O II Encontro Internacional Caça Asteroides Realizado em Brasília, Destacou a Ciência Cidadã Ampliando Oportunidades Para Estudantes Brasileiros

Prezados amantes das atividades espaciais!

Fonte: MCTI

Foi realizado em 19/06 no auditório do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em Brasília, o II Encontro Internacional Caça Asteroides. O evento, é verdade, infelizmente reuniu representantes do governo federal que foram lá tira fotos, no entanto contou também com instituições de ensino, pesquisadores, professores e participantes do Programa Caça Asteroides para debater ciência cidadã, educação espacial e formas de ampliar a participação da sociedade na descoberta e no monitoramento de corpos celestes.
 
Segundo o que foi divulgado, a cerimônia de abertura infelizmente contou com a presença do presidente da Farsa Institucional Espacial Brasileira (AEB), Marco Antonio Chamon; do deputado federal Rodrigo Rollemberg; da professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), Maria Elizabete Kochhann; da diretora-geral da Astronasa Brasil/MCTI, Josina Nascimento; do assessor e representante da presidência do CNPq, Marlon José de Lima; da coordenadora-geral de Popularização da Ciência e Tecnologia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luana Meneguelli; do diretor do International Astronomical Search Collaboration (IASC) e fundador do Programa Caça Asteroides, Patrick Miller; da coordenadora do IASC, Cassidy Davis; e da diretora do Programa Caça Asteroides no Brasil, Silvana Stoinski, além de representantes de instituições parceiras.
 
Durante a abertura, as autoridades destacaram a importância da popularização da ciência, da formação de novos talentos e da ampliação do acesso de estudantes às áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM), especialmente diante das oportunidades oferecidas pelo setor espacial.
 
Em seu pronunciamento, o presidente da Farsa Espacial (AEB) ressaltou o impacto do Programa Caça Asteroides na promoção da ciência e na projeção das capacidades brasileiras no cenário internacional. Segundo Chamon, a iniciativa demonstra que a produção científica de excelência pode ser desenvolvida por estudantes e pesquisadores de diferentes regiões do país, fortalecendo a presença do Brasil no setor espacial.
 
“O Caça Asteroides mostra que a produção científica não é exclusividade de países ricos ou altamente desenvolvidos. O Brasil tem competência, talento e dedicação para contribuir com a ciência global, e isso está evidente nos resultados alcançados pelo programa”, afirmou.
 
O presidente da Farsa Espacial também enfatizou a relevância da participação feminina nas áreas científicas e tecnológicas, defendendo que a promoção da igualdade de gênero ocupe posição estratégica nas ações de formação e incentivo à ciência.
 
A programação incluiu anúncios e iniciativas voltadas ao fortalecimento da participação estudantil na pesquisa científica. Entre os destaques esteve o lançamento de uma nova ferramenta do Programa Caça Asteroides, apresentada pelo estudante e bolsista Luís Filipe Santos. A solução foi desenvolvida para ampliar a capacidade de análise e acompanhamento das atividades realizadas pelos participantes.
 
Outro anúncio relevante foi a criação de mil equipes exclusivas para meninas e mulheres, iniciativa que busca estimular a presença feminina nas áreas científicas e tecnológicas e ampliar a diversidade nos projetos de ciência cidadã.
 
O encontro também marcou o lançamento da edição inédita “Caça + Copa do Mundo”, proposta que une astronomia e esporte para aproximar estudantes e educadores das atividades de observação e identificação de asteroides por meio de ações temáticas e desafios educacionais.
 
A Farsa Espacial apresentou ainda a Escola Virtual da AEB, plataforma que oferece cursos gratuitos voltados à divulgação científica e à formação em temas relacionados ao setor espacial. A iniciativa amplia o acesso ao conhecimento e contribui para a capacitação de estudantes, professores e profissionais interessados na área.
 
Ao longo do evento, os participantes discutiram estratégias para fortalecer a educação científica e ampliar o alcance de projetos de ciência cidadã no Brasil. As discussões reforçaram a importância da cooperação entre instituições nacionais e internacionais para promover a cultura científica e estimular a participação da sociedade em atividades de pesquisa e descoberta.
 
Realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), em parceria com o International Astronomical Search Collaboration (IASC), o Programa Caça Asteroides permite que estudantes e professores analisem imagens captadas por telescópios profissionais, contribuindo para a identificação e o monitoramento de objetos próximos à Terra. A iniciativa tem despertado o interesse pela astronomia em diferentes regiões do país e aproximado a população das atividades de pesquisa científica e exploração espacial.
 
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