segunda-feira, 27 de abril de 2015

Ciência Sem Fronteiras Traz Especialista em Astronáutica Para UnB

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (24/04) no site da “Agência Espacial Brasileira (AEB)”, destacando que o programa “Ciências sem Fronteiras” traz especialista em astronáutica para Universidade Brasília (UnB).

Duda Falcão

Ciência Sem Fronteiras Traz Especialista
em Astronáutica Para UnB

Coordenação de Comunicação Social-AEB

Foto: Valdivivo Jr/AEB
O professor Stephen Gabriel (E) recebeu as boas vindas
do presidente da AEB, José Raimundo Braga.

Brasília, 24 de abril de 2015 – O pesquisador Stephen Gabriel, da Universidade de Southampton, na Inglaterra, foi recebido na quinta-feira (23) pelo presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho. Gabriel está no Brasil como integrante do programa Ciência Sem Fronteiras Espacial (CsF Espacial).

O pesquisador desenvolverá no Campus Gama, da Universidade de Brasília (UnB) pesquisas no campo de propulsão elétrica.

O estudo que será desenvolvido em parceria com o professor Paolo Gessini, está relacionado ao uso dos cátodos ocos, dispositivos que fornecem de forma eficiente alta densidade de corrente de elétrons. Gabriel e Gessini buscam gerar protótipos de um propulsor com potência de 100 watts para o lançamento de nanossatélites e cubesats.

“Os cubesats foram desenvolvidos há 20 anos e os nanossatélites há pouco mais que 15, eles permitem maior flexibilidade de aplicações” diz Gabrie. “Há empresas investindo na formação de constelações com pequenos satélites e desenvolver um propulsor de baixo custo fortalece o crescimento desta tecnologia” complementa Gessini.

Segundo ele, o projeto terá duração de três anos. O laboratório no Campus Gama será montado até o fim deste ano e os testes com os protótipos estão programados para 2016 e 2017.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Veja bem leitor, não que eu seja contrário à vinda de especialistas estrangeiros do setor espacial para o Brasil, muito pelo contrário, mas somente para aquelas áreas onde o país não domina. Entretanto caro leitor, existem duas formas básicas de se fazer isto, ou seja, a forma correta e a forma incorreta. O senhor Braga Coelho já demonstrou por diversas vezes que a sua gestão é a mais desastrosa da história deste órgão que num contexto geral, deve se dizer e lembrar aos desmemoriados que, nunca, em momento algum, funcionou como deveria.  Sinceramente temo pelo que realmente possa estar por trás desta nota, mas enfim... tá aí a notícia.

2 comentários:

  1. O que adianta trazer gente de fora se o investimento no setor é pífio ?
    Cara, só de ver a cara desse imbecil do Braga aí me estraga o dia.

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  2. Alguém acha mesmo que esses alunos poderão contribuir para a internacionalização da ciência e da tecnologia do Brasil, como prevê o programa que tem um orçamento de mais de R$ 3 bilhões? Dinheiro esse que é público!
    Pois eu digo e afirmo que não. No contexto do desenvolvimento da ciência, a ida desses estudantes de graduação ao exterior não vai fazer qualquer diferença.
    A experiência internacional pode significar uma vivência pessoal importante e ajudar no amadurecimento de um tanto de habilidades e perspectivas de futuro, mas nada disso, absolutamente nada disso, tem relação com a ciência propriamente dita. A experiência é válida, mas a qual custo? É vultoso demais para o Estado bancar uma experiência de intercâmbio. Esse tipo de viagem teria de ser coberta pela própria família.
    Se o objetivo do programa Ciência sem Fronteiras é internacionalizar a produção brasileira, é preciso partir do pressuposto de que internacionalizar é internalizar. O melhor mesmo a fazer é trazer gente para cá. O impacto seria muito maior. Do jeito que está, pode ser legal, mas não vai mudar a ciência brasileira.
    Brasil investiu mais de 10 milhões para mandar Marcos Pontes para estação internacional. E no final, qual o foi o resultado produzido, de retorno a nação brasileira? O retorno realmente ouve, mas ouve para o bolso dele, vendendo livros, dando palestras, dando aulas, etc,etc,etc.
    Pode até algum maluco vir dizer "Ah, mas ele fez alguns experimentos lá e tal, levou umas coisas".....
    Não vou nem comentar isso, pq sinceramente, ficou mais parecendo propaganda política do que qualquer outra coisa.
    Assim é o CsF, tem trazido pouco resultado, pífio mesmo, cujo o objetivo era contribuir com o desenvolvimento da ciência no Brasil, e sinceramente, os resultados gerados não são diferentes daqueles já produzidos aqui,pelo contrário, tem muita pesquisa que diz que foi feita lá fora e que poderia ter sido realizada aqui, não onerando o estado. E garanto que a pós graduação daqui, em termos de pesquisa, dá um banho em qualquer pesquisinha que foi realizada lá fora por esses graduandos.
    O Csf é uma ótima idéia, mas o foco dele está absolutamente errado e equivocado.
    O alvo está para um lado, e a flecha apontada para o outro, além de errar o alvo a conta está sendo paga por aqueles que não podem, que é o povo brasileiro.
    O Brasil tem sim boas idéias, mas não basta te-las, é preciso saber executa-las e saber para que lado direcionar, pq a forma como foi feita, realmente, foi jogado muito, muito dinheiro fora para resultados tão pequenos, que se fosse para isso, era melhor ter desenvolvido a pesquisa aqui mesmo.

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