quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

O Projeto Bilionário de Satélites para Conectar Todos os Cantos do Mundo à Internet

Olá leitor!

Segue um interessante artigo postado ontem (27/02) no “Portal TERRA” tendo como destaque o projeto bilionário de satélites da startup britânica "OneWeb" que visa conectar todo os cantos do mundo à internet.

Duda Falcão

TECNOLOGIA

O Projeto Bilionário de Satélites para Conectar
Todos os Cantos do Mundo à Internet

Empresa baseada em Londres diz que foco inicial será em conectar escolas, barcos,
aviões e grandes áreas do planeta que não estão ligadas - nem vão estar - à rede de
internet por fibra óptica.

Por Jonathan Amos
Repórter de Ciência da BBC News
27 de Fevereiro de 2019 - 11h12
Atualizado às 12h10

A OneWeb, empresa com sede em Londres, está pronta para lançar os primeiros seis satélites de seu projeto bilionário para levar internet a todos os cantos do planeta.

Foto: ONEWEB / BBC News Brasil
A rede ficará a 1.200 km acima da Terra. Satélites
serão lançados nesta quarta-feira.

O plano é de colocar cerca de 2 mil objetos do tipo na órbita em torno da Terra. Outras empresas também prometem colocar chamadas megaconstelações - redes de novos satélites - em órbita, mas a OneWeb acredita ter a vantagem de tomado a frente nessa iniciativa, e de contar com um sistema operacional próprio.

O lançamento de seus satélites, nesta quarta-feira, em um foguete russo Soyuz, a partir da Guiana Francesa, é programado para as 18h37, horário de Brasília.

Controladores na sede da OneWeb em Londres estarão esperando para captar sinais do equipamento quando eles se soltarem da parte superior do foguete russo.

Stéphane Israël, CEO da Arianespace SAS, empresa que colocará os satélites em órbita para a OneWeb, usou o Twitter domingo para comemorar "o sucesso" dos preparativos para o lançamento.

"Operações bem sucedidas ontem (sábado)! Os satélites da @OneWeb estão agora no nosso veículo de lançamento #Soyuz. Lançamento em breve! Vai OneWeb! Vai !", escreveu ele.

A tarefa mais importante dos satélites é garantir as frequências necessárias que permitirão a transmissão de dados em alta velocidade de internet

Supondo que esses desbravadores tenham o desempenho esperado, a OneWeb seguirá com a colocação do restante da constelação de satélites no final do ano.

Haverá um lançamento mensal de foguetes Soyuz, que levarão até 36 satélites por vez.

Para fornecer cobertura global de internet, serão necessárias 648 unidades em órbita.

"Nós vamos conectar muita gente que não está conectada no momento", explicou Adrian Steckel, CEO da OneWeb. "Vamos começar focando em conectar escolas, navios, aviões e grandes áreas do planeta que não fazem sentido para fibra (internet por fibra óptica)", disse ele à BBC News

Foto: ONEWEBB / BBC News Brasil
Cada satélite tem cerca de um metro de
diâmetro e pesa menos de 150 kg.

Quem está apoiando a OneWeb?

A empresa foi criada pelo empresário de telecomunicações americano Greg Wyler. Ele já havia fundado outra constelação, chamada O3b, que significa "outros três bilhões" - uma referência à metade do planeta sem conectividade.

A O3b opera uma frota de 16 satélites que se deslocam pelo equador a uma altitude de 8.000 km.

A OneWeb é uma ideia ainda mais grandiosa de Wyler - uma rede muito mais densa que voa a apenas 1.200 km acima do solo.

A proximidade dos satélites, sua alta taxa de transferência - mais de um terabit por segundo através da constelação - e a cobertura global prometem transformar o provimento de internet para aqueles que estão atualmente desassistidos ou simplesmente não contam com o serviço.

Pelo menos essa é a visão compartilhada pelos parceiros da OneWeb, grupo que inclui empresas como a fabricante de chips Qualcomm, o Virgin Group, de Richard Branson, a gigante Coca-Cola, a especialista em comunicações via satélite Hughes e a financiadora de tecnologia SoftBank.

Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Carros conectados: A OneWeb quer expandir
os usos da internet via satélite.

Quais são os custos dessa iniciativa?

Os custos são bem altos. A tecnologia de satélites é muito mais barata do que costumava ser, e o grande número de satélites necessários para a rede reduz o custo unitário. Mesmo assim, os satélites, produzidos pela Airbus, parceira da OneWeb, tem um preço estimado em cerca de US$ 1 milhão (o equivalente a R$ 3,75 milhões) cada.

E quando você adiciona toda a infraestrutura necessária para operar o sistema, o custo total é de mais de US$ 3 bilhões (R$ 11,25 bilhões).

Algumas iniciativas anteriores nessa área, voltadas para a criação de constelações semelhantes, não deram certo. Empresas de comunicação por satélites, como a Iridium e a Globalstar, só existem hoje porque processos de falência as dispensaram de suas dívidas.

Vários outros grupos registraram interesse em competir com a OneWeb, incluindo a SpaceX, do empresário Elon Musk. Engenheiros da Space até já colocaram (dois) satélites em órbita para demonstrar tecnologias.

Analistas parecem seguros de apenas uma coisa: o mercado não dará conta de todas as megaconstelações propostas.

Foto: ONEWEB / BBC News Brasil
Controladores na Virgínia, nos Estados Unidos, e em
Londres têm estado ocupados ensaiando o dia do lançamento.

Qual é a perspectiva do Reino Unido aqui?

A OneWeb estabeleceu sua sede no oeste de Londres, capital do Reino Unido, em escritórios antes ocupados pela BBC. A empresa tem cerca de 70 funcionários atualmente e espera aumentar o número para cerca de 200.

A sede tem uma sala de controle de satélites, embora essa função também seja realizada nos EUA.

Sucessivos governos do Reino Unido tentaram fomentar um ambiente regulatório e de negócios que estimulasse empresas espaciais a fazerem da Grã-Bretanha sua base - e eles conseguiram, acredita o CEO da OneWeb, Adrian Steckel.

"Acreditamos que a Agência Espacial do Reino Unido (UKSA) fez um trabalho fantástico, olhando para a OneWeb como um novo marco na indústria de satélites e ampliando as possibilidades de uso de nossos serviços", disse ele à BBC News.

"E eles têm trabalhado conosco, de mãos dadas, no que diz respeito a analisar o processo de regulamentação. Eles têm sido grandes defensores disso."

A UKSA gasta somas significativas em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de telecomunicações via satélite. A agência faz isso por meio de sua participação na Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla erm inglês).

A ESA desenvolve novas tecnologias que, esperamos, manterão as empresas europeias globalmente competitivas. E a UKSA acaba de colocar 18 milhões de libras em um programa que deve beneficiar a próxima geração de satélites da OneWeb, em particular na forma como elas interagem e trabalham junto às redes móveis terrestres 5G que agora estão sendo fomentadas.

Foto: ESA / BBC News Brasil
Estudo mostra que as novas redes precisarão tirar
de órbita seus veículos espaciais antigos, para evitar colisões.

O espaço já não está cheio demais?

Este é um ponto muito debatido. Há mais de 4 mil satélites operando em órbita, voando em várias altitudes; e um número um pouco maior de equipamentos espaciais antigos que interromperam as operações.

Se várias megaconstelações forem lançadas, haverá uma aumento significativo nessa população em órbita - e o potencial de colisões tem preocupado especialistas.

Um estudo recente - patrocinado pela Agência Espacial Europeia e apoiado pela Airbus - descobriu que as novas redes precisarão tirar de órbita seus veículos espaciais antigos, obsoletos, dentro de cinco anos ou correrão o risco de aumentar seriamente a probabilidade dos objetos se chocarem uns com os outros.

A OneWeb diz estar com essa preocupação em mente. A UKSA, como o órgão de licenciamento, tem trabalhado em estreita colaboração com a empresa para garantir que equipamento ultrapassado seja retirado do céu o quanto antes.

"Todos os candidatos aprovados para as licenças do Outer Space Act devem demonstrar adequação às melhores práticas estabelecidas em termos de operações seguras e sustentáveis", disse um porta-voz.

"Isso inclui o descarte seguro de satélites em fim de vida útil, por exemplo, retirando-os de órbita para minimizar o potencial de colisões e a criação de detritos espaciais."


Fonte: Portal Terra - 27/02/2019 - https://www.terra.com.br

Comentário: Pois é leitor, veja como são as coisas. Dentre todo os problemas já apontados pelo Blog com relação ao projeto do trambolho espacial francês SGDC-1, na opinião do especialista da área Rui Botelho, esta noticia sobre a constelação de satélites da startup britânica OneWeb  é mais um motivo para jogar por terra qualquer justificativa sobre este trambolho francês de bandeira brasileira, e pior ainda, o seu também desejado SGDC-2 na configuração atual como vetor de acesso a internet. Afinal leitor, o SGDC-1 é sozinho, quase tão caro quanto 1/3 da constelação Oneweb, e possui taxas de transmissão de dados sofríveis comparadas com os satélites que voam a 1.200 km, distância essa cerca de 30 vezes menor que a posição geoestacionária dos SGDC-1. “Se essa justificativa de permitir acesso a internet a locais remotos foi usada no passado para justificar o SGDC, justificativa essa que, ao meu ver, só se sustentou para dar um caráter social de serviço público civil ao satélite, na verdade serviu para conseguir recursos da Telebrás de modo a viabilizar o projeto como um todo”,  disse o especialista. E complementou dizendo: “Não que o SGDC-1 não seja estratégico para a autonomia e segurança das comunicações governamentais e militares, mas, no tocante ao serviço de banda larga, é algo que não se sustentava antes e, com essas novas empresas que vão prestar tal serviço, fica indefensável o uso dual dos SGDC”. Pois é leitor, diante destas colocações feitas  pelo especialista Rui Botelho, ficou claro que se o TCU tomar conhecimento desse novo modelo de negócio e dos valores dos serviços dessas novas empresas e os comparar aos da VIASAT /Telebras, certamente a situação do SGDC-1 vai ficar ainda pior.  Para se inteirar melhor sobre toda essa história, sugiro ao leitor e á quem possa interessar que visitem os links: http://www.mit.edu/~portillo/files/Comparison-LEO-IAC-2018-slides.pdf, http://www.unoosa.org/documents/pdf/copuos/stsc/2016/tech-32E.pdf, http://gsaw.org/wp-content/uploads/2017/03/2017s10moreira_tseu.pdf

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Astrônomos Encontram Novo Exoplaneta em Constelação Vizinha

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia publicada dia (23/02) no site do Sputnik News Brasil destacando que uma equipe de astrônomos da Universidade de Genebra (UNIGE) encontraram novo exoplaneta em constelação vizinha.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Astrônomos Encontram Novo
Exoplaneta em Constelação Vizinha

Sputinik News Brasil
23/02/2019 - 08:31 
Atualizado em 23/02/2019 - 09:58 

CC0 / Pixabay 

Uma equipe de astrônomos encontrou um novo exoplaneta, o terceiro mais próximo do Sistema Solar, que é três vezes maior que a Terra.

Segundo a Universidade de Genebra (UNIGE), um dos principais objetivos da Astronomia é estudar as atmosferas dos exoplanetas, principalmente daqueles que são semelhantes à Terra. Mas isso é especialmente difícil se o planeta for pequeno.

"Nos próximos anos, as observações que permitam a análise das atmosferas de exoplanetas semelhantes à Terra só serão possíveis se o exoplaneta estiver perto de nós", explicou Nathan Hara, pesquisador do departamento de astronomia da UNIGE.

O novo exoplaneta, GI411b, orbita em torno da estrela GI411, localizada a oito anos-luz do nosso Sistema Solar, na constelação Ursa Maior, conforme o portal SWI.

Durante a pesquisa que resultou na descoberta do GI411b, os astrônomos utilizaram o espectrógrafo SOPHIE, desenvolvido parcialmente pela UNIGE.

Ao medir com precisão a velocidade da estrela GI411 em 155 ocasiões ao longo de diversos anos, a SOPHIE detectou movimentos muito pequenos. Um estudo aprofundado mostrou que eles são causados por um planeta que orbita em torno da estrela.

O período orbital mais comum é de 13 dias, sendo a distância entre o planeta e a sua estrela de 0,08 AU (unidade astronômica correspondente à distância média entre a Terra e o Sol).

Sendo assim, o GI411b está cinco vezes mais próximo de sua estrela do que Mercúrio está do nosso Sol, conforme a revista Astronomy & Astrophysics.

Embora a estrela GI411 seja muito mais fria que o Sol, este planeta está tão próximo que ainda recebe 3,5 vezes mais energia que a Terra. O planeta GI411b não está, portanto, na zona habitável de sua estrela, concluíram os cientistas.


Fonte: Site Sputniknews Brasil - http://br.sputniknews.com

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Astrônomos Estão a Pedir às Crianças Para os Ajudarem a Entrar em Contato Com Extraterrestres

Olá leitor!

Uma curiosa notícia foi postado ontem (23/02) no website português “ZAP -aeiou” destacando que astrônomos do “Observatório de Arecibo”, em Porto Rico, estão a pedir às crianças para os ajudarem a entrar em Contato com Extraterrestres.

Duda Falcão

NOTICIAIS - CIÊNCIA & SAÚDE - MUNDO

Astrónomos Estão a Pedir às Crianças
Para os Ajudarem a Entrar em
Contacto Com Extraterrestres

Por ZAP
23 Fevereiro, 2019

Foto: David Broad / Wikimedia
Observatório Arecibo, em Porto Rico.

Cientistas do Observatório Arecibo, em Porto Rico, estão a pedir ajuda para o seu próximo grande projeto – e, para isso, estão a recorrer aos mais novos.

É no Observatório Arecibo, em Porto Rico, que encontramos um gigantesco radiotelescópio que é a principal ferramenta de vários cientistas na procura de extraterrestres. É lá que, segundo a Visão, trabalham alguns dos astrónomos e físicos mais inteligentes e reconhecidos do mundo.

No entanto, para o seu próximo grande projeto, estes profissionais não querem trabalhar sozinhos: para isso, pediram ajuda aos mais novos.

Em 1974, o enorme radiotelescópio foi usado para enviar uma transmissão de rádio, cuidadosamente pensada e elaborada, para o Espaço. A mensagem baseava-se em zeros e outros algarismos e tinha o principal objetivo de alertar os alienígenas para a nossa existência. No entanto, não deu grande resultado. Os cientistas não receberam quaisquer notícias de extraterrestres.

Agora, e em jeito de comemoração do 45.º aniversário dessa primeira transmissão, os astrónomos deste observatório preparam um nosso passo neste projeto.

Desta vez, lançaram um concurso à escala mundial e o objetivo é que sejam os mais novos – desde crianças do jardim de infância a jovens de 16 anos – a criarem uma nova mensagem para enviar aos extraterrestres. Como prémio, podem tornar-se o primeiro ser humano a entrar em contacto com vida alienígena.

As equipas são compostas por dez alunos de várias nacionalidades e devem inscrever-se até dia 20 de março. A ideia é que a equipa seja o mais diversificada possível, aconselham os investigadores. Além disso, as diretrizes do concurso adiantam que será uma mais valia usar todas as ferramentas possíveis, como redes sociais, para arranjar parceiros de todo o mundo.

A ideia é atualizar o tipo de formato que os hu8manos devem usar para comunicar com a vida alienígena. A primeira tentativa pode não ter resultado pelo simples facto de os cientistas terem partido do princípio que os extraterrestres tinham visão e, portanto, conseguiam ver o pictograma.

Para colmatar esta possível falha, pediram ajuda às crianças, por considerarem que os mais novos conseguem, muitas vezes, ultrapassar os problemas por terem uma perspetiva do mundo que os rodeia completamente nova.

Com este anúncio, os cientistas de Arecibo aproveitaram para assegurar que, apesar da devastação que o furacão Maria provocou em Porto Rico em 2017, o observatório continua a funcionar.


Fonte: Website português - https://zap.aeiou.pt

Comentário: Pois então, quem sabe esse concurso interessa a grupos de crianças e adolescentes estudantes no Brasil, né verdade?

AEB Publica Nova Portaria Sobre o Caso de Investigação de Servidores

Olá leitor!

Você tá lembrado que em janeiro passado informamos que servidores da Agência Espacial Brasileira (AEB) que estavam sendo perseguidos por denunciarem supostas irregularidades na gestão do incompetente Sr. José Raimundo Braga Coelho, seriam investigados após a publicação no Diário Oficial da União (DOU) da portaria da AEB de Nº 9, de 15 de janeiro de 2019 (veja aqui), esta assinada pelo então presidente substituto, o Dr. Petrônio Noronha de Souza?

Pois então leitor, a Portaria em questão foi substituída por uma nova portaria, publicada que foi no DOU do dia 22/02 que transcrevo para você na íntegra abaixo:

Ministério da Ciência, Tecnologia,
Inovações e Comunicações
Agência Espacial Brasileira/Presidência

PORTARIA Nº 37, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2019

O PRESIDENTE DA AGÊNCIA ESPACIAL BRASILEIRA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Decreto nº 8.868, de 4 de outubro de 2016, e pela Portaria MCTIC nº 4.893, de 23 de agosto de 2017, bem como tendo em vista o disposto na Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, resolve:

Art. 1º Designar os servidores Arthur Pullen Sousa, Analista em Ciência e Tecnologia, matrícula SIAPE nº 1643222, e Aline Bessa Veloso, Tecnologista, matrícula SIAPE nº 1002071, do quadro de pessoal da Agência Espacial Brasileira; e Cleide Maria de Oliveira Passos, Técnica em Comunicação Social, matrícula SIAPE nº 1479912, do quadro de pessoal do Ministério da Cidadania, para, sob a presidência do primeiro, constituírem Comissão de Processo Administrativo Disciplinar destinada a, no prazo de 60 dias, prorrogável por igual período, apurar eventuais responsabilidades administrativas, relativas aos fatos de que tratam os Processos nº 01350.000267/2017-46 e nº 01350.000281/2018-21, bem como dos atos e fatos conexos que emergirem no decorrer dos trabalhos.

Art. 2º. Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

CARLOS AUGUSTO TEIXEIRA DE MOURA

Pois é, nota-se que o novo presidente da AEB, o Eng. Carlos Augusto Teixeira de Moura, substituiu nesta nova portaria o servidor “Cristiano Augusto Trein” pela servidora “Aline Bessa Veloso”, mantendo os outros integrantes da comissão escolhidos na primeira portaria.

Pois então amigo leitor, como é um processo sigiloso infelizmente não temos como divulgar os nomes dos servidores envolvidos. No entanto, como cidadão brasileiro, solicito e espero que o novo presidente da AEB, procure averiguar melhor está questão, antes de punir servidores que apenas tentaram proteger o serviço publico de práticas duvidosas, e assim punir os verdadeiros culpados por toda essa história.

Duda Falcão

Asteroide Gigantesco Faz Cientista Americano Buscar Um Meio Para Evitar Colisão Devastadora

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia publicada dia (22/02) no site do Sputnik News Brasil destacando que Asteroide Gigantesco faz com que cientista norte-americano busque um meio para evitar colisão devastadora.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Asteroide Gigantesco Faz Cientista Buscar
Um Meio Para Evitar Colisão Devastadora

Em documentário, cientista revela como poderia salvar a
humanidade de um arrasador asteroide.

Sputnik News Brasil
22/02/2019 - 11:28

CC BY 2.0 / Ruuttu
Colapso entre um asteroide e a Terra.

Diversos debates surgiram depois que a NASA admitiu que um asteroide pode vir a atingir diretamente a Terra.

O asteroide Apophis 99942 de 3,2 quilômetros de diâmetro orbita nas proximidades da Terra, sendo assim, ele continua sendo uma grande ameaça, segundo o Daily Express.

Anteriormente, a NASA revelou que a possibilidade de ele impactar com a Terra correspondia a 2,7%, e que isso poderia acontecer apenas em 2029. Entretanto, mais recentemente, a NASA afirmou a chance de o asteroide atingir a Terra em 2068 é de uma em 150.000.

Jay Melosh, geofísico norte-americano, declarou que não há motivos para temer, pois ele descobriu como salvar o planeta, enfatizando que um espelho poderia ser utilizado como uma lupa.

"Assim que atingirmos o asteroide, iniciaremos a vaporização do material e assim que ele vaporizar, o asteroide será empurrado para outro caminho", declarou o geofísico.

Dessa maneira, ele pretende atingir o asteroide com uma luz até que o corpo celeste sofra a vaporização, para isso é necessário alterar a velocidade do asteroide para um centímetro por segundo, o que pode mudar o percurso, evitando uma eventual colisão com a Terra.

Caso um asteroide como o Apophis atingisse uma cidade, como, por exemplo, Boston, ele criaria uma cratera de aproximadamente 10 quilômetros de diâmetro, ou seja, destruiria quase completamente a cidade, concluiu Jay Melosh.


Fonte: Site Sputniknews Brasil - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Será mesmo que uma lupa gigante seria capaz de realizar essa façanha? Isso eu não sei leitor, o que eu sei é que já deveríamos está trabalhando em soluções efetivas, antes que a vaca vá pro brejo. Melhor prevenir do que remediar.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Sonda Japonesa Já Está no Asteroide Ryugu Para Desvendar Origem do Sistema Solar

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia publicada ontem (22/02) no site do Sputnik News Brasil destacando que a sonda japonesa ‘Hayabusa 2’ já está pousada no ‘Asteroide Ryugu’ para desvendar origem do Sistema Solar.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Sonda Japonesa Já Está no Asteroide Ryugu Para Desvendar Origem do Sistema Solar (FOTOS)

Sputnik News Brasil
22/02/2019 - 06:35

© REUTERS / Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial

A missão espacial com uma sonda japonesa pode, em breve, trazer amostras de um asteroide para a Terra e, assim, lançar luz sobre a origem do nosso Sistema Solar.

A sonda Hayabusa 2, da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA, na sigla em inglês) alcançou o asteroide Ryugu e pousou na superfície do corpo celeste para recolher amostras e, em seguida, trazê-las para a Terra.

A JAXA lançou sonda ao espaço em 3 de dezembro de 2014. Está previsto que a espaçonave regresse para a Terra com exemplares da rocha do asteroide em 2020.

© REUTERS / Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial
Espaçonave Hayabusa 2 vista após pouso na
superfície do asteroide Ryugu.
Animação da sonda japonesa Hayabusa 2 na
superfície do asteroide Ryugu.
Superfície do asteroide Ryugu, fotografada pela
sonda da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial
(JAXA, na sigla em inglês).

Quanto a detalhes da missão, em 21 de setembro do ano passado, a sonda enviou dois rovers (jipes) para a superfície do asteroide, tornando-se a primeira a conseguir algo parecido.

Entre os objetivos da missão, cujo valor é estimado em US$ 272 milhões é determinar se os elementos do espaço contribuíram para o surgimento de água e vida em nosso planeta. Segundo creem os astrônomos, esse tipo de asteroides contem materiais pristinos do Sistema Solar — uma combinação de minerais, gelo e também os elementos orgânicos capazes de interatuar entre si.

A sonda Hayabusa 2 é equipada com diferentes instrumentos científicos, entre os quais há painéis solares, sensores, câmeras, um espectrômetro infravermelho e um sistema LIDAR (dispositivo que permite determinar a distância entre um emissor de laser e um objeto em superfície). Além do mais, possui um robô que pode captar imagens em múltiplas longitudes de onda, investigar minerais com microscópio e medir a temperatura superficial e campos magnéticos.


Fonte: Site Sputniknews Brasil - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Pois é, veja como o ano começou maravilhosamente bem para a pesquisa em astronomia espacial, são o chineses, europeus, israelenses, americanos e agora os japoneses. Precisamos entrar nessa corrida, o tempo está passando e o Brasil continua brincando de fazer programa espacial.

ESA Mostra Mais Provas de Que Marte Um Dia Já Teve Rios em Sua Superfície

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (22/02) no site do “Canaltech” destacando que a Agência Espacial Europeia (ESA) mostrou mais provas de que o Planeta Marte um dia já teve rios em sua superfície.

Duda Falcão

CIÊNCIA – ESPAÇO

ESA Mostra Mais Provas de Que Marte Um
Dia Já Teve Rios em Sua Superfície

Por Patrícia Gnipper
Canaltech
Fonte: ESA
22 de Fevereiro de 2019 às 13h56

A agência espacial europeia (ESA) divulgou nesta semana imagens tiradas pelo satélite Mars Express que mostram locais onde, em um passado longínquo, existiam rios de água líquida em Marte, com mais de 1,6 km de largura e 198 metros de profundidade.

Acredita-se que há cerca de 3,4 bilhões de anos o Planeta Vermelho tinha bastante azul em sua paisagem, contendo um grande oceano em seu hemisfério norte, além de lagos e rios em diversos pontos de sua superfície que, hoje, é um enorme deserto. Ainda há alguma água por lá, na verdade, concentrada abaixo da calota polar sul, e cientistas acreditam que isso pode ser justificado com a presença de atividade vulcânica subterrânea em Marte, que teria gerado um fluxo de magma abaixo da superfície, emitindo calor de dentro para fora e, assim, possibilitando a existência de água líquida mesmo nos dias de hoje.

Em seu passado, Marte tinha uma atmosfera mais espessa e quente, o que permitia a existência de água corrente na superfície, e as evidências de que isso aconteceu de verdade são mostradas por meio de imagens e dados de satélites que orbitam o planeta, como é o caso do Mars Express da ESA. A fotos da vez revelam um sistema de vales em regiões montanhosas no sul do planeta, ao leste de uma cratera chamada Huygens.

As fotos mostram a região repleta de crateras de impacto e sinais de que um dia existiu fluxo de água ali. A água criava rios largos e profundos e, hoje, este vale é liso e fragmentado, ainda que mantenha bem visível as marcas do antigo leito de rio.

(Foto: ESA/DLR/Universidade Livre de Berlim)
Foto tirada pelo Mars Express mostrando o vale que, hoje,
é completamente seco, mas um dia já abrigou água líquida.

De acordo com a agência espacial, "em geral, o sistema de vales parece se ramificar significativamente, formando um padrão um pouco parecido com os galhos de árvores oriundos de um tronco central — esse tipo de morfologia é conhecido como ‘dendrítico’". O termo deriva de dendron (palavra grega para árvore), e foi aplicado corretamente, pois é possível ver vários canais que se separam do vale central.

"Esses canais ramificados provavelmente foram formados pelo escoamento de água superficial em um fluxo anteriormente forte do rio, combinado com chuvas extensas, e acreditamos que esse fluxo tenha cortado o terreno existente em Marte, forjando novos caminhos e esculpindo a paisagem", continua a ESA em comunicado.

(Foto: ESA/DLR/Universidade Livre de Berlim)
A mesma imagem com visão topográfica. As áreas em azul
e roxo são as de menor altitude, com as regiões brancas,
amarelas e vermelhas mostrando áreas de maior altitude.

Bom, que um dia Marte teve água líquida abundante em sua superfície, isso já está comprovado. Agora, resta descobrir coisas como qual seria a fonte dessa água (possibilidades seriam o derretimento de geleiras, ou chuvas intensas), quanto tempo levou para que a água do planeta secasse, e se a existência de água líquida ali é sinônimo de que um dia Marte foi habitável, de repente até mesmo tendo formas de vida que se iniciaram ali como aconteceu com a Terra.

E talvez estejamos próximos de descobrir a resposta a essa última questão, pois a ESA enviará ao Planeta Vermelho a missão ExoMars com um rover que foi recentemente rebatizado de Franklin, em homenagem à "mãe do DNA" Rosalind Franklin, com previsão de lançamento para agosto de 2020 e chegada em 2021. A missão procurará por bioassinaturas em regiões marcianas em que um dia existiu água no estado líquido. Ainda, a NASA também vem procurando pelos mesmos sinais de vida, com o rover Curiosity ainda na ativa, a sonda InSight estudando o interior do planeta e, em breve, com o rover Mars 2020, que continuará o legado do Opportunity, cuja "morte" foi declarada recentemente.


Fonte: Site do Canaltech - https://canaltech.com.br

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Pesquisador em Engenharia Aeroespacial Assume Presidência do CNPq

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (22/02) no site da “Agência Brasil” destacando que Pesquisador em Engenharia Aeroespacial assumiu presidência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Duda Falcão

EDUCAÇÃO

Pesquisador em Engenharia Aeroespacial
Assume Presidência do CNPq

Por Carolina Gonçalves
Repórter da Agência Brasil  - Brasília
Publicado em 22/02/2019 - 11:13

O pesquisador em Engenharia Aeroespacial e Aeronáutica, João Luiz Filgueiras de Azevedo, assumiu hoje (22) a presidência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) com o desafio de enfrentar a redução de recursos - um orçamento de quase R$ 300 milhões a menos na comparação com o disponível em 2018 -, que podem ameaçar inclusive o pagamento de bolsas a pesquisadores. Outro desafio é o de trabalhar com uma equipe que tem ficado mais enxuta ao longo dos anos.

“Vemos uma perda constante de pessoas, principalmente por aposentadorias. A cada dia temos que fazer mais com menos pessoas. As áreas técnicas e administrativas estão estressadas no limite e é urgente recompor o quadro de funcionários”, disse o pesquisador na cerimônia de posse em Brasília.

Azevedo já iniciou um levantamento dos custos de manutenção do CNPq. Segundo ele, o balanço será usado para um remanejamento de gastos para injetar o maior volume de dinheiro em pesquisas.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações,
Marcos Pontes, empossa o novo presidente do CNPq,
João Luiz Filgueiras de Azevedo.

O novo presidente do CNPq destacou que o país precisa investir em pesquisa para atender à crescente demanda por inovação. “A pesquisa de base é fundamental. Não há inovação sem pesquisa prévia que gere o conhecimento necessário”, alertou.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, reiterou a importância das pesquisas e pediu esforço para que a motivação pela ciência comece desde o ensino fundamental nas escolas e a reformulação de currículos.

Para Pontes, se a instituição conseguir fazer o dever de casa, apresentando resultados em prol do desenvolvimento do país e da melhoria da qualidade de vida dos brasileiros, será possível ampliar o debate com parlamentares, que definirão, no final do ano, o orçamento de 2020.
“Isso precisa ser revertido. Acredito que ano que vem a situação pode ser diferente. Temos capacidade intelectual de sobra para chegar a esse objetivo”, disse o ministro.
Por ora, Pontes defendeu a busca de gastos mais eficientes e de novas fontes de financiamento para projetos da área.

Currículo

João Luiz Filgueiras de Azevedo é pesquisador em Engenharia Aeroespacial e Aeronáutica, bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq, a modalidade de mais alto nível da instituição.

Além disso, atuou, por três vezes, como membro do Comitê de Assessoramento de Engenharias Mecânica, Naval e Oceânica e Aeroespacial do CNPq. Também é pesquisador titular do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da Força Aérea Brasileira e professor colaborador do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

Graduou-se em Engenharia Aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em 1981, concluiu mestrado (1983) e doutorado (1988) em Engenharia Aeronáutica e Astronáutica, na Stanford University, nos Estados Unidos


Fonte: Site da Agência Brasil - http://agenciabrasil.ebc.com.br

Comentário: Bom o Blog BRAZILIAN SPACE deseja sucesso ao Dr. João Luiz Filgueiras de Azevedo em sua nova função, e que seu desempenho seja exitoso pois dele dependerá a Ciência e Tecnologia do país, principalmente e especialmente o setor ao qual ele é originário.