Projeto MLBR: Testes Ambientais - Como Simulamos o Espaço Para Testar um Foguete?
Caros amantes das atividade espaciais!
Pois então, diferentemente das posturas adotadas no passado — e ainda hoje — por instituições como a FAB, DCTA, IAE, MCTI, AEB e seus respectivos apadrinhados, que infelizmente perpetuam um sistema de desinformação baseado em comunicados fantasiosos, falaciosos ou recheados de tentativas de “dourar a pílula” (que mais se assemelha a uma cápsula de cianureto), o arranjo empresarial responsável pelo Projeto MLBR tem se destacado por adotar uma comunicação direta, transparente e respeitosa com a Sociedade Brasileira. Essa postura, veiculada principalmente por meio das redes sociais do projeto, merece reconhecimento e elogios, pois reflete o comprometimento dessas empresas com a correta aplicação dos recursos públicos — algo que, lamentavelmente, não se observa com a mesma clareza entre suas contrapartes governamentais.
Seguindo essa linha de clareza e compromisso com a informação, o arranjo empresarial do Projeto MLBR publicou ontem (26/09), em suas redes sociais, mais uma nota de esclarecimento à sociedade. Desta vez, o tema abordado foram os testes ambientais, explicando como e por que eles são realizados antes do lançamento de um foguete.
De acordo com a nota divulgada, antes que um foguete seja lançado ao espaço, seus componentes passam por rigorosos testes laboratoriais, cujo objetivo é garantir que estejam aptos a enfrentar todas as condições da missão. Equipamentos de última geração são utilizados para simular o ambiente de voo, permitindo prever falhas potenciais nas etapas de manuseio, transporte, montagem, integração e voo propriamente dito.
Esses ensaios ambientais seguem normas técnicas específicas que definem os níveis de exigência compatíveis com as condições reais a que os veículos lançadores estarão submetidos.
Apesar de as máquinas de teste serem extremamente robustas, elas não possuem capacidade para reproduzir os esforços em escala real, considerando a grande massa e as dimensões de um lançador espacial. Por essa razão, os testes são realizados em módulos, subconjuntos e componentes específicos.
No âmbito do desenvolvimento do Projeto MLBR, a empresa coexecutora ETSYS Indústria e Tecnologia em Sistemas Ltda é a responsável pela condução dos ensaios ambientais, os quais são aplicados aos subsistemas que compõem as redes elétricas do lançador. Entre os itens avaliados estão: baterias, computadores de bordo, sistemas inerciais de navegação, unidades de suprimento de energia e atuadores de piro-eventos de separação — todos elementos fundamentais para o funcionamento e o sucesso de uma missão espacial.
No carrossel publicado, é possível acompanhar como funcionam as etapas de Qualificação e Aceitação dos componentes do MLBR. A aplicação conjunta desses dois níveis de teste permite não apenas comprovar a resistência do projeto como um todo, mas também identificar falhas potenciais em cada componente, assegurando a confiabilidade necessária para o êxito da missão.
Brazilian Space
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