AGI Promove mais um Treinamento em STK no INPE


Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (13/08) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando a o treinamento em STK (Satellite Tool Kit), que esta sendo realizado nesta semana no instituto.

Duda Falcão

AGI Promove mais um Treinamento em STK no INPE

13/08/2009

Um treinamento em STK (Satellite Tool Kit), uma ferramenta de análise e de operação de missões espaciais e de defesa, está sendo realizado nesta semana no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP). O curso é ministrado por Jens Ramrath, Diogo Rodrigues e Aaron Weiser, da Analytical Graphics Inc (AGI), dos Estados Unidos, que vieram a convite da Divisão de Sistemas Espaciais da Coordenação Geral de Engenharia e Tecnologia Espacial (ETE) e do Serviço de Gestão de Competências da Coordenação de Gestão Interna do INPE.

O curso está estruturado em dois módulos: STK Avançado e STK Standard. De 10 a 12 de agosto, o curso avançado foi dirigido àqueles que participaram do primeiro treinamento em STK ministrado no Brasil, realizado em novembro de 2008, também nas instalações do INPE. O STK Standard acontece em 13 a 14 de agosto, na sala José Nelson, prédio Beta.

Participam profissionais da DEA (Divisão de Eletrônica Aeroespacial), DMC (Divisão de Mecânica Espacial e Controle), DSS (Divisão de Desenvolvimento de Sistemas de Solo e DSE (Divisão de Sistemas Espaciais) da Coordenação Geral de Engenharia e Tecnologia Espacial (ETE), do Centro de Rastreio e Controle de Satélites (CRC), estes do INPE, e também do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e de empresas como Orbital Engenharia, Equatorial Sistemas, Kepler Engenharia e Star One. O mesmo treinamento também está sendo oferecido na Embraer com participação das seguintes empresas: Embraer, Mectron, Avibrás, Atech e Plasmatec.

Os instrutores

Jens Ramrath, B.S. e M.S. em Engenharia Aeroespacial pela Universidade do Texas em Austin, com foco em projeto de missões espaciais e controle de satélites. Na AGI, Jens é responsável pelo suporte aos usuários em projeto de trajetória de satélites e determinação de órbita. Trabalha no sentido de melhorar a precisão dos modelos atmosféricos na compensação de atrasos em sinais GPS e outros sinais emitidos por satélites. Jens trabalhou anteriormente no Centro de Pesquisas Espaciais da Universidade do Texas em Austin (Center for Space Research – University of Texas at Austin, http://www.csr.utexas.edu).

Diogo Rodrigues, mestre pela Universidade Internacional do Espaço (ISU) e engenheiro de Sistemas da AGI, é responsável por avaliação de requisitos, suporte técnico, treinamento e serviços de desenvolvimento de aplicações para os clientes da AGI na Europa e na América do Sul. Possui experiência na indústria aeroespacial em análises de missões para o Centro Europeu de Operações Espaciais (ESOC) da Agência Espacial Européia, Jet Propulsion Lab (JPL) da NASA e Dassault Aviation.

Aaron Weiser, bacharel em Geografia Física e Gerenciamento Ambiental pela Universidade de Maryland, é executivo de contas internacionais da AGI e responsável pela expansão da empresa no mercado internacional.

Aaron tem experiência de mais de 10 anos no mercado aeroespacial e de defesa. Trabalhou durante 7 anos na Space Imaging (GeoEye) como afiliado internacional e gerente de operações.


Fotos do treinamento realizado na sala José Nelson, prédio Beta, na ETE/INPE


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Comentário: Como o leitor pode notar não é por acaso que o INPE é um centro de excelência em atividades espaciais. Sempre buscando o aprimoramento de seus profissionais e de profissionais de outras instituições e de empresas brasileiras. Visando assim a qualificação de todos para a realização dos objetivos do PEB. Mais uma vez minhas sinceras congratulações com esse órgão que certamente é um marco exemplar para o Programa Espacial Brasileiro.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Da Sala de Aula para o Espaço

Top 5 - Principais Satélites Brasileiros

Por Que a Sétima Economia do Mundo Ainda é Retardatária na Corrida Espacial