Comitiva de 'Zezinhos' da Piada Espacial Visita em São José dos Campos as Sedes das Empresas Envolvidas Com o Projeto MLBR

Caros amantes das atividades espaciais!
 
Pois bem, compatriotas — brasileiros de verdade que, como eu, são apaixonados por essa joça chamada República Federativa do Brasil (sabe lá ainda por quanto tempo) — o arranjo empresarial responsável pelo Projeto MLBR publicou ontem (24/10), em suas redes sociais, mais uma breve nota informado que uma comitiva da Piada Espacial Brasileira (AEB) esteve em São José dos Campos-SP, na última semana, para conhecer de perto as instalações das empresas responsáveis pela construção do Microlançador Brasileiro (MLBR) e para acompanhar a evolução do projeto e dos sistemas que integram o veículo.
 
A delegação, formada pelos "Zezinhos" da piada espacial, Paolo Gessini, Eduardo Quintanilha, Rodrigo Leonardi e Alexandre Oliveira, percorreu as unidades da Cenic, Plasmahub, Delsis e ETSYS, esta última responsável pelo laboratório de testes ambientais utilizado na qualificação das redes elétricas do veículo.
 
De acordo com a nota, embora a Concert Space não possua unidade no município, a empresa esteve representada pelo sócio Angelo Fares, que apresentou atualizações e perspectivas do time de engenharia.
 
Os representantes da AEB também visitaram o Parque Tecnológico da UNIVAP e a Bizu Space — parceira estratégica do MLBR. A startup atua em conjunto com a engenharia de sistemas do programa e está conduzindo o desenvolvimento de um motor foguete líquido para o futuro terceiro estágio do veículo, ampliando a capacidade operacional e comercial do foguete.
 
O encontro proporcionou trocas técnicas relevantes, aproximação institucional e estímulo à cooperação entre os agentes envolvidos. Para as empresas do setor, a presença da AEB representa um importante gesto de apoio à indústria espacial nacional e fortalece o compromisso conjunto com inovação, soberania tecnológica e formação de capacidades críticas para o país.
 

Caros compatriotas, ao refletirmos sobre a visita desses energúmenos da “Piada Espacial” às empresas envolvidas no projeto — que, evidentemente, os receberam cordialmente por motivos óbvios — fica evidente o quanto o Brasil ainda é um país de faz de conta. De um lado, profissionais comprometidos, empenhados em gerar resultados concretos para a sociedade; do outro, oportunistas que buscam se beneficiar desses resultados sem jamais contribuir de fato. Essa infelizmente é a realidade do nosso país, e não se limita às atividades espaciais.
 
Brazilian Space
 
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