sexta-feira, 3 de julho de 2015

Acordo Garante Acesso a Dados de Missões da NASA nas Áreas de Clima Espacial e Heliofísica

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (03/07) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que acordo garante acesso a dados de Missões da NASA nas Áreas de Clima Espacial e Heliofísica.

Duda Falcão

Acordo Garante Acesso a Dados de Missões da
NASA nas Áreas de Clima Espacial e Heliofísica

Sexta-feira, 03 de Julho de 2015

Acordo nas áreas de clima espacial e de heliofísica, que estuda a ciência  do Sol, firmado nesta semana pelo Brasil e Estados Unidos, garante ao País o acesso a dados da missão Van Allen Probes, da National Aeronautics and Space Administration (NASA). Também permite a participação brasileira em projetos e pesquisas sobre os impactos do Sol no ambiente espacial da Terra, como a missão Magnetospheric Multiscale Satellites (MMS).

O acordo foi assinado pelo presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, e pelo administrador da NASA, Charles Bolden, na terça-feira (30/6), em Washington, durante a visita da comitiva da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos. As agências também acertaram cooperações na área de educação.

Com a formalização do acordo, dados em tempo real da missão Van Allen Probes serão recebidos pela estação de Alcântara, no Maranhão, operada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). As informações são importantes, por exemplo, nosestudos sobre a Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS), fenômeno da ionosfera localizado acima da região Sudeste capaz de provocar danos a satélites.

A Van Allen Probes é composta por dois satélites que fornecem medidas de partículas energéticas dos cinturões de radiação da Terra, que durante tempestades geomagnéticas se intensificam e danificam a eletrônica de satélites a até de quatro a cinco raios terrestres de distância. A informação ajudará a minimizar os danos”, explica o pesquisador Walter Gonzalez, do INPE.

Já a missão MMS é composta por quatro satélites para o estudo de campos e partículas da magnetosfera terrestre, principalmente relacionadas com o fenômeno de reconexão magnética, que é responsável pela ocorrência das tempestades geomagnéticas.

As tempestades geomagnéticas são causadas pela emissão de partículas muito energéticas e campos magnéticos muito intensos emitidos pelo Sol que atravessam o meio interplanetário e interagem com o campo geomagnético da Terra.

Na Coordenação de Ciências Espaciais e Atmosféricas (CEA) do INPE, os estudos relacionados aos dados obtidos pelas missões Van Allen Probes e MMS são liderados pelos pesquisadores Walter Gonzalez, do Programa de Heliofísica, e Livia Ribeiro Alves, do Programa de Clima Espacial.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Visita de Dilma à NASA Reacende Expectativa de Que Programa Espacial Brasileiro Decole

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada dia (01/07) no site da da revista “ISTOÉ Independente” destacado que visita de Dilma à NASA reacende expectativa de que Programa Espacial Brasileiro decole.

Duda Falcão

ISTOÉ TECNOLOGIA & MEIO AMBIENTE

Visita de Dilma à NASA Reacende Expectativa
de Que Programa Espacial Brasileiro Decole

Da Redação
ISTOÉ Independente
ISTOÉ Online
01.Jul.15 - 17:02
Atualizado em 03.Jul.15 - 15:09

A viagem oficial da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos incluiu um encontro com empresários do setor aeroespacial e uma visita ao centro de pesquisas da Agência Espacial Americana (NASA) na quarta-feira (1º). O "tour" já rendeu sete acordos bilaterais entre o Ministério de Ciência e Tecnologia (MCTI) e os Estados Unidos de cooperação que aumentam a oportunidade de intercâmbio entre pesquisadores brasileiros e americanos. Entre eles está um acordo entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a NASA para ampliar os estudos sobre o clima espacial e global e os da área de heliofísica (estudo do Sol). O acordo prevê também a participação do Brasil em missões que estudam o Sol e os arredores da Terra e a cooperação entre as agências espaciais na área de educação.Espera-se que essas iniciativas possam dar novo impulso para os avanços do país nessa área.

Ao contrário de parceiros do BRICS (grupo formado por grandes nações em desenvolvimento) como a China e a Índia, o Brasil não pretende investir em um programa espacial voltado para a exploração da Lua ou de Marte. Os planos do país no longo prazo se concentram na produção de satélites de monitoramento para controle do desmatamento, principalmente na Amazônia, além de acompanhamento do clima e de defesa nacional. O maior objetivo do país hoje é chegar ao espaço com um veículo lançador de satélite (VLS) de fabricação nacional.

Criado em 1961, o Programa Espacial Brasileiro avançou em ritmo lento desde então e passou por diversos altos e baixos. O envio do astronauta Marcos Pontes à Estação Espacial Internacional (ISS), em 2006, foi celebrado como um grande feito, mas a realidade é que o Brasil deixou de cumprir acordos com os outros países integrantes da iniciativa e, por isso, teve que pagar para colocar seu primeiro cidadão no espaço. Originalmente, o Brasil tinha prometido entregar peças e ajudar no financiamento da Estação, algo que não foi cumprido. Por isso, o País acabou afastado do projeto.

A história espacial brasileira também é marcada por um sério acidente na plataforma de lançamento do VLS-1 em Alcântara, no Maranhão, em 22 de agosto de 2003. Um incêndio seguido de explosão matou 21 técnicos civis e inutilizou completamente a base, três dias antes da data prevista para o lançamento.

Por outro lado, o Brasil acumula cinco satélites com tecnologia nacional colocados em órbita entre 1993 e 2007. Foguetes de sondagem brasileiros também chegaram à área de microgravidade da atmosfera, carregando cargas de quase 400 kg a 300 km de altitude.

Confira alguns fatos importantes ao longo da história do Programa Espacial Brasileiro:

Anos 1960

A criação do Grupo de Organização da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (GOCNAE) ocorre em agosto de 1961, com a assinatura do decreto 51.133 pelo então presidente Jânio Quadros. Na época, o mundo ainda celebrava a ida do primeiro homem ao espaço.

Dois anos depois, o grupo é renomeado para Comissão Nacional de Atividades Espaciais (CNAE). É quando o Brasil se organiza para suas atividades espaciais. Em 1965, o País inaugura o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), no Rio Grande do Norte. O 1º lançamento ocorre em 1967 com o Foguete Sonda I, sob supervisão de técnicos da NASA, após um acordo celebrado com os Estados Unidos dois anos antes, quando uma equipe de técnicos brasileiros participou de um treinamento na Agência americana.

Réplica do foguete Sonda.

Anos 1970

Nos anos 70 houve uma aproximação do Brasil com outros países, entre eles a a França, que rendeu acordos para treinamento de engenheiros no desenvolvimento de lançadores e satélites. Em 1976, ocorreu o primeiro voo do foguete Sonda III. Mas só em 1979 é aprovada a Missão Espacial Completa Brasileira (MECB) com o objetivo de desenvolvimento de satélites e de veículos lançadores e implantação de centros de lançamento em solo brasileiro.

Anos 1980

Em 1983 é inaugurado o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, considerado o grande trunfo do país na área espacial, uma vez que a Base possui localização privilegiada para programas de lançamento de satélites. No ano seguinte é feito o primeiro lançamento de foguete daquela base, o Foguete Sonda IV, o primeiro foguete nacional dotado de um sistema de controle de atitude em voo.

Vista aérea do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão.

Anos 1990

Em 1993 é lançado o primeiro satélite brasileiro, o Satélite de Coleta de Dados (SCD-1), com a missão de coletar dados ambientais. Quatro anos depois o Brasil ingressa no Programa da Estação Espacial Internacional (ISS). Em 1998 o Brasil seleciona o primeiro brasileiro astronauta.

Anos 2000

Em 2002 o Brasil assina acordo de cooperação com a China para o desenvolvimento dos satélites CBERS-3 e 4. Em 2003 é a vez de um acordo com a Ucrânia de Cooperação de Longo Prazo na Utilização do Veículo Lançador Cyclone-4 no Centro de Lançamento de Alcântara.

Neste mesmo ano, o País tem o pior acidente da história de seu programa espacial, com um incêndio na base de Alcântara que mata 21 pessoas.

Centro de Lançamento de Alcântara após explosão.

Em 30 de março de 2006, o tenente coronel Marcos Pontes torna-se o primeiro astronauta brasileiro a partir em direção à ISS a bordo da nave russa Soyuz 8, com oito experimentos científicos para execução em ambiente de microgravidade em comemoração ao voo do 14 Bis (Missão Centenário – Santos Dumont).

O astronauta brasileiro Marcos Pontes.

No início de 2015, o acordo com a Ucrânia para o lançamento de foguetes com satélites comerciais da base de Alcântara, firmado em 2003, foi cancelado. Ao longo dos 12 anos, o acordo bilateral custou R$ 1 bilhão, dividido entre os dois países. O governo justificou a decisão como necessária num contexto de ajuste fiscal.


Fonte: Site da Revista ISTOÉ Independente - 01/07/2015

Universidades e Escolas Preparam Dispositivo Para Viagem ao Espaço

Olá leitor!

Segue agora uma nota postada dia (01/07) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) destacando que Universidades e Escolas preparam dispositivo para viagem ao Espaço.

Duda Falcão

AEROESPACIAL POPULARIZAÇÃO DA C,T&I E MELHORIA DO ENSINO DAS CIÊNCIAS

Universidades e Escolas Preparam
Dispositivo Para Viagem ao Espaço

Consórcio em torno do projeto reúne instituições de ensino de Alto Paraíso (GO),
Brasília (DF), Florianópolis (SC), Mauá (SP) e São Caetano do Sul (SP).

Por Ascom do MCTI
Publicação: 01/07/2015 | 16:50
Última modificação: 02/07/2015 | 19:04

Um consórcio de três instituições de ensino superior associadas a três escolas públicas começa a desenvolver, neste mês, um dispositivo eletrônico a ser levado pelo primeiro brasileiro civil a viajar para o espaço, o estudante de engenharia elétrica da Universidade de Brasília (UnB) e bolsista da Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI) Pedro Nehme, de 23 anos. O Programa Microgravidade, da AEB, selecionou o experimento no primeiro semestre.

A princípio, o 5º Anúncio de Oportunidade escolheria apenas uma instituição de ensino superior e outra de educação básica, mas, como três propostas apresentaram características complementares, a AEB optou pelo consórcio, formado pelas universidades de Brasília (UnB) e Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), em parceria com a Escola Municipal Povoado de São Jorge, de Alto Paraíso (GO), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC), de Florianópolis (SC), e a Escola Técnica Estadual Jorge Street, de São Caetano do Sul (SP).

"Nenhuma proposta era igual à outra e, em linhas gerais, identificamos que tinham bastante sinergia", explica o diretor de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento da AEB, Carlos Alberto Gurgel. "Ficamos satisfeitos pelo fato de termos, dentro do prazo, três candidaturas interessantes, que refletiam bastante o que esses grupos estão fazendo. A equipe da UFSC é muito focada no monitoramento do coração, a de biomedicina da UnB estuda reações musculares e a do Instituto Mauá tem condições de integrar as tecnologias."

Conforme previsto pelo edital, as universidades devem oferecer oficinas didáticas sobre o tema com as escolas associadas, a fim de disseminar entre os estudantes as técnicas a serem utilizadas na concepção do dispositivo. "A gente quer que esses jovens troquem experiências e acompanhem tudo o que será feito", diz Gurgel. "As turmas vão participar de maneira efetiva do projeto, entendendo o processo, com encontros permanentes e visitas a laboratórios, sem falar que as próprias crianças podem ser monitoradas em testes."

Ineditismo

A companhia XCOR Space Expeditions, responsável pelo veículo Lynx Mark 2, autorizou o embarque de um dispositivo eletrônico compacto, portátil e wearable, ou seja, integrável ao corpo do espaçonauta. A AEB definiu, no edital, que a futura tecnologia seja capaz de avaliar diversos parâmetros fisiológicos relacionados à exposição humana ao ambiente de microgravidade, antes, durante e depois dos cerca de cinco minutos de voo suborbital.

"Essa oportunidade de ter uma pessoa comum fazendo esse tipo de voo tem um ineditismo muito grande no contexto mundial", comenta o diretor. "Se o Pedro for realmente o primeiro turista espacial, todo esse projeto ganha um pioneirismo ainda maior, porque vai propiciar uma combinação daquilo que ele relata e aquilo que efetivamente aconteceu como reação do organismo dele."

Segundo Gurgel, "com ajuda das universidades e das escolas", a AEB planeja divulgar as respostas do experimento em artigos científicos. "A partir daí, todo mundo que entrar nesse negócio [de turismo espacial] poderá adotar nossos dados como uma referência das possíveis reações do organismo, incluindo aspectos cerebrais, como, por exemplo, o efeito do medo, uma atividade psicológica que eventualmente provoque impactos no nível de adrenalina."

Oportunidade

Já bolsista da AEB, em 2013, Pedro Nehme conquistou a vaga para a viagem espacial ao vencer concurso promovido pela companhia aérea holandesa KLM, diante de 129 mil participantes de vários países. O desafio consistia em adivinhar em qual ponto estouraria um balão de alta altitude monitorado por câmeras e GPS. Ele foi o candidato que mais se aproximou do resultado final.

O diretor ressalta que o propósito da seleção era aproveitar a chance gerada pela vitória do bolsista na competição: "Na medida em que o Pedro foi agraciado, pela competência dele, para um voo dessa natureza, nós imaginamos a possibilidade de lançar um Anúncio de Oportunidade para que um dispositivo fosse embarcado junto com ele, em contato com ele, para entender o que acontece, não só no momento em que se estaria em ambiente de microgravidade, mas em todo o trajeto, desde a decolagem até o retorno."

Criado em 1998, o Programa Microgravidade tem por objetivo oferecer à comunidade científica nacional períodos de imponderabilidade aparente, situação também conhecida como microgravidade. A ideia é prover meios de acesso e suporte técnico e orçamentário para a viabilização de experimentos que necessitem dessas condições de ausência de peso. "Se você acender uma vela, o formato da chama difere daquele que está acostumado", exemplifica. "Essa é uma prova concreta de que algo está distinto."

Gurgel recorda o investimento do País para que o primeiro astronauta militar brasileiro, Marcos Pontes, chegasse à Estação Espacial Internacional, em 2006. "Essa viagem custou dinheiro ao Governo Federal, e o mesmo ocorreria se tivéssemos que desenvolver um veículo de sondagem como o Lynx Mark II."

Na última semana, representantes do IMT, da UFSC e da UnB se reuniram na AEB para discutir a fusão de suas propostas de dispositivo e definir objetivos comuns e formas de viabilizar o trabalho. Antes do voo suborbital, a agência espera qualificar o experimento com Pedro em um caça da Força Aérea Brasileira (FAB), que, nas palavras do diretor, consegue replicar possíveis manobras do Lynx Mark 2, com exceção do ambiente de microgravidade.


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)

Programa SP Pesquisa Tratará da Atividade Solar

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (03/07) no site da “Agência FAPESP” destacando que o Programa SP Pesquisa tratará da Atividade Solar.

Duda Falcão

Notícias

SP Pesquisa Tratará da Atividade Solar

03 de julho de 2015

(Imagem: SP Pesquisa)
O programa apresenta a pesquisa desenvolvida no CRAAN
e o monitoramento realizado pelo INPE.

Agência FAPESP – O programa SP Pesquisa, que será exibido pela TV Cultura no sábado (04/07) e pela UNIVESP TV no domingo (05/07), vai conversar com físicos que se dedicam ao estudo do sol e do clima espacial, já que o sol libera energia, na forma de explosões e ejeções de massa coronal que têm efeitos no sistema solar e na atmosfera terrestre.

O SP Pesquisa vai mostrar como é feito o monitoramento do comportamento do sol, das explosões solares, do campo magnético e da quantidade de radiação que chega à atmosfera.

Esse monitoramento é importante para garantir a eficiência no funcionamento das comunicações, transações bancárias, internet, aviação e energia.

O programa apresenta a pesquisa desenvolvida no Centro de Astronomia e Astrofísica Mackenzie (CRAAN) e o monitoramento realizado no Programa de Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial (EMBRACE), do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE).

O SP Pesquisa é resultado de um termo de cooperação assinado entre a FAPESP e a Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura. Na TV Cultura, o programa vai ao ar aos sábados, às 16h. A UNIVESP TV exibe reprise aos domingos (19h) e quintas-feiras (21h30).

Mais informações em univesptv.cmais.com.br.

Os programas SP Pesquisa já exibidos podem ser vistos no canal da Univesp TV no YouTube.


Fonte: Site da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

Brasil Construirá Una Estación Terrestre Para el Programa Cosmic-2

Hola lector!

Sigue abajo una noticia publicada ayer (02/06) en el website www.infoespacial.com señalando que Brasil construirá una Estación Terrestre para el Programa Cosmic-2.

Duda Falcão

Noticias

El centro estará en un punto aún por determinar

Brasil Construirá Una Estación Terrestre
Para el Programa Cosmic-2

02/06/2015

Foto: AEB

Infoespacial.com) Brasilia- El Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación de Brasil y la National Oceanic and Atmospheris Administration (NOAA) de EEUU firmaron este martes en Washington un acuerdo para instalar y operar una estación terrestre en suelo brasileño, vinculada al Sistema de Observación en constelación para Meteorología, Ionosfera y Clima (Cosmic-2).

El acuerdo se firmó en el Departamento de Estado de EEUU, durante un almuerzo ofrecido por el vicepresidente Joe Biden, con motivo de la visita oficial de la presidente de Brasil, Dilma Rousseff.

El convenio expone que el Instituto Nacional de Investigaciones Espaciales (INPE) de Brasil comprará, construirá, instalará, operará y mantendrá un estación terrestre compatible con Cosmic-2, en un espacio elegido por consenso entre ambas instituciones. El objetivo es que la infraestructura este operativa seis meses antes del lanzamiento del primer satélites del programa, previsto para septiembre 2016.

Por su parte, la NOAA proporcionará las instrucciones necesarias para que la estación terrestre esté adaptada a los requisitos de Cosmic-2 y suministrará datos globales brutos y procesados del programa.

El Cosmic-2 es el resultado de un acuerdo entre el Instituto Americano en Taiwán (AIT) y la Oficina Económica y Cultural de Taipei en Estados Unidos (TECRO), firmado en mayo de 2010, para desarrollar, lanzar y operar una misión de satélites que suceda a la primera edición de Cosmic.

El programa tiene como objetivo utilizar una red mundial de estaciones terrestres para recibir los datos en bruto de los satélites de la misión Cosmic-2 y transmitir la información a través de Internet a los centros de procesamiento de contenido.


Fuente: website www.infoespacial.com

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Alunos de Ensino Médio Recebem Treinamento no INPE Para Olimpíadas Internacionais de Física

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (02/07) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que Alunos de Ensino Médio estão recebendo treinamento no INPE para Olimpíadas Internacionais de Física.

Duda Falcão

Alunos de Ensino Médio Recebem
Treinamento no INPE Para
Olimpíadas Internacionais de Física

Quinta-feira, 02 de Julho de 2015

Os estudantes que representarão o Brasil na 46ª Olimpíada Internacional de Física (IPhO 2015) e na Olimpíada Ibero-Americana de Física (OIbF 2015) participam de treinamentos ministrados por pesquisadores e alunos de Pós-graduação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), nos dias 1º e 2 de julho, em São José dos Campos (SP).

Foram selecionados em colégios de todo o Brasil, pela Sociedade Brasileira de Física (SBF), cinco estudantes para a IPhO 2015, que será realizada em Mumbai, Índia, de 5 a 12 de julho.  Para a OIbF 2015, que deve ocorrer no mês de setembro em Cochabamba, Bolívia, a SBF escolheu mais quatro representantes, também entre escolas de ensino médio de todo o país.

Os treinamentos complementares em Física acontecem no Laboratório Associado de Plasma (LAP) e Laboratório Associado de Sensores e Materiais (LAS) do INPE e no Departamento de Engenharia Mecânica e Aeronáutica do ITA.

Agradecemos à Direção do INPE pelo apoio oferecido a este evento e pelo empenho dos responsáveis pelo treinamento e recepção dos alunos e seus professores acompanhantes, e desejamos muito sucesso aos brilhantes alunos nas respectivas olimpíadas”, declara Mario Ueda, pesquisador do LAP/INPE e membro do Comitê Brasileiro da Olimpíada Internacional de Física.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Comissão da Câmara Discute Orçamento de C,T&I Para 2015

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota da postada ontem (01/07) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que Comissão da Câmara discutiu Orçamento de C,T&I para 2015.

Duda Falcão

Comissão da Câmara Discute
Orçamento de C,T&I Para 2015

Coordenação de Comunicação Social


Brasília, 01 de julho de 2015  A descentralização do orçamento e o corte previsto em 2015 para a Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação foi o principal tema discutido, nesta terça-feira (30), na audiência da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados.

O projeto de Lei N° 2.177, que dispõe sobre o estímulo ao desenvolvimento científico, à pesquisa, a capacitação científica e tecnológica e inovação do país, que irá a voto no Plenário da Câmara, também foi um dos assuntos debatidos na reunião, que teve como convidados secretários de ciência e tecnologias de alguns estados e representantes de órgão ligados ao setor de tecnologia e inovação.

O Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Maranhão, Bira do Pindaré, ressaltou a importância da distribuição equilibrada dos recursos financeiros. “As regiões Norte e Nordeste necessitam de mais investimento para que o desenvolvimento ocorra de forma equilibrada”. Ele ainda destacou a relevância do Maranhão para área científica lembrando que “o Centro de Lançamento de Alcântara é um dos principais detentores científicos deste país, mas é preciso investir mais no setor para que ocorra desenvolvimento regional”, ressaltou o secretário.

O deputado Izalci Lucas Ferreira, o Secretário de Ciência e Tecnologia e Inovação do Paraná, João Carlos Gomes, Jerson José, representante do Fórum de Ciência e Tecnologia e Inovação e o Secretário da Ciência e Tecnologia e Educação Superior do Ceará, Inácio Arruda, compuseram a mesa da Comissão no Plenário.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Nova Atualização de Nossas Campanhas

Olá leitor!

Mais uma quinta-feira e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas em curso.

Bom, em relação à campanha da “Petição Online da ACS - Mudanças Já ou o Destrato do Acordo”, esta semana não obtivemos um nenhum avanço, permanecendo com as mesmas 786 assinaturas da semana anterior.  O resultado continuou extremamente ruim e esperávamos algo bem melhor esta semana. A notícia de que o governo criou uma comissão (pra mim fajuta) para analisar este desastroso acordo que gerou a ACS demonstra que a empresa realmente pode está em processo de implosão e correndo o risco de sofrer uma CPI (da mesma forma para mim fajuta, mas que ajudaria pelo menos a impedir o andamento do projeto). Vamos lá gente, vários profissionais sérios do PEB já assinaram essa petição e precisamos do seu apoio nessa luta contra esses energúmenos irresponsáveis. (OBS: Apesar das notícias quem tem saído na mídia sobre o fim deste desatino, e de informações de fontes seguras do Blog de que aparentemente esta aberração esta sendo mesmo desmantelada, estamos optando em manter esta campanha, já que do governo da “Ogra”, devido a sua bestialidade e de seus ‘companheiiiiiros’, tudo é possível se esperar. Além do que oficialmente esta debiloide ainda não denunciou o acordo perante o Governo Ucrâniano)

Já quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, esta semana continuamos com os mesmos dez grupos inscritos desde o lançamento da campanha, ou seja, os grupos Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes EducativosCarl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoNTAITA Rocket DesignUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo). Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (OBS: Continuo esperando que os 10 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Agora leitor, em relação á “Campanha de Manutenção do Blog”, apenas seis colaboradores finalizaram suas contribuições no mês de junho no vakinha.com.br. Eles foram:

1 - Diego Fernando Moro
2 - Fabrício de Novaes Kucinskis (INPE)
3 - Leo Nivaldo Sandoli
4 - Mariana Fraga
5 - Paulo Junzo Hirasawa
6 - Rodrigo dos Santos Godoy (Digotorpedo)

OBS: informo aos leitores que ainda não sabem que  a campanha já esta disponível na nova plataforma do vaquinha.com.br e pode ser acessada pelo link: http://www.vakinha.com.br/vaquinha/manutencao-do-blog-brazilian-space.

E um colaborador ainda se encontra em processo de confirmação de sua colaboração de junho. Ele é:

1 - Elison Gustavo (idealizador da campanha)

Aproveito para registrar e agradecer também o apoio significativo de mais um novo colaborador de nossa campanha, o Sr. Paulo Junzo Hirasawa.

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir dessa semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

OBS: Leitores continuam votando na campanha do VLM-1/ITASAT-1. Por favor, peço uma vez mais aos nossos leitores que não votem nessa campanha, pois a mesma não está mais ativa, já que não houve a resposta necessária e assim perdeu o sentido. Afinal não há mais tempo para cumprir o prazo de lançamento estabelecido na campanha, e ela continua visível no blog.

Visita Presidencial à NASA Poderá Reviver Política Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo um artigo publicado ontem (01/07) no site da Folha de São Paulo e postado no mesmo dia no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que a visita presidencial da debiloide da “Ogra” a NASA poderá reviver Política Espacial.

Duda Falcão

Visita Presidencial à NASA
Poderá Reviver Política Espacial

Matias Spektor
01/07/2015

O programa espacial brasileiro nasceu com apoio americano.

A NASA treinou engenheiros, vendeu equipamentos e transferiu tecnologia de propulsão e combustível de foguetes, além de prestar cooperação na área de testes meteorológicos.

Tudo degringolou a partir de 1977, quando o Brasil lançou um programa próprio de construção de foguetes que, na opinião do Pentágono, poderia ser desviado para a montagem de mísseis.

Não ajudou o fato de o Brasil assinar contratos de produção de satélites de reconhecimento militar e de mísseis com o governo de Saddam Hussein, no Iraque.

Os americanos impuseram sanções comerciais e pressionaram França e Rússia a suspender a cooperação já contratada. As autoridades brasileiras responderam à pressão buscando cooperação chinesa para o lançamento de satélites e investindo na construção de um veículo lançador de satélites (VLS).

O programa espacial, porém, nunca saiu do chão. As três tentativas de pôr um VLS em órbita falharam. A última cobrou 21 vidas em 2003.

Há mais de vinte anos sabe-se que a solução para o problema passa por cooperação com os Estados Unidos.

Para isso, o Brasil tem um grande ativo: a base de lançamentos de Alcântara, no Maranhão, que pode ser arrendada em troca de receitas necessárias para tirar nosso programa espacial do papel.

Para viabilizar esse projeto, no entanto, é necessário um acordo de salvaguardas com os Estados Unidos, que dominam o mercado global de lançamentos.

FHC tentou fazê-lo. No início, suas conversas com os americanos foram duras.

Eles demandavam que o Brasil negasse contratos a países não signatários de um regime de controle de mísseis, o que beneficiaria companhias americanas como Boeing e Lockheed Martin. Pediam ainda que o país abdicasse de construir seu próprio VLS.

O governo americano também pretendia negar o acesso de autoridades brasileiras às cargas de seus lançadores.

A política externa brasileira mobilizou alguns de seus melhores quadros para virar a mesa.

Em 2000, depois de muita luta, as negociações chegaram a bom termo: o Brasil autolimitaria seu acesso aos lançadores americanos, mas desenvolveria um VLS próprio e manteria o direito de autorizar (ou não) cada lançamento solicitado pelos Estados Unidos.

Quando o acordo veio a público, porém, o deputado do PT da Bahia Waldir Pires lançou uma ofensiva.

Denunciando o texto como "entreguistas", ocupou as capas de revistas e jornais, mobilizando parlamentares de todo o espectro político, inclusive alguns da base tucana.

De lá para cá, o Brasil tentou reviver Alcântara em parceria com a Ucrânia, plano para o qual o Congresso aprovou acordo idêntico àquele negociado com os americanos. Mas o projeto definhou porque não há mercado viável de lançamentos sem acordo geral com os americanos.

Hoje, todos sabem que o futuro do programa espacial brasileiro depende de um acordo entre Brasília e Washington.

Agora que Dilma restaurou o diálogo, é hora de começar uma nova negociação.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Comentário: Típico artigo de Bebê Chorão, fruto de uma sociedade acostumada a culpar os outros pela sua falta de ação e total incompetência na condução de seus interesses.  Como se o Brasil fosse o supra sumo das preocupações internacionais dos americanos. Leitor, se o projeto do VLS, bem como o PEB como um todo, foi prejudicado pelos americanos (e até eu acredito que sim) isto aconteceu por eles encontrarem espaço para isto por parte desses entreguistas de merda. Veja o histórico de países como a Índia, Japão, Iran, a própria ESA e tantos outros, que também sofreram pressões enormes e nem por isto deixaram de desenvolver com extrema eficiência seus programas espaciais.  Outra coisa, vamos parar com essa história de atrelar unicamente a existência do PEB com necessidades comerciais. O Brasil precisa de um programa espacial por questões estratégicas, onde a questão comercial é apenas uma vertente de um contexto muito mais amplo. E ai, em relação a esta vertente, se o Brasil realmente quiser fazer parte competitivamente do mercado internacional de lançamentos comerciais, o autor do artigo está correto, dependerá da assinatura de um acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre Brasília e Washington. Entretanto, é ai que mora o perigo. Aproveito para agradecer ao leitor Marcio Akira Harada pelo envio deste artigo.

Outra Universidade Mineira Cria Grupo de Foguetemodelismo

Olá leitor!

O Blog BRAZILIAN SPACE tem como objetivo básico divulgar as atividades espaciais brasileiras, bem como as atividades de suas ciências correlatas, e diante disto trazemos mais uma informação relacionada com o artigo postado dias atrás no Blog sobre os grupos universitários de pesquisas espaciais em atividades no Brasil. (veja aqui).

Logo da equipe
Pesquisando na net descobrir que a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) também criou bem recentemente (creio que em março de 2015) o que eles dizem ser a primeira e única equipe de Foguetemodelismo desta universidade.Trata-se da equipe Supernova Rocketry UFJF”, equipe esta ligada ao Departamento de Engenharia Mecânica da UFJF.

Segundo consta na página da equipe no Facebook, esta equipe teve o seu primeiro processo seletivo para escolha dos quatro membros efetivos que atuariam na administração e num projeto do minifoguete, aberta no período de 22 de março a 5 de abril.

Para maiores informações, sugiro aos interessados que visitem a página da equipe no Facebook pelo link: https://www.facebook.com/supernovarocketry?fref=pb&hc_location=profile_browser

Duda Falcão

El Descubrimiento de Hadrones Exóticos Estimula el Desarrollo Teórico

Hola lector!

A continuación se muestra un artículo publicado hoy (02/07) em website en español de la "Agencia FAPESP”, señalando que el descubrimiento de Hadrones Exóticos estimula el desarrollo teórico

Duda Falcão

Artículos

El Descubrimiento de Hadrones Exóticos
Estimula el Desarrollo Teórico

Por José Tadeu Arantes
02 de julio de 2015

(Foto: Wikimedia Commons)
En el LHC, se confirmó la existencia del objeto
constituido por cuatro quarks.

Agência FAPESP – El modelo de los quarks, postulado independientemente por los físicos estadounidenses Murray Gell-Mann y George Zweig en 1964, cumplió medio siglo el año pasado. Sin embargo, y más allá de su longevidad, ahora se ha avanzado en nuevos desarrollos de ese modelo, tanto en el terreno experimental como en el aspecto teórico.

Una de esas novedades es el descubrimiento de un objeto constituido por cuatro quarks, denominado Z+ (4430). Encontrado por primera vez en 2008, en el Instituto KEK (High Energy Accelerator Research Organization), en Japón, su existencia se confirmó de manera convincente en 2014 en el LHC (Large Hadron Collider), el Gran Colisionador de Hadrones ubicado en la frontera franco-suiza.

El número 4430 se refiere a la masa del objeto, en unidades de megaelectronvoltios sobre la velocidad de la luz al cuadrado (MeV/c2). Comparativamente, la masa del protón es de aproximadamente 938,3 MeV/c2. Y al contrario que el protón, cuya vida media es superior a 2,1×1029 años (casi 20 veces la edad estimada del Universo), el Z+ (4430) sobrevive tan sólo durante una diminuta fracción de segundo.

El gran interés que suscita deriva de que no existe otra explicación para el mismo que no sea la de una composición exótica de cuatroquarks.

Las composiciones usuales son de tres quarks y forman los bariones (la categoría a la cual pertenecen los protones y los neutrones), o de un par entre quark y anti quark, que forma los mesones (tales como el pión, el mesón pi, previsto teóricamente por el japonés Hideki Yukawa en 1935, y descubierto experimentalmente por el brasileño César Lattes en 1947).

Pero composiciones exóticas, que antes eran tan sólo una posibilidad teórica, empezaron a surgir en los aceleradores de partículas en el transcurso de la última década.

“El Z+ (4430) puede ser tanto una molécula compuesta por dos mesones (cada uno constituido por un par de quark y anti quark) como un tetra quark propiamente dicho (constituido por cuatro quarks sueltos, confinados en un determinado volumen debido a la interacción fuerte)”, declaró Marina Nielsen, profesora titular y jefa del Departamento de Física Experimental del Instituto de Física de la Universidad de São Paulo (IF-USP), en Brasil, a Agência FAPESP.

Nielsen coordina el Proyecto Temático intitulado “Física de Hadrones”, que cuenta con el apoyo de la FAPESP. “El estudio de esos hadrones exóticos constituye una de las líneas de investigación de nuestro proyecto, que es a la que yo me dedico particularmente”, dijo.

La estructura de otros hadrones exóticos que habían sido descubiertos anteriormente aún se encuentra sujeta a controversias. Ése es el caso del X (3872), hallado en 2003 en el Instituto KEK, que también parece estar compuesto por cuatro quarks, organizados en forma de molécula de mesones o de tetra quark.

Con todo, como es neutro eléctricamente, no puede afirmarse eso taxativamente. Y algunos científicos sostienen que se trata únicamente de un charmonium, un mesón compuesto por dos quarks bastante masivos, el charm, o quark encantado, y el anti charm.

“Pero el caso del Z+ (4430) no deja lugar a dudas: tiene carga eléctrica. Para ello, sumados al charm y al anti charm, debe contener también un up y un anti down”, explicó Nielsen.

El Artículo de Referencia

La interpretación de la naturaleza del X (3872) y de otros hadrones exóticos hallados posteriormente constituye un desafío para los físicos que estudian la cromodinámica cuántica (QCD, de Quantum chromodynamics), la teoría de los quarks y sus interacciones.

Nielsen y su colega Fernando Silveira Navarra, también profesor titular del IF-USP, integran una red internacional dedicada al tema llamada Quarkonium Working Group (QWG), un grupo de trabajo que congrega a unos 70 científicos de las principales universidades del mundo.

En 2011, ese grupo internacional redactó un artículo que salió publicado en European Physical Journal y se convirtió en referencia del área, con más de 700 citas en artículos especializados: Heavy quarkonium: progress, puzzles, and opportunities.

Los científicos de la USP tuvieron una significativa participación en ese trabajo. “Uno de los métodos empleados para hacer cálculos en el área lo constituyen las llamadas ‘reglas de suma de la cromodinámica cuántica’ (QCDSR, de Quantum Chromodynamics Sum Rules), con las cuales trabajamos desde hace varios años. Con la ayuda de este método pudimos avanzar en la comprensión de los estados exóticos”, dijo Silveira Navarra.

“A algunos de éstos puede entendérselos mejor como tetra quarks; a otros como mesones de quarks masivos, a ejemplo delcharmonium; y a otros también como una mezcla cuántica de del charmonium con tetra quarks”, detalló el investigador.

La expresión “mezcla cuántica” significa que la función de onda asociada al objeto en cuestión posee dos componentes, una que describe al charmonium y otra que describe al tetra quark. Y que, en una gran cantidad de observaciones, el objeto será observado ora como una cosa, ora como otra, de acuerdo con una determinada distribución probabilística.

“La proliferación de nuevos estados creó una situación de algún modo parecida a la que existía antes de que Gell-Mann y Zweig propusieran el modelo de quarks: varias partículas aparentemente sin conexión unas con otras desafiaban a los científicos a agruparlas de acuerdo con algún criterio. Con relación a esto, también hicimos nuestro aporte al mostrar que ciertos estados pueden interpretarse correctamente como excitaciones de otros”, dijo Silveira Navarra.

El escenario, que ahora se considera sencillo, constituido por bariones (tres quarks) y mesones (quark y anti quark), a los cuales los físicos ya estaban habituados, correspondía a los niveles de energía del mundo cotidiano o a aquéllos alcanzados hasta hace poco en los laboratorios. Sin embargo, a medida que se construyen nuevos aparatos capaces de alcanzar estados de energía cada vez más altos, los objetos exóticos tienden a multiplicarse, con lo cual demandan nuevos esfuerzos de interpretación teórica.

“Estos nuevos descubrimientos de algún modo le otorgan un nuevo aval a la cromodinámica cuántica. Sucede que esta teoría establece las configuraciones de quarks que pueden existir y aquéllas que no pueden. Las más sencillas son la tríada de quarks y o pares dequark y anti quark”, dijo Nielsen.

“Pero son posibles también otras configuraciones más complejas. Y existe también un dicho famoso en mecánica cuántica: todo lo que no está prohibido debe realizarse. Lo que estamos logrando ahora, gracias a los nuevos niveles de energía alcanzados en aceleradores como el LHC, es observar otros estados posibles”, dijo.


Fuente: Sitio web de la Agencia FAPESP