Orbital Engenharia Divulga Seu Novo Vídeo Institucional

Olá leitor!

Fui contactado agora a pouco pelo Eng. Bruno Nunes Vaz, Gerente de Contratos da Orbital Engenharia (clique aqui), empresa localizada em São José dos Campos-SP (recentemente fruto de uma série de artigos apresentados aqui no blog), solicitando que divulgássemos o novo “Vídeo Institucional” da empresa.

Gostaríamos de agradecer ao Eng. Bruno Vaz pelo contato, desde já nos colocando a disposição para divulgar notícias relacionadas com as atividades da empresa, sempre que a Orbital assim desejar.

Duda Falcão

Vídeo Institucional da Orbital Engenharia


Fonte: Orbital Engenharia

Comentários

  1. Ou seja, em linhas gerais, tecnologia nós temos.

    Só nos falta-nos o "governo", como diria aquela Lady...

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  2. Um dos problemas que empresas como a Orbital enfrentam no Brasil é a irregularidade e impressibilidade dos programas ditos "estratégicos".

    Quando no Brasil se demora 20 anos para fazer uma ponte, quando a obra fica parada 10 anos. Para retoma-la a nova construtora inspeciona o estado dos pilares, verifica se não há corrosão na ferragem, faz uns reforços necessários e conclui a obra.

    Existem milhares de engenheiros civis que podem atuar naquele projeto e centenas de fornecedores para aquele concreto, aquele aço.

    Quando se para 10 anos um projeto de satélite ou foguete, os engenheiros do programa original já estão em outro emprego, as vezes fizeram concurso e estão ganhando a vida como auditores da Receita ou do BACEN. Existem 2 ou 3 especialistas apenas naquilo em todo o Brasil (quando existem) e os 2 fornecedores especializados já descontinuaram a produção de componentes porque não há demanda.

    Então o efeito é dramático sobre o projeto, ou se faz tudo de novo do zero, com outros engenheiros e outros componentes ou se cancela o programa.

    Não tem jeito, programas como o VLS, PMM precisam de demanda minima contratada, o governo tem que assinar contrato para 5 ou 6 exemplares, criar um cronograma de lançamento previsível, algo como 1 VLS a cada 18 meses por exemplo e cumprir o "acordado".

    Sem isto não há industria espacial que sobreviva. Nosso programa espacial precisa fazer menos e fazer melhor.

    Apesar da minha formação em engenharia, ganho a vida como profissional de marketing (minha MBA),como critica sincera ao vídeo, o achei muito coerente, melhor do que de muitas empresas, inclusive de maior porte em SJC, que sofrem do que chamo de "Síndrome de avestruz", escondem sua cabeça em um buraco onde se sentem protegidas e não visualizam o mercado em um sentido amplo.

    Me parece inevitável que empresas como a Orbital acabem por diversificar suas atividades em outros mercados civis e industriais como forma de se tornarem robustas ao vai e vem das atividades espaciais brasileiras.

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