Startup Indiana Avança no Desenvolvimento de Sistema de Micropropulsão Para Pequenos Satélites
Caros entusiastas das atividades espaciais!
Pois então, caros compatriotas, enquanto aqui no Brasil temos de conviver diariamente com narrativas e falácias propagadas pelos órgãos públicos e por algumas empresas apadrinhadas pelo sistema sobre o atual momento do PEB Governamental, bem como com pessoas mentirosas, narcisistas, oportunistas e falsas, coisa, compatriotas, que, acreditem, não me faz nenhum bem, muito pelo contrário, esta é uma época em que a notícia flui tão rapidamente graças à criação da internet que fica muito difícil aos mal-intencionados esconderem o que se passa ao redor do mundo.
Mundo esse, compatriotas, vale dizer, que não está nem aí para os nossos problemas e para os de nosso pífio programa espacial. Ele avança — e rápido. E assim, salve-se quem puder.
Pois então, como um pequeno exemplo disso, vocês já ouviram falar de uma startup chamada Brahmion Spacetech Pvt. Ltd.? Sim?, Não?
Pois é, essa empresa, uma Spacetech privada criada na Índia por Ayush Sahu (CEO) e Mayank Bhardwaj (CTO), em 4 de abril de 2025 — ou seja, há pouco mais de um ano —, incubada no "Startup Incubation and Innovation Center (SIIC)", do IIT Kanpur, em Uttar Pradesh, na Índia, é especializada no desenvolvimento de monopropelentes ecológicos, como misturas de HAN-ADN e HTP, e sistemas catalisadores cerâmicos como alternativas mais seguras à hidrazina tóxica.
Pois então, ocorre que, no dia de ontem (12/01), a empresa postou em sua página oficial no LinkedIn que estava um passo mais perto de colocar propulsão na próxima geração de pequenos satélites.
De acordo com a nota divulgada, no mesmo dia 12/09, a empresa havia testado com sucesso o seu Micro-Pulse Thruster baseado em PCB, projetado especificamente para CubeSats, MicroSats e MiniSats, para controle de atitude e manobras orbitais.
Impulsionado pelo próprio propelente criado pela empresa, o BHP-95, e pelo sistema multicatalítico, este teste marca um marco importante na jornada da Brahmion para construir sistemas de propulsão de satélites leves e compactos.
E o mais importante ainda, segundo a nota divulgada, é que a empresa demonstrou que materiais baseados em PCB podem ser utilizados para o desenvolvimento de micropropulsores, abrindo novas possibilidades para uma propulsão altamente miniaturizada.
A nota é finalizada dizendo que há um longo caminho pela frente: mais testes, qualificação e, eventualmente, demonstração em órbita. Mas, no dia de ontem, a empresa chegou um passo mais perto, encontrando novos caminhos pelo universo.
Brazilian Space
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