Space Station - Here We Come!

Hello reader!

It follows a note published on the day (05/18), in the site "www.space-travel.com", stating that 15 student experiments from the Spaceflight Experiments Program from NASA will be launched by the company SpaceX Dragon capsule.

Duda Falcão

STATION NEWS

Space Station - Here We Come!

by Kathy Forsythe
for NASA Educational Technology Services
Houston TX (SPX) May 18, 2012

SSEP impacted the lives of students,
parents, teachers and communities in
nine states and the District of Columbia.
Image Credit: SSEP.
When SpaceX's Dragon capsule launches in spring 2012, a very special payload will be on board: 15 student experiments from the Student Spaceflight Experiments Program. The big deal is that those experiments from "SSEP Mission 1 to ISS" will be part of space history. Dragon will become the first commercial vehicle to dock to the International Space Station, and these student experiments have the distinction of being the only payload on board.

The launch of SpaceX's Dragon not only marks the beginning of a new approach to U.S. space access - it clearly demonstrates that students still have an opportunity to explore in the post-shuttle era.

The first two rounds of SSEP experiments were carried to the station in 2011 aboard space shuttles Endeavour and Atlantis on their final missions, STS-134 and STS-135, respectively. The set of SSEP Mission 1 experiments, called Aquarius, was originally slated to fly aboard the Soyuz 30. But in an interesting twist of fate, the experiments were re-manifested on the maiden voyage of the SpaceX Dragon.

Aquarius not only becomes part of a historic first but also allows the space station to remain an out-of-this-world platform to engage students in STEM - science, technology, engineering and mathematics.

The Student Spaceflight Experiments Program began in June 2010. It was launched by the National Center for Earth and Space Science Education, or NCESSE, and NanoRacks LLC, a national science, technology, engineering and mathematics education initiative.

The organizations work together to give about 300 to 1,000 grade 5-14 students across a community the opportunity to design and propose real experiments to fly in low Earth orbit, first aboard the space shuttle and now on the International Space Station - America's newest National Laboratory.

Each participating community conducts a Flight Experiment Design Competition. Student teams compete for an experiment slot reserved just for their community in a real research mini-laboratory scheduled to fly in low Earth orbit.

Additional programming leverages the flight design competition to engage the entire community through social media and through grade K-14 art and design competitions to create mission patches to accompany the selected flight experiment.

Mission 1 to the International Space Station

In response to an announcement of opportunity in July 2011, 12 communities in nine states and the District of Columbia offered a way for 41,200 students in grades 5-14 to design and propose real microgravity experiments. A total of 779 student teams submitted proposals. A formal two-step review process in fall 2011 provided for the selection of 15 flight experiments, all of which passed a formal NASA Flight Safety Review.

Bumps Along the Way, From Soyuz to Dragon

The process sounds simple enough, but what's the rest of the story? Were there any bumps and bruises along the way? The biggest bump turned out to be cold air - or lack of it. The air isn't the type that blows in during the wintry days of January, but the kind supplied by temperature-controlled equipment. The latter sustains science experiments.

In the midst of formal selection of the SSEP Mission 1 to ISS flight experiments, NanoRacks informed NCESSE that Aquarius - the student experiments payload - could no longer be refrigerated during transport from Houston to Kazakhstan or during its storage at the launch site before being placed on Soyuz 30. This change had the potential to significantly impact all flight experiments because teams were designing their experiments with refrigeration in mind.

Because of the loss of refrigeration, all 12 student flight teams were asked to review their experiments carefully. The results showed that three communities would be significantly impacted.

They had to identify secondary experiments that required no refrigeration and submit them. NanoRacks agreed to fly the three new experiments for these communities, in addition to their original experiments. All of this was taking place against a very fast-moving clock, where a list of all experiment fluids and solids flying needed to reach NASA toxicology at NASA's Johnson Space Center in Houston or risk loss of flight of the experiment.

Now, 15 experiments are going to fly in Aquarius to the space station, including the three secondary flight experiments.

That, however, isn't the entire story, since the student experiments aren't flying on the Soyuz after all! Because of a failed critical pressurization test on the Soyuz launch vehicle, NASA moved Aquarius from the Soyuz 30 to SpaceX's Dragon capsule. That's the reason the flight of these student experiments will be so historic.

According to Jeff Goldstein, director of NCESSE, this whole experience is REAL science and REAL spaceflight. It is not nice and neat. It is not predictable. Often scientists need to get that roll of duct tape out to save the day. Every one of the student teams across the U.S. stepped to the plate in a big way, and we should all be incredibly proud of them.

The Adventure Continues

The launch of Aquarius on Dragon is only the first of the SSEP flight opportunities to ISS. Student teams across the nation are now in the midst of experiment design for Mission 2 to ISS, with a launch in fall 2012. On April 29, 2012, NCESSE announced Mission 3 to ISS, so that schools and school districts that want to be part of this adventure can jump aboard with experiment design and launch during the 2012-2013 academic year.



Comentário: Veja você leitor como são as coisas. Ontem postei em meu comentário na nota sobre a conferência da Estação Espacial Internacional (ISS) uma sugestão ao pessoal da OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica) para que os mesmos enviassem uma delegação a essa conferência visando à possibilidade de negociar (se possível) o envio em médio prazo de um experimento brasileiro a ISS desenvolvido por alunos de escolas públicas e privadas do Brasil. Para tanto, sugerir a OBA que caso fosse possível essa negociação, que a mesma utiliza-se da parceria que tem com a empresa “Acrux Aeroespace Technologies” na organização do Spacecamp, e assim em médio prazo desenvolver com esses alunos um experimento proposto por eles e só por eles. Isso é possível, claro que é, veja o exemplo do professor Cândido Moura da Escola Municipal Tancredo Moreira Neves de Ubatuba (SP) que por iniciativa própria se movimentou e conseguiu realizar para seus alunos o projeto do Tubesat Tancredo-1. Vale dizer também que existe no Brasil nesse campo o exemplo da Secretaria de Educação do Município de São José dos Campos (SP) que durante a realização da “Operação Maracati II” enviou ao espaço o experimento intitulado: “Experimentos Educacionais em Microgravidade (EEM)”, que foram desenvolvidos por alunos dos anos finais (sexto ao nono ano) das escolas municipais de São José dos Campos. Entretanto, esses são exemplos isolados e o experimento da “Operação Maracati II” foi possível devido à existência do Programa de Microgravidade da AEB, que na verdade nunca funcionou adequadamente, já que sua baixíssima frequência de voos não possibilita uma pesquisa consistente e contínua dos experimentos lançados. O exemplo acima é mais um que o blog trás a tona para mostrar a diferenciada visão educacional adotada nessa área mundo afora (isso esta acontecendo na Europa, na Ásia e em breve na África, inclusive em países com menor poder econômico que o Brasil) da adotada no Brasil, onde os eventos direcionados aos estudantes brasileiros deixam muito a desejar, apesar da grande resposta alcançada por alunos de todo o país, o que vem demonstrar o quanto esses jovens estão carentes de conhecimento e de oportunidades. É preciso que a Agência Espacial Brasileira (AEB) se movimente, e crie um programa como esse da NASA (é possível de ser feito pela AEB, já que o IAE tem a sua disposição foguetes de sondagens que poderia ser utilizados por esse programa. Entretanto seria necessário comprometimento e seriedade do governo na liberação de recursos financeiros que possibilitasse a sua execução com frequência) direcionado para diversas faixas etárias de estudantes como está acontecendo lá fora. Note na foto acima ao fundo a garotinha americana trabalhando eu seu experimento, demonstrando que como estamos dizendo a tempos, existe formas de se criar com segurança oportunidades para todas as faixas etárias e áreas (foguetes, experimentos de microgravidade, sondas atmosféricas, experimento astronômicos, robótica espacial, entre tantos outros), bastando para isso atitude. O professor Cândido Moura que o diga. Minha saudações ao mesmo.

Comentários

  1. Assitam com atenção, ou Elon Musk e a sua SpaceX estão determinados a vencer. Mesmo que a acoplagem com a ISS falhe, a cápsula Dragon terá mais algumas oportunidades de teste no segundo semestre, mas a missão principal já foi cumprida: Mostrar aos americanos o tamanho do erro que foi o Space Shuttle ( vulgo onibus espacial ). Isso é o que acontece quando a política se mete em assuntos nos quais não tem o mínimo de conhecimento/interesse.

    O custo para desenvolver tal tecnologia? $300Milhões para desenvolver a cápsula Dragon e o veículo lançador, Falcon 9. Risonho perto do custo dos nossos congressistas com seus carros oficiais e verbas de gabinete, não acham?

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  2. Olá Danilo!

    Concordo com sua visão amigo. Minha vozinha costumava dizer com sua simplicidade interiorana: "cada macaco em seu galho, assim as coisas funcionam melhor".

    Abs

    Duda Falcão
    (Blog Brazilian Space)

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