A Startup "SpaceAI" Irá Testar Uma Transação em Criptomoeda a Partir da Órbita Durante Um Vôo do Foguete Aventura-1 da Startup Argentina TLON Space
Prezados entusiastas das atividades espaciais!
Credito: TelcoNews
Enquanto o governo brasileiro e sua “Farsa Espacial (AEB)” segue simulando avanços no setor, apoiando-se em falácias recorrentes e narrativas voltadas a influenciar a Sociedade Brasileira com fins eleitoreiros, o site britânico TelcoNews informou que a startup britânico-americana SpaceAI realizará o teste de uma transação em criptomoeda a partir da órbita, durante o voo do foguete Aventura-1, da startup argentina TLON Space.
Pois então, de acordo com a nota do site, a SpaceAI planeja tentar realizar uma transação de criptomoeda a partir do espaço durante um lançamento com a TLON Space. O teste deverá ocorrer a bordo do veículo Aventura-1, da Argentina.
Durante o voo, a empresa pretende executar uma transação em blockchain na Base, rede Ethereum Layer 2 da Coinbase, utilizando seu nó de computação NIO integrado aos sistemas de bordo do foguete. A transação deverá cunhar um token não fungível (NFT) vinculado a uma obra do artista argentino Eugenio Cuttica, pintada no segundo estágio do foguete.
O NFT deverá ser colocado à venda enquanto o foguete estiver em órbita terrestre baixa. A transação será conduzida por meio de uma combinação de computação embarcada e da rede distribuída de estações terrestres da SpaceAI, com o IPFS da Protocol Labs sendo utilizado para gerenciar o ativo digital.
A missão também marcará a primeira demonstração em órbita do stack NIO da SpaceAI como parte de um sistema de lançamento. O NIO é o sistema modular de computação da empresa, projetado para conectar processamento embarcado, comunicações e gerenciamento de dados entre ativos no espaço e sistemas na Terra.
Teste Orbital
A SpaceAI está construindo uma rede de nós de computação para implantação em órbita. O objetivo é permitir que satélites e outros sistemas espaciais processem dados, coordenem comunicações e troquem instruções sem depender totalmente de infraestrutura baseada na Terra.
Essa abordagem aborda uma limitação de longa data nas operações de satélites. Enviar dados de volta à Terra para processamento pode gerar atrasos e consumir largura de banda, especialmente à medida que constelações de satélites crescem e sistemas assumem papéis mais autônomos.
A SpaceAI argumenta que posicionar recursos computacionais mais próximos de onde os dados são gerados pode permitir decisões mais rápidas em órbita. Neste teste, o elemento financeiro pretende demonstrar que sistemas no espaço poderiam trocar valor diretamente, não apenas dados.
A demonstração reúne parceiros tecnológicos como a Ethereum Foundation, NVIDIA e Lime Microsystems. A TLON Space, que desenvolveu o veículo Aventura-1, está usando a missão para avançar seu trabalho em tecnologia de lançamento de menor custo.
Objetivo Mais Amplo
Embora a tarefa imediata seja uma única transação em blockchain, a SpaceAI está posicionando o lançamento como um teste de infraestrutura distribuída entre a Terra e o espaço. O sistema integra o nó embarcado com estações terrestres, permitindo que tarefas sejam processadas em ambos os ambientes como um único cluster.
Isso é importante porque o setor espacial comercial está avançando para constelações mais complexas e espaçonaves cada vez mais orientadas por software. Operadores estão explorando formas de reduzir a dependência de intervenção constante a partir da Terra, à medida que satélites assumem mais funções de sensoriamento, comunicação e tomada de decisão automatizada.
Possíveis usos dessa abordagem incluem coordenação entre satélites, troca segura de informações entre ativos espaciais e pagamentos máquina a máquina em órbita. Esses conceitos ainda estão em estágio inicial, mas a missão pretende fornecer um exemplo prático de infraestrutura de computação e transação operando além da Terra.
A escolha de uma obra de arte digital para a transação adiciona um elemento voltado ao público a um teste que, de outra forma, seria focado na integração de sistemas. Ao vincular o token a uma pintura física no foguete, a missão combina um processo simples de blockchain com uma carga visível associada ao próprio voo.
Fundada em Londres e São Francisco, a SpaceAI está focada em construir infraestrutura de computação distribuída para uso no espaço. Sua premissa é que futuras redes espaciais precisarão de processamento local e coordenação para suportar operações autônomas em larga escala.
“Esta missão representa uma demonstração inicial importante de como será a próxima geração de infraestrutura espacial. Sistemas espaciais não podem depender indefinidamente de enviar todos os dados de volta à Terra antes que algo aconteça. Ao colocar computação e inteligência diretamente em órbita, possibilitamos sistemas mais rápidos e autônomos, capazes de operar na escala que a economia espacial exigirá”, disse Diego Favarolo, fundador e CEO da SpaceAI.
Aproveitamos a oportunidade para expressar ao nosso público agradecimento ao amigo argentino Martin Marteletti, pelo envio dessa notícia..
Brazilian Space
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