segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPED) Realiza 3ª Reunião Plenária

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (17/08) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que o Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB) realizou na última sexta-feira a sua "3ª Reunião Plenária" em Brasília.

Duda Falcão

ESPAÇO

Comitê de Desenvolvimento do Programa
Espacial Brasileiro Realiza 3ª Reunião Plenária

Comandante da Força Aérea Brasileira participou da
reunião representando o Ministério da Defesa

Por Tenente Felipe Bueno
Edição: Agência Força Aérea
Revisão: Major Alle
Publicado: 17/08/2018 - 17:40

Fotos: Cabo André Feitosa/CECOMSAER.

O Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB) se reuniu pela terceira vez na tarde desta quinta-feira (16/08) no Palácio do Planalto, localizado em Brasília (DF). O grupo, conduzido pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, debateu e apresentou soluções relacionadas à área espacial no país.

Nesta terceira reunião plenária, foram aprovadas as criações de dois novos grupos de trabalho: um para o planejamento e definição de formas de financiamento do projeto mobilizador e outro para a elaboração da Lei Geral do Setor Espacial. O Comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, participou da reunião representando o Ministério da Defesa.


O Comitê tem a coordenação dos trabalhos feita pelo Ministro Chefe do GSI da Presidência da República e participam do como membros os Ministérios da Casa Civil; da Defesa; das Relações Exteriores; do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.


O Ministro Chefe do GSI, General de Exército Sergio Westphalen Etchegoyen, destacou a importância de vários órgãos conseguirem se unir em prol de um único objetivo. "Reunir tantas pessoas importantes para a área espacial é um sinal de que estamos empenhados no desenvolvimento do país.", disse.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Comentário: Pois é leitor muita movimentação vem ocorrendo nos últimos meses nos bastidores do PEB sob o comando deste CDPEB criado pelo Temer, porém toda esta movimentação ainda nos traz uma grande incerteza sobre a sua eficiência, seriedade e competência, já que a composição do próprio comitê por uma maioria (se não totalidade) de representantes políticos invés de técnicos especialistas da área como deveria ser, é um prenúncio de continuidade dos erros que levaram o nosso pífio Programa Espacial a situação que se encontra hoje. Enfim leitor, só nos resta torcer que as ações em curso desses políticos não venham destruir o pouco que ainda resta das atividades espaciais do país. plagiando os religiosos de plantão, que Deus nos ajude.

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

USU Launches Partnership With Brazilian Aeronautics Institute

Hello reader!

The "Utah State University (USU)" has announced that it has signed a space partnership agreement with the “Technical Aeronautics Institute / Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)” of Brazil.

Duda Falcão

TODAY

USU Launches Partnership With
Brazilian Aeronautics Institute

By Matt Jensen,
435-797-8170
Friday, Aug. 10, 2018

ITA Professor and Rector Anderson Ribeiro Correira,
left, greets USU Provost Francis Galey and
USU Professor Charles Swenson, center.

Two global leaders in aerospace engineering education are joining forces. Administrators from Utah State University and Brazil’s Instituto Tecnológico de Aeronáutica, or ITA, (Technical Aeronautics Institute) located in São Jose dos Campos in the state of São Paulo, signed a memorandum of understanding on Aug. 6 to coordinate research efforts and exchange scientific knowledge.

The document, signed by USU’s President Noelle Cockett and ITA’s Rector Anderson Ribiero Correia, kicks off a five-year partnership. USU Provost Francis D. Galey led the signing event. University leaders say the arrangement provides a unique opportunity for the two organizations to pursue joint research and exchange faculty and students.
“We are pleased to have completed this agreement of cooperation with ITA of Brazil,” said USU’s Galey. “It’s our hope the agreement will help further the work being accomplished by our collaborating faculty members.”

USU’s relationship with ITA goes back several years. Charles Swenson, a USU professor of electrical engineering and director of the USU Center for Space Engineering, has worked with many of Brazil’s science and space agencies. His ongoing research into space weather and its effects on global communication and navigation is particularly valuable to Brazil.

Equatorial regions including Northern Brazil and Peru are susceptible to an upper atmospheric phenomenon that disrupts GPS and radio communications: equatorial plasma bubbles that produce scintillation on radio waves.

Swenson is the deputy principal investigator on a Joint NASA-Brazil CubeSat mission to study the problems and potential solutions. According to a NASA press release about the upcoming mission, the Scintillation Prediction Observations Research Task (SPORT) mission, will observe equatorial plasma bubbles and scintillation to understand what causes them, determine how to predict their behavior and assess ways to mitigate their effects.

ITA Professor and Rector Anderson Ribeiro Correira and
USU's President Noelle Cockett signed a memorandum of
understanding on Aug. 6. The agreement sets up a five-year
research collaboration. USU Provost Francis Galey
led the signing event.

“SPORT is the first of what we hope are many joint space projects between the U.S. and Brazil,” said Swenson. “And we are pleased to be able to contribute our expertise in CubeSats and to provide the critical space weather probes for the SPORT mission.”

The joint U.S.-Brazilian team will launch the SPORT CubeSat in 2019. The compact satellite is about the size of two loaves of bread. It will be launched to an Earth orbit approximately 217-248 miles high (350-400 km). Its operational phase is expected to last at least a year.

Contact: Professor Charles Swenson,
435-797-2958,


Source: Website USU - http://www.usu.edu

Comentário: Bom, bom, muito bom mesmo, e espero que outras parcerias com esta sejam feitas pelo ITA, não só a nível internacional como também e pincipalmente a nível nacional. Temos várias Universidades, institutos, centros de pesquisas e startups brasileiras que poderiam colaborar e muito (a exemplo da USP, UFSM, UFRGS, UFPR, UnB, UFSC, UFMG, UFRN, IME, CTI Renato Acher, LNA, Airvantis, Acrux entre outros) na formação de seus alunos, na criação de novos projetos e no desenvolvimento de novas tecnologias espaciais para o país. Como exemplo já está em curso o agora denominado “Consorcio Garatéa”, consorcio este que tem como principal objetivo a “Missão Lunar Garatéa-L”, e ao qual o próprio ITA é um dos seus membros ao lado de algumas das instituições citadas acima. Vale aqui dizer leitor que o “Consorcio Garatéa” além desta missão lunar, prever nos próximos dez anos (até 2028) diversas outras missões, sendo a primeira delas (antes mesma da missão lunar) a “Missão Garatéa-LEO”, que visa em 2019 o lançamento de um cubesat em órbita LEO, para assim testar previamente em voo todas as tecnologias e experimentos que serão utilizadas nesta missão lunar. A nossa esperança e que este exemplo seja seguido por outros grupos científicos do país, e assim consolidar de vez em nosso país a pesquisa espacial tão necessária para o futuro de nossa sociedade. Quanto ao projeto SPORT (Scintillation Prediction Observations Research Task), citado na matéria acima, trata-se do desenvolvimento de um interessante cubesat científico 6U, este destinado a gerar dados que possam auxiliar na compreensão do surgimento das bolhas ionosféricas. Este projeto envolve o ITA, o INPE, a NASA e algumas universidades americanas, e entre elas a “Utah State University (USU)”, parceira desse acordo assinado agora com o ITA.

Missão Garatéa Abre Inscrições Para Estudantes de Todo o Brasil Participarem de Projeto na Estação Espacial Internacional

Olá leitor!

Recebi no dia de ontem (16/08) o release abaixo destacando que (como já havíamos informado anteriormente) a Missão Garatéa já abriu inscrições para estudantes de todo o Brasil participarem de Projeto Educacional na Estação Espacial Internacional (ISS em inglês).

Duda Falcão

Missão Garatéa Abre Inscrições Para
Estudantes de Todo o Brasil
Participarem de Projeto na
Estação Espacial Internacional

Batizado de Garatéa-ISS 2018, o concurso vai escolher um experimento
para voar com foguete da SpaceX até a Estação Espacial ISS em 2019;
prazo de inscrições se encerra no fim do mês

O maior consórcio espacial brasileiro da atualidade, a Missão Garatéa, abriu, dia 2 de agosto, as inscrições para que escolas e alunos brasileiros de 10 a 17 anos participem do Student Spaceflight Experiments Program (SSEP), programa do governo norte-americano para incentivar jovens a estudar ciências espaciais. Trata-se de um concurso que vai escolher um experimento para voar com os astronautas da Agência Espacial Americana (NASA) para a Estação Espacial ISS em 2019. As inscrições podem ser feitas até dia 28 de agosto no link  http://iss.garatea.space/. O projeto tem patrocínio das empresas Airvantis, Instituto TIM e Braskem.

Resultado de uma parceria da Missão Garatéa com o Centro Nacional para Educação Científica para Terra e Espaço (NCESSE), o programa Garatéa ISS está em sua segunda edição. A primeira vez que o Brasil participou foi na edição de 2017, que culminou com o envio para o espaço de um experimento de alunos do Colégio Dante Aliguieri, EMEF Perimetral e Projeto Âncora. O estudo do grupo de cinco alunos queria verificar as condições do endurecimento do cimento misturado a plástico verde em ambiente de microgravidade. No dia 29 de junho, o experimento foi para a Estação Espacial ISS a bordo de um foguete da empresa SpaceX, onde ficou por um mês e retornou no dia 3 de agosto à Terra, para avaliação dos resultados. A ideia do engenheiro espacial Lucas Fonseca, diretor da Missão Garatéa, é expandir a participação para que estudantes do Brasil todo possam ter esta experiências.

"Quando era pequeno desejava trabalhar no espaço e algumas experiências que vivi foram fundamentais para que eu pudesse seguir este caminho. Por isso, poder proporcionar a jovens estas experiências é uma espécie de missão para mim. Estamos em um momento crucial da ciência no Brasil, e despertar o interesse das crianças pela ciência é um vetor importante para garantirmos a continuidade de todo um trabalho exercido no país", diz Fonseca, que acaba de ser reconhecido pelo International Institute of Space Commerce (IISC) como uma das 35 pessoas no mundo abaixo de 35 anos que estão transformando a relação do homem com o espaço.

A participação é ilimitada, mas o prazo para inscrições é curto: termina dia 28 de agosto. Com as escolas inscritas, o programa será lançado oficialmente dia 30 de agosto, em evento no Google Campus (serviço abaixo). De setembro a dezembro, grupos irão desenvolver experimentos que poderão ir à ISS. Em dezembro, os parceiros americanos escolherão o melhor dos três finalistas.

Como Serão as Seletivas– Cada escola irá definir o grupo de alunos participantes. Cada projeto será desenvolvido por um grupo de até quatro estudantes. Dentro da organização haverá uma competição para escolha dos três projetos melhor desenvolvidos. No dia 1o de dezembro, estes projetos serão colocados para avaliação de uma banca de especialistas formada por cientistas renomados de universidades e institutos brasileiros, que irão selecionar os três melhores. A partir deste resultado, os grupos escolhidos passarão por um programa de qualificação de seus projetos sob a coordenação da Missão Garatéa, detalhando-os e tornando-os adequados para apresentação aos técnicos da Nasa. Estes irão, em dezembro de 2019, escolher o vencedor.

Sobre o Student Spaceflight Experiments Program (SSEP) – É realizado há treze anos pela NASA para estimular a pesquisa espacial entre jovens. Tradicionalmente, os milhares de participantes são americanos ou canadenses. 

Sobre a Missão Garatéa – Esforço nacional formado por um consórcio de institutos, universidades e empresas que busca difundir a ciência na sociedade brasileira utilizando o espaço como elemento motivador. Sua principal atividade, um voo de uma sonda lunar agendada para 2021, acabou servindo como inspiração e desdobramento para outras frentes, como projetos educacionais similares à Garatéa-ISS 

Serviço

Evento: Lançamento do programa Garatéa-ISS 2018
Data: 30 de agosto de 2018
Horário: 14 horas
Local: Google Campus- Rua Coronel Oscar Porto, 70. Paraíso

Mais informações

Assessoria de imprensa – Caravelas Consultoria
Bia Murano – biamurano@caravelasconsultoria.com - 11 9 8309-8302
Tiago Pariz – tiagopariz@caravelasconsultoria.com - 11 9 8685-1041

OBS: Veja abaixo a reportagem do telejornal “Bom dia São Paulo” da Rede Globo São Paulo sobre a abertura das inscrições deste projeto

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Brasil e EUA Assinam Termo de Cooperação na Área Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (15/08) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que o Brasil e os EUA assinaram termo de cooperação na área espacial no domingo (12/08).

Duda Falcão

ESPAÇO

Brasil e EUA Assinam Termo
de Cooperação na Área Espacial

Compromisso prevê contribuição em segurança de voos espaciais e
informações sobre Consciência Situacional Espacial

Por Tenente Jonathan Jayme
Edição: Agência Força Aérea
Revisão: Major Alle
Publicado: 15/08/2018 - 17:00

Fotos: Bianca Viol/CECOMSAER; Reprodução NASA
Encontro no Ministério da Defesa definiu novos
acordos entre os dois países.

Brasil e Estados Unidos assinaram, no domingo (12), um acordo para cooperação em segurança de voos espaciais e fornecimento de serviços e informações sobre Consciência Situacional Espacial (SSA, do inglêsSpace Situational Awareness). O compromisso foi feito entre o Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América e o Ministério da Defesa (MD), por meio da Força Aérea Brasileira (FAB).

O acordo tem como objeto o compartilhamento de serviços e informações de SSA, com a finalidade de melhorar a conscientização de cada nação no domínio espacial e aumentar a segurança das operações de voos espaciais.

Atualmente, estima-se que haja 1.738 satélites operacionais em órbita. Além disso, há cerca de 20 mil objetos maiores do que 10 centímetros orbitando a Terra, a maioria detritos espaciais com potencial destrutivo em caso de colisão com algum veículo espacial. Este cenário resulta em mais inovação e benefícios para a sociedade, mas também em mais congestionamento no espaço.

Segundo o documento assinado pelos dois países, o Comando Estratégico dos Estados Unidos (USSTRATCOM) poderá fornecer informações de SSA para os serviços de avaliação de possibilidade de colisão entre veículos espaciais, suporte de lançamento, suporte para retirada de órbita e reentrada, suporte para descarte ou fim de vida útil, suporte para evitar colisões, suporte para resolução de anomalia, além de investigação de interferência eletromagnética. Prevê, ainda, outras possibilidades de informações e de serviços de SSA que serão consideradas caso a caso.

O termo foi assinado pelo Chefe da Terceira Subchefia do Estado-Maior da Aeronáutica, Major-Brigadeiro do Ar Jefson Borges, representando o MD, e pelo Diretor de Planos e Políticas do Comando Estratégico dos Estados Unidos (USSTRATCOM), o Contra-Almirante da Marinha Norte-Americana, Richard A. Correl, em nome do Departamento de Defesa dos EUA.

De acordo com o oficial-general da FAB, para o Brasil, as parcerias em atividades espaciais são altamente valiosas. "A assinatura do acordo nos permitirá operar com o suporte do USSTRATCOM, o que representa um instrumento importante para promover o uso sustentável do espaço exterior", avalia o Major-Brigadeiro Jefson. Além disso, segundo ele, esse é um compromisso conjunto que visa à segurança das operações espaciais e que fortalecerá ainda mais a estreita relação entre ambos os países.

Reprodução feita pela NASA mostra a quantidade
de veículos espaciais em órbita.

União

O mesmo termo foi assinado entre o Departamento de Defesa dos Estados Unidos e outros 14 países e estados soberanos - Reino Unido, Coréia do Sul, França, Canadá, Itália, Japão, Israel, Espanha, Alemanha, Austrália, Bélgica, Emirados Árabes, Noruega e Dinamarca, o que coloca o Brasil em um rol de nações estratégicas para o desenvolvimento aeroespacial.

“À medida que mais países, empresas e organizações investem em recursos espaciais e se beneficiam do uso de sistemas espaciais, é do nosso interesse coletivo agir com responsabilidade, promover a transparência e melhorar a sustentabilidade, a estabilidade e a segurança do espaço a longo prazo”, avalia o comandante do USSTRATCOM, General John P. Hyten, da Força Aérea dos Estados Unidos.

Os acordos de compartilhamento de dados da SSA aprimoram a cooperação espacial multinacional e agilizam o processo para os parceiros solicitarem informações específicas coletadas pelo 18º Esquadrão de Controle Espacial do Comando Espacial da Força Aérea dos Estados Unidos, na Base Aérea de Vandenberg, Califórnia. 

"Nossos sistemas espaciais sustentam uma ampla gama de serviços, fornecendo benefícios vitais nos meios militares, civis, científicos e econômicos para a comunidade global", reforça o comandante do USSTRATCOM. "A consciência situacional espacial, que requer cooperação para ser eficaz, é uma das muitas abordagens usadas para garantir que continuemos nos beneficiando desse domínio crítico", completa.

Representantes da Defesa brasileira e americana
durante encontro em Brasília.

Cooperação

O acordo de serviços e informações sobre SSA foi um dos temas do encontro entre o Ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, e o secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, na segunda-feira (13), quando teve início uma agenda de cooperação entre os norte-americanos e os países da América Latina. Os dois ainda trataram de outras questões de interesse do Brasil, como a cooperação em Cibernética, o Acordo na Área de Informações Tecnológicas (Master Information Exchange Agreement – 2017), e o Acordo de Apoio Logístico e Serviços (Acquisition and Cross-Servicing Agreement – 2018).


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Comentário: Pois é leitor, tá aí o significado deste tal Acordo de Consciência Situacional Espacial (do inglês "Space Situational Awareness - SSA") citado por mim em comentário anterior. Tomara mesmo que seja só isso, pois dos americanos pode-se esperar qualquer coisa, especialmente se levarmos em conta a conhecida incompetência brasileira nesta área de politica espacial e de inteligência estratégica.

Pesquisadores do Observatório Nacional Descobrem a Radiogaláxia Mais Distante do Universo

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (10/08) no site do “Observatório Nacional (ON)” destacando que pesquisadores deste observatório descobriram a Radiogaláxia mais distante do universo.

Duda Falcão

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Pesquisadores do Observatório Nacional
Descobrem a Radiogaláxia Mais
Distante do Universo

Publicado: Sexta, 10 de Agosto de 2018, 19h10
Última atualização em Sexta, 10 de Agosto de 2018, 19h17

Pesquisadores do Observatório Nacional descobriram a radiogaláxia mais distante do universo, a 12 bilhões anos-luz da Terra. A essa distância, os pesquisadores podem observar como esta galáxia era há 12 bilhões de anos atrás, quando o Universo era ainda muito jovem.

Radiogaláxias são objetos nos quais existe um buraco negro de grande massa e em rotação rápida que emite radiação intensa principalmente nos comprimentos de onda de rádio. A busca desse tipo de galáxia a grandes distâncias é importante porque contribui para a compreensão dos processos de formação das galáxias e seus buracos negros logo após o Big Bang. Embora existam outras galáxias ainda mais distantes, esta é a mais longínqua das radiogaláxias detectadas até o momento, superando o último recorde estabelecido em 1999.

O estudo foi publicado na revista inglesa Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, no último dia 6 de agosto. O trabalho foi realizado por Aayush Saxena, aluno de doutorado do Observatório de Leiden, na Holanda, e Murilo Marinello, aluno de doutorado do Observatório Nacional, supervisionado pelo pesquisador Roderik Overzier, da Coordenação de Astronomia e Astrofísica do ON. A pesquisa teve apoio do programa Jovem Cientista do Nosso Estado da FAPERJ, que possibilitou ao doutorando brasileiro a realização de um estágio na Holanda, no âmbito de um convênio firmado entre o ON e o observatório holandês. O desenvolvimento do trabalho só foi possível devido à associação do Brasil com o Observatório Gemini, onde as medidas foram realizadas.

A radiogaláxia foi pré-selecionada com base em observações feitas em diferentes comprimentos de onda de rádio, que indicavam que ela teria um espectro típico de objetos distantes. Entretanto, devido à sua longa distância, a galáxia não havia sido detectada ainda em comprimentos de onda ótico nem infravermelho. A observação nestes comprimentos de onda exigiu a utilização do espectrógrafo GMOS do telescópio Gemini Norte, no Havaí/EUA, que permitiu detectar uma linha de emissão de hidrogênio da radiogaláxia, estabelecendo, assim, a sua distância com alta precisão.

A busca por essas radiogaláxias distantes é importante porque, no futuro, radiotelescópios como o Low-frequency Array (LOFAR) e o Square Kilometer Array (SKA) serão capazes de analisar seus espectros. Isso permitirá estudar como a luz ionizante produzida pelas primeiras estrelas e galáxias do universo afetou as propriedades do espaço durante a denominada "época da reionização", um período muito importante da história do Universo, ainda não bem compreendido.

O estudo faz parte da tese de doutorado do aluno Murilo Marinello, que estuda a física de galáxias ativas. Galáxias ativas se distinguem das galáxias normais por apresentarem um brilho intenso em sua região central, o qual não pode ser atribuído apenas à densidade das estrelas ali localizadas. No centro destas galáxias existe um buraco negro circundado por um disco de gás, e a matéria inserida neste disco libera energia na forma de uma radiação brilhante, o que não é observado em galáxias normais. Esta radiação e as partículas energéticas expelidas pelo sistema se apresentam na forma de jatos ou lóbulos, que são detectados em comprimentos de onda de rádio, sendo as radiogaláxias um exemplo deste fenômeno. A defesa da sua tese está prevista para fevereiro de 2019, no Observatório Nacional.




Fonte: Site do Observatório Nacional (ON)

Abertas as Inscrições Para Curso Online de Sensoriamento Remoto do INPE

Caro leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (14/08) no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que estão abertas as inscrições para o “Curso Online de Sensoriamento Remoto” deste instituto.

Duda Falcão

NOTÍCIA

Abertas as Inscrições Para Curso
Online de Sensoriamento Remoto

Por INPE
Publicado: Ago 14, 2018

São José dos Campos-SP, 14 de agosto de 2018

Até 31 de agosto, estão abertas as inscrições para o curso online "Sensoriamento Remoto: Aprendizagem Continuada" promovido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em parceria com a Associação de Especialistas Latino-Americanos em Sensoriamento Remoto (Selper).

O curso é destinado a professores, universitários e profissionais de nível superior, especialmente das áreas de Ciências da Terra e Ambientais, interessados em aprender sobre aquisição, processamento e uso de imagens de satélite.

A carga horária total é de 80 horas (10 semanas) com dedicação do aluno de, em média, 8 horas semanais durante o período do curso.

As aulas teóricas são ministradas por webconferência e o curso também oferece videoaulas, sessões de bate-papo, atividades individuais e em grupo.

Desde 2004, mais de mil profissionais foram capacitados por este curso, com aulas totalmente a distância, pela internet. A edição de 2018 começa em 11 de setembro e se encerra em 19 de novembro.



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Programa Globe da NASA Capacita Professores na Região da Tríplice Fronteira

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (15/08) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que o Programa Globe da NASA capacita professores na Região da Tríplice Fronteira

Duda Falcão

INSTITUCIONAL

Programa Globe Capacita Professores
na Região da Tríplice Fronteira

Coordenação de Comunicação Social – CCS
Publicado em: 15/08/2018 07h5
Última modificação: 15/08/2018 11h32


A Agência Espacial Brasileira (AEB) realizou, na primeira semana de agosto, na região da tríplice fronteira – Foz do Iguaçu (PR) Brasil, Paraguai e Argentina — o workshop “Envolvendo cidadãos no prognóstico e na observação de arboviroses”, do programa Globe. O encontro contou com a participação de autoridades das áreas de saúde e educação, e teve como principal objetivo reforçar o papel da ciência cidadã na coleta de dados sobre mosquitos, além de capacitar professores e promover a cooperação entre os três países. O workshop aconteceu na Usina Hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu.

Com um público de aproximadamente cem pessoas, o encontro conjugou palestras e atividades práticas voltadas à observação e identificação de gênero das larvas dos mosquitos. Profissionais do Centro de Controle de Zoonoses de Foz do Iguaçu buscaram criar sinergias com os professores interessados em utilizar o protocolo Globe em sala de aula, e especialistas explicaram o impacto das mudanças climáticas na proliferação de mosquitos, bem como a necessidade de coordenar esforços a fim de identificar e prevenir epidemias do vírus Zika e outras arboviroses.

A coordenadora geral do Globe, na Argentina, professora Marta Kingsland, participou por videoconferência, apresentando os resultados do programa em nível local e internacional, e enriquecendo sua intervenção com dados das atividades desenvolvidas pelas escolas do país argentino. Na sequência, a representante do Paraguai, dra. Antonieta Rojas, explicou a epidemiologia dos mosquitos. A coordenadora adjunta do Globe Brasil, dra. Nádia Sacenco, ressaltou os benefícios de aplicações espaciais, como imagens de satélites, na construção de um mapa global de possíveis focos de vetores como o Aedes aegypti, por exemplo.

Durante as atividades práticas, os participantes familiarizaram-se com o aplicativo Globe Mosquito Habitat Mapper, um protocolo que pode ser utilizado gratuitamente em celulares e tablets, auxiliando na identificação e observação de larvas e criadouros de mosquitos. Entusiasmada com a oportunidade de trabalhar com uma agenda propositiva em âmbito Sul-Sul, dra. Sacenco registrou a importância de se motivar professores e estudantes a participarem de pesquisas desde o ensino básico, destacando o caráter interdisciplinar da iniciativa e o poder de despertar a curiosidade científica em crianças, jovens e adultos.

Globe no Brasil

Criado em 1994, o Globe é um programa de educação e ciência ambiental patrocinado pela Agência Espacial Americana (NASA) com apoio de agências espaciais e instituições educacionais em mais de 120 países. Por meio de análise de dados coletados, o Globe ajuda a criar uma comunidade de professores, estudantes e cidadãos, contribuindo para maior compreensão do meio ambiente e para a formação científica dos agentes envolvidos.

Acordo entre a AEB e a NASA viabilizou a implementação do programa no Brasil desde 2015. O País é uma região fundamental para os estudos ambientais em virtude da grande diversidade e do extenso território, além de sua atuação no âmbito do Globe ter significativo impacto na condução de pesquisas relacionadas às mudanças climáticas em todo o mundo.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Pois é, olha aí amigo Oswaldo, foi em sua área.

Psicóloga Gilda Moura Ministra Palestra Sobre Seres Híbridos Esse Domingo em Curitiba

Olá leitor!

Para você que é curitibano ou que esteja de passagem pela capital paranaense e que tenha mente aberta para fenômenos ufológicos, neste próximo domingo (19/08), a especialista brasileira em abduções “Gilda Moura” estará em Curitiba realizando uma palestra sobre seres híbridos.


Vale dizer que psicóloga carioca Gilda Moura é uma das maiores especialistas no mundo em abduções alienígenas. Ela estuda casos de pessoas abduzidas por ETs desde de 1972 e de lá para cá, não apenas pesquisa como tem atendido essas pessoas e contatadas.

Psicóloga Gilda Moura
Gilda é autora dos livros “Transformadores de Consciência”, “O Rio Subterrâneo” e “O Pacto dos Ancestrais”, entre outros. Na sua atividade e usa regularmente da hipnose regressiva na investigação de casos de abduções e atuou como consultora em projetos da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos. É também consultora da Revista UFO.

Em sua oficina nos Intensivos de Ufologia da Revista UFO, intitulada Abduções e Seres Híbridos no Processo de Transição Planetária”, ela mostrará que aliens estão interferindo na evolução da humanidade, sendo as abduções a forma mais direta. Segundo ela, um dos principais objetivos deles seria gerar crianças híbridas, parte alienígenas, parte humanas, que são reintroduzidas na sociedade. Acredita-se que elas terão um papel decisivo no processo de transição planetária, que já estamos vivendo e viveremos anda mais intensamente no futuro próximo.


Assista ao vivo em Curitiba ou pela internet em sua casa, em qualquer dispositivo. Em Curitiba restam as últimas vagas. Inscrições apenas no site oficial:



Evento: “Abduções e Seres Híbridos no Processo de Transição Planetária”
Palestrante: Psicóloga Gilda Moura
Dia: 19/08 (domingo)
Horário: as 14:00
Local: Hotel Nacional Inn Torres
Cidade: Curitiba-PR

Duda Falcão

Brasil Prioriza CLA em Visita do Secretário de Defesa dos EUA

Olá leitor!

Uma matéria foi publicada na edição de ontem (14/08) do O jornal “O Estado do Maranhão” de São Luís, destacando que durante a visita oficial do Secretário de Defesa do EUA, James Mattis, a sede do Ministério da Defesa (MD) em Brasília, o Brasil priorizou as discussões sobre o uso da Base de Alcântara pelo TIO SAM.

Duda Falcão

O PAÍS

Brasil Prioriza CLA em Visita
do Secretário de Defesa dos EUA

Ministro brasileiro afirmou que acordo pode ser finalizado ainda neste ano; para o
Centro de Lançamento de Alcântara, é considerado fundamental, já que o Brasil
poderá ter acesso ao mercado bilionário do envio de satélites ao espaço

O Estado Do Maranhão
14/08/2018

Foto: O Globo
Ministro brasileiro da Defesa, Joaquim Silva e Luna,
conversa com secretário da Defesa dos EUA, James Mattis.

BRASÍLIA – O ministro brasileiro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, pediu ontem empenho do secretário americano de Defesa, James Mattis, para finalizar o quanto antes o acordo de salvaguarda tecnológica com os Estados Unidos que pode viabilizar o envio de satélites a partir da base brasileira de Alcântara, no Maranhão. Após um encontro bilateral, Silva e Luna disse esperar que o acordo seja assinado ainda neste ano. Desde domingo, Mattis está em sua primeira viagem pela América do Sul, iniciada no Brasil.

"Havia dois pontos com diferenças de redação, já resolvemos um e estamos trabalhando no outro", disse o ministro brasileiro. Por sua vez, Mattis disse que os dois lados estão trabalhando em busca de um terreno comum para finalizar um acordo sobre a base brasileira.

O acordo para a base de Alcântara é considerado fundamental para que o Brasil tenha acesso ao mercado bilionário do envio de satélites ao espaço. Parado desde 2003, recebeu no início do ano o sinal verde das autoridades americanas. Se aprovado, terá que ser aprovado pelo Congresso brasileiro.

De acordo com o ministro da Defesa, o Brasil tem interesse na produção de informações do satélite. “Enfatizamos muito já que os Estados Unidos têm uma grande capacidade de informação na área, que é a de inteligência por meio de satélites de imagem”, disse Silva e Luna aos jornalistas após o encontro com o secretário de Defesa, sem especificar se o interesse brasileiro diz respeito à segurança, telecomunicações, clima e/ou meio ambiente.

“Na verdade, está se tratando não do que sai do chão, mas do que está no espaço. A preocupação é com o que está no espaço não é com o centro de lançamento em si, já que é um espaço livre e uma área que não ameaça a segurança das nações”, assinalou Silva e Luna.

Silva e Luna disse ainda que pediu ao americano mais cooperação na área cibernética e no compartilhamento de informações, e que os dois trataram da situação da Venezuela. Mattis também se encontrou com o ministro das relações exteriores, Aloysio Nunes Ferreira.

O americano desembarcou na noite de ontem,13, no Rio, onde dará uma palestra na Escola Superior de Guerra na manhã de hoje, 14. A última visita de um secretário de Defesa americano ao Brasil foi com Leon Panetta, em 2012, durante o governo de Barack Obama. Os dois países passam por uma fase de maior cooperação na área de segurança, depois de boas experiências na Copa do Mundo e nas Olimpíadas. No início do ano, foi criado um foro bilateral sobre o tema.

Passando também por Argentina, Chile e Colômbia, Mattis visitará países mais alinhados ideologicamente com Washington. A Colômbia acabou de ser aceita como “parceiro global” da Otan, o Chile tem agora um presidente conservador, Sebastian Piñera, e a Argentina vem se reaproximando dos EUA desde a posse de Mauricio Macri, no final de 2015. Mattis, general da reserva dos Fuzileiros Navais, é o único secretário da área de segurança nacional que está no cargo desde o início do governo Trump.

Missão Espacial

São quase 40 anos de promessas desde que, em 1979, a ditadura militar lançou a Missão Espacial Completa Brasileira prevendo a criação de um centro espacial no país. Após três tentativas frustradas de lançamento de foguetes VLS (veículos lançadores de satélites), umas dais quais resultou em 21 mortes, o governo do presidente Michel Temer busca tornar a proposta realidade por meio de um controverso acordo com os Estados Unidos ainda este ano.

O objetivo é viabilizar o uso comercial do CLA, no litoral do Maranhão, o que em outras palavras significa gerar recursos alugando a base para países e empresas colocarem seus satélites em órbita. O CLA pertence ao Estado brasileiro e é gerido pela Aeronáutica.

O local é celebrado como uma das melhores zonas de lançamento do mundo, já que sua localização muito próxima da linha do equador permite uma economia de cerca de 30% no combustível necessário para essas operações. O Brasil, no entanto, nunca conseguiu por meios próprios realizar lançamentos para colocar satélites em órbita. Já uma parceria com a Ucrânia consumiu desde 2007 R$ 480 milhões sem alcançar seu objetivo.


Fonte: Jornal O Estado do Maranhão – 14/08/2018 – Pág. 05

Comentário: Pois é leitor, ta ai o relato deste encontro deste jornal maranhense que tem sido nos últimos anos uma das fontes de informação sobre o PEB e sua pseudo politica desastrosa. Agora só resta aguardar para ver no que toda essa movimentação vai resultar de verdade. Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor maranhense Edvaldo Coqueiro pelo envio desta matéria.