Série “Ecos no Papel: A Ufologia nos Jornais Antigos” - Edição 8
Caros entusiastas das atividades espaciais!
Pois então, amantes do BS, dando sequência à nossa nova série, "Ecos no Papel: A Ufologia nos Jornais Antigos" trago agora a oitava edição desse projeto criado para apresentar relatos antigos publicados em jornais de diferentes épocas e regiões do mundo. A proposta é mostrar aos nossos leitores e apoiadores que essas histórias — para alguns, “casos”; para outros, meras “estórias” — envolvendo supostos fenômenos ufológicos são muito mais antigas do que muitos imaginam.
Nesta oitava edição, apresento a vocês uma curiosa notícia publicada na edição de 21 de novembro de 1932 do jornal The Citizen - Gloucester - Página 11 (Gloucestershire, Inglaterra). Confira e bom divertimento!
Tradução do artigo para o Português:
"Mistério dos Visitantes Noturnos ao Campo da Morte
O encanto da casa assombrada está ameaçado, pois os fantasmas agora passaram a ocupar os céus e, se tudo o que algumas pessoas de Shepperton afirmam for verdade, encenam todas as noites um desastre de aeroplano em um campo daquela localidade.
Os proprietários dos bangalôs na Ferry Lane acostumaram-se ao ronco noturno dos aeroplanos, que podem ser vistos assim como ouvidos, mas cuja existência não pode ser comprovada por qualquer outra evidência.
O Sr. Harding, que vive em um dos bangalôs, afirma que permaneceu acordado observando em uma noite recente. Por volta das 2 da manhã, ouviu o ronco habitual e, saindo de casa, viu distintamente a luz traseira de um aeroplano.
De repente, o avião mergulhou de nariz, e ele aguardou um choque no campo que faz divisa com a estrada e que foi cenário de um acidente fatal um ou dois anos antes, no qual o Tenente Scholfield perdeu a vida.
Quando o Sr. Harding chegou ao local, não havia nada ali.
O Sr. Dick Turpin, proprietário da Anchor Inn em Shepperton, declarou ontem ao Sunday Pictorial que o aeroplano fantasmagórico era o principal assunto de conversa entre seus clientes, “e agora”, disse ele, “minha esposa juntou-se aos que acreditam nisso.
“Ela me contou que, na noite passada, foi despertada por uma colisão. Pensando que alguém tivesse invadido nossas dependências, levantou-se e olhou pela janela.
“Não havia nada para ser visto no pátio, mas, acima de sua cabeça, um aeroplano de aparência curiosamente branca e nebulosa parecia estar parado no ar. Ela viu suas luzes e ouviu distintamente o ronco do motor.”"
Brazilian Space
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