terça-feira, 18 de setembro de 2018

COBRUF Rockets 2018 - Equipes Recebem Penúltimo Feedback de Projeto Crítico

Olá leitor!

Associação COBRUF divulgou ontem (17/09) o penúltimo feedback de Projeto Crítico e convite às equipes universitárias para que se inscrevam na Cobruf Rockets 2018.

Pois é leitor, já se imaginou fazendo parte do Controle da Missão em um centro espacial profissional? Pois então, equipes do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do Brasil estão prestes a conseguir esse feito, pois já receberam da Associação COBRUF o penúltimo feedback de seus projetos e estão concluindo a revisão de suas missões, e assim se aproximando de viver este sonho.

Créditos: Associação COBRUF & Minerva Rockets UFRJ
Desenho de Projeto Crítico preliminar do veículo Aurora,
inovador foguete avançado educacional de propulsão sólida
classe N, em desenvolvimento pela equipe Minerva Rockets,
da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Assim sendo, as Equipes que não tenham submetido seus projetos, mas tenham interesse em participar com os seus foguetes na mais avançada competição de foguetes experimentais do Brasil, podem ainda se candidatarem. Basta para tanto preencher o formulário online de Projeto Crítico (acesse aqui) até 23/09/2018.


Duda Falcão

Estudantes de Curitiba Estão Entre os Cinco Melhores do Mundo em Concurso da NASA

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (17/09) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que estudantes de Curitiba estão entre os cinco melhores do mundo em concurso da NASA.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Estudantes de Curitiba Estão Entre os Cinco
Melhores do Mundo em Concurso da NASA

Coordenação de Comunicação Social – CCS
Publicado em: 17/09/2018 - 17h56
Última modificação: 17/09/2018 - 19h09

Fotos: Divulgação
Marcos Mateus Garrido de Mello, Raul Guedes Carlesse.

Três estudantes da Cidade Industrial de Curitiba (PR), Marcos Mateus Garrido de Mello, 15 anos, Raul Guedes Carlesse, 15 anos, e Jennifer Gabriela da Silva Jetka, 14 anos, venceram a etapa regional do Space Apps Challenge e se qualificaram no top 5 da etapa mundial na categoria Best Mission Concept. Com a conquista, os três jovens estudantes vão vivenciar, a partir do dia 13 de outubro, a rotina da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), responsável pela pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas referentes à exploração espacial.

O trio desenvolveu um dispositivo capaz de receber informações enviadas pelo satélite da NASA sobre focos de incêndio, identificados em tempo real, transformando os dados digitais em analógicos de forma que possam ser transmitidos para diversas rádios AM espalhadas pelo País. Chamado de #JunoRádio, o dispositivo funciona sem nenhum acesso à internet e pode ter sua transmissão para as áreas mais remotas.

Em mensagem enviada aos estudantes, o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, desejou muito sucesso ao grupo e se colocou à inteira disposição dos estudantes e dos colegas do projeto para que suas ideias e participações sejam inseridas na agenda da AEB.

Campanha Beneficente

Os estudantes fazem parte do projeto We Are All Smart (WAAS) – uma plataforma com base no aprender fazendo – que mantém parceria com o Instituto Robert Bosch, em Curitiba. Nesta segunda-feira (17.09), o trio junto com empresários curitibanos comemoram a conquista e lançam uma campanha beneficente com a finalidade de arrecadar fundos para que outros jovens da comunidade tenham a mesma oportunidade que eles tiveram.

Durante o evento, os estudantes vão leiloar a peça “Rumo à NASA”, criada pelos próprios jovens junto ao artista Jack Holmer, sendo sua estrutura impressa em 3D com diversos sensores que a tornam interativa ao ambiente ao seu redor. Os visitantes do evento terão a oportunidade de mergulhar em um outro planeta com intervenções gastronômicas e artísticas dentro da temática futurista e tecnológica.

Jennifer Gabriela da Silva Jetka.

A iniciativa do projeto tem como objetivo despertar nos alunos de escolas públicas suas potencialidades para resolver problemas, usando a tecnologia como ferramenta. Eles participam do projeto no contraturno escolar e com um ensino inovador aprendem fundamentos básicos de hardware, software e conhecimentos específicos, necessários à resolução de problemas do dia a dia, desenvolvendo habilidades de ideação, gestão de projetos, prototipagem, pensamento fluido e resolução de problemas.

No próximo mês de outubro, os três estudantes embarcam para os Estados Unidos, onde vão visitar o Kennedy Space Center e laboratórios da NASA, além de participar de um encontro com o vice-prefeito de Orlando-FL, Tony Ortiz. Eles também vão conhecer a área de inovação da cidade e fazer uma apresentação da solução para a comunidade de tecnologia CodeForOrlando.

Realizado no JUPTER Tech Space, o evento reuniu programadores, designers e outros profissionais de todo o mundo, ligados ao desenvolvimento de softwares. O resultado impressionante demonstra a capacidade destes jovens em resolver problemas em escala internacional.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Bom leitor, só nos resta parabenizar esses jovens paranaenses por esta grande conquista. Parabéns jovens, vocês são “Gente Que Faz”. Agora leitor, já quanto ao Sr. Braga Coelho, infelizmente só me resta dizer: Que vergonha, tentando pongar no sucesso até de crianças? Como todo esquerdopata o senhor não tem limites, mas não é de se estranhar, já que esta é a atitude de todo incompetente.

Agências Espaciais Trocam Conhecimento em Tecnologia Espacial Básica em Natal

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (17/09) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que Agências Espaciais de mais de dez países trocaram conhecimento em Tecnologia Espacial Básica em Seminário realizado no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) em Natal.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Agências Espaciais Trocam Conhecimento
em Tecnologia Espacial Básica

Coordenação de Comunicação Social – CCS
Com informações do IFRN
Publicado em: 17/09/2018 - 19h02
Última modificação: 17/09/2018 - 19h03


A Agência Espacial Brasileira (AEB) e outras agências de mais de dez países se reuniram para compartilhar experiências e conhecimentos científicos na quinta edição do simpósio “Criando Novas Oportunidades com Pequenas Missões Espaciais de Satélites”, no período de 11 a 14 de setembro, no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) em Natal.

O principal objetivo do simpósio foi partilhar informações científicas, além de capacitar representantes de países em desenvolvimento. O Brasil foi escolhido para sediar o evento por ser membro da Organização das Nações Unidas (ONU) e por ter um programa espacial em desenvolvimento, com missões de sucesso com nanossatélites.

O estande da AEB recebeu milhares de visitantes que tiveram a oportunidade de conhecer as ações da instituição, como o Centro Vocacional Espacial (CVT-Espacial-RN), inaugurado há um ano. O programa Sistema Espacial para Realização de Pesquisas e Experimentos com nanossatélites (SERPENS), último cubesat brasileiro lançado ao espaço, foi uma das ações que mais chamou atenção do público visitante.

Durante o simpósio, os participantes examinaram a possibilidade de implementação de pequenos programas de satélites, elaboraram questões regulatórias de programas de desenvolvimento de tecnologia espacial para satélites de pequeno porte, bem como questões legais e responsabilidades relacionadas aos programas de desenvolvimento de tecnologia espacial para pequenas missões por satélite. Também foram discutidos o desenvolvimento de um currículo de educação para Engenharia Espacial e a Iniciativa Básica de Tecnologia Espacial (BSTI).

Satélites de Pequeno Porte

Em seu discurso, o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, ressaltou que o uso de pequenos satélites facilitará o alcance das nações não espaciais para que elas obtenham resultados espaciais em conformidade com sua própria realidade e necessidades, ou seja, ajudará a promover uma efetiva globalização das atividades do espaço exterior, reduzindo custos e riscos, promovendo e disseminando conhecimento sobre espaço, infraestrutura espacial básica, talento e habilidades técnicas, bem como recursos humanos qualificados, em um conceito universal.

“A cooperação espacial é um dos mecanismos mais poderosos para fortalecer as relações entre os países. Essa cooperação significa mais participação dos países para que possamos enfrentar coletivamente e superar desafios regionais e globais”, afirmou José Raimundo.

O Simpósio foi organizado pelo Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior (UNOOSA), AEB, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), além da Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (FUNCERN).

Desde 2012, a BSTI organiza simpósios internacionais sobre tecnologia espacial básica nas regiões correspondentes às Comissões Econômicas da ONU para África, Ásia e Pacífico, América Latina e Caribe e Ásia Ocidental. Já foram sediadas edições do Simpósio no Japão, Emirados Árabes, México e África do Sul.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Bom leitor creio eu que, apesar da nossa AEB ser um espelho do seu presidente incompetente, esta iniciativa possa realmente ter resultado em algo produtivo para o setor. A nossa esperança é de que, os dias do Sr. José Raimundo Braga Coelho como presidente deste órgão estejam contados numa eventual eleição do mito 'Jair Bolsonaro', bem como a esperança de que uma profunda e severa investigação seja conduzida sobre a desastrosa gestão deste senhor e de seus colaboradores a frente desta Agência de Brinquedo. Pela moralidade, pela ética, pela competência e pela cidadania brasileira, não fico em cima do muro, Bolsonaro para presidente, Marcos Pontes para Ministro de C&T e o Eng. Lucas Fonseca para Presidente da AEB.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

NASA Firma Parceria Com a Prefeitura do Rio Para a Prevenção de Deslizamentos

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (17/09) no site do jornal “Extra” do Rio de Janeiro, destacando que a NASA americana firmou parceria com a Prefeitura do Rio para a prevenção de deslizamentos.

Duda Falcão

NOTÍCIAS - RIO

NASA Firma Parceria Com a Prefeitura
do Rio Para a Prevenção de Deslizamentos

Por Luana Santiago
Jornal EXTRA
Publicado em 17/09/18 - 12:10
Atualizado em 17/09/18 - 12:11

Fotos: Edvaldo Reis/Prefeitura do Rio
A cientista da NASA Dalia Kirschbaum é a
responsável pela parceria.

Uma tecnologia desenvolvida pela NASA para auxiliar no monitoramento a curto prazo de desmoronamentos será testada no Centro de Operações a partir de novembro. Na ferramenta da agência americana, dados em escala global de suscetibilidade de deslizamentos e volume de chuva adquiridos via satélite são cruzados e atualizados a cada quatro horas.

Hoje, o Rio não conta com um modelo matemático de prevenção que monitora o risco de deslizamentos de terra. Para emitir alertas ou acionar sirenes, o Alerta Rio se baseia em critérios baseados em acúmulo de chuva de macrorregiões do município. Através de mapas de calor, o programa da NASA vai monitorar os riscos com maior precisão geográfica, possibilitando maior antecipação e eficácia nas medidas de prevenção de desastres.

Na cidade, o sistema funcionará numa escala municipal e mais detalhada. A adaptação, desenvolvida pelo Instituto Pereira Passos, usa como base o mapeamento de zonas de risco de 2010 da GEO-Rio. Em funcionamento, as atualizações acontecerão mais rápidas que a versão original: em até 15 minutos. Será possível, ainda, consultar um histórico de riscos de catástrofes do tipo no perímetro, possibilitando análises mais profundas.

A pesquisadora visitou o Centro de Operações
nesta sexta-feira.

Responsável pela parceria inédita da agência americana com um município, a cientista Dalia Kirschbaum conta que a ideia surgiu durante uma conversa informal com outro pesquisador que realizava pesquisas em Brasília. Após três anos de trabalho conjunto com as entidades brasileiras, ela não esconde o contentamento de ver o projeto em prática:

— Queríamos testar nosso produto em uma escala menor para desenvolvermos melhor as ferramentas de resiliência. Caso a experiência com o Rio funcione, gostaríamos de levá-lo para outras cidades — explica. Em visita ao COR, ela comentou ainda que uma cidade na Colômbia, inclusive, demonstrou interesse na ferramenta. Em Chicago, um modelo parecido já está em funcionamento.

O sistema em tempo real vai monitorar o risco
de deslizamentos na cidade.

Tão surpreendente quanto o avanço da cidade na prevenção de catástrofes é o quanto isso vai custar aos cofres públicos: nada. Os dados que possibilitarão um avanço nos estudos da área de Ciências da terra da NASA serão a moeda de troca.

— Será uma troca mútua de conhecimento — definiu a pesquisadora.

Segundo Ricardo Dorsi, coordenador do Alerta Rio, cidades como Petrópolis ou Niterói, que também sofrem com temporais, poderiam adotar o modelo da NASA com baixo custo, desde que disponibilizem para a agência os dados dos pluviomêtros e do mapeamento de risco.

— Temos que olhar além do município do Rio — afirma ele.

Além também vão os planos da agência espacial americana para a cidade. No futuro, poderão ser implementadas também ferramentas ligadas a mudanças naturais e monitoramento ambiental. Para 2022, Dalia acredita que haverá no espaço um satélite voltado exclusivamente para o acompanhamento da qualidade da água e do ar — e esse sistema poderá ser integrado ao que funcionará no Rio.


Fonte: Site do Jornal EXTRA - https://extra.globo.com

Comentário: Olha leitor, não sou contra a parceria de instituições brasileiras com Agencias Espaciais de outros países, desde que a mesma traga reais benefícios tecnológicos ao Brasil e que seja motivada pela falta de conhecimento tecnológico dentro do país. Este acordo especifico me parece que não se encaixa dentro dessas condições, posso até esta enganado, mais creio que este conhecimento já é dominado pelo INPE, e assim não necessitaríamos da NASA para prestar este serviço. Portanto, se eu estiver certo, porque a NASA e não o INPE? Será que tem coisa ai? Pois é, sendo esta uma iniciativa da prefeitura da capital brasileira da malandragem, não há como não desconfiar de que esta história pode está mal contada. E outra, porque o interesse da NASA de testar sua tecnologia justamente na cidade do Rio de Janeiro e região? Será que no território americano não há deslizamentos? Algo a se pensar.

Acordo Para Uso do CLA Pelos EUA Pode Ser Fechado em 2019

Olá leitor!

Segue uma matéria publicada no jornal “O Estado do Maranhão” dos dias (15 e 16/09) tendo como tema a visita, na última sexta-feira (14/09), do Major-Brigadeiro Luiz Fernando de Aguiar, presidente da “Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais” ao Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

Duda Falcão

GERAL

Acordo Para Uso do CLA Pelos
EUA Pode Ser Fechado em 2019

Em entrevista no Centro de Lançamento de Alcântara, o presidente da Comissão de
Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais, major-brigadeiro Luiz Fernando
de Aguiar, falou sobre a expectativa dessa parceria com os norte-americanos

Por MONALISA BENAVENUTO
Enviada Especial à ALCÂNTARA
O Estado do Maranhão
15 e 16/09/2018

Fotos: De Jesus
O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA),
no Maranhão, poderá ser utilizado pelos Estados Unidos.
O major-brigadeiro Luiz Fernando de Aguiar fala
sobre a importância da utilização comercial do CLA.

ALCÂNTARA - Até o início de 2019, o Brasil poderá fechar um acordo com os Estados Unidos para a utilização comercial do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) no Maranhão. O anúncio foi feito na sexta-feira, 14, pelo major-brigadeiro Luiz Fernando de Aguiar, presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais.

"Os Estados Unidos são um país que domina plenamente a área de espaço e queremos começar com boas parcerias. Nossa expectativa é que [o acordo] ele esteja pronto no início do ano que vem", assinalou o major durante entrevista, quando falou sobre as estruturas, atividades e projetos espaciais que devem fomentar o setor tecnológico brasileiro.

A economia global do setor espacial movimenta cerca de R$ 330 bilhões anualmente. Investir em pesquisas, ciência e tecnologia tem sido prioridade para países como Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul. Buscando fazer parte dessa lista, o Brasil está negociando com os norte-americanos a troca de conhecimentos tecnológicos através dos serviços aeroespaciais do Centro de Lançamento de Alcântara.

O CLA é reconhecido por suas características exclusivas de localização e clima, por exemplo, e possui potencial mundial no setor aeroespacial, possibilitando ao país criação e lançamento de satélites e foguetes diretamente do território nacional, o que resultaria em economia para diversos setores, entre eles o de telefonia, além de melhorias na qualidade da prestação desses serviços.

Negociação

Após o fracasso da primeira tentativa de negociação em 2000 - que teve pontos questionados e não foi aprovado -, o Ministério da Defesa brasileiro iniciou uma nova negociação no fim do ano passado.

O compromisso previa área exclusiva para os americanos dentro do centro de lançamento e a possibilidade de transitarem com material pela área sem passar por inspeção do Exército brasileiro. Esses pontos foram eliminados do novo projeto, segundo o militar. "Esse acerto de 2000 era muito desigual para o Brasil, com propostas impossíveis de serem atendidas. Fizemos um apanhado das críticas das comissões dentro do Congresso e ele foi modificado para se tornar mais palatável e ser aprovado pelos parlamentares. Os EUA flexibilizaram e [o documento] avançou significamente", disse.

Soberania

Outro ponto bastante questionado pela sociedade é a questão da soberania nacional diante de um possível acordo com os Estados Unidos, devido ao seu grande poderio no que se refere a tecnologias espaciais. No entanto, de acordo com o major-brigadeiro do ar Luiz Fernando de Aguiar, o poder brasileiro não será ameaçado pelas parcerias.

“A proposta de comercialização do CLA prevê que nós disponibilizemos a infraestrutura para empresas civis de países diversos, inclusive nossas, para que possam trabalhar conosco aqui, utilizar essa infraestrutura e, terminado o acordo, retornar. Então, não é uma cessão permanente de uso para um país A ou B, não perdemos a soberania de forma nenhuma, mas vamos alavancar o Centro para que ele traga retornos financeiros para o país, não pressionando o orçamento da União, que já é bem pressionado”, destacou.

Para o novo acordo, foram preparados novos estudos e propostas, a fim de torná-lo ainda mais benéfico para o país. Atualmente em tramitação nos EUA, a expectativa é de que ainda em 2019 chegue ao Congresso Nacional para que seja analisado e posto em prática o quanto antes, caso aprovado.

"O acordo de salvaguarda com os
Estados Unidos é um acordo de
proteção tecnológica que encontra-se
bastante avançado, com tratativas
entre os americanos e a embaixada
brasileira. Esperamos que, em breve,
retorne ao Brasil para que possamos
levá-lo ao Congresso para ser novamente
votado e esperamos que seja aprovado",
explicou o major-brigadeiro.

LUIZ FERNANDO DE AGUIAR
Presidente da Comissão de
Coordenação de Implantação de
Sistemas Espaciais

"O acordo de salvaguarda com os Estados Unidos é um acordo de proteção tecnológica que encontrase bastante avançado, com tratativas entre os americanos e a embaixada brasileira. Esperamos que, em breve, retorne ao Brasil para que possamos levá-lo ao Congresso para ser novamente votado e esperamos que seja aprovado", explicou o major-brigadeiro.

Caso aprovados, os retornos da parceria devem chegar a curto e médio prazo para o Brasil, gerando, além de oportunidades de emprego, pesquisas e renda para o país, economias em serviços como internet e telefonia. "Se nós tivéssemos satélites embarcados no Brasil, com certeza pagaríamos a metade pelos mesmos serviços que as empresas nos entregam hoje", frisou o presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais.

Posição Geográfica

O CLA foi construído e fundado em 1983 para ser ponto de lançamento de foguetes científico-tecnológicos pela localização geográfica estratégica, já que não foi possível a ampliação do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) de Natal, RN, que sofria processo de expansão urbana na época.

Atualmente, o CLA conta com 9.256 ha de área construída e utilizada pelo centro - de um total de 62 mil hectares destinados à base da FAB -, onde estão instalados prédios de preparação de propulsores, experimentos científicos e satélites, plataformas de lançamento, centro de controles, entre outros espaços que dão suporte aos serviços militares da Aeronáutica.

Apesar de representar grande evolução para o país, a situação demanda atenção, principalmente no que se refere ao remanejo das comunidades que residem nas áreas hoje militares. Para tratar da questão, a Força Aérea Brasileira (FAB) conta com outros órgãos do estado e grupos sociais, entre eles a Defensoria Pública da União e Fundação Palmares, como explicou o diretor do CLA, coronel engenheiro Luciano Valentim Rechiuti.

"Foi criado, neste ano, pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, o Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro e, por intermédio de vários grupos de trabalho, todos esses temas afetos ao programa espacial brasileiro estão sendo tratados para que sejam apresentados à sociedade brasileira, inclusive as comunidades de Alcântara, para que sejam avaliados", esclareceu.

Outros Projetos

O Ministério da Defesa negocia com a Casa Civil e com a área econômica a criação de uma nova empresa pública que ficará sob a alçada do Comando da Aeronáutica. A Empresa de Projetos Aeroespaciais do Brasil S.A. (Alada), voltada para projetos e novas tecnologias do setor, inclusive satélites e radares, tem como objetivo criar condições legais para que os recursos obtidos com as tarifas aeroportuárias entrem diretamente nos cofres da Aeronáutica, sem passar antes pelo Tesouro Nacional, proporcionando autossuficiência nacional em materiais aeronáuticos, espaciais e nos bélicos de emprego aeronáutico.

A Alada poderá, por exemplo, desenvolver tecnologias de monitoramento do espaço aéreo por meio de rede de satélites; implementar projetos de sistemas, subsistemas e componentes de emprego aeroespacial.


Fonte: Jornal O Estado do Maranhão - pág. 10 - 15 e 16/06/2018

Comentário: Pois é leitor, essa é uma matéria interessante e até mais esclarecedora do que a nota oficial da FAB. Porém, vale aqui dizer que o histórico da relação de políticos populistas com o PEB, tem demonstrado nas ultimas décadas, desde o desgoverno do COLLOR de MELLO, o tremendo desastre que isto representou para o setor espacial do país, sendo difícil de acreditar que, sem a crucial participação de verdadeiros especialistas espaciais nestas comissões, orientando e escolhendo o caminho a ser seguido, dificilmente toda esta motivação venha realmente dar um rumo desenvolvimentista as atividades espaciais brasileiras. Há não ser que, o Bolsonaro venha ser eleito e cumpra com eficiência e comprometimento as promessas que fez. Porém vale aqui dizer que mesmo com a eleição do Bolsonaro e o seu comprometimento para com o PEB e para com o País, a tarefa será árdua e dura, o remédio bastante amargo e nada haverá de ser resolvido da noite pro dia, seja no PEB ou em todas outras as áreas de seu governo. Padecemos leitor de uma doença gravíssima que afeta todas as áreas de nossa sociedade (não só a classe politica), onde o nosso povo está mal acostumado, é ignorante, egocêntrico, gosta de mole, só fala em direitos e não tem a menor consciência do que seja CIDADANIA. E como tal, exigirá um remédio bastante amago com medidas duras e antipopulares que exigirá de todo povo brasileiro grandes sacrifícios, isto até que o país venha a dar os primeiros sinais de recuperação econômica e principalmente de valores e na formação de verdadeiros cidadãos. É um momento muito perigoso de nossa historia, ou extirpamos de vez de nossa sociedade esses esquerdopatas e esses vagabundos larápios e populistas de merda, ou o Brasil se tornará definitivamente um Porto Seguro para o crime organizado em todos os níveis. Sinceramente leitor eu não quero ser lembrado por gerações futuras como a geração que destruiu a nossa possibilidade de nos tornarmos uma grande nação, não só por suas realizações no campo da C&T, mas também pelo seu legado moral e ético. E você? Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor maranhense Edvaldo Coqueiro pelo envio desta matéria.

Acordo de Salvaguardas Tecnológicas Com os EUA é Necessário Para Abertura do CLA ao Mercado Global

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (14/09) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que segundo o Presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE), o Major-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar, o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas com os EUA é necessário para abertura do CLA ao Mercado Global.

Duda Falcão

ESPAÇO

Acordo de Salvaguardas Tecnológicas é
Necessário Para Abertura do CLA
ao Mercado Global

Primeiro acordo deve ocorrer com os Estados Unidos

Por Tenente Cristiane
Revisão: Major Alle
Fonte: Agência Força Aérea,
Publicado: 14/09/2018 - 20:19

Fotos: Sargento Johnson Barros / CECOMSAER

Nesta sexta-feira (14), o Presidente da Comissão de Coordenação de Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE), Major-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar, visitou o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, e ressaltou a importância do Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), em termos de desenvolvimento para o país e geração de recursos. A explanação ocorreu durante apresentação do CLA a veículos de imprensa nacionais e internacionais.

Segundo a Estratégia Nacional de Defesa, a Força Aérea Brasileira (FAB) é responsável pelo desenvolvimento de projetos no Setor Aeroespacial, assim como a operação e o monitoramento de satélites. “O que propomos é um plano aeroespacial de alto nível, um programa brasileiro feito por brasileiros. Isto não é um programa de governo, mas de nação”, ressaltou o Major-Brigadeiro Aguiar.

De Acordo com o Presidente da CCISE, foi criado grupo técnico com a atribuição de tratar a viabilidade de acordos de salvaguardas tecnológicas com estados estrangeiros, como forma de potencializar as ações de fortalecimento do Programa Espacial Brasileiro. “O Brasil pretende fechar um acordo de salvaguardas tecnológicas com os Estados Unidos que pode viabilizar para a utilização comercial do CLA até o próximo ano. Os EUA dominam plenamente a área de espaço e queremos começar com boas parcerias”, disse.


O oficial-general ainda abordou a criação da empresa pública Alada. “A Alada destina-se a explorar atividades relacionadas ao desenvolvimento de projetos e equipamentos aeroespaciais, além da exploração econômica da infraestrutura e das navegações aeroespaciais, de forma direta e indireta”, disse.

CLA - Até hoje, ao todo, 490 veículos foram lançados pelo Centro de Lançamento de Alcântara, em um total de 101 operações. Alguns dos lançamentos são da família de foguetes suborbitais VS-30, VS-40 e VSB-30. Os veículos tiveram testes iniciais no CLA e já foram lançados em mais de 20 operações na Austrália, Noruega e Suécia, frutos de acordos de cooperação entre o Brasil e a Agência Espacial Europeia (ESA).


Segundo o Diretor do CLA, Coronel Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti, desde 2009, são realizadas periodicamente operações de lançamento de Foguetes de Treinamento Básico e Foguetes de Treinamento Intermediário. “Nesse período ocorreram operações em atendimento ao Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), como a Operação Maracati II, em 2010, a Operação Salina e Operação Iguaíba, em 2012, a Operação Raposa, em 2014, a Operação São Lourenço, em 2015, e a Operação Rio Verde, em 2016”, listou.

Ele explica que, além de testar dispositivos e equipamentos de segurança, que passam a ser incorporados aos projetos de engenhos aeroespaciais em desenvolvimento no Brasil, as operações também mantêm as equipes preparadas para operações cada vez mais complexas.

Confira abaixo como foi a visita do presidente da CCISE ao CLA.



Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Comentário: Não há a menor duvida leitor de que esse Acordo de Salvaguardas Tecnológicas com os EUA é extremamente necessário para as atividades espaciais comercias brasileiras. O problema não é esse, o problema é se o tal acordo será elaborado com a competência necessária e se a soberania do país não será violada. Enfim... vamos aguardar.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Astronauta Marcos Pontes é Palestrante do 1º Congresso Aeroespacial Brasileiro

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (13/09) no “Portal da Cidade” de Foz do Iguaçu, destacando a presença do Astronauta Marcos Pontes nesta bela cidade paranaense, em novembro próximo, como um dos palestrantes do "1º Congresso Aeroespacial Brasileiro".

Duda Falcão

FOZ DO IGUAÇU

Astronauta Marcos Pontes é Palestrante
do 1º Congresso Aeroespacial Brasileiro

Congresso será realizado em Foz do Iguaçu com a presença
de especialistas nacionais e internacionais.

Portal da Cidade
Postado em 13/09/2018 às 13:34
Atualizado hoje às 10:28

Foto: Arquivo/Ilustrativa

Para promover o diálogo entre a academia, a indústria e as instituições públicas do setor aeroespacial, a UniAmérica vai sediar nos dias 1, 2 e 3 de novembro o 1º Congresso Aeroespacial Brasileiro. A programação terá palestras, minicursos e exposição de artigos científicos  com especialistas e pesquisadores nacionais e internacionais, incluindo o astronauta brasileiro Marcos Pontes e o engenheiro da NASA, Todd Barber.

O evento é organizado por uma Comissão formada por várias instituições renomadas educacionais do país. Dentre as instituições organizadores estão o Parque Tecnológico Itaipu, a Universidade  o ITA - Instituto Tecnológico de Aeronáutica e a Universidade Federal do Paraná.

Nessa primeira edição, o congresso abordará como tema “Diálogos entre Academia, Indústria e Política pública em prol de um Programa Espacial Brasileiro sustentável e impactante”.

O congresso também tem como enfoque o diálogo entre os principais atores do cenário aeroespacial brasileiro, visando proporcionar aos profissionais da área um espaço de exposição, debate de trabalhos e propostas inovadoras.

Palestrantes

Dentre os palestrantes confirmados, o primeiro é o astronauta Marcos Pontes. Em março de 2006, Pontes tornou-se o primeiro astronauta brasileiro a ir ao espaço integrando a Missão Centenário, projeto criado entre o Brasil e Rússia com destino a Estação Espacial Internacional, com mais outros dois cientistas russos. A missão de Pontes durou 10 dias, tempo em que o engenheiro realizou diversos experimentos em ambientes de microgravidade.

Outro profissional importante que estará presente é Todd Barber, Engenheiro de Propulsão do JPL (Laboratório de Propulsão a Jato da NASA). Todd recebeu o Exceptional Achievement Award da NASA em 1996 por seu trabalho no Galileo (Nave espacial norte-americana não tripulada, lançada pela NASA para estudar o planeta Júpiter.

Também participam do evento Lucas Fonseca, diretor executivo da Airvantis. Fonseca é Engenheiro Mecatrônico pela Universidade de São Paulo (USP) e possui mestrado em Engenharia de Sistemas Espaciais, recebido pela ISAE-Supaéro na França.

O professor israelense e engenheiro pelo Technion – Instituto Israelense de Tecnologia, Alon Gany também é um dos palestrantes confirmados para o congresso. Gany é  PhD pelo Technion e membro do corpo docente desde 1979, foi diretor do Fine Rocket Propulsion Center e do Laboratório de Aerotermodinâmica e membro estrangeiro da National Academy of Engineering (NAE-US).

As inscrições para o congresso são limitadas e podem ser feitas pelo site da UniAmérica

Serviço

1º Congresso Aeroespacial Brasileiro
Data: 1 a 3 de novembro
Local: UniAmérica – Centro Universitário


Fonte: Portal da Cidade de Foz do Iguaçu - https://foz.portaldacidade.com

Comentário: Pois é leitor, esta será uma iniciativa formalizada pela própria Comunidade Espacial do país para tentar encontrar soluções que deem definitivamente um rumo desenvolvimentista ao nosso “Patinho Feio”. Afinal, mesmo sendo um programa governamental e de suma importância para o futuro de qualquer Sociedade desenvolvida que queira ter voz ativa a nível internacional e planetária, desde a implementação desses desastrosos governos civis de populistas de merda, jamais teve a sua importância estratégica reconhecida, o que nos levou ao total descaso sob o comando de uma Agencia Espacial de Brinquedo (AEB) sem qualquer força politica. Um verdadeiro caos que esta matando aos poucos os sonhos dos pioneiros de nos tornarmos parte do Clube das Nações que dominam o ciclo completo de acesso ao espaço. Como cidadão Brasileiro, amante, defensor e divulgador das atividades espacias brasileiras, estaremos presente, cobrindo este importante evento para o futuro de nosso País.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

O Que Houve Com a Missão ASTER?

Olá leitor!

Semana passada eu fui questionado por um de nossos leitores como estavam às atividades de desenvolvimento da fantástica Missão ASTER, missão esta coordenada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), em parceria com o INPE e diversas outras instituições de pesquisa e universitárias espalhadas pelo Brasil que, visava levar ao sistema triplo de asteroides “2001 SN263” a primeira sonda espacial brasileira de espaço profundo.

Sinceramente naquele momento fiquei sem saber o que dizer a este entusiasta das atividades espaciais brasileiras, e só lhe disse que a ultima informação que eu havia tido foi que uns dos idealizadores e coordenador desta importante missão, o Prof. Dr. Othon Cabo Winter, havia estado dia 30/06 deste ano na UNESP de Guaratinguetá (SP) para ministrar no auditório do Departamento de Matemática uma palestra denominada “Missão ASTER: Primeira Missão Espacial Brasileira Para o Espaço”.

Porém antes deste evento, vale aqui dizer leitor que, segundo informações obtidas pelo Blog, a grande dificuldade do grupo envolvido com esta desejada missão era a falta de recursos que ameaçava de morte no nascedouro esta fantástica missão científica e tecnológica brasileira.

Houve até um período em que pareceu que esta missão poderia sair do papel quando, no segundo desgoverno da petista DILMA ROUSSEFF, fontes governamentais começaram a sinalizar que estava nos planos de seu desgoverno a realização desta missão em parceria com os russos. Entretanto, como era de se imaginar, pelo menos até onde temos ciência, tudo não passou de uma ‘cortina de fumaça’, e ao final a petista acabou impeachmada e as esperanças (de quem acreditou) mais uma vez frustradas.

Concepção artística da Sonda ASTER

O evento realizado em junho na UNESP, demostra (pelo menos até aquela data) que, a missão continuava na pauta deste grande grupo formado por mais de dez instituições brasileiras, uma verdadeira esquadra que tem como objetivo não só a pesquisa em C&T, bem como também colocar o Brasil no clube das nações que já realizaram e realizam missões de espaço profundo.

Só resta agora torcer leitor para que o próximo governo (para o bem de todos o do Bolsonaro) tenha a sensibilidade de realmente dar um rumo desenvolvimentista as atividades espaciais do país, e que esta missão, bem como outras tão importantes quanto, possam finalmente deixar o campo da fantasia.

Entretanto leitor, a pergunta titulo deste artigo continua valendo, e quem sabe um dia poderá ser respondida por aqueles que tem o poder para isso, vamos aguardar.

Duda Falcão

Parque Tecnológico de Sorocaba Contará com Base de Representação do Instituto de Estudos Avançados (IEAv)

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante notícia postada ontem (12/09) no site “Sorocaba Fácil” destacando que o Parque Tecnológico desta cidade do interior paulista contará com uma base de representação do Instituto de Estudos Avançados (IEAv).

Duda Falcão

Parque Tecnológico Contará com Base
de Representação do Instituto de
Estudos Avançados

O IEAv é uma organização de cunho científico-tecnológico ligada ao Departamento
de Ciência e Tecnologia Aeroespacial do Comando da Aeronáutica;
Memorando de Cooperação foi assinado pelo prefeito José Crespo

Por Assessoria de imprensa da Prefeitura de Sorocaba
Sorocaba Fácil
12/9/2018 - Sorocaba – SP

O Parque Tecnológico de Sorocaba (PTS) passará a contar com uma base de representação do Instituto de Estudos Avançados (IEAv), uma organização de cunho científico-tecnológico ligada ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial do Comando da Aeronáutica. A assinatura do Memorando de Cooperação Tecnológica aconteceu na tarde desta terça-feira no gabinete do prefeito José Crespo e contou com participação do diretor do IEAv, o professor doutor e coronel-aviador Lester de Abreu Faria. Também estiveram presentes secretários municipais, dirigentes do PTS, Inova, de faculdades e universidades, escolas técnicas (ETEC’s), além do Serviço Nacional da Indústria (SENAI), Associação Comercial de Sorocaba (ACSO).

O objetivo da parceria é estabelecer as bases gerais de um regime mútuo de cooperação científica e tecnológica entre o IEAv e o PTS, transferindo conhecimento às instituições de ensino superior que estão instaladas no Parque Tecnológico, assim como às empresas associadas.

Durante o encontro, o diretor do Instituto fez uma apresentação aos presentes sobre IEAv, cuja sede fica na cidade de São José dos Campos, seus objetivos e ações de inovação e alta tecnologia. Atualmente, o instituto concentra esforços nas seguintes áreas: Aerotermodinâmica e Hipersônica; Geointeligência; Lasers, Óptica e Aplicações; Sensores e Atuadores e Tecnologia Nuclear Aplicada.

Na visão do IAEv, o termo formaliza a possibilidade de novas parcerias e a abertura para que o instituto colabore com as empresas e instituições e universidades de Sorocaba e região. “O IEAv é uma instituição de excelência e de referência internacional em pesquisas de tecnologias avançadas no campo aeroespacial, focada no desenvolvimento de tecnologias estratégicas para a Força Aérea Brasileira. Esses trabalhos, no entanto, também podem e são aplicados em processos da indústria”, explicou o coronel-aviador Lester de Abreu Faria, diretor do IEAv.

Grande Momento Para Sorocaba e Região

O presidente do Parque Tecnológico de Sorocaba, Roberto Freitas, destacou a importância do Termo de Cooperação. “A ideia é a de que o PTS atue como mediador entre tecnologias oferecidas pelo instituto e as universidades e empresas. Estamos concluindo, até novembro, o nosso Laboratório Aeroespacial, que a partir daí deverá contar com essa representação do IEAv”, afirmou.

O diretor-executivo da Inova, Nelson Cancellara, agradeceu ao prefeito José Crespo pelo apoio que a atual administração tem dado ao PTS. Opinião que foi compartilhada pelo empresário e presidente da Sociedade de Amigos da Marinha (SOAMAR), Paulo Moreira. “Sorocaba é uma cidade que me surpreende em sua capacidade de fomentar a inovação e tecnologia. E isso se deve também graças ao apoio do poder público municipal”, disse Moreira.

O vereador Péricles Régis, presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia do Legislativo, também elogiou a iniciativa. “Quero aqui fazer um elogio ao senhor prefeito que, com essa medida, tem olhado para o futuro. Muitos políticos só pensam em ações imediatistas, ou seja, durante o tempo de seus mandatos”, disse o vereador.

O prefeito José Crespo destacou as semelhanças entre Sorocaba e São José dos Campos e afirmou que elas deverão se intensificar ainda mais no desenvolvimento de inovação e tecnologias. Destacou a importância da cooperação entre o PTS e o IEAv. “Por isso, o encontro entre as duas instituições marca um grande momento para o planejamento estratégico não só para Sorocaba, mas para toda a região, por meio de interação, cooperação e sinergia entre universidades, empresas, organizações e agências de fomento nacionais e internacionais”, disse.


Fonte: Site Sorocaba Fácil - https://www.sorocabafacil.com.br

Comentário: Grande iniciativa leitor, e na verdade já havia até sido informado sobre a assinatura deste memorando entre o IEAv e a Prefeitura de Sorocaba, pelo jovem estusiasta da área espacial Ronaldo Matos que, inclusive em breve enviará um artigo com a sua visão sobre esta nova parceria e os planos do parque Tecnológico de Sorocaba para esta área. Vale lembrar também que, semanas atras o Eng. Lucas Fonseca (coordenador do Consorcio Garatéa) esteve na cidade de Sorocaba apresentando o Projeto Garatéa-ISS para o Centro de Referência de Educação (sede da Secretária de Educação de Sorocaba), bem como também a galera do Parque Tecnológico.(veja aqui)