Quem Faz o MLBR: Ralph Correa

Caros entusiastas das atividades espaciais!
 
Na data de hoje (24/06), a página oficial do arranjo empresarial responsável pelo Projeto do Microlançador Brasileiro (MLBR) deu continuidade à série especial “QUEM FAZ O MLBR”, que apresenta à Sociedade Brasileira os grandes profissionais por trás dessa iniciativa.
 
De acordo com a nota,alguns profissionais acompanham a história do setor aeroespacial brasileiro há décadas. Ralph Correa é um deles.
 
Engenheiro mecânico formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e mestre em Engenharia com tese na área de desenvolvimento de estruturas leves para emprego em foguetes, Ralph faz parte da "velha guarda" de engenheiros que trabalhou nas décadas de 70 e 80 no Instituto de Atividades Espaciais do então Centro Técnico da Aeronáutica (CTA/IAE), instituição que veio a fazer parte do atual Instituto de Aeronáutica e Espaço (DCTA/IAE).
 
Fundador da CENIC Engenharia, empresa que atua há mais de 30 anos em projetos espaciais no Brasil, participando de iniciativas voltadas tanto para satélites quanto para veículos lançadores, colaborando com instituições estratégicas do setor aeroespacial nacional, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).
 
Ralph construiu sua trajetória enfrentando desafios complexos e ajudando a transformar conhecimento em tecnologia aplicada. Um desses desafios foi o desenvolvimento das estruturas dos satélites da série CBERS (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), atualmente em órbita.
 
No MLBR, lidera um grupo de mais de 100 profissionais, sendo responsável tanto pela integração das empresas do arranjo e interlocução com parceiros estratégicos como pelas interfaces perante os diversos agentes governamentais que apoiam o Programa, atuando ainda, como engenheiro, na coordenação do desenvolvimento dos propulsores do veículo.
 
Ralph acredita no potencial da indústria espacial brasileira e na capacidade nacional de desenvolver tecnologias próprias para acesso ao Espaço. Para ele, o projeto representa uma oportunidade concreta de fortalecer a autonomia nacional e impulsionar uma nova fase para o Programa Espacial Brasileiro (PNAE), reprisando a trajetória que, iniciada de forma bastante modesta décadas atrás, levou à consolidação da indústria aeronáutica no Brasil.
 

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