

INPE Faz em Seu Site Contagem Regressiva Para o Lançamento do CBERS-4

Olá leitor!

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) postou em seu site oficial no dia de hoje (29/10) um relógio com a contagem regressiva para o lançamento do Satélite CBERS-4, previsto para acontecer (segundo a Agência Espacial Brasileira - AEB) no dia 07/12 da Base Chinesa de Taiyuan.

Duda Falcão


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

INPE Disponibiliza Software Livre Para Estimativas de Emissões Por Desmatamento

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada hoje (29/10) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que o instituto disponibilizou software livre para estimativas de emissões por desmatamento.

Duda Falcão

INPE Disponibiliza Software Livre Para
Estimativas de Emissões Por Desmatamento

Quarta-feira, 29 de Outubro de 2014

O INPE-EM (Emission Model) é um sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) que apresenta estimativas anuais de emissões de gases do efeito estufa (GEE) por mudanças de cobertura da terra no Brasil de modo espacialmente explícito.

A versão atual do INPE-EM disponibiliza estimativas anuais de emissões para a Amazônia Brasileira com base nos dados do sistema PRODES, também do INPE.

Desde 2012 são apresentadas estimativas de 1ª Ordem (que supõe de modo simplificado que 100% das emissões ocorram no momento da mudança de uso/cobertura)e de 2ª Ordem(que buscam representar o processo gradativo de liberação e absorção do carbono como ocorre de fato). Diversas melhorias foram introduzidas este ano. Além das estimativas anuais de CO2, o sistema passou a apresentar estimativas de emissões de CH4, N2O, CO e NOx para toda a região, e também em mapas de emissão. As tabelas e mapas estão disponíveis para downloadem formato excel e shapefile.

A maior novidade, no entanto, é a apresentação do código fonte do arcabouço que estima emissões de 1ª e 2ª ordem para o processo de desmatamento corte raso.  “Decidimos disponibilizar uma versão inicial do código para download, dado o interesse na utilização e adaptação do modelo. Estamos iniciando um projeto (financiado pelo BNDES/Fundo Amazônia) que irá permitir a contratação de equipe dedicada à produção de documentação e material de treinamento, assim como suporte a usuários. Mas a versão atual está robusta o suficiente para ser compartilhada”, informa Ana Paula Aguiar, pesquisadora do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CST) do INPE.

Além das emissões brutas relacionadas ao corte raso, o sistema também estima emissões líquidas, que consideram a dinâmica de crescimento/corte da vegetação secundária. Os resultados indicam um aumento da influência do crescimento da vegetação secundária no balanço de carbono da região, decorrente da diminuição da área de floresta primária desmatada na última década e manutenção da área de vegetação secundária.

De acordo com o Jean Ometto, chefe do CST/INPE, “o efeito do crescimento da vegetação secundária só não é maior porque ela continua sendo cortada. Estudos recentes apontam uma meia vida de cinco anos – logo, boa parte do carbono absorvido é liberado novamente em poucos anos.”

“A Amazônia teria potencial de se tornar um sumidouro de carbono, se a tendência de queda de desmatamento da floresta primária fosse mantida e as florestas secundárias valorizadas. Os dados do PRODES de 2013 mostraram, no entanto, um aumento de 29% no desmatamento da floresta primária em relação a 2012, e consequentemente nas emissões de 1ª Ordem de CO2 e demais gases em relação a 2012”, completa a pesquisadora Ana Paula Aguiar.

Já as estimativas de emissões de 2ª Ordem apresentam uma resposta atenuada em relação a oscilações da taxa do desmatamento (aumentos e quedas), pois carregam a influência das emissões históricas, isto é, dos processos de decomposição/queima da biomassa remanescente dos desmatamentos ocorridos nos anos anteriores. Logo, o aumento observado pelo PRODES na taxa de desmatamento entre 2012 e 2013 se refletirá ao longo dos próximos anos nas estimativas de 2ª Ordem - combinado à futura trajetória (de aumento ou queda ou estabilização).

Mais informações: http://inpe-em.ccst.inpe.br/



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Primeiro Cubesat Nacional Pronto Para Lançamento nos Estados Unidos

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (24/10) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que a agência promove esta tarde encontro sobre Roadmapping.

Duda Falcão

Primeiro Cubesat Nacional Pronto Para
Lançamento nos Estados Unidos

CCS, com informações da JAXA

Fotos: Divulgação:JAXA/JAMSS/AEB
Testes funcionais do cubeSat AESP-14.

Brasília, 29 de outubro de 2014 – O satélite de pequeno porte CubeSat AESP-14, primeiro CubeSat projetado e desenvolvido no Brasil por alunos de graduação e pós graduação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), foi entregue à Japan Aerospace Exploration Agency (JAXA ) na sexta-feira (24) no Tsukuba Space Center, no Japão.

Esta foi a última etapa antes do lançamento, que está previsto para dezembro próximo nos Estados Unidos pelo lançador SpaceX-5.

A equipe do Projeto AESP-14 realizou testes funcionais após removê-lo do contêiner de transporte enviado do Brasil ao Japão, que demonstraram que o sistema manteve-se em perfeitas condições. Após os testes o CubeSat foi integrado na interface japonesa de lançamento J-SSOD.

Equipe AESP-14.
As equipes do AESP-14 e da JAXA.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Bom leitor, na verdade o primeiro cubesat desenvolvido no Brasil foi o NanosatC-Br1 para que fique bem claro. O AESP-14 do grupo do ITA liderado pelo Prof. Pedro Lacava é o primeiro cubesat integralmente desenvolvido no Brasil, já que o NanosatC- Br1 (que infelizmente já esta apresentando problema - veja na nota postada hoje) utilizou-se de uma plataforma desenvolvida por uma empresa holandesa.  Ficaremos na torcida para que o AESP-14 venha a ter uma maior durabilidade no espaço da obtida pelo nosso primeiro canarinho. Avante AESP-14.

AEB Promove Encontro Sobre Roadmapping

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (24/10) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que a agência promove esta tarde encontro sobre roadmapping.

Duda Falcão

AEB Promove Encontro Sobre Roadmapping

Coordenação de Comunicação Social (CCS-AEB)


Brasília, 29 de outubro de 2014 – O processo de roadmapping, utilizado hoje por um grande número de empresas como instrumento estratégico de gestão, será tema do encontro Roadmapping Tecnologias Críticas Espaciais que a Agência Espacial (AEB) promove hoje (29), às 14h30, em sua sede em Brasília (DF).

A ferramenta de gestão será apresentada pelos professores Maicon Gouvêa de Oliveira, da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL), e Jonathan Simões Freitas, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O evento pode ser acompanhado ao vivo pelo endereço: http://webconf2.rnp.br/aeb


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Toda e qualquer discussão para melhorar a gestão de qualquer instituição seja ela pública ou privada, é valida, desde que se haja o compromisso de se adotar o que os especialistas participantes do evento apontarem como solução para uma melhor gestão da instituição em questão. O que acontece é que justamente esse compromisso não há do governo e estas reuniões não passam de simples reuniões de confraternização entre os participantes, e as vezes regadas a deliciosos coquetéis pagos pelo erário público, principalmente quando realizados em Brasília. Lamentável!

NanosatC-Br1 Começa Apresentar Problemas e Pode Deixar de Realizar sua Missão

Olá leitor!

Por solicitação de um leitor do BLOG fomos buscar junto ao grupo que desenvolveu o NanosatC-Br1 se a informação passada por este leitor de que o primeiro cubesat brasileiro estaria apresentando problemas no espaço tinha veracidade.

Infelizmente segundo o Dr. Otávio Durão o NanosatC-Br1 tem apresentado problemas crônicos em suas baterias (veja aqui no site do projeto http://www.inpe.br/crs/nanosat/noticias.php).

“Quando a tensão nas baterias fica abaixo de 6,5 V o sistema de potência desliga e só retorna quando supera este valor (na parte da órbita exposta ao sol). Não estamos conseguindo mais operacionalmente fazer esta tensão subir e o satélite reseta frequentemente retornando em modo de segurança. Neste modo de segurança os dados das cargas úteis não são válidos. Temos somente telemetria de alguns poucos parâmetros, como temperatura, corrente, voltagem, causa do reset etc” afirma o pesquisador do INPE.

“Ainda não sabemos o que causou isto (há pelo menos 3 causas principais possíveis que achamos até agora). Ainda temos uma tentativa operacional para tentar elevar a tensão nas baterias e no momento a estamos testando em nossos laboratórios no modelo de engenharia do Br-1. Provavelmente vamos enviar este telecomando amanhã mas confesso que as perspectivas não são no momento muito otimistas”, finaliza o Dr. Durão.

Pois é leitor, pelo visto uma das únicas duas vitórias apresentadas pelo PEB no ano de 2014 começa a virar um fracasso de efeito retardo. A energia não é boa e a coisa está de mal para pior. Decepcionante.

Duda Falcão

Foguete de Carga da NASA Explode Segundos Após Lançamento

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (28/10) no site “G1” do globo.com destacando que foguete de Carga da NASA explode segundos após lançamento.

Duda Falcão

CIÊNCIA E SAÚDE

Foguete de Carga da NASA Explode
Segundos Após Lançamento

Foguete Antares foi lançado da Instalação de Voo Wallops, na Virgínia.
Veículo levaria suprimentos para a Estação Espacial Internacional

Do G1, em São Paulo
28/10/2014 - 20h32
Atualizado em 29/10/2014 - 01h38

(Foto: AP Photo/NASA TV)
Imagem tirada de vídeo da TV NASA mostra foguete Antares
explodindo logo após lançamento na Instalação de Voo Wallops,
em Virgínia, nesta terça-feira

O foguete Antares, da empresa Orbital Sciences, contratada pela NASA para levar suprimentos para a Estação Espacial Internacional (ISS), explodiu nesta terça-feira (28), segundos após seu lançamento. O veículo não era tripulado. De acordo com a NASA, não houve feridos.

O lançamento ocorreu a partir da Instalação de Voo Wallops, da NASA, que fica no estado da Virgínia. O foguete Antares estava levando a nave de carga Cygnus, que entregaria suprimentos para a Estação Espacial Internacional (ISS).

A causa do acidente ainda não é conhecida até o momento, de acordo com Dan Huot, da NASA. Ele confirmou que não há registros de funcionários na área da explosão.

(Foto: AP Photo/NASA/Joel Kowsky)
Fotografia mostra foguete Antares, dias antes de seu lançamento.

O foguete, que tinha a altura de um prédio de 14 andares, foi construído e lançado pela empresa Orbital Sciences e estava previsto para ser lançado às 20h22 (horário de Brasília). Ele explodiu segundos após o lançamento. "Houve muito trabalho duro até chegarmos a esse ponto", disse o vice-presidente da Orbital Sciences, Frank Cullbertson, antes do lançamento.

A Orbital Sciences afirmou que houve uma "anomalia" no veículo e que está avaliando a situação.  A empresa é uma das duas companhias contratadas pela NASA para enviar carga para a ISS depois que os ônibus espaciais da agência foram desativados. O voo planejado para esta terça-feira seria o terceiro de um total de oito voos que a companhia faria para a NASA, por um contrato de US$ 1,9 bilhão.

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Equipado com um motor mais potente, o foguete Antares lançado nesta terça-feira levava a nave Cygnus, carregada com 2.293 quilos de suprimentos, experimentos científicos e equipamentos, um aumento de 15% sobre a carga levada em missões anteriores.

O lançamento tinha sido adiado por um dia, depois de um navio cruzar uma zona restrita de segurança sob a trajetória do foguete.

A segunda empresa contratada pela NASA é a Space Exploration Technologies, ou SpaceX, que se prepara atualmente para seu quarto voo de um contrato de US$ 1,6 bilhão com a agência espacial americana.

(Foto: Reprodução/ TV NASA)
Imagem da TV NASA mostra chamas em local da explosão
do foguete Antares nesta terça-feira (28).


Fonte: Site “G1” do globo.com – 28/10/2014

Comentário: Pois é leitor, veja você que mesmo em países onde o programa espacial é conduzido com seriedade e comprometimento acidentes ocorrem, e servem de alerta para o Brasil. Depois não adiante chorar o leite derramado e nem essa Ogra aparecer na mídia com lágrimas de crocodilo dizendo que não sabia ou coisa parecida. A comunidade espacial há anos vem avisando do risco desse trambolho tóxico ucraniano e de existirem soluções mais ecologicamente corretas, mas enfim... vamos para frente. Vale dizer que recebi uma informação que deve ser checada a sua veracidade, apesar de acreditamos em nossa fonte. Segundo esta fonte o motores suspeitos por este acidente são derivados de motores fabricados pela mesma empresa ucraniana responsável pela produção do motores do Cyclone-4. Enfim, se alguém tiver alguma informação complementar sobre isto que poste um comentário. Aproveitamos para agradecer aos leitores Oswaldo e Rodolfo pelo envio desta notícia.