sábado, 28 de novembro de 2015

2015 Já Foi. O que Podemos Esperar Para 2016?

Olá leitor!

Bom caro amigo, fora a missão da “Operação MASER 13” ainda em andamento na Base de Esrange, em Kiruna, na Suécia (já realizou cinco tentativas de lançamento sem sucesso devido ao mal tempo) se não houver alguma surpresa até o final do ano, estão encerradas as atividades espaciais significativas do Brasil no ano de 2015 e até diríamos de forma melancólica se considerarmos somente as atividades realizadas exclusivamente pelo nosso país.

As atividades significativas do país no ano de 2015 se resumiram:

* ao lançamento bem sucedido do Cubesat Brasileiro AESP-14 da Estação Espacial Internacional (ISS) em 05/02/2015, mas que infelizmente veio a falhar e assim não entrou em operação no espaço.


* O lançamento do Nanosatélite Brasileiro SERPENS-1 da UnB e de outras universidades brasileiras e estrangeiras da Estação Espacial Internacional (ISS) em 17/09/2015, este de forma bem sucedida já que o satélite funcionou e se encontra atualmente em perfeita operação no espaço, coisa que confesso não acreditava ser possível (acreditava mais no sucesso do AESP-14) devido a desastrosa coordenação do projeto realizada pela sua coordenadora italiana, mas que teve o projeto salvo graças a dedicação e a perseverança dos alunos envolvidos.


* O desastroso e melancólico incidente (ainda a ser explicado pelo IAE) com o foguete VS-40M da “Operação São Lourenço” que em minha opinião não só destruiu o sonho de continuidade deste importante Projeto SARA (algo já difícil mesmo antes desta tentativa de lançamento), bem como colocou em cheque outros importantes e cruciais projetos do Brasil no espaço.


Além desses eventos, desde fevereiro deste ano (fora a “Operação MASER 13” em andamento) o Brasil já participou de oito missões estrangeiras realizadas das Bases de Esrange, na Suécia, e Andoya, na Noruega, de onde foram lançados nove foguetes brasileiros, sendo cinco VSB-30, dois VS-31/Orion (novo foguete), um VS30/Orion e um VS-30. As Operações realizadas foram:









Todas essas operações foram realizadas com total sucesso, com exceção da Operação HIFIRE 7, mas não por falha do foguete brasileiro utilizado nesta missão (o VSB-30 V0 13) e sim da sua carga útil, isto é, segundo chegou a meu conhecimento, coisa que implicará na realização de uma nova missão em breve.

Pois é leitor, apesar da consolidação do reconhecimento internacional da tecnologia brasileira de foguetes de sondagem, como você mesmo pode notar pelo número de operações realizadas este ano além mar, para um país com mais de 50 anos de atividades espaciais as vitórias alcançadas pelo Brasil estão bem aquém do que poderiam e foi prometido e divulgado através da mídia pelo desgoverno desta demente, mesmo antes do inicio do ano. Se não vejamos:

* Lançamento do Nanosatélite ITASAT-1 do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

* Lançamento do Picosatélite Tancredo-1 (Ubatubsat como eles insistem em dizer)

* Realização da Operação Santa Bárbara 1 (Operação simulada de lançamento e integração de todos subsistemas do VLS-1 com a torre de controle e de lançamento do veículo)

* Realização de uma operação de lançamento de um Foguete VSB-30 para atender a primeira fase do 4º AO (Anuncio de Oportunidades) do Programa Microgravidade da AEB.

Bom leitor com relação a essas promessas de 2015, talvez só mesmo o lançamento dos satélites citados acima e o lançamento do VSB-30 do Programa Microgravidade, venham realmente a ser realizados em 2016, juntando-se a possibilidade de também ocorrerem os lançamentos dos Nanossatélites NanosatC-Br2 do INPE e o “14-BISat” do Instituto Federal Fluminense (IFF) este ligado ao Projeto Internacional QB50, que está previsto para ser lançado (creio eu) em fevereiro de 2016.

Já a “Operação Santa Bárbara 1”como inicialmente planejada pelo IAE, não tem a menor possibilidade de ser realizada em 2016, há não ser que seja realizada sem as redes elétricas do veiculo e sem o SISNAV (Sistema de Navegação) para dar assim uma satisfação ao Sociedade e ao mesmo tempo fazer propagada enganosa em favor do desgoverno desta debiloide irresponsável que está no poder.

Seria na realidade a repetição da “Operação Salina” (veja abaixo), uma operação de lançamento simulada realizada entre junho e julho de 2012 que hoje estou convicto só foi realizada mesmo por pura propaganda, já que tudo que foi feito nesta operação terá que ser repetido na operação com as redes elétricas do veículo e o SISNAV antes do lançamento propriamente dito.


Vale lembrar leitor o que eu disse dias atrás a um garotinho filho de um amigo meu (veja o meu comentário na nota anterior), ou seja, hoje estou plenamente convicto de que o plano desses vermes do PT (caso se mantenham no poder) é conduzir a questão do veículo lançador brasileiro em ‘Banho Maria’ até o ano de 2022 (veja o que disse (há meu ver por descuido) nesta matéria de 2010 o então ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da Republica do desgoverno Lula, Samuel Pinheiro Guimarães, que curiosamente, rsrsrsrs, não voltou a ser repetido na mídia) como parte integrante do tal ‘Plano Brasil 2022’ engendrado por eles, plano este que previa como meta a colocação em órbita de dois satélites geoestacionários brasileiros e o lançamento do primeiro veículo lançador de satélites (VLS) até o ano 2022, quando o país estará completando o seu bicentenário de independência.

Várias questões podem ser levantadas do porquê disto (caso eu realmente esteja certo), mas diante da índole desses vermes não há como não levar em conta a possibilidade desses energúmenos de merda estarem vendendo o futuro do país a grupos e a países estrangeiros, afinal exemplos de corrupção então brotando de todos os lados deste desgoverno de merda, e cá pra nós, neste setor onde existe o envolvimento de interesses nacionais e de inúmeros recursos financeiros, para quem tem uma índole discutível e poder na mão, abre-se uma boa oportunidade para negócios escusos.

Duda Falcão

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