INPE Desenvolve Tecnologias Para Saúde Pública
Olá leitor!
Segue abaixo uma nota postada hoje (04/09) no site do
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que o instituto desenvolve tecnologias para Saúde Pública.
Duda Falcão
INPE Desenvolve Tecnologias
Para
Saúde Pública
Quarta-feira, 04 de Setembro de
2013
O programa Espaço e Sociedade, do Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais (INPE), apresentará tecnologias para a área de Saúde
Pública em dois eventos internacionais programados para o mês de outubro.
O INPE é um dos organizadores do 1st Symposium on Big Data and Public Health - BDPH 2013,
que será realizado nos dias 24 e 25 de outubro na Fundação Getúlio Vargas
(FGV), no Rio de Janeiro. Modelos matemáticos, estatísticos e computacionais
ajudam a compreender a epidemiologia de várias doenças ao integrar dados sobre
localização geográfica e variáveis climáticas e ambientais que interferem nas
questões de saúde pública. Durante o evento, serão apresentadas tecnologias
derivadas do programa espacial para essa área, como sistemas de informações
geográficas que usam dados e imagens de satélites.
Já na conferência Grand Challenges in Global
Health - GCGH 2013, que acontece de 28 a 30 de outubro, também na
cidade do Rio de Janeiro, o programa do INPE será responsável pela sessão
especial Epidemiologic support system for surveillance
of dengue and other transmissible diseases. A palestra, ministrada
por Antonio Miguel Vieira Monteiro (INPE) e Leda Regis (Fiocruz), faz parte da
sessão Modeling and Surveillance e está
programada para o dia 30 de outubro.
Organizado pelo Ministério da Saúde do Brasil e pela
Fundação Bill & Melinda Gates, o GCGH 2013 pretende fomentar a colaboração
científica entre pesquisadores e grupos de várias partes do mundo, para
viabilizar tecnologias de impacto na área de saúde e, também, na agricultura.
Espaço e Sociedade
O INPE mantém o programa Espaço e Sociedade
para desenvolver ferramentas de análise espacial para diversos setores, da
gestão urbana ao monitoramento ambiental, tendo a saúde pública como tema de
vários projetos.
Junto a parceiros como a Fiocruz, o INPE criou o SAUDAVEL
- Sistema de Apoio Unificado para Detecção e Acompanhamento em Vigilância
Epidemiológica, que insere as tecnologias de informação espaciais, como imagens
de satélites e bancos de dados geográficos, no contexto do controle de
endemias.
Para o combate a dengue, por exemplo, foi desenvolvido o
Sistema de Monitoramento e Controle Populacional do Aedes
aegypti (SMCP-Aedes). O sistema mostra em mapa os locais onde foram
contados mais ovos da fêmea Aedes. Com o
cruzamento da informação espacial com dados cartográficos, socioambientais e
epidemiológicos, é possível ter um eficiente sistema de alerta e controle da
doença para que os órgãos públicos possam intervir antes de surtos se
transformarem em epidemias.
Os resultados do programa Espaço e Sociedade, assim como
o monitoramento da Amazônia e a previsão do tempo, entre outras atividades do
INPE, exemplificam como o brasileiro – muitas vezes sem perceber - usufrui do
seu programa espacial, que gera dados que subsidiam pesquisas e resultam em
produtos e serviços com impactos diretos na qualidade de vida da população.
Fonte:
Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

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