sábado, 31 de julho de 2010

VLS: Foguete Deve Voar em 2015

Olá leitor!

Segue abaixo uma pequena matéria publicada dia (25/07) pelo site do jornal “O VALE” destacando que o Veículo Lançador de Satélites (VLS-1) deverá voar em 2015.

Duda Falcão

Região

VLS: Foguete Deve Voar em 2015

São José dos Campos

25 de julho de 2010 - 09:19

A partir da entrega da nova Torre de Lançamento do VLS-1, prevista para novembro, o IAE irá iniciar os testes de integração do complexo, que prolongarão até fevereiro de 2011.

Para isso, será instalada no local uma réplica em tamanho natural do foguete espacial nacional, para que os técnicos e engenheiros possam realizar testes dos sistemas elétricos e eletrônicos do artefato.

O diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos da AEB (Agência Espacial Brasileira), Himilcon Carvalho, informou que a expectativa é que o voo do VLS com carga útil deve ser realizado em 2015.

De acordo com o diretor do IAE, brigadeiro Francisco Pantoja, ao longo de 2011 está previsto a realização de testes dos primeiro e segundo estágios do VLS-1.
Em seguida, serão testados os terceiro e quarto estágios do foguete, etapas que precedem o lançamento real do VLS com carga útil.

História

O veículo espacial começou a ser projetado na década de 1980 e foram realizados lançamentos do VLS, em 1997 e 1999, mas as duas missões foram interrompidas por problemas no foguete. Desde então, os técnicos do IAE trabalham no aperfeiçoamento.

Nessa nova fase, os brasileiros contaram com a colaboração de especialistas russos. O VLS pode transportar carga útil de até 150 quilos.

Fonte: Site do Jornal “O VALE” - 25/07/2010

Comentário: Pois é leitor, tá ai a prova de que ninguém se entende nos bastidores do Programa Espacial Brasileiro. A toda hora a opinião publica é invadida com uma salada de informações desencontradas fazendo com que o já sem prestigio PEB seja motivo de piada no país inteiro. É verdade que essa matéria foi publicada dois dias antes da matéria do jornal “O Estado do Maranhão” (veja a nota FTB é Lançado com Sucesso de Alcântara ) onde o Cel. Rodrigo Rangel (Diretor do CLA) declarava que as datas dos vôos tecnológicos XVT-01 e XVT 02 e do quarto vôo de qualificação do VLS-1 haviam sido antecipadas em dois anos, no entanto, a discrepância das informações entre essas matérias é algo absurdo e fica muito difícil assim qualquer brasileiro, principalmente o leigo, levar a sério esse tão importante programa para o país. Fica parecendo que o comando do PEB e composto por um bando de desmiolados irresponsáveis que estão a brincar com a opinião pública brasileira. Lamentável!

Rochas de Marte Podem Ter Fósseis de 4 Milhões de Anos

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (30/06) no site “Inovação Tecnológica” destacando que uma equipe internacional de cientistas e entre eles o geólogo brasileiro Carlos de Souza Filho, identificou rochas em Marte que podem conter restos fossilizados de vida.

Duda Falcão

Espaço


Rochas de Marte Podem Ter Fósseis de 4 Milhões de Anos


Victoria Gill

BBC - 30/07/2010


O novo estudo revelou que as rochas da Nili Fossae,

em Marte, são muito semelhantes às rochas de Pilbara,

na Austrália, em sua composição mineral.

[Imagem: Brown et al.]


Vida em Marte

Uma equipe internacional de cientistas, com participação do geólogo brasileiro Carlos de Souza Filho, da Unicamp, identificou rochas que, acreditam eles, podem conter restos fossilizados de vida em Marte.

O professor Souza Filho trabalha há vários anos em colaboração com equipes ligadas à NASA, efetuando comparações entre Marte e a Terra, em busca de indícios de vida e da presença de minerais.

A equipe de pesquisadores identificou rochas antigas da Nili Fossae, uma das fossas existentes na superfície do planeta.

O trabalho dos pesquisadores revelou que essa vala em Marte é equivalente a uma região na Austrália, onde algumas das mais antigas evidências de vida na Terra haviam sido enterradas e preservadas em forma mineral.

A equipe, coordenada por um cientista do Instituto para Busca de Inteligência Extraterrestre (SETI, na sigla em inglês), da Califórnia, acredita que os mesmos processos hidrotermais que preservaram as evidências de vida na Terra podem ter ocorrido em Marte na Nili Fossae.

As rochas têm até 4 bilhões de anos, o que significa que elas já existiam nos últimos três quartos da história de Marte.

Carbonatos

Quando, em 2008, cientistas descobriram carbonatos nessas rochas de Marte, provocaram grande alvoroço na comunidade científica, já que os carbonatos eram procurados havia tempos como prova definitiva de que o planeta vermelho era habitável e que poderia ter existido vida por lá.

Os carbonatos são produzidos pela decomposição de material orgânico enterrado, se esse material não é transformado em hidrocarbonetos.

O mineral é produzido pelos restos fossilizados de carapaças e ossos, e permite uma maneira de investigar a vida que existia nos primórdios da Terra.

Na nova pesquisa, publicada na última edição da revista especializada Earth and Planetary Science Letters, os cientistas avançaram a partir da identificação dos carbonatos em Marte.

Semelhanças entre Marte e Terra

O coordenador do estudo, Adrian Brown, usou um instrumento a bordo da sonda espacial MRO, da NASA, para estudar as rochas da Nili Fossae com raios infravermelhos.

Eles depois usaram a mesma técnica para estudar rochas na área do noroeste da Austrália chamada Pilbara.

"Pilbara é uma parte da Terra que conseguiu se manter na superfície por uns 3,5 bilhões de anos, ou três quartos da história do planeta", disse Brown à BBC.

"Isso permite a nós termos uma pequena janela para observar o que estava acontecendo na Terra em seus estágios iniciais", explicou.

Os cientistas acreditam que micróbios formaram há bilhões de anos algumas das características distintivas das rochas de Pilbara.

O novo estudo revelou que as rochas da Nili Fossae são muito semelhantes às rochas de Pilbara em sua composição mineral.

Brown e seus colegas acreditam que isso mostra que os vestígios de vida que possa ter existido no início da história de Marte podem estar enterrados nesse local.

"Se havia vida suficiente para formar camadas, para produzir corais ou algum tipo de bolsões de micróbios, enterrados em Marte, a mesma dinâmica que ocorreu na Terra pode ter ocorrido ali", disse. Por isso, segundo ele, que os dois locais são tão parecidos.

Pouso em Marte

Brown e muitos outros cientistas esperavam que poderiam logo ter a oportunidade de estudar mais de perto as rochas de Nili Fossae.

O local havia sido marcado como um potencial local de pouso de uma nova missão para Marte, a ser lançada em 2011 pela NASA.

Mas o local foi posteriormente considerado muito perigoso para um pouso e acabou removido da lista da NASA em junho deste ano.

"O robô da NASA acabará visitando outro local interessante quando pousar, mas esse local é o que deveríamos checar para descobrir se havia vida nos primórdios de Marte", lamenta Brown.

Bibliografia:

Hydrothermal formation of Clay-Carbonate alteration assemblages in the Nili Fossae region of Mars - Adrian J. Brown, Simon J. Hook, Alice M. Baldridge, James K. Crowley, Nathan T. Bridges, Bradley J. Thomson, Giles M. Marion, Carlos R. de Souza Filho, Janice L. Bishop

Earth and Planetary Science Letters

July 2010

Vol.: Article in Press

DOI: 10.1016/j.epsl.2010.06.018



Fonte: Site Inovação Tecnológica

Comentário: Pois é leitor e assim o Brasil vai contribuindo para o aumento do conhecimento humano sobre o universo em que vivemos. Como o presidente da AEB, Carlos Ganem, costuma dizer, é de grão em grão que a galinha enche o papo, pena que o papo da AEB continua vazio, mas vale pelo exemplo.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

DCTA / IFI Realiza Curso de Engenharia de Sistemas

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (30/07) no site do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) informando que o Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) do DCTA realizou de 19 a 23 de julho o "Curso de Engenharia de Sistemas" destinado a gestores e engenheiros desenvolvedores de projetos.

Duda Falcão


DCTA / IFI Realiza Curso de Engenharia de Sistemas

30/07/2010

O Instituto de Fomento e Coordenação Industrial, órgão subordinado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, em São José dos Campos, realizou, de 19 a 23 de julho, o curso de engenharia de sistemas destinado a gestores e engenheiros desenvolvedores de projetos.

Apresentado pelo engenheiro Robert Halligan, membro do Instituto de Engenheiros da Austrália, o curso ofereceu uma abordagem integrada do conjunto de disciplinas técnicas e de gerenciamento que se combinam para otimizar a eficácia dos sistemas de alta tecnologia e intensificar o sucesso do projeto e do produto, com a utilização de ferramentas de modelagem e simulação.

O programa do curso, que foi coordenado pela divisão de Certificação de Produtos Aeroespaciais do IFI, abordou temas como: ciclo de vida do sistema e desenvolvimento da solução; avaliação da eficácia da tomada de decisão; e desenvolvimento das especificações dos requisitos, dentre outros.

Os conhecimentos adquiridos pelos participantes do curso aplicam-se especialmente ao desenvolvimento de projetos de base tecnológica e à certificação dos produtos do setor aeroespacial e de defesa.




Fonte: Site do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA)

O Governo Vai Mudar e o Programa Espacial, Como fica?

Olá leitor!


Apesar das animadoras notícias que temos recebido nas últimas semanas com relação à TMI, a antecipação das datas dos vôos tecnológicos do VLS-1 e de seu quarto vôo de qualificação, do andamento exitoso do projeto da SARA Suborbital e por fim dos motores verdes da Edge Of Space e do IAE, confesso que estamos temerosos com o que possa ocorrer com o PEB com a mudança de governo que se aproxima e com notícias oficiosas que nos chegam de São José dos Campos quanto a persistente insatisfação russa com o andamento do acordo em vigor, devido a falta de foco e de comprometimento do governo brasileiro.


Caso essas notícias tenham fundo de verdade poderá acarretar em breve a denúncia do acordo por parte dos russos e com isso jogar por terra a esperança de desenvolver o projeto do motor L75 e do VLS Alfa como concebido anteriormente, o que em nossa opinião seria um desastre para o Programa Espacial Brasileiro.


Pensando nisso e temerosos que algo assim possa acontecer (não é difícil já que a incompetência, a falta de foco e de interesse pelo verdadeiro PEB é um fato indiscutível, basta olhar o desempenho do governo em prol do PEB em quase oito anos) procuramos buscar junto a profissionais da área soluções para substituir de imediato o projeto do L75, caso o mesmo e o VLS Alfa venham a virar fumaça.


É sabido que uma das configurações criadas pelo IAE para o VLS-1 previa (veja pelo link https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=9476cd246b&view=att&th=12a24064bb27120a&attid=0.1&disp=attd&zw ) a troca do propulsor sólido S44 do quarto estágio do VLS-1 pelo propulsor líquido verde L5 que está atualmente em fase final de desenvolvimento no instituto. Veja abaixo como ficaria o projeto do VLS-1 nessa concepção artística apresentada pelo IAE.


Concepção Artística do VLS-1 com o Propulsor L5


Posteriormente o IAE veio aprimorar essa opção apresentando a concepção abaixo onde o leitor poderá observar também uma concepção artística desse propulsor L5.


Nova Concepção Artística do VLS-1 com o Propulsor L5


Vale lembrar leitor que com o uso desse propulsor L5 a capacidade de carga útil do VLS-1 seria aprimorada, mas que apesar disso e da iminente possibilidade de uso desse propulsor, ainda não foi confirmado se o mesmo será usado ou não no VLS-1.


Diante dessa possibilidade apresentada pelo próprio IAE e devido às notícias que nos chegam de São José dos Campos, o blog em conversa com alguns profissionais do setor de propulsão, concluiu que não existiria qualquer empecilho técnico intransponível para o IAE adotar a mesma idéia desenvolvida para o projeto do VLS-1 apresentado acima.


Como o leitor deve saber, o IAE vem trabalhando no desenvolvimento de outro propulsor líquido verde chamado L15 e esse propulsor pode ser a solução para o projeto do VLS Alfa, caso o projeto do propulsor L75 não decole.


Segundo os engenheiros consultados pelo blog, esse propulsor L15 poderia ser montado em forma de cluster com cinco propulsores L15 no terceiro estagio do VLS Alfa, substituindo o propulsor L75 com vantagens, além de ter o mesmo empuxo nomial, teria a redundância do sistema.


Ainda segundo os engenheiros, o fato do propulsor L75 utilizar turbo bomba é algo preocupante, já que o acionamento dessa turbo bomba em vôo é tarefa extremamente crítica e complexa. No caso do L15 como o mesmo é pressurizado a gás, não teria este tipo de problema.


Além disso, os engenheiros defenderam a idéia de usar no quarto estágio do foguete um L15 ou um L5 ou até mesmo um cluster com três propulsores L5, o que segundo eles transformaria o foguete num lançador muito inteligente.


Foi também levantada pelos engenheiros à grande preocupação quanto a um fracasso (fato comum na história da Astronáutica) dos dois vôos tecnológicos previstos para o VLS-1, ou seja, do XVT-01 e do XVT 02. Os engenheiros estão preocupados, pois os mesmos não acreditam que o IAE tenha um “PLANO B” para no caso das coisas não saírem como esperado.


Vale lembrar que se algo assim vier acontecer será devastador para o programa do VLS, e poderá enterrar de vez os planos do IAE de ter seus próprios foguetes lançadores, já que a imagem perante a opinião pública seria a pior possível (ELA JÁ NÃO É BOA), abrindo as portas para a opção da mal engenhada ACS, o que em nossa opinião seria um desastre. Vale como alerta.


Duda Falcão

Livro Mudanças Climáticas é Lançado na SBPC

Olá leitor!
Segue abaixo uma notícia postada hoje (30/07) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que o programa “AEB Escola” da agência lançou ontem (29/07), no estande do programa, o “Livro Mudanças Climáticas” - volume 13 da Coleção Explorando o Ensino, do Ministério da Educação (MEC), durante a realização da 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
Duda Falcão

Livro Mudanças Climáticas
é Lançado na SBPC

CCS/AEB
30-07-2010

Foi lançado, no dia 29 de julho, no estande do programa AEB Escola – da Agência Espacial Brasileira (AEB) -, na 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Natal (RN), o livro Mudanças Climáticas – volume 13 da Coleção Explorando o Ensino, do Ministério da Educação (MEC). A publicação é resultado de uma parceria entre a AEB e o MEC. Estiveram presentes no evento um dos autores do livro, Neilton Fidelis; o secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Luiz Pinguelli Rosa, e o reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, Belchior de Oliveira Rocha.
A publicação traz ao professor uma ampla gama de conhecimentos científicos sobre o aquecimento global e suas repercussões sociais, ambientais e econômicas. Segundo Neilton, o objetivo maior é auxiliar a compreensão do fenômeno da intensificação do efeito estufa devido às atividades humanas, aprofundar o conhecimento de sua base científica, discutindo suas causas e efeitos, além de mitigações possíveis.
O livro já havia sido lançado, em Brasília, no dia 8 de julho, em cerimônia na AEB, com a participação dos ministros do MEC, Fernando Haddad, e da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende. No entanto, por ter nascido em Natal e ser professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, Neilton achou importante lançar o livro, também, na cidade. “Além do mais, não há espaço mais propício para a divulgação do tema do que a SBPC. Professores e alunos de todos os estados circulam pelo evento”, completou.
Além de Neilton Fidelis, são autores do livro, o meteorologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Gilvan Sampaio e a da empresa de Pesquisa Energética Rachel Martins. A publicação conta, ainda, funcionária com colaboradores de diversos institutos, universidades e centros de pesquisa.
Após a cerimônia de lançamento, os presentes receberam os três volumes lançados pela AEB, em parceria com o MEC. Os outros dois tratam sobre Astronomia e Astronáutica (volumes 11 e 12 da Coleção Explorando o Ensino do MEC).


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Muito bom pena que a AEB não demonstra ter a mesma competência que tem com o programa “AEB Escola” com os outros dois programas por ela coordenados, ou seja, o programa UNIESPAÇO e o programa MICROGRAVIDADE. Gostaria até de adquirir essa coleção, mais pelo visto a mesma só estará disponível para as escolas públicas.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

CLA Lança Pela Primeira Vez Foguete FTI

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (29/07) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), informando que o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) lançará pela primeira vez no dia (03/08) o Foguete de Treinamento Intermediário (FTI).

Duda Falcão


Centro de Lançamento de Alcântara Lança Pela

Primeira Vez Foguete de Treinamento Intermediário


29/07/2010 - 11h28


O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), da Força Aérea Brasileira (FAB), lança, na próxima semana, pela primeira vez, um Foguete de Treinamento Intermediário (FTI). O lançamento do FTI, previsto para o dia 3 de agosto, faz parte do projeto denominado Fogtrein I 2010, desenvolvido pela Avibrás em parceria com o Instituto de Estudos Avançados (IEAV) da Aeronáutica.

O Foguete Intermediário possui mais de 5 metros de comprimento, atinge um apogeu de 60 mil metros e alcance de 90km. Além disso, possui três compartimentos nos quais podem ser levados experimentos científicos. O tempo de vôo do foguete deve ficar em torno de quatro minutos. “Os foguetes da família do Fogtrein poderão ser utilizados no treinamento dos centros de lançamento (CLA e CLBI) e ainda serem exportados para os demais países que realizam lançamentos de veículos espaciais. Poderão ainda portar experimentos científicos para baixa altitude em sua carga útil, com capacidade de até 30 quilos de carga”, explica o Diretor-Interino do CLA e Coordenador-Geral dos testes, Tenente-Coronel Aviador Ricardo Rodrigues Rangel.

Os experimentos para a certificação dos foguetes do Projeto Fogtrein vão até o dia 6 de agosto. Na operação estavam previstos dois lançamentos. No dia 26 de julho foi realizado com sucesso o lançamento do Foguete de Treinamento Básico – FTB.


Foguete de Teinamento Básido (FTB)

“O foguete atingiu seu apogeu a 31.942 metros do solo, com 166 segundos de vôo até o impacto a 13,2 quilômetros da costa, em alto-mar”, afirmou o Diretor Interino do CLA e coordenador-geral da operação, Tenente-Coronel Aviador Ricardo Rodrigues Rangel.

Após mais alguns lançamentos agendados neste ano e no início de 2011, o FTI estará disponível para portar experimentos em sua carga útil.


Foguete de Teinamento Intermediário (FTI)

Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB)

Comentário: Pois é leitor, pela primeira vez é mostrado esse foguete FTI que em parte chega em bom momento para preencher algumas das necessidades da comunidade científica brasileira, disponibilizando em seu interior espaço para experimentos científicos. Boa notícia para o PEB e para comunidade científica, ávida por uma solução alternativa ao Programa Microgravidade da AEB (que é uma piada contada de quatro em quatro anos), mesmo que esse foguete não atenda completamente a esta necessidade, já que não alcança o ambiente de microgravidade. Muito provavelmente esse objetivo será alcançado com o desenvolvimento do próximo foguete dessa família criada pela Avibrás, ou seja, pelo Foguete de Treinamento Avançado (FTA), que deverá esta disponível por volta de 2012.

AEB Escola Oferece Minicuso Sobre Clima Espacial na SBPC

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (29/07) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que um minicurso sobre clima espacial foi oferecido pelo programa AEB Escola da agência espacial na manhã desta quinta-feira (29/07), na 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Duda Falcão


AEB Escola Oferece Minicurso Sobre

Clima Espacial na SBPC


CCS/AEB

29-07-2010


O tema do minicurso oferecido pelo programa AEB Escola - da Agência Espacial Brasileira -, na manhã desta quinta-feira (29), na 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) foi Clima Espacial . No minicurso, Clézio Marcos de Nardin, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), procurou ajudar os ouvintes a responderem a seguinte pergunta: "Previsão do Clima Espacial: O que temos a ver com isso?" Para isso, o professor e os estudantes investigaram os fenômenos que ocorrem no Sol e seus efeitos no ambiente terrestre.

Clima Espacial é o conhecimento e predição da resposta do ambiente espacial às contínuas mudanças dos fenômenos solares (atividade solar). O assunto foi novidade para grande parte dos presentes no minicurso. “Eu não sabia nada sobre Clima Espacial. Achei tudo muito interessante”, disse Clarisse Domingues, 13 anos, da escola particular Henrique Castriciano.

“Tudo é novo para mim. É bom saber como o Clima Espacial influencia a vida na Terra”, completou Jessyca Santos, 22 anos, do Instituto Federal do Rio Grande do Norte.

“Temos aqui um público jovem. Isso me deixa mais otimista em relação ao futuro da ciência no Brasil”, disse Clézio. Ele acredita que nosso país tem grande potencial e que da mesma forma que temos artistas brasileiros famosos no mundo todo, está na hora de nossos cientistas se destacarem. “E o caminho para isso é por meio dos jovens”, completa o professor. Outras informações sobre Clima Espacial podem ser encontradas no site: http://www.inpe.br/climaespacial


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Essas iniciativas do programa “AEB Escola” são merecedoras de elogios e a Agência Espacial Brasileira está de parabéns, pena que a mesma não segue esse exemplo de eficiência em relação aos outros programas executados por ela.

IAE: Apoio a Pesquisa e Desenvolvimento

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada na nova edição da Revista Espaço Brasileiro (Abr. Mai. Jun. de 2010), destacando o apoio realizado pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), nas pesquisas e desenvolvimentos de tecnologias associadas a foguetes de sondagens, veículos lançadores de satélites e módulos de experimentos espaciais.

Duda Falcão


IAE: Apoio a Pesquisa e Desenvolvimento


O IAE apóia o desenvolvimento de

tecnologias, materiais e sistemas associados

a veículos lançadores de satélites, a foguetes de

sondagens e a módulos de experimentos espaciais


Raíssa Lopes/CCS

O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) abre, anualmente, chamadas para projetos relacionados à Ação 6704 – Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em Tecnologias Associadas a Veículos Lançadores. Os projetos devem custar até R$ 150 mil e durar entre 18 e 30 meses. Criado em 2005, a ação já contemplou 71 projetos, nas seis chamadas realizadas.

Segundo a assessora em P&D da Vice Direção do Espaço do IAE, Ana Marlene Morais, doutora em Engenharia Química pela Universidade de Campinas (UNICAMP), o objetivo é desenvolver tecnologias, materiais e sistemas associados a veículos lançadores de satélites, a foguetes de sondagens e a módulos de experimentos espaciais, como forma de se buscar autonomia por meio de execução de projetos com escopo e equipes bem definidas.

Dos 71 projetos aprovados, 35 foram concluídos, 22 estão em andamento, seis foram transferidos em função de similaridades com outras ações e oito foram cancelados. Ana Marlene diz que os projetos concluídos apresentam uma vasta gama de resultados que podem ser classificados, quanto ao seu produto, como estudo e simulações; modernizações de instalações; novas técnicas e materiais.

Em 2007, ao perceber que a maior parte dos projetos não conseguiria ser concluída no prazo previsto devido à dificuldade em adquirir materiais e serviços, o IAE criou outra categoria de projetos denominada “Projetos Pró-Grupos de Pesquisa”. O objetivo foi preparar toda a infra-estrutura laboratorial e capacitar as equipes para que os projetos fossem cumpridos no prazo. Esses projetos também foram admitidos por meio de chamadas anuais. O primeiro Projeto Pró-Grupo, denominado “Capacitação para Verificação e Validação de Software Espacial Embarcado”, foi concluído em 2009.

O IAE pretende estabelecer mais uma categoria de projetos – os “Projetos para Infusão de Tecnologias”, com o intuito de apoiar as equipes que necessitam de mais recursos para adquirir o grau de maturidade necessário para facilitar a aplicação das tecnologias desenvolvidas.



Benefícios - Ana Marlene acredita que a Ação 6704 gera grande motivação para o pesquisador, “pois assegura recursos individualizados e dá autonomia a ele”. O programa permite, ainda, a participação do pesquisador em eventos científicos e visitas técnicas a outras instituições, sempre alinhadas aos projetos desenvolvidos.

“A sistemática de trabalho está bem estabelecida e a carteira de projetos apresenta um fluxo constante de admissão e conclusão de projetos”, diz Ana Marlene. Aliada a esse processo, a Ação permitiu o fortalecimento das Atividades Científicas e Técnicas Correlatas – com destaque para as atividades relativas à gestão da informação, como a organização de seminários, edição de um periódico científico e outros processos de gestão do ambiente de pesquisa no IAE.

Ana Marlene explica que além das tecnologias desenvolvidas e disponibilizadas em prazos mais curtos, essa Ação atua de forma importante nos processos de gestão do ambiente de pesquisa no IAE. A Ação contribui, também, para implantação da cultura de gerenciamento por projetos de acordo com as normas preconizadas pelo Project Management Institute (PMI) e permite o treinamento em todas as gestões necessárias para gerenciamento de um projeto, destacando-se as gestões de aquisição, de escopo e de prazo. “O mais importante é que a Ação capacita pesquisadores para gerenciar projetos de maior porte do Programa Espacial Brasileiro”, afirma.

Os projetos aprovados são realizados por equipes inscritas em grupos de pesquisa que buscam a atualização da infraestrutura e a capacitação de seus membros para realização de projetos que disponibilizem tecnologias e conhecimento continuamente. “Os grupos de pesquisa facilitaram a interação com instituições de ensino. Esse ambiente organizado de pesquisa deu visibilidade às competências do instituto facilitando o acesso as instituições para atendimento de solicitações de novos desenvolvimentos”, completa Ana Marlene.



Fonte: Revista Espaço Brasileiro - num. 9 - Abr. Mai. Jun. de 2010 - págs. 14 e 15

Comentário: As informações dessa matéria são animadoras e já havia ouvido falar desta Ação 6704. No entanto, nos parece que os recursos repassados a mesma pelo MCT/AEB são bastante tímidos e deixa ainda muito a desejar, levando-se em conta os custos financeiros de desenvolvimento necessários para essa área que a ação se propõe atuar.

INPE Inaugura Laboratório de Pesquisa Ambiental

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (29/07) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que o instituto inaugurou um laboratório de pesquisa ambiental.

Duda Falcão

Inaugurado Laboratório de Pesquisa Ambiental

29/07/2010

Criado para medir a qualidade da água e de extratos aquosos de amostras ambientais e, também, verificar a concentração de determinados gases na atmosfera, o Laboratório de Pesquisa Ambiental em Aerossóis, Soluções Aquosas e Tecnologias (Laquatec) foi inaugurado nesta quarta-feira (28/7) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).

Com competência para manipulação e análise de amostras ambientais, o Laquatec, uma facilidade do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) do INPE, será utilizado por pesquisadores de diversas áreas do Instituto, como Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), Sensores e Materiais (LAS), Combustão e Propulsão (LCP) e Observação da Terra (OBT), além de instituições parceiras.

Seus resultados terão impactos em estudos sobre mudanças ambientais e climáticas, ciclos biogeoquímicos, emissão de poluentes, entre outros. “Além de caracterizar quimicamente amostras ambientais - ar, água, solo, plantas, etc -, o laboratório colabora no desenvolvimento e testes de tecnologias com aplicações na quantificação e detecção de espécies químicas”, diz Cristina Forti, pesquisadora do INPE e uma das responsáveis pelo Laquatec.

Instalado em duas salas do prédio Circuito Impresso, o Laquatec já possui equipamentos para realizar análise por técnica de cromatografia a líquido, medições de carbono e nitrogênio e está adquirindo outras facilidades. O local está preparado para manipulação de amostras, calibração de sondas de qualidade de águas, caracterização de sensores, montagem de coletores de aerossóis, entre outras atividades.




Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Comentário: É o INPE se qualificando cada vez mais para melhorar a qualidade do serviço para qual foi criado. Parabéns ao instituto e ao seu diretor Gilberto Câmara.

Ministro Nelson Jobim Defende Expansão do CLA

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada hoje (29/07) no jornal “O Estado do Maranhão”, destacando que o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, defende a expansão do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

Duda Falcão

Nelson Jobim Defende Expansão do

Centro de Lançamento de Alcântara

Ministro da Defesa disse que a ampliação do CLA,

das atuais três bases de lançamento para 23, viabilizaria as estratégias

de defesa nacionais dos próximos anos, que serão baseadas em

monitoramentos via satélite com tecnologia brasileira


O Estado do Maranhão

29/07/2010

Divulgação

Ministro Nelson Jobim fala sobre as potencialidades do CLA e da parceria com empresa ucraniana

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, manifestou-se contundentemente favorável à expansão do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), que possibilitaria o aumento das atuais três bases de lançamento para 23. Mas o projeto esbarra em um antigo problema: a área a ser utilizada na expansão, cerca de 20 mil hectares, compreende terras de comunidades remanescentes de quilombolas.

A ampliação do CLA, segundo o ministro, viabilizaria as estratégias de defesa nacionais dos próximos anos, que serão baseadas em monitoramentos via satélite. “Precisamos ser o centro de lançamento para o mundo todo. Isso é fundamental, também, para que possamos ter uma base de lançamento para nossos satélites, usando tecnologia brasileira”, defendeu Jobim em palestra para pesquisadores, na 62ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Natal/RN.

Um acordo entre o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e a empresa ucraniana Ciclone Space para um modelo de foguetes montados na posição horizontal e levantados na hora do lançamento, permitiria a permanência do CLA nos 8 km que possui hoje. “Não é esse o modelo que temos na Aeronáutica. Além disso, andei nessa área e vi que aquilo é só areia, pedra e mangue. Não tem cabimento fazer agricultura ali”, argumentou o ministro, que acredita na necessidade de uma política agrícola e de pesca que compatibilize a expansão do Centro com os interesses da comunidade quilombola.

A questão está sendo examinada pela Advocacia Geral da União (AGU), que emitirá parecer sobre a expansão do CLA. O ministro foi à SBPC apresentar aos pesquisadores as estratégias de defesa do Brasil, buscando aliá-las a produtos nacionais de alto padrão científico e tecnológico. Na pré-proposta de recursos do Ministério da Defesa, neste ano, foi levantada a demanda de R$ 6,5 milhões para investimentos em projetos de ciência e tecnologia. Até 22 deste mês, foram executados pouco mais de R$ 140 mil.

O caminho a ser percorrido para aplicação de pesquisas às estratégias de defesa nacional é o mesmo indicado ao crescimento das indústrias do país. De acordo com Jobim, a necessidade seria apresentada pelo MD aos institutos de ciência e tecnologia, que, por sua vez, elaborariam produtos com aproveitamento pelas empresas do Brasil. “Não há mais hipótese de comprarmos esse tipo de equipamentos sem que estejam ligados à indústria brasileira, por razões estratégicas e políticas”, adiantou.

Esse projeto colocaria, na opinião de Jobim, o país na vanguarda tecnológica e operacional. “Nenhuma empresa sobrevive fornecendo somente para consumo dos militares; ela também deve ter capacidade de vender, em um sistema de produção dual”, alertou o ministro. Já está em construção uma proposta de decreto para a ciência e tecnologia, com a pretensão de fortalecer as pesquisas e as indústrias, além de tornar o Brasil reconhecido no exterior, em termos de tecnologias para defesa nacional.

Projeto espacial - Os primeiros esforços maranhenses, nesse sentido, foram capitaneados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (FAPEMA). A Fundação firmou recente convênio com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), e, em interface com as Instituições de Ensino Superior locais, ofertará um curso de especialização na área aeroespacial. O curso terá como objetivo a atração de profissionais do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) e ainda daqueles que tiverem interesse direto pela área.


“É fundamental

fazer com que

o Congresso e

o Executivo

percebam que

o programa

espacial deve

ser tratado

como política

de Estado, e

não como

política de

governo”


José Nivaldo Hinckel,

do Instituto Nacional de

Pesquisas Espaciais (INPE)


Segundo José Nivaldo Hinckel, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Brasil tem condições concretas para lançar um foguete próprio em no máximo 12 anos, e num prazo de 20 anos o país pode ter autonomia na área aeroespacial. Para isso, entretanto, é necessário cooperação técnica e um programa conjunto que deve ser tratado como política de Estado prioritária.

A falta de recursos destinados ao programa e de continuidade das ações também foi apontada como entraves ao desenvolvimento aeroespacial brasileiro. O debate prosseguiu e foi endossado na fala do coordenador da mesa, José Carlos Argolo, da Sygma Tecnologia. “O Brasil arrisca sua soberania por não dispor de tecnologia espacial adequada. A pesquisa espacial no país ainda está relegada a uma política de segunda grandeza, feita nos gabinetes burocráticos e com base em ritos e normas limitantes. É necessário mais abertura, sobretudo com a comunidade científica”, alertou.

Segundo os participantes da mesa, a motivação principal para o programa espacial brasileiro é o seu caráter estratégico, representado pela exploração dos recursos espaciais em comunicações, e observação da terra para fins de segurança, defesa e governança. É um programa que demanda desenvolvimento tecnológico, por isso, a qualificação de recursos humanos também foi uma das tônicas da discussão.

“Um dos focos desse programa deve ser a gestão de pessoas, por isso precisamos estimular mais a qualificação de nossos jovens engenheiros. É muito importante que esse tipo de debate esteja presente em espaços como a SBPC, que é um evento eminentemente jovem”, destacou João Luiz Filgueiras de Azevedo, do Centro Técnico Aeroespacial (CTA).

Fique por Dentro

Criado em 1983 para cumprir uma determinação do Governo Federal de investir na Missão Espacial Completa Brasileira, operando um programa espacial completo tanto na área de satélites e de veículos lançadores, o Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, ocupa uma área de 620km² e está posicionado estrategicamente sobre a Linha do Equador (2°18's/044 22º w). O CLA é um dos centros de lançamento mais cobiçados do mundo, pois tem possibilidades de lançamentos perfeitos e seguros.

Segunda-feira (26), o CLA lançou um Foguete de Treinamento Básico (FTB) com o objetivo de treinar os sistemas operacionais e recursos humanos. A missão corresponde a uma continuidade da Operação Fogtrein 1-2010, que prevê com mais dois lançamentos este ano a partir do Centro de Alcântara. O próximo está previsto para a próxima terça-feira e será de um foguete de médio porte. As atividades visam testar o desempenho do protótipo e preparar o CLA para grandes lançamentos.


Fonte: Jornal O Estado do Maranhão - pág. 07 - 29/07/2010

Comentário: Confesso a minha admiração pelo Ministro Nelson Jobim por ter demonstrado até agora ser das autoridades envolvidas com o PEB, junto com o diretor Gilberto Câmara do INPE os únicos de visão mais apurada, mas também é notório que sua realização em prol do programa ainda deixa a desejar. Concordo com tudo que o ministro defendeu e chamo atenção do leitor que apesar da defesa do mesmo de aumentar para 23 o número de sítios de lançamento no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), em momento algum (pelo menos na matéria) o mesmo fala em defesa da mal engenhada Alcântara Cyclone Space (ACS). Quero que fique claro para o leitor que não somos contrários a criação de uma empresa bi ou tri ou tetra-nacional para a exploração de um sítio de lançamento brasileiro, somos contra sim os motivos políticos de compensação partidária que levaram a criação da ACS, a opção por um sócio que não tem o domínio total da tecnologia que será empregada, a não transferência ou participação de empresas nacionais no desenvolvimento do foguete e da tecnologia que será empregada (fato indiscutível nos acordos até agora assinados pelo ministério da defesa), a obsolescência dessa tecnologia, seu teor altamente toxico, a não participação do setor privado (brasileiro e ucraniano) na configuração acionária da empresa (deveria ser uma empresa de capital misto) e principalmente pela direção política de um pseudo executivo como o senhor Roberto Amaral. Ou seja, o caminho do fracasso esta traçado e a conta quem irá pagar é o povo brasileiro. Aproveito para agradecer publicamente ao leitor maranhense Edvaldo Coqueiro pelo envio dessa matéria.

SAC-D/Aquarius - Avances de la Misión

Hola Lector!

Sigue abajo una comunica puesta en español día (23/07) en el website de la "Comisión Nacional de Actividades Espaciales (CONAE)" de Argentina, destacando los avances de la “Misión SAC-D/Aquarius” durante la realización de los tests ambientales en las instalaciones del Laboratorio de Integración y Tests (LIT) del Instituto Nacional de Investigaciones Espaciales (INPE) de Brasil.

Duda Falcão


SAC-D/Aquarius - Avances de la Misión

23 de Julio de 2010

El Satélite SAC-D/Aquarius y su equipamiento, fue traslado con éxito al Laboratorio de Integración y Test (LIT) que el Instituto Nacional de Investigaciones Espaciales de Brasil (INPE) tiene en São Jose dos Campos, San Pablo. Esto constituye el inicio de las pruebas ambientales, aquí se pondrán a prueba todos los sistemas electrónicos y mecánicos, emulando lãs condiciones ambientales que encontrará en el espacio.


El Observatorio SAC-D/Aquarius, en instalaciones INPE/LIT en Brasil


SAC-D en la cámara anecoide del INPE/LIT,

un recinto con paredes que lo aislan de toda

energía electromagnética, tal como se encontrará en el espacio



Fuente: Website de la Comisión Nacional de Actividades Espaciales (CONAE)

Comentario: Los hermanos argentinos están de enhorabuena por tan magnífico instrumento tecnológico y por sean competentes en la conducción de su programa nacional de satélites. Quien sabe un día mis patricios vengan aprender algo con eso. Enhorabuena argentina Y la CONAE.