MLBR Avança no ProSAME e Chega à Terceira Etapa do Processo de Habilitação

Prezados entusiastas das atividades espaciais!

Em seu contínuo compromisso de manter uma relação aberta e transparente com a Sociedade Brasileira, o arranjo empresarial do Projeto MLBR publicou ontem (25/08) em sua página no LinkedIn mais uma nota atualizando sobre suas ações, que o BS reproduz abaixo na íntegra. Confiram!

De acordo com a nota, o MLBR foi selecionado para a Carteira de Habilitação do ProSAME, procedimento da Agência Espacial Brasileira (AEB) que avalia as missões que poderão integrar o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE).

Com isso, o MLBR chega à terceira das quatro etapas do processo e passa agora pelas análises financeira e de aderência às prioridades do Programa Espacial Brasileiro.

A conquista é especialmente importante quando olhamos para o futuro do projeto. Até aqui, o desenvolvimento do MLBR tem sido viabilizado por recursos da FINEP, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que permitiram mobilizar empresas, profissionais e diferentes competências da indústria nacional para desenvolver as tecnologias e os sistemas que compõem o foguete.

O próximo desafio é criar condições para que esse trabalho tenha continuidade no longo prazo, permitindo que o conhecimento e os investimentos já realizados se transformem em uma capacidade efetiva do País.

O PNAE é o principal instrumento de planejamento das atividades espaciais brasileiras e estabelece as prioridades do setor para o período de 2022 a 2031.

Para o MLBR, avançar no ProSAME significa construir um caminho institucional para um objetivo estratégico: transformar o desenvolvimento de um foguete em uma capacidade operacional brasileira de lançamento de pequenos satélites.

Uma capacidade que pode ampliar a autonomia do País no acesso ao espaço, fortalecer a indústria nacional e gerar conhecimento e tecnologias com aplicações em diferentes setores da economia e da sociedade.

O MLBR é desenvolvido por CENIC, Concert, Delsis, ETsys e Plasmahub, com financiamento da FINEP e acompanhamento técnico da AEB.


Caros compatriotas, Vou ser direto e objetivo quanto ao conteúdo desta nota, divulgada pelo arranjo empresarial responsável pelo projeto. Fazer parte do ProSAME, na verdade não contribui efetivamente — ou contribui muito pouco — para garantir a conclusão do projeto, tampouco para assegurar a contratação do foguete para futuras missões. Isso é pura falácia. Basta observar os resultados efetivos do ProSAME desde sua criação para chegar a essa conclusão: a carteira dessa palhaçada só aumenta, enquanto muito pouco ou nada de efetivo foi entregue, além das guloseimas oferecidas durante as reuniões desta inicitiva promovida por essa piada espacial.

A questão é simples: não há recursos. Essa pseudo-agência espacial dispõe de um orçamento pífio, que mal permite custear as viagens internacionais de turismo de seus gestores e apoiadores, além de algumas ações voltadas à promoção de sua imagem.

Entretanto, esse jogo de cena político acaba sendo necessário para as empresas que integram o projeto. Afinal, esses energúmenos são rancorosos e, se não podem oferecer apoio efetivo, têm o poder de dificultar ou até mesmo atrapalhar seu andamento nos bastidores, enquanto tiram de bons moços para a sociedade.

Aproveitamos para agradecer publicamente ao nosso amigo e membro do canal do BS, Sr. Carlos Cassio de Oliveira, pelo envio desta nota.

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