Comandante da Força Aérea Recebe Visita do Tenente-Coronel Marcos Pontes

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (29/11), no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que Comandante da Força Aérea recebeu a visita do Tenente-Coronel Marcos Pontes.

Duda Falcão

ESPAÇO

Comandante da Força Aérea Recebe Visita
do Tenente-Coronel Marcos Pontes

Indicado para Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações
e Comunicações, astronauta acredita em alinhamento de projetos

Por Tenente Jonathan Jayme
Revisão: Capitão Landenberger
Edição: Agência Força Aérea
Publicado: 29/11/2018 - 21:10

Fotos: Soldado Wilhan Campos

Um encontro entre o Comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, e o Tenente-Coronel da Reserva e astronauta Marcos Pontes - indicado para ser o Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações no próximo governo - foi realizado, nesta quinta-feira (29), para tratar de projetos da área espacial em desenvolvimento no país e outras possibilidades relacionadas à Pasta.

A reunião, ocorrida no Comando da Aeronáutica, em Brasília (DF), teve, ainda, a participação do Comandante-Geral do Pessoal da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez; do Secretário de Economia, Finanças e Administração da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar José Magno Resende de Araujo; do Presidente da Comissão de Coordenação e Implantação de Sistemas Espaciais (CCISE), Tenente-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar; do Chefe do Gabinete do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno; além de Oficiais-Generais da ativa e da reserva da FAB.


O Tenente-Coronel Marcos Pontes disse que esse primeiro encontro vislumbrou um alinhamento futuro entre projetos da FAB e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, principalmente aqueles que tratam da área espacial. Sobre o Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), o futuro Ministro disse que deve haver uma cooperação por parte da Pasta. "Temos componentes militares e civis que podem ser alinhados" completou.

De acordo com o Tenente-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar, a reunião tratou da necessidade de transformar o Programa Espacial em uma ação verdadeiramente de Estado. "Marcos Pontes entende perfeitamente o sistema, conhece outras nações que tem programas velozes, importantes e bem colocados", falou. O Presidente da CCISE concluiu que é importante ter o setor de Defesa como uma célula dos programas espaciais.

Reunião aconteceu no Comando da
Aeronáutica , em Brasília.
O Tenente-Coronel e astronauta falou sobre
cooperação entre instituições.
Tenente-Brigadeiro Aguiar: Programa precisa
ser verdadeiramente de Estado.

Assista ao vídeo das entrevistas com o Tenente-Coronel Marcos Pontes e com o Tenente-Brigadeiro Aguiar:



Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Comentário: Pois é leitor, está é uma boa notícia, transformar o PEB em Programa de Estado é uma reivindicação da Comunidade Espacial de mais de 25 anos, e em minha opinião deveria ter sido implantada desde que o Programa foi criado no inicio dos anos 60. Isto é visão amigo leitor e comprometimento com o futuro, justamente como houve em outros países que conduzem seus programas espaciais com seriedade, mas que infelizmente para nós, nesta destrambelhada e corrupta Republica das Bananas, raríssimas foram às vezes em que tivemos visão e comprometimento com qualquer coisa que não fosse dos interesses de bandoleiros. Existe hoje leitor o PESE (Programa Estratégico de Sistemas Espaciais) que é muito bem definido pelo Comando da Aeronáutica (eles sabem o que querem e estão lutando para conseguir) e um livreto fantasioso impresso aos milhares todo colorido em uma edição muito bonita chamado PNAE (Programa Nacional de Atividades Espaciais), este sob a coordenação de nossa Agencia Espacial de Brinquedo (AEB). Sabe leitor, o engraçado é que esse livreto (PNAE) não serve nem como livro de histórias (pois as crianças não entendem o que está escrito) e nem como livro de desenho para elas (devido ao tipo do papel usado), e para ser mais explicito, muito menos como papel higiênico, talvez só sirva mesmo como combustível para fogueira de São João. Em resumo, dinheiro do contribuinte jogado no lixo. Voltando a este encontro do Astronauta com o Comandante da FAB, eu diria que até uns 3 ou 4 anos atrás eu ainda acreditava que o PEB poderia ser conduzido conjuntamente com os militares, hoje cheguei a conclusão de que o melhor para o Brasil seria que as atividades espaciais brasileiras civis e militares estivessem sob a coordenação de diferentes órgãos com orçamentos distintos (como ocorre nos EUA), não significando com isso que não possam  trabalhar conjuntamente em projetos de interesse civil e militar (como a NASA faz com Força Aérea Americana nos EUA), mas que cada área tivessem o seu próprio Órgão forte organizado e eficiente, o seu rumo definido (a FAB já tem o seu PESE) e infraestrutura físicas e humanas distintas, ou mesmo complementares neste inicio de mudança. Creio que assim leitor, as nossas atividades espaciais avançariam rapidamente, isto é, desde que a mesma fosse conduzida pelo Governo Executivo com sapiência, visão, comprometimento e como um verdadeiro programa de estado. Vamos torcer leitor para que a dobradinha Bolsonaro/Pontes realmente façam o melhor para o Brasil e para o nosso 'Patinho Feio'. Afinal, devemos isso as próximas gerações e o debito já é enorme. Saravá meu pai.

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