Ministro da Igualdade Racial Visita Quilombolas


Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia 17/07 no site www.badaueonline.com.br sobre a visita do Ministro Edson Santos à região de Alcântara para se encontrar com os representantes de povoados e agrovilas dos Quilombolas.

Duda Falcão

Ministro da Igualdade Racial Fala Sobre Impactos do
Programa Espacial Brasileiro em Alcântara

Secom - MA
17 de julho de 2009

O ministro da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), Edson Santos, cumpre agenda em Alcântara nesta sexta-feira (17). A partir das 8h30, ele terá encontros com representantes dos povoados de Mamuna, Baracatatiua e da agrovila Marudá, em Alcântara, para tratar sobre os impactos que o projeto de expansão do Programa Espacial Brasileiro pode causar às comunidades.

Na visita, Edson Santos será acompanhado pela secretária de Estado de Igualdade Racial, Claudett Ribeiro; pelo subsecretário de Políticas para Comunidades Tradicionais (Subcom), Alexandro Reis; e pelo deputado federal Washington Luiz.

Situado na região metropolitana de São Luís, o município de Alcântara reúne 110 comunidades remanescentes de quilombos, totalizando 3.500 famílias. Embora em 2008 o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) tenha reconhecido o direito dos quilombolas e delimitado a área de aproximadamente 78 mil hectares, os moradores ainda aguardam a emissão dos títulos de posse coletiva das terras ancestralmente ocupadas. Esta é a principal reivindicação das comunidades, que cobram ainda a continuidade das ações sociais do Governo Federal programadas para a região.

O drama dos quilombolas começou na década de 1980, quando o Ministério da Aeronáutica deu inicio à instalação da base de lançamentos de foguetes no município. Por conta da construção, várias famílias foram deslocadas de suas terras de origem e assentadas em agrovilas.

Desde o início de sua gestão na SEPPIR, esta é a segunda visita do ministro a Alcântara, município que é alvo de atenção permanente dos técnicos da Secretaria.


Fonte: Site www.badaueonline.com.br

Comentário: Essa pendência com os Quilombolas não precisaria chegar a esse ponto como chegou se o governo tivesse negociado adequadamente e cumprido o que havia acordado desde o inicio da implantação do CLA. Certamente interesses outros não tão nobres tanto de órgãos do próprio governo e de ongs estrangeiras instaladas na região contribuíram e muito para que a situação chegasse a tal ponto, onde as comunidades Quilombolas são manipuladas e no final serão as grande prejudicadas nessa história toda e o país junto com elas.

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