Observatório de Fenômenos Atmosféricos da ACA do IAE Viabiliza Projetos Científicos

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (23/10) no site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), destacando que “Observatório de Fenômenos Atmosféricos da (ACA)” do instituto  viabiliza Projetos Científicos.

Duda Falcão

Observatório de Fenômenos Atmosféricos da ACA Viabiliza Projetos Científicos

Última atualização em 23 Dezembro 2019

O Observatório de Fenômenos Atmosféricos (OFA), da Divisão de Ciências Atmosférica (ACA), tem sido uma ferramenta importantíssima para a viabilização de diversos projetos científicos.

Na 3ª semana de dezembro aconteceu um experimento acadêmico para fins de suporte à atividade extracurricular AeroDesign pelos alunos do ITA.

Esses alunos participaram do AeroDesign e em março de 2020 vão disputar o mundial nos Estados Unidos. O objetivo do projeto é desenvolver uma aeronave que simule a colonização de Marte, para isso ela terá que ser capaz de liberar suprimento em um alvo específico no circuito e também terá que liberar até três planadores que terão que voar autonomamente até o mesmo alvo. Os planadores terão que transportar a maior quantidade de bolinhas de tênis de mesa possível (simulando os colonos).

O projeto encontra-se na etapa de teste dos planadores, e o lançamento no Observatório ajuda a entender como os modelos vão se comportar a partir da aeronave principal. Inicialmente, foram projetados cinco modelos, com geometrias e capacidade de transporte de bolinhas distintas, após os testes no Observatório, determinou-se qual será o mais vantajoso para a equipe. 

A ACA está trabalhando para que a referida Torre continue com seu processo de revitalização. Recentemente, aconteceu o serviço de passagem e instalação de Fibra Óptica para interligação do OFA à rede de dados do IAE.





Fonte: Site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) 

Comentário: Pois é, olha essa notícia, parece até ‘Conto da Carochinha’, afinal leitor sequer conseguimos colocar um parafuso em órbita, e agora estamos estimulando projetos científicos que visam à colonização em Marte? Ora leitor, mesmo sendo um experimento acadêmico para uma competição internacional é uma tremenda falta de foco e demonstra uma vez mais um dos erros que acometem as atividades espaciais brasileiras, ou seja, a falta de qualquer planejamento estratégico, visão e de gestão de prioridades. Infelizmente caro leitor desse jeito não chegaremos a lugar nenhum, é lamentável, a coisa tá feia.

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