terça-feira, 24 de novembro de 2015

O IEAv Promove o 6º Workshop Sobre os Efeitos das Radiações Ionizantes em Componentes Eletrônicos e Fotônicos de Uso Aeroespacial (WERICE)

Olá leitor!

Segue uma nota postada dia (18/11) no site do Instituto de Estudos Avançados (IEAv) destacando que este instituto promoveu com sucesso o “6º Workshop Sobre os Efeitos das Radiações Ionizantes em Componentes Eletrônicos e Fotônicos de Uso Aeroespacial (WERICE)”.

Duda Falcão

O IEAv Promove o 6º Workshop Sobre
os Efeitos das Radiações Ionizantes em
Componentes Eletrônicos e Fotônicos
de Uso Aeroespacial (WERICE)

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Promovido este mês de novembro, no ITA, e organizado pelo Instituto de Estudos Avançados (IEAv) e pelo Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, o 6º WERICE abordou os problemas decorrentes dos efeitos da radiação de origem cósmica em equipamentos embarcados em satélites e aeronaves.


A cerimônia de abertura contou com a presença do Exmo. Sr. Brigadeiro Engenheiro Leonardo Magalhães Nunes da Silva, Vice-Diretor Interino do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), do Magnífico Reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), do Presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB); dos diretores do INPE, IEAv, CTI e Magnífico Reitor da FEI, além de pesquisadores, alunos e representantes da iniciativa privada.


O Dr Odair Lelis Gonçalez, do IEAv, Coordenador do 6º WERICE, observou a importância do evento como aglutinador de interesses interinstitucionais para o desenvolvimento no país de circuitos integrados robustos e tolerantes à radiação ionizante deorigem cósmica para aplicações aeroespaciais. O tema central do evento foi a capacitação das instituições e empresas brasileiras para a especificação, seleção, aquisição, produção, testes e qualificação de componentes eletrônicos, circuitos integrados dedicados e sistemas eletrônicos robustos e tolerantes à radiação ionizante para aplicações aeroespaciais e defesa, bem como, a pesquisa e desenvolvimento de técnicas de mitigação desses efeitos em sistemas embarcados em satélites e aeronaves. Esse conhecimento é estratégico para o Brasil não somente para contornar embargos a componentes eletrônicos para satélites e outros dispositivos, mas também para propiciar à Indústria Aeroespacial Nacional melhores condições de competição nesse mercado de componentes altamente sofisticados e de altíssimo valor agregado.



Fonte: Site do Instituto de Estudos Avançados (IEAv)

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