quinta-feira, 13 de setembro de 2018

O Que Houve Com a Missão ASTER?

Olá leitor!

Semana passada eu fui questionado por um de nossos leitores como estavam às atividades de desenvolvimento da fantástica Missão ASTER, missão esta coordenada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), em parceria com o INPE e diversas outras instituições de pesquisa e universitárias espalhadas pelo Brasil que, visava levar ao sistema triplo de asteroides “2001 SN263” a primeira sonda espacial brasileira de espaço profundo.

Sinceramente naquele momento fiquei sem saber o que dizer a este entusiasta das atividades espaciais brasileiras, e só lhe disse que a ultima informação que eu havia tido foi que uns dos idealizadores e coordenador desta importante missão, o Prof. Dr. Othon Cabo Winter, havia estado dia 30/06 deste ano na UNESP de Guaratinguetá (SP) para ministrar no auditório do Departamento de Matemática uma palestra denominada “Missão ASTER: Primeira Missão Espacial Brasileira Para o Espaço”.

Porém antes deste evento, vale aqui dizer leitor que, segundo informações obtidas pelo Blog, a grande dificuldade do grupo envolvido com esta desejada missão era a falta de recursos que ameaçava de morte no nascedouro esta fantástica missão científica e tecnológica brasileira.

Houve até um período em que pareceu que esta missão poderia sair do papel quando, no segundo desgoverno da petista DILMA ROUSSEFF, fontes governamentais começaram a sinalizar que estava nos planos de seu desgoverno a realização desta missão em parceria com os russos. Entretanto, como era de se imaginar, pelo menos até onde temos ciência, tudo não passou de uma ‘cortina de fumaça’, e ao final a petista acabou impeachmada e as esperanças (de quem acreditou) mais uma vez frustradas.

Concepção artística da Sonda ASTER

O evento realizado em junho na UNESP, demostra (pelo menos até aquela data) que, a missão continuava na pauta deste grande grupo formado por mais de dez instituições brasileiras, uma verdadeira esquadra que tem como objetivo não só a pesquisa em C&T, bem como também colocar o Brasil no clube das nações que já realizaram e realizam missões de espaço profundo.

Só resta agora torcer leitor para que o próximo governo (para o bem de todos o do Bolsonaro) tenha a sensibilidade de realmente dar um rumo desenvolvimentista as atividades espaciais do país, e que esta missão, bem como outras tão importantes quanto, possam finalmente deixar o campo da fantasia.

Entretanto leitor, a pergunta titulo deste artigo continua valendo, e quem sabe um dia poderá ser respondida por aqueles que tem o poder para isso, vamos aguardar.

Duda Falcão

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