Argentina Tenta Tirar Óvnis da Ficção Científica Para Investigar Fenômenos
Olá leitor!
Segue abaixo uma noticia postada ontem (04/06) no “Portal
Terra” destacando que a Argentina tenta tirar óvnis da ficção científica para
investigar fenômenos.
Duda Falcão
ESPAÇO
Argentina Tenta Tirar Óvnis da Ficção
Científica Para
Investigar Fenômenos
04 de Outubro de 2013 - 10h56
Atualizado às 11h32
A prefeitura da cidade argentina de Rosario foi palco
recentemente de um fórum no qual não se debateram leis nem orçamentos: os óvnis
protagonizaram uma audiência pública com o objetivo de abrir caminho para que
estes fenômenos de ficção científica sejam matéria de ciência real.
Para que os
objetos de natureza desconhecida que o céu argentino esconde possam ser
investigados é necessário, primeiro, que a informação que as autoridades
possuem sobre eles seja desclassificada e posta à disposição de todos os
cidadãos.
A Comissão
de Estudos do Fenômeno Óvni da República Argentina (Cefora), que patrocinou o
debate em Rosario (província de Santa Fé), reivindica desde sua criação no ano
de 2009 a desclassificação dos relatórios aeroespaciais em virtude do direito à
informação que todos os cidadãos têm.
"O que
queremos é estudar os fenômenos aéreos anormais, não queremos nos circunscrever
ao que as pessoas normalmente chamam de óvnis e relaciona com naves e vida
extraterrestre", especificou em declarações à Agência Efe Raúl Avellaneda,
membro fundador da Cefora.
Esta
comissão quer reunir forças com o público para "conseguir entre todos a
desclassificação dos arquivos óvni que estão em poder das organizações
governamentais", explicou Avellaneda. A de Rosario é a primeira audiência
deste tipo realizada na Argentina, e nela houve espaço para os especialistas e
pesquisadores, mas sobretudo para a participação do cidadão comum.
"O que
estamos pedindo é a desclassificação de todos os fenômenos anômalos. Todos
temos a necessidade de saber o que é que está violando nosso espaço
aéreo", disse o membro da Cefora. "É importante sobretudo porque os
cidadãos precisam conhecer a verdade, não o fenômeno óvni em si, nem se trata
de algo que justifique uma atividade extraterrestre", acrescentou
Avellaneda.
Há mais de
20 de países no mundo todo que já apostaram na desclassificação deste tipo de
arquivos. Entre eles o Brasil, mas também Estados Unidos, Espanha e França estão
na lista de países que divulgaram informação sobre este tipo de casos. Em
outros como Chile e Uruguai existem inclusive comissões específicas que estudam
estes fenômenos, por isso que a Cefora tenta fazer com que a Argentina
"não fique atrás".
A meta final
da associação consiste em reunir um total de 100 mil assinaturas e o aval de um
congressista para poder apresentar um projeto de declaração na Câmara dos
Deputados argentina. A organização planeja apresentar já em 2014 aos membros da
Legislatura dois relatórios com fenômenos e testemunhos analisados por
especialistas.
Por
enquanto, em Rosario, cidade que declarou esta atividade de interesse
municipal, fez-se uma apresentação de casos e se divulgou o trabalho da
Comissão de Estudos do Fenômeno Ovni no fórum em questão. Fatos anômalos
desconhecidos foram expostos neste debate e além disso se apresentou
documentação inédita de casos considerados "emblemáticos".
Avellaneda
destacou como exemplo uma foto de um óvni do ano de 1963, capturada por um
membro das Forças Aéreas argentinas na província de Córdoba. Também se estudou
um relatório da Gendarmaria que é o primeiro expediente desclassificado sobre
um acontecimento anômalo ocorrido nos anos 70 sobre o céu de Campo de Mayo, na
província de Buenos Aires.
Os óvnis
argentinos vão continuar sendo, por enquanto, mais material de ficção
científica para boa parte da opinião pública, embora talvez em Rosario tenha se
iniciado o caminho para conseguir que os mitos e preconceitos abram passagem
para o estudo baseado em fatos e dados.
Fonte: Site do Portal Terra -
http://noticias.terra.com.br/
Comentário: Que bom, espero que os hermanos consigam
trazer a tona para comunidade internacional os fenômenos ufológicos ocorridos em
território argentino e assim ajudar a esclarecer de vez esse fenômeno
intrigante. A postura da comunidade científica em todo mundo não é só arrogante
(com desculpas esfarrapas e para debiloides) como também irresponsável, já que
existem casos documentados por instituições governamentais de vários países
onde foram relatados até mesmo o risco de colisões aéreas, sendo as mais
conhecidas as do México e as do Chile, onde devido a sua gravidade a “Direção
Geral de Aeronáutica Civil (DGAC) do Chile” criou
um órgão oficial especifico chamado de "Comitê de Estudos de
Fenômenos Aéreos Anômalos (CEFAA)" para
estudar esses fenômenos (veja aqui). O fenômeno OVNI (Objeto Voadores Não
Identificados) é um fenômeno real, e como tal precisa ser estudado para se
estabelecer a sua origem e os riscos para a humanidade (se é que há algum), e
não ser negado ou ridicularizado por cientistas que não cumprem a função de pesquisadores
como deveriam. É claro que essa atitude (há meu ver) é facilmente explicada,
mas completamente inaceitável e demonstra claramente que essas pessoas não
deveriam estar trabalhando como pesquisadores, pois lhe faltam (com o perdão da
palavra) culhões para enfrentar o desconhecido, função de todo pesquisador. Isto
independentemente de quantos títulos o mesmo tenha pendurados na parede. Né
verdade Srs. Rogério de Freitas Mourão e Marcelo Gleiser?
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