segunda-feira, 25 de maio de 2015

INPE Recebe R$ 45 Milhões Para Ampliação de Laboratório de Integração e Testes em São José

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (24/05) no site do jornal “O VALE”, destacando que o Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) receberá R$ 45 milhões para sua ampliação.

Duda Falcão

HOME

INPE Recebe R$ 45 Milhões Para Ampliação de
Laboratório de Integração e Testes em São José

Instalações serão utilizadas para o desenvolvimento do Satélite
Geoestacionário de Defesa e do novo modelo do CBERS

Marcelo Pedroso
Editor de Cidades
May 24, 2015 - 00:57

O Ministério da Ciência e Tecnologia divulgou na última semana a assinatura de um convênio de R$ 45 milhões com a FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) para a expansão do LIT (Laboratório de Integração e Testes) do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) em São José. A efetivação deste convênio era esperada desde junho de 2013.

A ampliação de 14 mil m² nas instalações do laboratório tem relação direta com o desenvolvimento do programa SGDC (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações).

O SGDC, que tem previsão de lançamento para setembro de 2016, está sendo construído na Thales Alenia Space em Cannes, sul da França. Os testes de integração do equipamento serão realizados no LIT.

Este satélite integra o Plano PNBL (Nacional de Banda Larga), que deve ter seu desenvolvimento garantido apesar dos cortes no Orçamento anunciados na última sexta-feira. “Na área de comunicação está preservado o programa de satélites e o lançamento e ampliação do PNBL a partir do segundo semestre”, disse o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, durante coletiva.

China - Outro acordo formalizado na última semana entre os governos do Brasil e da China prevê o desenvolvimento do satélite CBERS-4A, a ser lançado em 2018. O novo acordo define que os trabalhos de montagem, integração e testes do CBERS-4A sejam realizados nos laboratórios do INPE.

Para especialistas, melhorias nos laboratórios brasileiros são essenciais no processo de absorção de tecnologia firmado nas parcerias com outros países.


Cortes Devem Afetar Programas

São José dos Campos - O especialista em assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), Expedito Bastos, vê com ceticismo o desenvolvimento dos projetos ligados à área de Defesa em função dos cortes no Orçamento anunciados na última sexta-feira.

A canetada do governo limou R$ 5,617 bilhões do Ministério da Defesa. Mais R$ 25,9 bilhões foram cortados do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Para este ano eram esperados R$ 5,4 bilhões em recursos do PAC para a Defesa.

“Muitos projetos na área de Defesa estão ligados ao PAC. Ainda não vi o que o Levy (ministro da Fazenda) cortou, estou aguardando, mas o governo não vê a Defesa como prioridade, não consegue enxergar isso. Criou-se o mito que eles investem, mas isso ocorre homeopaticamente.”

Quanto ao investimento na ampliação do LIT, Bastos considera essencial nas ações de transferência de tecnologia. “Pelo menos o caminho está sendo tentado.”


Fonte: Site do Jornal “O VALE” - 24/05/2015

Comentário: Olá leitor, vale aqui fazer uma correção nesta matéria do Jornal O VALE. Acontece que o Satélite SGDC que está sendo fabricado pela Thales Alenia Space não será coisíssima nenhuma testado nas instalações do LIT como dito na matéria.  Na realidade existe sim uma previsão de caso venha a ser realmente construído um segundo SGDC (projeto ainda bastante incerto), este sim seja integrado e testado no LIT/INPE, o que seria possível graças a esta ampliação do LIT, não só quanto ao segundo SGDC, bem como o de outros projetos de satélites de grande porte. Entretanto integração e testes são duas coisas completamente diferentes de desenvolvimento, e da forma como esse pseudo processo de transferência tecnológica esta sendo conduzido, muito pouco conhecimento tecnológico será assimilado pelo Brasil. Em outras palavras, um engodo, e pior, num projeto realmente necessário para país e que devido à forma como foi elaborado e especificado as suas características, coloca em sério risco a DEFESA do país. Mais uma cagada do desgoverno desastroso desta debiloide irresponsável e inconsequente.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Brasil Tem a Melhor Base de Lançamentos Espaciais no Mundo, Diz o Presidente da AEB em Entrevista a Rádio Sputnik

Olá leitor!

Segue abaixo uma entrevista com o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, realizada pela Rádio Sputnik e postado hoje (22/05) no site “Sputniknews”.

Duda Falcão

ENTREVISTAS

Brasil Tem a Melhor Base de
Lançamentos Espaciais no Mundo

Lisandra Paraguassu
Sputnik News
22.05.2015 - 05:38
(Atualizado 22.05.2015 - 09:38)

Foto: Estadão / Conteúdo

Numa entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, explica por que o satélite CBERS é importante e comenta o futuro da indústria espacial brasileira.

Durante a visita do premiê chinês Li Keqiang, foi assinado o acordo complementar ao acordo-quadro do projeto CBERS. O novo documento prevê a construção do sexto satélite desta parceria.

De acordo com o doutor Braga Coelho, o novo satélite, destinado ao monitoramento da agricultura e meio ambiente, terá vida útil de 5 anos.

Para o presidente da AEB, o projeto sino-brasileiro já se tornou referência internacional:

"CBERS é uma marca internacional, como Coca-Cola ou Gilete. Ninguém pergunta o que siginfica a letra C, a letra B, a letra E, a letra R, a letra S, porque todo o mundo conhece".

CBERS é a sigla em inglês de Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres.

José Raimundo Braga Coelho comentou também a boa perspectiva da base de lançamentos espaciais de Alcântara, no norte do Brasil.]

"É o melhor local do mundo", frisou.

Saiba mais ouvindo a entrevista completa.



Fonte: Site Sputniknews - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Sinceramente não sei o porquê a mídia ainda perde tempo em ouvir esse fantoche, esse incompetente presidente de um órgão inócuo, mas enfim... talvez seja matéria paga. De qualquer forma, quem gosta de fantasias, é só ouvir o que este senhor fala. Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor Bernardino Silva pelo envio dessa entrevista.

Diretor do CLA Realiza Apresentação Para Professores e Estudantes da UEMA

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (21/04) no site do “Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)” destacando que o diretor CLA realizou apresentação para professores e estudantes da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).

Duda Falcão

Diretor do CLA Realiza Apresentação
Para Professores e Estudantes da UEMA

Publicado: Quinta, 21 de Maio de 2015, 17h11
Última atualização em Quinta, 21 de Maio de 2015, 17h11


Nesta quinta-feira (21/5), o Coronel Aviador Cláudio Olany Alencar de Oliveira, Diretor do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), realizou uma apresentação aos estudantes, professores e coordenadores de cursos da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). A apresentação ocorreu no Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais (CECEN) da UEMA que abriga os cursos de Ciências Biológicas, Física, Geografia, História, Letras, Língua Inglesa, Matemática, Música, Pedagogia e Química da instituição de ensino superior maranhense.


Na apresentação o Coronel Olany abordou as atividades desempenhadas pela organização militar da Força Aérea Brasileira (FAB) responsável pelo lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais. Durante a apresentação, a comunidade acadêmica recebeu informações acerca do contexto atual das atividades espaciais no Brasil e no mundo, o histórico e organização sistêmica do setor espacial no país, além da infraestrutura atualmente disponível, últimos avanços e principais operações realizadas pelo Centro ao longo de três décadas de existência. Além disso, o Diretor do Centro trouxe ao conhecimento de todo público presente, alternativas para que a universidade e o Centro possam mutuamente se beneficiar por meio de convênios e parcerias em prol do desenvolvimento científico local. Para o professor assistente da UEMA, Ricardo Yvan de La Cruz Cueva é importante esse tipo de interação entre a universidade e os centros de desenvolvimento tecnológico. “Com esse conhecimento, podemos desenvolver pesquisas e capacitar pessoal para formação de mão-de-obra e geração de um ambiente mais estruturado em âmbito regional.”, destaca o docente que atualmente desenvolve trabalhos junto ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

UEMA


A UEMA teve sua origem na Federação das Escolas Superiores do Maranhão – FESM, criada pela Lei 3.260 de 22 de agosto de 1972 para coordenar e integrar os estabelecimentos isolados do sistema educacional superior do Maranhão. A FESM foi transformada na Universidade Estadual do Maranhão – UEMA, através da Lei nº 4.400, de 30 de dezembro de 1981, e teve seu funcionamento autorizado pelo Decreto Federal nº 94.143, de 25 de março de 1987, como uma Autarquia de regime especial, pessoa jurídica de direito público, na modalidade multicampi. Atualmente, a UEMA conta com 22 campi distribuídos por todo Maranhão em um total de 25 Centros de Estudos. Neste semestre, 12.624 alunos encontram-se matriculados em cursos regulares e 736 professores entre pós-doutores, doutores, mestres e especialistas lecionam na instituição estadual de ensino superior.


Fonte: Site do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)

AEB Recua e Extingue Criação da Agência Espacial Latino Americana

Olá leitor!

Segue abaixo mais uma artigo postado ontem (21/05) no site do “defesanet,com”  tendo como o rema o recuo da AEB que extinguiu a criação da Agência Espacial Latino-Americana.

Duda Falcão

COBERTURA ESPECIAL - ESPECIAL ESPAÇO - TECNOLOGIA

AEB Recua e Extingue Criação da
Agência Espacial Latino Americana

21 de Maio, 2015 - 17:00 ( Brasília )

Júlio Ottoboni
Especial DefesaNet

Foto - Associação Brasileira de Direito Aeronáutico
José Monserrat, Assessor de Cooperação Internacional da AEB.

O Brasil continua a dar as costas para a América Latina, principalmente na área espacial. Quando há indicativos que o país possa liderar uma somatório de esforços nas atividades espaciais em parceria com países vizinhos, novamente surge a desorientação que norteia a Agência Espacial Brasileira (AEB), que não consegue impor uma política eficaz para o setor e muito menos explicar o mega investimento perdido na aventura da empresa binacional Alcântara Cyclone Space com os ucranianos, que sorveu mais de R$ 1 bilhão dos cofres públicos sem um mísero resultado prático em mais de uma década de existência.

Outra questão, a amazônica, seria  trabalhada no aspecto científico em conjunto e as ações espaciais seguiriam o mesmo curso, inclusive com a distribuição de tarefas e de custos e investimentos junto aos países Panamazônicos. A criação de uma agência espacial regional é dos anos 90.

“O Brasil foi contra desde o primeiro dia por entender que seria um órgão que renderia muita burocracia e poucos resultado a exemplo da "confederação" proposta pelos EUA e nunca deu em nada”, conforme informação da Assessoria de Cooperação Internacional, que é chefiada pelo José Monserrat e quem acompanha o tema pela AEB.

Para Monserrat, a proposta do Brasil no momento é que haja um trabalho integrado das universidade para a produção de satélites de pequeno porte, o que renderia frutos em um prazo bem menor.

Algo que foi feito pelo INPE ainda nos anos 80, na antiga Missão Espacial Completa Brasileira (MECB). Praticamente a grande maioria dos especialistas em sensoriamento remoto dos países vizinhos foram pós-graduados nos cursos de mestrado e doutorado do INPE e vários integraram o segmentos de pesquisa e desenvolvimento dos satélites da missão.

Segundo o diretor da AEB, o Brasil também já propôs o estabelecimento de um órgão que congregue os presidentes das agências espaciais latino-americanas. Esse colegiado discutiria propostas de ações como, por exemplo, a compra de imagens de sensoriamento remoto, o que sairia mais em conta para todos e também não seria necessário a criação de mais um organismo para se gastar dinheiro.

O que é entendido por muitos especialistas como um recuo no tempo e uma falta de memória por parte da AEB, pois a tentativa de se comercializar as imagens dos satélites CBERS, feito em parceria com a China, para os países vizinhos se demonstrou inócua e sem qualquer progresso. Tanto que as imagens foram distribuídas gratuitamente. O mesmo ocorreu com os dados ambientais recolhidos pelos satélites brasileiros, tanto os sino-brasileiros como os da MECB.

“Uma agência espacial regional acabaria reverberando no bolso brasileiro que, pelas necessidades em função de seu tamanho territorial, acabaria ficando com a maior parte da fatura para pagar”, comentou o assessor da AEB.

Segundo a visão do Monserrat, que acompanha esta questão de perto, essa ideia de uma agência regional não vai sair do mundo das intenções. Ele mesmo já participou de vários encontros para essa finalidade e de outros onde a questão foi ventilada e conclui que o volume de contras é muito maior do que dos prós.

O pesquisador do INPE e chefe do departamento de distribuição de imagens de satélites para os países interessados, Paulo Roberto Martini, criador da proposta e ex-assessor da AEB, não vê desta maneira.

“A tese que defendi no ano sabático cumprido junto à Escola Superior de Guerra tratou de um exercício do que poderia ser uma Agência Espacial Sul Americana. O eixo para se chegar a tal empreendimento seria a cooperação regional entre as diversas agências, mas com a liderança daquelas mais plenamente estabelecidas: a brasileira e a argentina.”

Para Martini, o  modelo sugerido foi aquele da Agência Espacial Europeia (ESA), na qual a Alemanha (DLR) e a França (CNES) constituem as principais lideranças e funcionam como verdadeiras locomotivas. Mas ainda congrega a Itália, Espanha, Reino Unido, Portugal, Dinamarca entre os 21 países integrantes e com imenso sucesso em projetos conjuntos.

“A ESA atualmente é uma potência, atuando em pé de igualdade com as agências espaciais de Estados Unidos, China e Rússia. A situação dos principais pares sul-americanos atualmente é muito melhor do que aquela dos europeus de então. E já era quando escrevi meu estudo, ao final de 1999”, explicou Martini.

No projeto apresentado a Escola Superior de Guerra, a cooperação regional seria cimentada pelo monitoramento satelitário de dois temas centrais e importantíssimos ao meio ambiente sul-americano: as águas e as florestas.

Os satélites seriam desenvolvidos em forma complementar, seguindo vocações já antecipadas pelos programas espaciais correntes nos países envolvidos.

O Brasil seguindo a linha de instrumentos com maior resolução espacial e espectral, como os satélites CBERS. A Argentina com sua linha de satélites de maior repetitividade e de média resolução, ou mesmo aqueles dotados de sensores ativos (RADAR).

“O Chile tem mostrado também uma firme disposição para não ficar de fora na ciranda de satélites de Sensoriamento Remoto. Sua linha de atividades está focada no âmbito de satélites de alta resolução. O Peru e a Venezuela tem se valido do exemplo brasileiro e buscam cooperação com a agência chinesa “, observa Martini.

A Colômbia e a Argentina tem mantido o tema de uma agência regional em suas agendas. O Brasil retirou o assunto da mesa e colocou um ponto final na questão.

O pesquisador do INPE relembra que na última reunião dos representantes das agências espaciais ao sul do Rio Grande (EUA) foi realizada em Bogotá, na Colômbia, em 2013, quando ele ainda atuava na AEB. “ Naquele encontro, foram adotadas várias ações no sentido de se mobilizarem esforços para convergir, em futuro próximo, para a criação de uma agência espacial regional”.

“A presidência da nossa agência acabou desautorizando qualquer tipo de acordo ou compromissos formais. Diante da recusa do Brasil, os demais países tiveram que recuar, mas pelo menos a Argentina e a Colômbia não estão deixando cair a peteca e, provavelmente, poderão assumir papéis de liderança nos novos cenários que se avizinham. Pior para nós”, salientou o pesquisador e pai da Agência Espacial Latino Americana.

Foto - Alcantara Cyclone Space
Alcântara Cyclone Space



Comentário: Veja bem leitor, sempre defendi aqui no BLOG a criação da Agência Espacial Latino-Americana (AELA), isto é, quando ainda acreditava na possibilidade de um Programa Espacial Brasileiro (PEB) sério, forte, coeso, bem gerido e compromissado. Entretanto, esta não é a realidade do PEB e por mais que eu não queira, e muito provavelmente não pelos mesmos motivos, tenho que dessa vez de concordar com o Sr. José Monserrat Filho. O Brasil participar neste momento de uma iniciativa como esta seria uma temeridade e uma divisão ainda maior de algo já extremamente fragmentado, sem rumo e mal gerido, e o Sr. Paulo Roberto Martini do INPE está literalmente viajando na maionese, e até na minha maneira de ver, de forma irresponsável quando propõe algo assim. Acho até que a Argentina, o Chile e o México e mais alguns países da região aonde a questão espacial vem sendo tratada com mais seriedade e competência, poderiam dar inicio a esta iniciativa caso realmente haja compromisso e o desejo dessas nações, para então num futuro, quem sabe, quando o Brasil arrumar a casa, possa então ter a adesão brasileira. Sr. Martini, a ESA deu certo muito por conta da seriedade e da competência que existe basicamente em duas agências espaciais europeias que comandam todo esse esforço europeu, ou seja, o DLR alemão e a CNES francesa, fora a ASI italiana que tem contribuído significamente nos últimos anos. No Brasil a nossa agencia espacial é uma piada, sem rumo, gerida por um fantoche e norteada exclusivamente por questões políticas de interesse desse governo desastroso sob o comando desta “Ogra” debiloide. Não há seriedade nenhuma, não há política espacial, não há planejamento espacial algum em médio e longo prazo, e o PNAE é uma piada, e ainda por cima, para completar este quadro desastroso, existe uma desunião muito grande entre os profissionais que trabalham no setor, onde o EGO parece ser maior do que o próprio programa. Qualquer programa para dar certo Sr. Martini precisa da união de esforços sob uma gestão eficiente, planejamento coeso, determinado, responsável e competente e o nosso programa (se é que se pode chamar de programa) está muito longe deste quadro. Portanto Sr. Martini, se queres realmente ajudar, ou pelos menos não atrapalhar ainda mais o que já é um caos, esquece esta história. Aproveitamos para agradecer ao leitor Felipe Dias pelo envio deste artigo.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Brasil e Países Baixos Projetam Cooperação Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (21/05) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que o Brasil e os Países Baixos projetam Cooperação Espacial.

Duda Falcão

Brasil e Países Baixos
Projetam Cooperação Espacial

Coordenação de Comunicação Social

Fotos: Valdivino Jr/AEB

Brasília, 21 de maio de 2015 – Assinar o Programa de Cooperação para a formação de especialistas qualificados na área espacial brasileira em Universidades, Centros de Pesquisa e empresas dos Países Baixos (Holanda) e a vinda de especialistas desses países ao Brasil, tudo com recursos do Programa Ciência sem Fronteiras – Espacial.

Esse foi um dos temas abordados pelo presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, e pelo diretor do Escritório Espacial dos Países Baixos (NOS), Ger Nieuwpoort, em visita que ele fez a instituição nesta quarta-feira (20).

Eles acertaram também organizar um encontro espacial público-privado entre os dois países, no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP), com a participação da prefeitura e das indústrias locais, provavelmente em setembro próximo. Na pauta do evento está a discussão sobre temas de interesse comum, visando a elaborar um Programa de Cooperação Espacial baseado em objetivos concretos e mutuamente benéficos.

O diretor da NOS estava acompanhado pelo diretor de Assuntos Internacionais,  Thomas Bleeker, pelo Conselheiro de Ciência, Tecnologia e Inovação do Consulado Geral do Reino dos Países Baixos, sediado em São Paulo, Nico Schiettekatte, e pelo Adido para Ciência, Tecnologia e Inovação da Embaixada do Reino dos Países Baixos em Brasília, Hans Doresteijn. Também participou do encontro o chefe da Assessoria de Cooperação Internacional, da AEB, José Monserrat Filho.

O NOS, criado em 2009 como sucessora da Agência de Programas Aeroespaciais dos Países Baixos (NIVR), é vinculado aos ministérios da Economia; de Educação, Cultura e Ciência; da Infraestrutura e do Meio Ambiente e da Organização para a Pesquisa Científica do país.

O presidente das AEB, José Braga Coelho, o chefe da Assessoria de
Cooperação Internacional, José Monserrat Filho (E), na recepção dos visitantes.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Formar novos profissionais para um programa espacial que não tem o menor compromisso e que diminui de tamanho a cada ano? Faça-me o favor Sr. Braga Coelho, o senhor devia sim é está vendendo Pamonha na feira, pelo menos talvez assim o senhor fosse mais produtivo para aqueles que fazem o uso dessa iguaria em suas mesas.

Atualizando as Campanhas do Blog

Olá leitor!

Hoje é quinta-feira e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas em curso.

Bom, em relação à campanha da “Petição Online da ACS - Mudanças Já ou o Destrato do Acordo”, esta semana obtivemos um diminuto avanço, pulando de 783 para 785 assinaturas, ou seja, apenas duas assinaturas na semana.  O resultado continuou extremamente ruim e esperávamos algo bem melhor esta semana. A notícia de que o governo criou uma comissão (pra mim fajuta) para analisar este desastroso acordo que gerou a ACS demonstra que a empresa realmente pode está em processo de implosão e correndo o risco de sofrer uma CPI (da mesma forma para mim fajuta, mas que ajudaria pelo menos a impedir o andamento do projeto). Entretanto continuamos lamentando profundamente o infeliz envolvimento da SpaceMETA com essa iniciativa desastrosa para o nosso país, mas enfim, quem planta colhe. Leitor esta é a hora de fazermos valer a nossa luta contra este acordo candiru’ e altamente prejudicial que vem literalmente boicotando o verdadeiro Programa Espacial Brasileiro. Vamos lá gente, vários profissionais sérios do PEB já assinaram essa petição e precisamos do seu apoio nessa luta contra esses energúmenos irresponsáveis. (OBS: Apesar das notícias quem tem saído na mídia sobre o fim deste desatino, e de informações de fontes seguras do Blog de que aparentemente esta aberração esta sendo mesmo desmantelada, estamos optando em manter esta campanha, já que do governo da “Ogra”, devido a sua bestialidade e de seus ‘companheiiiiiros’, tudo é possível se esperar. Além do que oficialmente esta debiloide ainda não denunciou o acordo perante o Governo Ucrâniano)

Já quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, esta semana continuamos com os mesmos dez grupos inscritos desde o lançamento da campanha, ou seja, os grupos Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes EducativosCarl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoNTAITA Rocket DesignUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo). Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (OBS: Continuo esperando que os 10 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Agora leitor, em relação á “Campanha de Manutenção do Blog”, infelizmente até o momento apenas dois colaboradores confirmaram sua colaboração do mês de maio no vakinha.com.br. Eles são:

1 - José Félix Santana, Prof. (presidente do CEFEC)
2 - Rodrigo dos Santos Godoy (Digotorpedo)

E pelo que sei apenas um colaborador precisa ainda ter sua colaboração de maio confirmada pelo vakinha.com.br. Ele é:

1 - Fabrício de Novaes Kucinskis (INPE)

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir dessa semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

OBS: Leitores continuam votando na campanha do VLM-1/ITASAT-1. Por favor, peço uma vez mais aos nossos leitores que não votem nessa campanha, pois a mesma não está mais ativa, já que não houve a resposta necessária e assim perdeu o sentido. Afinal não há mais tempo para cumprir o prazo de lançamento estabelecido na campanha, e ela continua visível no blog apenas a título de registro. Se quiseres realmente ajudar votem na Petição da ACS, está sim é a campanha que precisa avançar para combater este desatino.

Duda Falcão

El Ministro de Defensa de Brasil Viaja a Francia Para Ver los Avances del SGDC de Thales Alenia Space

Hola lector!

Sigue abajo una noticia publicada hoy (21/05) en el website www.infoespacial.com señalando que el Ministro de Defensa de Brasil viaja a Francia para ver los avances del SGDC de Thales Alenia Space.

Duda Falcão

Noticias

El Ministro de Defensa de Brasil Viaja a
Francia Para Ver los Avances
del SGDC de Thales Alenia Space

21/05/2015

Fotos: Thales

(Especial Infodefensa para Infoespacial) Roberto Caiafa, São Paulo- El ministro de Defensa de Brasil, Jacques Wagner, visitó el pasado 11 de mayo las instalaciones de Thales Alenia Space en Cannes, al sur de Francia, donde se está construyendo el Satélite Geoestacionario de Defesa y Comunicaciones (SGDC) para el gigante sudamericano.

Wagner y el presidente de Visiona Tecnología Espacial S.A., Eduardo Bonini, fueron recibidos por el presidente de Thales Alenia Space, Jean-Loïc Galle, y por el vicepresidente de Thales en América Latina, Rubén Lazo, que aseguró que "consolidar asociaciones locales, intercambiar conocimientos y transferir tecnología de vanguardia en América Latina son parte del contrato del SGDC, que se encuentra entre los cinco mayores obtenidos por el Grupo en 2013. Ciertamente, el SGDC es una gran conquista y una referencia en la expansión de la industria espacial de América Latina”.

La Visita

Jacques Wagner visitó las “salas limpias” (clean rooms) utilizadas en la producción de satélites de comunicaciones y/o observación terrestre, donde entabló contacto con la altimetría, campo en que Thales es líder mundial. Esta tecnología da el perfil de velocidad del sonido frente a la profundidad de las ondas acústicas en el medio marino y, de esta forma, permite obtener información sobre la propagación de las ondas, algo muy útil para la detección de blancos bajo el agua. Para un país como Brasil, que está ingresando en el exclusivo club de operadores submarinos con propulsión nuclear, la altimetría es una solución clave.

La delegación conoció una amplia gama de satélites, entre ellos dos Sentinel contratados por la Agencia Espacial Europea, el ExoMars TGO dedicado la misión de 2016 o el satélite de oceanografía operacional Jason-3, además del Eutelsat 8WB, un satélite de comunicaciones.


Wagner también aprovechó para saludar a los 31 ingenieros brasileños que están siendo entrenados localmente por Thales Alenia Space en el marco del plan de transferencia de tecnología que incluye el contrato del satélite SGDC. El ministro brasileño destacó la importancia de esta misión de expandir la industria espacial brasileña en los próximos años.

El grupo también visitó el Centro de Control Operacional que va a dirigir todas las operaciones en órbita después del lanzamiento del SGDC, previsto para septiembre de 2016.

Histórico

En 2013, Thales Alenia Space firmó un contrato do SGDC con Visiona Tecnología Espacial S.A. (joint venture entre Embraer y Telebrás) y un memorando de entendimiento (MoU) con la Agencia Espacial Brasileira (AEB) en lo que respecta a las transferencias de tecnología.

Dentro de ese marco general, además, se firmaron un acuerdo tripartito entre Thales Alenia Space, AEB y las empresas brasileñas para implementar la transferencia de tecnología; un acuerdo para la transferencia de conocimientos en forma de una Academia Espacial, que incluye el apoyo a las universidades brasileñas para establecer programas de maestría en Ingeniería de Sistemas Espaciales; la creación de una cátedra en el Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) y la financiación de tesis doctorales en casos especiales, tales como estudios conjuntos entre Thales Alenia Space y laboratorios brasileños.

El convenio incluye, igualmente, el envío de 40 ingenieros brasileños para ser formados en Thales Alenia Space en el marco del plan de transferencia de tecnología que integra el contrato SGDC y la inauguración, en marzo de 2015, del Centro de Tecnología Espacial en el Parque Tecnológico de São José dos Campos, dirigido a proporcionar apoyo en el desarrollo de alianzas tecnológicas con empresas locales del sector.


Fuente: website www.infoespacial.com

Faça Você Mesmo Uma Luneta de Baixo Custo

Olá leitor!

A Revista Galileu produziu um interessante vídeo educativo mostrando como construir uma luneta de baixo custo que pode ser útil para professores e alunos de todo o Brasil.

Diante disso, por iniciativa do presidente do "Centro Experimental de Foguetes Aeroespaciais da Bahia (CEFAB)", o Sr. Carlos Cássio Oliveiraque nos enviou o vídeo e ao qual agradecemos pela gentileza, trago agora para você leitor o vídeo em questão.

Duda Falcão



Fonte: Canal no Youtube da Revista Galileu

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Brasil e China Assinam Protocolo Para o Satélite CBERS-4A

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada hoje (20/05) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que Brasil e China assinaram protocolo para o Satélite CBERS-4A.

Duda Falcão

Brasil e China Assinam Protocolo
Para o Satélite CBERS-4A

Quarta-feira, 20 de Maio de 2015

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, e o diretor da Administração Nacional Espacial da China (CNSA), Xu Dazhe, firmaram nesta terça-feira (19) um protocolo de intenções para desenvolver e lançar o sexto Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres (CBERS-4A). A assinatura ocorreu durante visita oficial do primeiro-ministro da China, Lĭ Kèqiáng, à presidenta Dilma Rousseff. No Brasil, os satélites do Programa CBERS são desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Com o lançamento, em dezembro último, do satélite CBERS-4, a China e o Brasil consolidaram uma iniciativa emblemática no mundo em desenvolvimento, que contribui na fiscalização do desmatamento da Amazônia. Além disso, os serviços de imagens territoriais geradas pelo satélite contribuem muito para os países africanos", disse a presidenta, ao destacar os avanços da parceria bilateral nos campos da educação, da tecnologia e da inovação.

Em viagem pela América Latina, o primeiro-ministro destacou China e Brasil como os maiores países em desenvolvimento dos hemisférios Leste e Oeste do planeta. "A nossa amizade tem uma base sólida e a nossa cooperação tem uma perspectiva muito ampliada", declarou Kèqiáng. "Essa colaboração tem potencial de trazer benefícios para os nossos povos e para todo o mundo.

Segundo Dilma, o encontro reafirmou a característica estratégica e a intensidade das relações bilaterais. "Tivemos nesta manhã uma reunião muito produtiva, marcada pelo diálogo franco e pela disposição de avançar, fortalecer e efetivar cada vez mais a nossa parceria", contou a presidenta. "O Plano de Ação Conjunta 2015-2021, que assinei com o primeiro-ministro, inaugura uma etapa superior em nosso relacionamento e está expressa nos vários acordos.

Ao todo, brasileiros e chineses celebraram 39 acordos no Palácio do Planalto, em áreas como agricultura, comércio, defesa, energia, infraestrutura, inovação, mineração, planejamento estratégico e transporte. O acerto em torno do CBERS-4A é um protocolo complementar ao Acordo Quadro sobre Cooperação em Aplicações Pacíficas de Ciência e Tecnologia no Espaço Exterior.

O protocolo complementar estabelece as bases jurídicas para a construção conjunta do satélite CBERS-4A, a fim de garantir o fornecimento contínuo de imagens aos dois lados da cooperação e a outras nações. O sexto exemplar do programa CBERS deve ser lançado em 2018, na China.

A divisão das tarefas de desenvolvimento e do montante de investimentos repetem a proporção dos satélites CBERS-3 e CBERS-4, com 50% para cada lado. O novo acordo define que os trabalhos de montagem, integração e testes do CBERS-4A sejam realizados nos laboratórios do INPE, em São José dos Campos (SP).

O sistema de rastreamento, telemetria e controle do CBERS-4A será semelhante aos dos dois satélites anteriores. Lançado em dezembro de 2013, o CBERS-3 não atingiu a órbita de destino por uma falha no foguete. Já o CBERS-4 está no espaço desde dezembro de 2014. Estabelecido em 1988, o programa também lançou com sucesso o CBERS-1, em 1999, o CBERS-2, em 2003, e o CBERS-2B, em 2007.

Para o CBERS-4A, o protocolo designou a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a CNSA como entidades responsáveis por sua implementação. Já o INPE e a Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST) seguem como executores do projeto.

As imagens fornecidas pelos satélites contribuem para monitorar e verificar desmatamentos, desastres naturais e a expansão da agricultura e das cidades, dentre outras aplicações. O Acordo-Quadro permite a distribuição global dos dados gerados, com objetivo de beneficiar outros países em desenvolvimento. (Com Ascom MCTI)

O ministro Aldo Rebelo firmou compromisso com diretor
da agência espacial do país asiático, em visita oficial do
primeiro-ministro Lĭ Kèqiáng à presidenta Dilma.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Comissão do Senado Aprova Recurso Para o Satélite SGDC

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (19/05) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que a Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou recurso para o Satélite SGDC.

Duda Falcão

Comissão do Senado Aprova
Recurso Para o Satélite SGDC

Agências Gestão CT&I e Senado

Brasília, 19 de maio de 2015 – O recurso para a aquisição do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) foi garantido pelo Senado Federal, com a aprovação a semana passada da Medida Provisória (MP) 662 na Comissão Mista de Orçamento (CMO).

A matéria permite conceder crédito superior a R$ 404 milhões para a aquisição do equipamento, agora previsto para ser lançado em dezembro de 2016.

O satélite integra o Plano Nacional de Banda Larga, que pretende expandir o serviço em todo o território nacional, além de ser útil também para as demandas militares. A expectativa é que o satélite atenda principalmente a região Norte, carente de infraestrutura terrestre para a implantação das fibras ópticas de banda larga fixa.

Apesar de alguns parlamentares terem criticado o uso de uma medida provisória para matérias orçamentárias, ao invés de em situações de urgência ou calamidade pública, o governo federal alegou que com os atrasos nos pagamentos do contrato com o consórcio Arianespace, havia o risco de perder a data de lançamento e até a posição do espaço sobre o Brasil.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Pois é, já dizia minha vozinha com a sua simplória sabedoria interiorana quando ainda estava viva: “Só não enxerga quem é cego ou quem não quer enxergar por razões óbvias”. Estou cansado dessa gente e deste mar de lama.

Quer Construir um Foguete da NASA?

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia publicada no site da "Revista GALILEU" no dia (19/05) que talvez seja do interesse da Comunidade Espacial do país.

Duda Falcão

CIÊNCIA – ESPAÇO - FOGUETE

Quer Construir um Foguete da NASA?

POR LUCIANA GALASTRI
19/05/2015 - 11H05
Atualizado 11H0505

(FOTO: CENTRO GODDARD DA NASA)
Lançamento do foguete Antares.

Nesta semana, a NASA publicou o seu segundo Catálogo de Software anual, que disponibiliza ao público o código usado por seus cientistas. Isso quer dizer que temos acesso gratuito a programas que são usados para missões com sondas, foguetes e satélites.

"À medida em que a indústria de voos espaciais comerciais decola, o software da NASA pode ajudar esse setor a crescer", afirmou em comunicado Doug Rand, diretor assistente do Escritório de Políticas de Ciência e Tecnologia da agência.

No catálogo, as ferramentas são organizadas em 15 categorias, que vão desde propulsão à testes.

Claro, vale lembrar que o software não precisa ser usado apenas por empresas de turismo espacial, por exemplo. Em edições passadas, os programas da NASA já foram adaptados para rastrear animais em extinção, criar montanhas russas e até operar navios.

Versões anteriores do catálogo já foram baixadas mais de 100 mil vezes.


Fonte: Site da Revista Galileu - 19/05/2015 - http://revistagalileu.globo.com

Comentário: Pois é, talvez esta notícia seja útil para os grupos que atuam com atividades espaciais no Brasil e na América Latina. Aproveito para agradecer ao leitor Bernardino Silva pelo envio da mesma.