É Preciso Dinheiro para Acompanhar Resto do Mundo

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada dia (08/01) pelo site do jornal “O VALE” destacando que é segundo especialistas do setor espacial é preciso mais dinheiro para acompanhar o resto do mundo.

Duda Falcão

É Preciso Dinheiro para
Acompanhar Resto do Mundo

São José dos Campos
08 de janeiro de 2011 - 09:13

O aporte de recursos na área espacial é fundamental para que o Brasil possa acompanhar o seleto grupo d e países que investem nesse setor no planeta.

A tese é da AAB (Associação Aeroespacial Brasileira), sediada em São José dos Campos, que congrega especialistas do INPE e do DCTA. Em dezembro, a entidade lançou um documento com propostas para o setor.

De acordo com o presidente da AAB, Paulo Moraes Júnior, para o Brasil ter condições de acompanhar outros países é necessário aumentar os investimentos em relação ao PIB (Produto Interno Bruto).

"Atualmente, os recursos destinados ao setor espacial representam 0,01% do PIB. O ideal é que seja investido pelo menos 0,05%", afirmou Moraes, durante o lançamento do estudo feito pela AAB.

O grupo também defende a fusão do INPE, IAE e AEB como forma de concentrar em um único organismo o gerenciamento de todas as atividades espaciais do país.

Para Expedito Bastos, especialista em assuntos militares da Universidade Federal de Juiz de Fora, o Brasil precisa investir pesadamente em ciência e tecnologia se quiser ter independência no setor.

"Se o Brasil não investir, vai ficar cada vez mais dependente de outros países. Isso é um atraso gigantesco", afirmou o especialista.

Essa tese também é defendida pelo Sindicato dos Servidores Federais na área de Ciência e Tecnologia no Vale do Paraíba, que há anos reivindica mudanças na forma de tratamento do setor.

Para a entidade, se o governo não investir na melhoria salarial e reposição de pessoal, a área de ciência e tecnologia poderá ser sucateada.


Fonte: Site do Jornal “O VALE” - 08/01/2011

Comentário: Eu acompanho o "Programa Espacial Brasileiro" desde o inicio dos anos 70, e desde aquela época os seus especialistas falam na necessidade de maiores investimentos por parte do governo e de uma política espacial condizente com o dinamismo do setor. Ora, está claro que a situação atual do PEB é resultado da falta de atitude de diversos governos que nesse período não se mexeram para criar as condições necessárias para que o setor pudesse se desenvolver, e devido a isso hoje estamos atrás de muitas nações que a dez ou quinze anos atrás não sabiam fazer nem bombinha de São João. A pergunta é: A presidente DILMA pretende realmente mudar essa situação? Sinceramente não acreditamos, porém a mesma terá pelo menos quatro anos para provar que estamos errados.

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