terça-feira, 15 de setembro de 2015

FINEP e AEB Lançam Edital de R$ 53 Milhões Para Setor Aeroespacial

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (15/09) no site do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) destacando que a FINEP e a AEB lançam hoje edital de R$ 53 milhões para Setor Aeroespacial.

Duda Falcão

FINEP e AEB Lançam Edital de
R$ 53 Milhões Para Setor Aeroespacial

O lançamento será nesta terça-feira (15), às 14h, na sede do MCTI,
com a presença do ministro Aldo Rebelo.

Por Ascom do MCTI
Publicação: 15/09/2015 | 07:30
Última modificação: 14/09/2015 | 19:40

Crédito: Ascom/MCTI
Com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP/MCTI) e a Agência Espacial Brasileira (AEB/MCTI) lançam nesta terça-feira (15), às 14h, na sede do MCTI, em Brasília, edital de subvenção econômica voltado para o setor aeroespacial no valor de R$ 53 milhões.

Os recursos serão utilizados na transferência de tecnologia para empresas nacionais. "Com essa iniciativa, abrimos a possibilidade do Brasil participar cada vez mais do desenvolvimento de satélites", afirma o presidente da financiadora, Luis Fernandes. O edital estava previsto no Acordo de Transferência de Tecnologia Espacial firmado entre a AEB e a empresa Thales Alenia Space, no âmbito do Decreto 7.769, de 28/06/2012.

Serão apoiadas propostas para transferência tecnológica nos seguintes tópicos: Subsistema de Propulsão (R$ 11 milhões); Subsistema de Potência e Painéis Solares (R$ 5 milhões); Subsistema de Controle Térmico: Engenharia de Sistemas e Qualificação de Interfaces (R$ 2,2 milhões); Tecnologia de cargas úteis ópticas de observação: Pacotes de trabalho 1 e 2 (R$ 30 milhões); Estruturas mecânicas para cargas úteis de observação da Terra à base de fibra de carbono (R$ 4 milhões); e Tecnologia de componentes FPGA e Asic para aplicações embarcadas (R$ 800 mil).

Histórico

No fim de 2013, a Visiona Tecnologia Espacial (joint-venture entre a Embraer e a Telebras), a AEB, a Thales Alenia Space e a Ariane Space firmaram contrato para o desenvolvimento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O projeto envolveu os ministérios das Comunicações e da Defesa e o MCTI, além da FINEP. Os principais objetivos do satélite, que deve ser concluído em 2016, são ampliar o acesso à banda larga nas regiões remotas do País por meio do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) e a soberania brasileira nas comunicações das Forças Armadas.

A Thales ficou responsável pelo fornecimento do satélite e a Ariane pelo lançamento do equipamento. Os contratos com os fornecedores também previu a transferência de tecnologia para empresas brasileiras, sob coordenação da AEB, o que será realizado a partir deste edital. O SGDC está sendo construído na França pela Thales, sob a supervisão da Visiona.

A partir do lançamento do edital, as empresas terão exatamente um mês para submeter as propostas. O resultado final será divulgado no dia 30 de novembro deste ano. Por ser um edital específico, são esperadas apenas empresas com experiência no setor. Para a seleção, serão levadas em consideração características como histórico de projetos, equipe dedicada, estrutura física e montagem do plano de trabalho. "Como este é um edital conjunto, as empresas terão duas obrigações: com a FINEP, a de executar o projeto em si. E com a AEB a de obedecer as regras de transferência de tecnologia", conclui Luis Fernandes.

Serviço

Evento: Lançamento do edital para o setor aeroespacial

Data: 15/9/2015

Hora: 14h

Local: Sede do MCTI – Gabinete – Esplanada dos Ministérios, Bloco E  – Brasília (DF)

Informações à imprensa

Assessoria de Comunicação do MCTI

Luciana Farias – (61) 9626-8891 / (61) 2033-7515 e luciana.farias@mcti.gov.br / imprensa@mcti.gov.br

Ivan Bicudo – (61) 2033-7515 e ivan.bicudo@mcti.gov.br / imprensa@mcti.gov.br


Fonte: Site do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)

Comentário: Pois é leitor, mas será mesmo que a Thales irá transferir alguma tecnologia realmente relevante para o Brasil? Como será feito este processo? Qual a autonomia brasileira no uso dessa tecnologia? Com qual grau de comprometimento todo processo será conduzido? Enfim... são muitas perguntas que não serão respondidas por esses energúmenos e temo que o país esteja uma vez mais jogando dinheiro no lixo.

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