‘O Satélite SatVHR Poderá Tornar-se Um Marco Para a Indústria Espacial Brasileira’, Afirmou Presidente da Sangue-Suga AIAB

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Crédito: Defesanet

No dia de ontem (21/06), o portal 'DefesaNet' informou que representantes da AIAB (Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil) e do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) reuniram-se nesta quarta-feira (19) para tratar de projetos espaciais estratégicos para o país que estão em andamento.
 
Caros amigos e amigas, como vocês observarão mais a frente no texto, o tal satélite do Edital da FINEP foi finalmente nomeado por essa gente. Entretanto, notem que quem fez essa previsão que dá título a esta notícia foi o presidente de uma instituição que, junto com os desgovernos que tivemos desde a MECB, é em grande parte responsável pela situação calamitosa em que se encontra o setor espacial brasileiro. Uma prova disso é o desempenho após décadas das principais empresas controladoras desta instituição, que até hoje não conseguiram apresentar um produto espacial competitivo no mercado internacional, limitando-se a desenvolver apenas protótipos com recursos públicos para dar sustento aos seus próprios interesses. É Muita cara de pau do Sr. Julio Shidara e sua trupe. Quanto à FAB, seus atos recentes mostram o que se tornou a outrora gloriosa Força Aérea Brasileira.
 
Bem, de acordo com a nota do portal, estiveram presentes, pelo DCTA, o Tenente-Brigadeiro do Ar Maurício Augusto Silveira de Medeiros, Diretor-Geral; o Major-Brigadeiro do Ar David Almeida Alcoforado, Vice-Diretor; o Coronel Aviador Pedro Henrique Cavalcanti de Almeida, Chefe da Coordenadoria de Governança, e o Coronel Aviador Carlos Alberto de Sousa, Chefe da Assessoria de Relações Institucionais.
 
Pela AIAB, participaram Julio Shidara, presidente, e Jadir Gonçalves, vice-presidente e coordenador do Comitê de Espaço, além de sócio-diretor da associada Fibraforte.
 
Um dos temas debatidos foi a participação do IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço) – vinculado ao DCTA – nos projetos de veículos lançadores de pequeno porte para nano e/ou microssatélites, objetos de recentes subvenções econômicas da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) para a indústria espacial brasileira com recursos do FNDCT (Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).
 
“O DCTA reafirmou seu compromisso de participar do esforço de desenvolvimento dos projetos de lançadores da indústria na medida permitida pelo edital e pelo arcabouço jurídico de CT&I em vigor”, declarou o presidente da AIAB.
 
Novo Satélite
 
Durante o encontro, o diretor geral do DCTA ressaltou, enfaticamente, a necessidade de setor privado, poder público e academia somarem esforços de maneira sinérgica para efetivo progresso do Programa Espacial Brasileiro.
 
Julio Shidara defendeu que, caso a indústria venha a ter êxito no desenvolvimento do satélite ótico de observação da terra de alta resolução, conhecido como SatVHR, também objeto de recente subvenção econômica da FINEP, o mesmo venha a ser adotado para atender a necessidades do PESE (Programa Estratégico de Sistemas Espaciais), fato que traria previsibilidade de investimentos e criaria um potencial cenário favorável ao crescimento e fortalecimento da indústria espacial brasileira.
 
“O SatVHR tem o potencial de desempenhar para a indústria espacial brasileira o mesmo papel que o avião Bandeirante desempenhou para a indústria aeronáutica brasileira 50 anos atrás”, disse o presidente da AIAB.
 
O contrato do SatVHR foi assinado em maio do ano passado pela FINEP, durante a comemoração dos 30 anos da AIAB, e prevê um investimento total de R$ 231 milhões até 2026 (sendo R$ 220 milhões da FINEP e o restante, contrapartidas das empresas do arranjo industrial).
 
O projeto contempla o desenvolvimento de um satélite de pequeno porte de alta resolução para observação da Terra, tecnologia que poderá ser usada para o monitoramento e vigilância de florestas, rios e mares, proteção de terras indígenas, defesa e segurança pública.
 
“Fico contente com o convite da direção do DCTA para discutir proativamente a melhoria da relação da tripla hélice. De fato, estamos num novo momento do Programa Espacial Brasileiro. Essa união de esforços será essencial para robustecer a governança do PEB, estabelecer visão de longo prazo em torno de projetos estruturantes e também implementar ambiente regulatório adequado”, pontuou Jadir Gonçalves.
 
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Comentários

  1. Na República Federativa do Brasil

    A situação é clara! Falta de gestão e planejamento do setor Aeroespacial Nacional.

    Enfim...

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