quarta-feira, 22 de março de 2017

Greve na Guiana Francesa Continua, e Brasil Volta a Adiar Lançamento de Satélite

Olá leitor!

Segu abaixo uma notícia postada ontem (21/03) no site “G1” do globo.com, informando  que foi adiado mais uma vez (devido a greve em andamento na Guiana Francesa) o lançamento do Satélite Frankenstein Francês SGDC comprado pelo Brasil.

Duda Falcão

ECONOMIA

Greve na Guiana Francesa Continua, e Brasil Volta a Adiar Lançamento de Satélite

Previsão inicial do governo era lançar satélite nesta terça (21), mas, com greve no país,
adiou para esta quarta (22) e, agora, quinta (23). Projeto custou R$2,1 bilhões.

Por Luciana Amaral,
G1, Brasília
21/03/2017 16h24
Atualizado há 11 horas

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Comunicações informou nesta terça-feira (21) que o governo voltou a adiar o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) em razão de uma greve na Guiana Francesa, de onde será enviado para o espaço.

A previsão inicial do Brasil era lançar o satélite nesta terça, mas, com a greve, adiou para quarta (22) e, agora, para quinta (23), entre 17h31 e 20h20 (horário de Brasília). Ao todo, o projeto custou R$ 2,1 bilhões.

De acordo com a imprensa da Guiana Francesa, a greve local é promovida por funcionários de uma empresa de energia elétrica e de um centro médico. Durante os protestos, foram feitas barricadas na entrada do centro espacial com carros, pneus e pedaços de madeira.

O Satélite Brasileiro

O satélite gira na mesma velocidade da Terra e fica "estacionado" sobre um mesmo ponto do planeta. Ele é utilizado em telecomunicação, meteorologia e comunicações militares. Atualmente, o governo aluga o sinal de satélites privados.

O equipamento será o primeiro satélite brasileiro que poderá ser utilizado para fins civis e militares.

Entre os objetivos do satélite, estão:

* ampliar a oferta de internet banda larga no Brasil (com foco em áreas de difícil acesso);

* ajudar as Forças Armadas em operações nas fronteiras;

* auxiliar ações de resgate em alto mar;

* ajudar a segurança do espaço aéreo.

Construção

O satélite pesa 5,8 toneladas e tem 5 metros de altura. O equipamento vai ficar posicionado a 36 mil quilômetros da Terra e cobrirá todo o território brasileiro, além do Oceano Atlântico. A previsão de vida útil do satélite é de 18 anos.

A construção do satélite foi feita em Cannes e Toulouse, na França, pela empresa Thales Alenia Space, e durou 2 anos. O projeto foi supervisionado pela Visiona Tecnologia Espacial (parceria entre Embraer e Telebras).

De acordo com o Ministério da Defesa, o processo envolveu transferência de tecnologia e intercâmbio entre profissionais brasileiros dessas empresas e da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).


Fonte: Site “G1” do globo.com – 21/03/2017

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