quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Saem no DOU Novas Nomeações Para o MCTIC

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (30/01) no site “Tele.Síntese” destacando que saiu no Diário Oficial da União (DOU) mais nomeações para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Duda Falcão

GENTE

Saem Novas Nomeações Para o MCTIC

Maurício Pazini vai ocupar a Secretaria de Tecnologias Aplicadas do ministério

Por Redação
Tele.síntese
30 de Janeiro de 2019


O engenheiro Mauricio Pazini Brandão foi nomeado para chefiar a Secretaria de Tecnologias Aplicadas do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. A secretaria tem como principal objetivo propor, coordenar e acompanhar as medidas necessárias à implementação de políticas para a incorporação de tecnologias que potencializem os setores cibernético, espacial, nuclear, de defesa, de comunicações e inteligência artificial.

E ainda identificar e selecionar tecnologias existentes e as em desenvolvimento para aplicação nos setores estratégicos e no bem-estar da sociedade. Bem como  acelerar a implantação de tecnologias, processos e métodos, em articulação com órgãos dos governos federal, estadual e municipal, da academia e empresas, que contribuam para o desenvolvimento sustentável e estabelecer e analisar cenários e tendências internas e externas, para identificação de oportunidades e ameaças que impactem no direcionamento estratégico do ministério.

Pazini tem mestrado em engenharia aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), doutorado em engenharia aeronáutica e astronáutica pela Universidade de Stanford (EUA) e MBA em gestão institucional  estratégica pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Ele atuou no Ministério da Defesa.

Para exercer o cargo de Diretor do Departamento de Tecnologias Estratégicas e de Produção da mesma secretaria, foi nomeado o brigadeiro do ar Maurício Ribeiro Gonçalves, que já atuou na Organização dos Estados Americanos (OEA).

E a engenheira Maria Claudia Ferrari de Castro vai exercer o cargo de diretora do Departamento de Tecnologias para Programas de Desenvolvimento Sustentável e Sociais da Secretaria de Tecnologias Aplicadas.

Já o especialista em regulação da Anatel, Tawfic Awward Junior, foi cedido ao MCTIC para exercer a função comissionada de Coordenador-Geral de Infraestrutura de Banda Larga, do Departamento de Banda Larga, da Secretaria de Telecomunicações do ministério.

As nomeações foram publicadas nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União.


Fonte: Site Tele.Síntese - http://www.telesintese.com.br/

O Gigante Foguete Europeu Que Está Sendo Erguido na Selva Sul-Americana

Olá leitor!

Segue um interessante artigo postado ontem (30/01) no “Portal TERRA” tendo como destaque o gigante foguete europeu que está sendo erguido na selva sul-americana.

Duda Falcão

TECNOLOGIA

O Gigante Foguete Europeu Que Está
Sendo Erguido na Selva Sul-Americana

A nova torre de lançamento de foguetes da Europa está sendo construída distante do continente. A BBC Future visitou a "Torre Eiffel" das florestas da Guiana Francesa.

Por Richard Hollingham
Da BBC Future
30 de jan de 2019 - 14h00
Atualizado às 16h07

Para se ter a melhor vista da base de lançamento espacial em Kourou, na Guiana Francesa, é preciso subir uma colina íngreme em meio à floresta tropical. A caminhada é árdua. Mas isso não é o pior do trajeto.

Foto: STEPHANE CORVAJA / BBC News Brasil
Unidade de lançamento europeia está sendo
construída em solo latino-americano.

No topo, as árvores dão lugar a uma plataforma de observação de madeira com o letreiro "Casa Araignées" ("Casa de Aranhas") na entrada. Por todos os lados, há aranhas do tamanho de uma mão, e suas teias cobrem as vigas de madeira.

É necessário passar por elas com cuidado (a ideia de se enredar numa teia de aranha gigante é realmente aterrorizante) para observar a paisagem da floresta e as torres de lançamento de três foguetes: Ariane 5, Soyuz e Vega.

O maior deles, o Ariane 5, voa desde 1996 e, apesar de uma missão inaugural catastrófica, provou ser a maneira mais confiável no mundo para lançar satélites em órbita e além. Um Ariane 5 transportou recentemente a gigantesca espaçonave BepiColombo no primeiro estágio de sua longa viagem a Mercúrio. Também lançou alguns dos maiores satélites de telecomunicações, meteorologia e navegação do mundo.

Mas pegar carona em um Ariane 5 sai caro. Lançá-lo custa em torno de US$ 100 milhões (R$ 370 milhões) - os custos exatos raramente são divulgados. Concorrentes mais novos, como a SpaceX, de Elon Musk, prometem o mesmo serviço com economia de dezenas de milhões de dólares.

Em resposta, a Europa está construindo o Ariane 6 - um foguete multi-estágio de 62 metros de altura, capaz de lançar espaçonaves médias e grandes em diferentes órbitas. Com seu desenvolvimento custando 2,4 bilhões de euros (R$ 10 bilhões) e financiado pela Agência Espacial Europeia (ESA), tudo no novo lança-foguetes foi projetado para ser mais barato e mais eficiente que o Ariane 5.

Foto: Richard Hollingham / BBC News Brasil
Obras seguem com velocidade para cumprir
prazo de inauguração.

"Nosso objetivo é fazer algo que seja muito atraente em termos de preço e serviço aos clientes", diz Charlotte Beskow, chefe da ESA em Kourou, que admite que o custo não é o único fator. "Nós também temos a vontade política de ter nosso acesso próprio ao espaço para não dependermos dos outros."

Equipado com motores avançados e novos impulsionadores sólidos, o Ariane 6 terá versões regulares e supersônicas, dependendo da massa e do destino orbital da carga útil. Também está adquirindo uma nova plataforma de lançamento e um pórtico - uma estrutura que os engenheiros franceses do projeto descrevem carinhosamente como "Torre Eiffel móvel".

Mais Moderno

Até agora, o pórtico de 90 metros de altura é apenas uma estrutura gigante de vigas. Mas, nos próximos meses, ele será coberto por painéis de metal. Ao contrário de seu predecessor, o Ariane 6 será montado horizontalmente e depois içado na torre de lançamento para finalizar montagem, abastecimento e teste. Portanto, algumas horas antes do lançamento, toda a estrutura será removida em trilhos para liberar espaço para o foguete na plataforma de lançamento.

"Foi o que fizemos nos velhos tempos do Ariane 4 e é o que fazemos com o Vega e o Soyuz, então é uma tecnologia comprovadamente eficaz", diz Beskow. "Desta vez, estamos fazendo isso em escala maior, mas é mais rápido, mais eficiente, permite que as pessoas trabalhem em condições seguras e, do ponto de vista meteorológico, é mais conveniente".

O lançamento desde o equador - onde a Terra gira mais rápido que em outras latitudes - ajuda a dar um impulso extra no foguete rumo à órbita. O lado negativo é o clima tropical. As áreas externas estão repletas de algas, musgo e mofo. Por isso, o interior da torre de lançamento será climatizado e cercado por pára-raios para proteger o foguete e a equipe.

Foto: Richard Hollingham / BBC News Brasil
A plataforma de observação com vista para o local de
lançamento é o lar de uma população de aranhas enormes.

Atualmente, são necessários 35 dias para preparar um Ariane 5 para o lançamento. Os foguetes precisam ser transportados entre diferentes instalações em uma extensa rede ferroviária. Com o Ariane 6, o objetivo é reduzir esse tempo para apenas 12 dias.

"O produto final será muito simples, muito aerodinâmico, ficará elegante - é assim que economizaremos tempo", diz Beskow. "Haverá menos manipulações, operações, transporte e gargalos - ele deverá oferecer tempos de resposta mais rápidos, maneiras mais rápidas de chegar ao espaço."

Desafio de Engenharia

Mas a construção de uma nova plataforma de lançamento é apenas parte do desafio da engenharia. O mais impressionante está abaixo do solo. Da superfície, a plataforma de lançamento vai se parecer com a uma placa de aço e concreto, mas, uma vez concluída, sua estrutura de suporte alcançará cerca de 30 metros abaixo do solo.

De cada lado, um par de túneis de 20 metros de largura será construído para afunilar o escapamento das chamas e transportar a água jogada no foguete durante o lançamento.

"Nós chamamos isso de dilúvio - jogamos muita água para reduzir as vibrações no lançador e na carga útil", explica Beskow. "Isso também reduz efeitos colaterais tóxicos, por isso é muito importante".

Neste momento, o complexo de lançamento europeu é um vasto canteiro de obras com 600 trabalhadores empregados em dois turnos. Enquanto observo a cena, sete guindastes altos e finos balançam, concreto e entulho surgem à frente, faíscas voam enquanto os técnicos soldam as vigas, e há um barulho constante.

Com o primeiro Ariane 6 saindo da linha de produção em 2019, e o primeiro lançamento previsto para 2020, o tempo está acabando. Mas o engenheiro responsável, Frédéric Munos, exala uma confiança tranquila. Afinal de contas, esta é a sua quinta plataforma de lançamento.

Foto: Richard Holingham / BBC News Brasil
Os engenheiros do projeto se referem a ele como
uma 'Torre Eiffel móvel'.

"Nós temos de fazer isso corretamente, com bom design e sem acidentes", diz Munos, com naturalidade. "Ficaremos satisfeitos no primeiro lançamento, que será visto pelos olhos do mundo."

No início deste ano, quando a SpaceX lançou seu Falcon Heavy no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, milhares de pessoas viajaram para assistir ao lançamento. Como a Guiana Francesa é relativamente isolada, menos pessoas devem testemunhar pessoalmente o lançamento de um Ariane 6.

"O problema é que ele está em um local ideal, porém remoto. Adoraria que mais pessoas viessem aqui para vê-lo, assim como vão para Houston e Kennedy", afirma. "Este é um ativo europeu e observá-lo será de cair o queixo."

Se você decidir fazer uma visita, lembre-se apenas de uma coisa: cuidado com as aranhas gigantes.


Fonte: Portal Terra - 30/01/2019 - https://www.terra.com.br

Comentário: Pois é leitor, quando leio um artigo como esse não tenho como não ficar frustrado, 2,4 bilhões de euros (R$ 10 bilhões) sendo aplicados pela ESA em um único projeto para um setor que na visão da ignorante Sociedade Brasileira não tem a menor importância. Sinceramente espero que a equipe do nosso Ministro-Astronauta Marcos Pontes chegue a ler esse artigo, e assim quem sabe servir ainda mais de incentivo para que o Brasil definitivamente tenha um programa espacial de verdade, e não mais essa piada fantasiosa que se transformou desde a chegada dos governos civis. Aproveito para agradecer ao nosso leitor Rui Botelho pelo envio desse artigo.

Ministro Marcos Pontes Neste Momento Encontra-se na Sede da ISA em Israel

Olá leitor!

O nosso Ministro-Astronauta Marcos Pontes no quarto dia da sua viagem a Israel encontra-se neste momento na sede da Agência Espacial Israelense (Israel Space Agency) para discutir projetos de interesse comum.

Assim sendo caro amigo leitor, há pouco mais de duas horas ele postou um vídeo em sua página oficial no Facebook que você pode acessar pelo link abaixo.

Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor Anderson. N. Silva pelo envio desta informação.

Duda Falcão

Professor e Pesquisador do ITA Foi Nomeado Presidente do CNPq

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (31/01) no site do jornal “O VALE”, destacando que Professor e Pesquisador do ITA foi nomeado presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Duda Falcão

NOSSA REGIÃO

Professor e Pesquisador do ITA Assume o
Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico

Trata-se do terceiro nome ligado a São José dos Campos a assumir um cargo no governo federal, como o ex-reitor do ITA e também o ex-diretor da Fatec da cidade.

Da redação
O VALE
30/01/2019 - 02:01:50

Foto: Divulgação
Nomeado. João Luiz Filgueiras de Azevedo vai atuar no CNPq.

O professor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) João Luiz Filgueiras de Azevedo foi nomeado presidente do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Atualmente, ele é pesquisador em Engenharia Mecânica na instituição sediada em São José dos Campos.

É o terceiro nome ligado à cidade que assume um posto no governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Antes de Filgueiras, o ex-diretor da Fatec de São José dos Campos, Luiz Antonio Tozi, foi nomeado secretário-executivo do Ministério da Educação.

O reitor do ITA, Anderson Ribeiro Correia, assumiu a presidência da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

Filgueiras e Correia têm a mesma origem acadêmica do ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, um dos primeiros a ser anunciado na equipe de Bolsonaro.

Azevedo é pesquisador titular do IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço), do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), em São José. Ele formou-se no ITA em 1981, em Engenharia Aeronáutica. Também tem mestrado e doutorado na Universidade Stanford, dos Estados Unidos.

Ele ainda foi diretor de Transporte Espacial e Licenciamento da AEB (Agência Espacial Brasileira), de 2004 a 2008, e vice-diretor técnico da Empresa Binacional Alcantara Cyclone Space, de 2008 a 2009.

Filgueiras foi um dos nomes da lista tríplice para reitor do ITA, ao lado dos professores Ricardo Galvão e Anderson Ribeiro Correia, que acabou sendo escolhido para o cargo.

DIFICULDADES

À frente do CNPq, que é a principal agência de fomento à pesquisa científica no país, Filgueiras vai encontrar dificuldades financeiras.

No ano passado, o então presidente, Mario Neto Borges, divulgou uma carta criticando os cortes no orçamento da instituição. "A ciência brasileira está em risco", disse ele.

"Se, em 2018, o CNPq pôde contar com recursos da ordem de R$ 1,2 bilhão, em 2019 a previsão de R$ 800 milhões poderá limitar ações diversas como o lançamento de editais de pesquisa, contratações de novos projetos e outras iniciativas. Uma perda da ordem de R$ 400 milhões", completou Borges, exonerado do cargo em 15 de janeiro.


Fonte: Site do Jornal “O VALE” - 30/01/2019

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

CGEE Lança Interessante 'Resumo Executivo' Sobre a Área de Cubesats

Olá leitor!

O “Observatório de Tecnologias Espaciais (OTE)” ligado ao “Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE)” (organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações - MCTIC) publicou em 2018 um interessante ‘Resumo Executivo’ tendo como tema a área de ‘Cubesats’  que, creio eu, deva ser do interesse dos grupos brasileiros que atuam ou ainda pretendem atuar nesta área.

Este interessante estudo que foi produzido sob a supervisão do Dr. Marcio de Miranda Santos (presidente do CGEE) com o apoio técnico de uma Equipe do CGEE formada pelo Dr. Thyrso Villela Neto (Coordenador), Dra. Alessandra de Moura Brandão e do Dr. César Augusto Costa, pode ser acessado pelo link: https://www.cgee.org.br/documents/10195/734063/CGEE_resumoexecutivo_CubeSats_Web.pdf

Duda Falcão

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Astrônomos Japoneses Descobrem 'Embrião' de Planeta no Sistema Solar

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia publicada hoje (29/01) no site do Sputnik News Brasil destacando que Astrônomos Japoneses descobriram um 'embrião' de planeta no Sistema Solar.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Astrônomos Descobrem 'Embrião'
de Planeta no Sistema Solar

Sputnik News Brasil
29/01/2019 - 06:18

CC0 / Pixabay/Twighlightzone

No extremo do nosso Sistema Solar, os cientistas descobriram pela primeira vez um "embrião" de um planeta formado há bilhões de anos com um raio de 1,3 quilómetros.

Apesar de os investigadores já terem previsto há 70 anos a existência de tais corpos celestes — que estão em um estágio médio entre as acumulações de poeira e gelo e os planetas — esses "embriões" de planetas nunca antes haviam sido detectados em nosso Sistema Solar.

O objeto encontrado está no cinturão de Kuiper, que se localiza a uma distância de 30 a 55 unidades astronômicas do Sol, ou seja, mais longe que a órbita de Neptuno. O corpo celeste mais famoso desta região é Plutão. Acredita-se que o cinturão é composto por objetos deixados após a formação dos planetas. Devido à pouca luz solar, os asteroides e cometas nesta parte do Sistema Solar são conservados ao longo de bilhões de anos, relata o portal Phys.org.

Os corpos celestes com o raio de um quilômetro, localizados a essa distância da Terra, são muito escuros, então os astrônomos tiveram que usar um método chamado de "ocultação", que permite encontrar estrelas obstruídas por asteroides que reduzem seu brilho.

A descoberta confirma a hipótese segundo a qual os planetesimais — os "embriões" dos planetas que se formaram no início do Sistema Solar — possuem tamanhos pequenos em um estágio inicial e, em seguida, aumentam rapidamente sua massa.

A pesquisa sobre a descoberta do embrião, feita por cientistas japoneses, foi publicada na revista Nature Astronomy.


Fonte: Site Sputniknews Brasil - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Pois é leitor, simplesmente uma fantástica descoberta e descobertas como essa tendem a ser repetir cada vez mais rápido com o desenvolvimento da tecnologia astronômica e espacial. As próximas décadas trarão grandes surpresas à humanidade, quem sabe o suficiente para que a mesma amadureça e entenda definitivamente que não temos nada de especial como espécie e qual é o nosso papel, pois só assim conseguiremos sobreviver neste universo perigoso e hostil.

Antes da Viagem a Israel o Ministro Marcos Pontes Reafirmou Que o SGDC Será Prioridade

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (28/01) no site “TELETIME” destacando que segundo o nosso ministro-astronauta Marcos Pontes, o trambolho satélital francês ‘SGDC-1’ será sim prioridade no Governo Bolsonaro.

Duda Falcão

POLÍTICAS SETORIAIS

Marcos Pontes Reafirma Que
SGDC Será Prioridade

Por Samuel Possebon
Segunda-feira, 28 de janeiro de 2019 , 19h48


O ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, afirmou em entrevista à imprensa realizada na última sexta, 25, que a razão pela qual o atendimento com banda larga via SGDC ficou fora do conjunto de prioridades anunciado pela Casa Civil para os 100 primeiros dias do governo Bolsonaro  é a dificuldade, neste momento, de quantificar quantos pontos poderão ser atendidos, em função ainda das negociações entre Telebras e Viasat, conforme determinação do TCU. Mas, segundo o ministro, o tema continua prioritário dentro da pasta, apenas não entrando na lista da Casa Civil. "Embora não esteja nos 100 dias, essa parte da banda larga via satélite está sim nas nossas prioridades. Só não tínhamos (como definir) nesses primeiros 100 dias o número correto de pontos, e esta imprecisão foi o fator de não termos isso nas prioridades (dos 100 dias). É um programa extremamente importante e continua 100%, não tiramos o pé do acelerador".

Sobre as políticas espaciais, Pontes disse que a prioridade é tornar a base de Alcântara viável comercialmente e como um centro de desenvolvimento regional. "Queremos fazer o que foi feito no entorno do Johnson Space Center (em Houston, EUA), onde várias empresas se desenvolveram em função da presença do centro espacial. Queremos transformar aquilo numa joia de desenvolvimento". Ele reconheceu que a política espacial brasileira tem problemas orçamentários e que isso traz dificuldades. "Claro que temos problemas de orçamento, é um fato. Mas precisamos ver o que dá para fazer com o que temos, produzir mais resultados, e isso trará mais orçamento. Temos uma ligação muito boa com o comando da Aeronáutica e o tratamento civil e militar está muito próximo", disse ele, citando tecnologias de monitoramento, satélites de abertura sintética e outros projetos.

Segundo apurou este noticiário, o MCTIC está também atento à retomada das atividades do Congresso e a aprovação do PLC 79 está no radar, ainda que isso não esteja ainda aparecendo nas falas públicas do ministro. A ideia do ministério é acompanhar de perto as discussões sobre as emendas que foram apresentadas ao plenário do Senado e que agora serão discutidas na Comissão de Ciência, Tecnologia e Comunicação do Senado antes que o texto volte ao Plenário. O MCTIC identificou alguns pontos que poderiam ser melhorados mas o dilema é com o atraso que isso poderia provocar, como um retorno para a Câmara.

Evento de Políticas de Telecomunicações

No próximo dia 19 de fevereiro a TELETIME e o Centro de Estudos de Políticas de Comunicação da Universidade de Brasília (CCOM/UnB) realizam no Auditório da Finatec, em Brasília, o Seminário Políticas de (Tele)Comunicações. O ministro Marcos Pontes e os secretários Júlio Semeghini (Executivo) e Vitor Menezes (Telecomunicações) estão confirmados no evento e devem apresentar a agenda de prioridades políticas, além de debater com o setor sobre as ações do ministério. Mais informações sobre o evento e sobre as condições de inscrição estão disponíveis no site politicasdetelecom.com.br

Evento de Radiodifusão

O MCTIC também anunciou para o dia 21 de fevereiro a realização do Forum Nacional de Radiodifusão, organizado pela Secretaria de Radiodifusão do ministério, quando serão anunciadas as prioridades para o setor de radiodifusão. Entre os temas estão a digitalização da TV aberta, a migração de AM para FM, a comunicação pública, questões relacionadas à radionavegação aeronáutica, o futuro da radiodifusão entre outros temas. Mais informações pelo site do MCTIC.


Fonte: Site TELETIME - http://www.teletime.com.br/

Startup Argentina Utilizará Foguetes Chineses Para Lançar 90 Microssatélites

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada ontem (28/01), no site da "Revista GALILEU", tendo como destaque a assinatura de contrato da startup argentina ‘Satellogic’  com a empresa chinesa ‘China Great Wall Industry Corporation (CGWIC)’ para o lançamento da sua frota de 90 microssatélites, notícia está já abordada no Blog anteriormente em inglês (veja aqui). Na matéria consta uma interessante e corajosa avaliação desta iniciativa argentina, bem como da situação brasileira feita pelo Eng. Oswaldo Loureda, CEO da startup brasileira ‘Acrux Aeroespace Technologies (AAT)’. Vale a pena conferir.

Duda Falcão

CIÊNCIA - ESPAÇO - TECNOLOGIA

Startup Argentina Utilizará Foguetes
Chineses Para Lançar 90 Satélites

Satellogic firma contrato com a chinesa CGWIC para lançamento de sua constelação de
microssatélites que vão remapear semanalmente cada metro quadrado do planeta

Por AJ Oliveira
28/01/2019 – 10h56
Atualizado às 11h01

(Foto: Divulgação)
Ilustrações dos microssatélites que serão lançados ao espaço.

Nunca foi tão barato construir um satélite e colocá-lo em órbita. Entre os diversos setores que se beneficiam dessa revolução está o mercado da observação da Terra. Muitas empresas anunciam projetos ambiciosos para fotografar, a partir do espaço, cada pedacinho do planeta em alta resolução. Uma delas é a Satellogic, startup de tecnologia espacial fundada em 2010 na Argentina. Acabam de divulgar uma importante parceria com a empresa China Great Wall Industry Corporation (CGWIC): ambas firmaram um contrato em janeiro que prevê o lançamento de 90 microssatélites em foguetes chineses até o final de 2020.

Quanto estiver operando na órbita baixa, a constelação de satélites será capaz de fazer um remapeamento completo da superfície terrestre a cada semana, em uma resolução detalhada que revela até um metro com nitidez. "Isso é novo, não apenas para nós, mas para a Terra", afirma Marco Bressan, diretor de soluções da Satellogic. "Mesmo se juntássemos todos os satélites de observação lançados desde o início da era espacial, não teríamos a capacidade de enxergar em alta resolução o que está acontecendo em cada metro quadrado do planeta todas as semanas." Será como ter 90 olhos que tudo veem pairando sobre nossas cabeças.

Nosso mundo é quase como um organismo vivo, dinâmico, em constante mudança, seja por forças naturais, seja pelas mãos humanas. Com tanta coisa se passando simultaneamente, fica fácil perder o controle das situações. Para diversos setores da sociedade que lidam com transformações rápidas, ter acesso a análises geoespaciais de qualidade para embasar a tomada de decisões é algo fundamental, que pode salvar vidas ou poupar muito dinheiro. Clientes típicos de empresas como a Satellogic são governos, indústrias, agronegócio, manejo de recursos naturais, mineração, energia, ou até finanças e seguros.

"Satélites são um meio para se chegar a um fim", explica Bressan. Nesse sentido, apenas os pixels de milhões de imagens pouco valem: é preciso um mecanismo inteligente que interprete esse volume monstruoso de dados. Por isso a empresa se preocupou desde o princípio em desenvolver paralelamente tecnologias para manufatura de satélites em Buenos Aires e Montevidéu, e de inteligência artificial e deep learning em Barcelona. Outras sedes ficam em Tel Aviv, Miami e Pequim.

Isso faz da Satellogic, uma pequena multinacional, a única empresa do ramo a integrar verticalmente todas as etapas da geoanálise. O acordo com a CGWIC prevê o primeiro lançamento do contrato para o último trimestre de 2019, no qual serão colocados em órbita 13 satélites. Junto com os três que já estão em funcionamento, e mais três que os chineses devem lançar nos próximos meses, a companhia fechará o ano com 19 satélites em operação. São pequenos, muito pequenos: medem um metro de comprimento por meio metro de largura e de altura. Pesam só 45 quilos.

(Foto: Divulgação)
Foguete chinês levará os satélites ao espaço.

Oswaldo Loureda, engenheiro aeroespacial formado pelo ITA, considera a proposta da Satellogic interessante e um bom exemplo do NewSpace, tendência global cujo objetivo é reduzir drasticamente os custos dos projetos espaciais através da eficiência da iniciativa privada. "Agências espaciais e grandes corporações como a Airbus constróem até hoje satélites de grande porte, pesados, a Satellogic está mostrando que não precisa ser assim", diz o fundador e CEO da startup Acrux Aerospace Technologies.

Loureda compara com os satélites de monitoramento ambiental CBERS, desenvolvidos pela Agência Espacial Brasileira (AEB) em parceria com a China: ao custo de centenas de milhões de dólares e com peso equivalente ao de 40 satélites da Satellogic, têm capacidade igual ou até inferior. Sendo que o custo de produção de cada microssatélite não ultrapassa US$ 2 milhões."É o mesmo nível de tecnologia que a gente poderia utilizar aqui no INPE ou nas startups nacionais, porém no Brasil não há investimento privado e a AEB até agora não teve essa visão", afirma.

Ele diz que há um lobby industrial de meia dúzia de empresas de São José dos Campos (SP) que insistem na lógica do produto caro, demorado, grande e pesado. "Se a atual estrutura não mudar, é impossível fazermos qualquer coisa parecida com a Satellogic." A empresa argentina ocupa posição privilegiada no mercado graças à junção das soluções próprias de geoanálise com a fabricação dos próprios satélites, podendo oferecer serviços a preços bem mais baixos que os da concorrência.

"Entregamos todos esses atributos: alta resolução, alta frequência e preços acessíveis, enquanto outros players da indústria só contemplam no máximo dois deles", diz Bressan. A meta é eventualmente alcançar uma constelação com mais de 300 satélites ligados em uma plataforma totalmente automatizada, capaz de gerar informações diários. O contrato também é bastante estratégico para a CGWIC. Única empresa autorizada pelo governo chinês a atuar comercialmente na indústria espacial, a parceria coloca o foguete Longa Marcha 6 no páreo do acirrado e nascente mercado dos lançamentos de pequenos satélites.

O lançador só voou duas vezes desde o voo inaugural de 2015, mas é considerado promissor. Ele pode colocar até uma tonelada em órbita, capacidade superior à de concorrentes como o Electron, da Rocket Lab, que transporta no máximo quatro vezes menos carga. Se depender da ambição de empresas como a Satellogic e de suas constelações de satélites cada vez maiores, os pequenos foguetes terão um grande trabalho pela frente ao longo dos próximos anos.


Fonte: Site da Revista Galileu - 28/01/2019 - http://revistagalileu.globo.com

Comentário: Pois é leitor, quero aqui parabenizar a Revista Galileu por esta matéria e pela iniciativa de contatar o ‘Eng. Oswaldo Loureda’ para que assim o mesmo pudesse opinar sobre esta grande iniciativa argentina, bem como também sobre a realidade brasileira neste setor. Aproveito também para parabenizar ao Eng. Oswaldo Loureda pela sua coragem de expor esse cartel fechado que precisa ser aberto por uma verdadeira politica que favoreça a competência, o melhor preço, o desenvolvimento dinâmico e a visão estratégica. O mundo está adotando o modelo ‘New Space’ e o Brasil não pode continuar tentando inventar a roda. Por isso, volto a insistir com o nosso Ministro-Astronauta Marcos Pontes (nesse momento participando de encontros muito relevantes para Ciência e Tecnologia Brasileira em Israel) para que o mesmo oriente o novo presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB) a se reunir o mais breve possível com os CEOs das startups brasileiras. Não podemos perder mais tempo, pois a fila está andando e estamos observando a banda passar.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Exploração da Lua: Se a Superfície Lunar Virar Um Campo de Mineração, Quem Será Seu Dono?

Olá leitor!

Segue um interessantíssimo artigo postado ontem (27/01) no “Portal TERRA” tendo como tema a questão de como vai ficar o Direito Espacial nessa nova corrida internacional para a Exploração da LUA.

Duda Falcão

CIÊNCIA

Exploração da Lua: Se a Superfície Lunar
Virar Um Campo de Mineração,
Quem Será Seu Dono?

Empresas e países já estão de olho para participar de uma futura
exploração da superfície lunar, em busca de metais preciosos.

Por Justin Parkinson
Da BBC News
27 Jan 2019 - 13h14
Atualizado às 19h21

Faz quase 50 anos que o astronauta americano Neil Armstrong se tornou o primeiro homem a andar na superfície da Lua. "Um pequeno passo para o homem, um grande passo para a humanidade", disse ele na ocasião.

Foto: NASA / BBC News Brasil
Buzz Aldrin na Lua em 1969: 'uma desolação
magnífica', disse ele.

Pouco depois, foi a vez do seu colega Buzz Aldrin dar uma volta pelo Mar da Tranquilidade, uma região lunar localizada na face visível da Lua, e constatar: "uma desolação magnífica".

Desde aquela missão da Apollo 11, em julho de 1969, a Lua se manteve praticamente intocada - ninguém pousa lá desde 1972. Mas isso pode mudar em breve: há diversas empresas e nações interessadas em explorá-la e, possivelmente, minerar suas superfícies em busca de recursos como ouro, platina e minerais de terras raras muito usados em eletrônicos.

Nesse caso, quais seriam as regras que guiarão a exploração e a posse desses elementos? Há alguma salvaguarda da preservação da paisagem lunar, ou será que o satélite da Terra poderá ser alvo de uma corrida por recursos, sob interesses comerciais e políticos?

No início deste mês, a China conseguiu fazer pousar na Lua a sonda Chang'e-4, que, pela primeira vez na história, fez brotar uma semente de algodão na superfície lunar - um passo significativo. Pequim talbém almeja montar ali uma base de pesquisas.

Foto: BBC News Brasil
Exploração lunar.

Já a empresa japonesa iSpace quer construir uma "plataforma de transporte entre a Terra e a Lua" e fazer uma "exploração aquática" por ali.

A posse em potencial de corpos celestiais está em discussão desde que a exploração espacial começou, durante a Guerra Fria. Enquanto a Nasa planejava suas primeiras missões lunares, a ONU elaborou um Tratado do Espaço Sideral, assinado em 1967 por países como EUA, a então União Soviética (hoje Federação Russa), Reino Unido e Brasil.

O tratado atesta que "o espaço sideral, incluindo a Lua e outros corpos celestiais, não devem ser sujeitos a apropriação nacional por reivindicação de soberania, por meios de ocupação ou uso ou por nenhum outro meio".

Também afirma que "a exploração e o uso do espaço sideral devem ser conduzidos para o benefício e pelos interesses de todos os países e devem ser de propriedade de toda a Humanidade"; "a Lua e outros corpos celestiais devem ser usados para propósitos exclusivamente pacíficos".

Joanne Wheeler, diretora da empresa especializada em temas espaciais Alden Advisers, descreve o tratado como a "Carta Magna do espaço". O texto, diz ela, torna o ato de fincar uma bandeira na Lua - como fizeram Armstrong e seus sucessores - na prática "sem sentido", por não conferir "nenhum direito vinculante" a indivíduos, empresas ou países.

A posse e os direitos de mineração da Lua não importavam muito em 1969. Mas, com os avanços tecnológicos, a exploração dos recursos lunares com fins comerciais se tornou uma possibilidade mais real, embora ainda um pouco distante.

Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Uma 'escritura de posse da Lua' de 1955; presença de
minérios valiosos deve despertar corrida de países e
empresas ao corpo celeste.

Em 1979, a ONU estabeleceu um Acordo de Governança das Atividades dos Países na Lua e em Outros Corpos Celestiais, mais conhecido como Acordo da Lua. Ele estipulava novamente que o uso lunar deve ser apenas pacífico e que a ONU deve ser avisada onde e por que, caso alguma organização decidisse construir uma estação espacial ali.

"A Lua e seus recursos naturais são patrimônio comum da Humanidade", diz o texto, atestando que normas internacionais devem ser estabelecidas para "governar a exploração de tais recursos quando esse tipo de exploração estiver prestes a se tornar factível".

O problema com o Acordo da Lua, porém, é que apenas 11 países o ratificaram. E os principais agentes da exploração espacial - EUA, China e Rússia - não estão entre eles.

De qualquer modo, diz Wheeler, "não é tão fácil" pôr em prática as determinações desses tratados, uma vez que se depende da incorporação dos documentos internacionais às legislações dos países signatários, para que se possam obrigar pessoas e empresas a obedecê-los.

A professora Joanne Irene Gabrynowicz, ex-editora-chefe do Journal of Space Law (Diário da Lei Espacial, em tradução livre), concorda que tratados internacionais "não oferecem qualquer garantia". Para pôr em práticas, as normas determinadas por eles é necessária "uma mistura complexa de política, economia e opinião pública", diz ela.

Além disso, os tratados existentes, que rejeitam a posse individual de corpos celestiais, ganharam um desafio a mais nos últimos anos.

Em 2015, os EUA aprovaram a Lei de Competitividade Comercial do Espaço, reconhecendo o direito de seus cidadãos a possuir quaisquer recursos que eles minerassem de asteroides. A lei não se aplica à Lua, mas seu princípio pode ser facilmente estendido ao satélite.

Foto: CLEP / BBC News Brasil
O broto germinado pela China na Lua evidencia interesse
dos países em explorar esse corpo celestial.

Eric Anderson, cofundador da empresa exploratória espacial Planetary Resources, descreve a legislação americana como "o maior reconhecimento de direitos proprietários da história".

Em 2017, Luxemburgo aprovou uma lei própria, dando os mesmos direitos de posse a recursos encontrados no espaço. À época, o vice-premiê Etienne Schneider disse que tal medida transformaria o pequeno país "um líder e pioneiro europeu nesse setor".

O anseio de explorar e comercializar existe, e países têm aparentado estar cada vez mais dispostos a ajudar suas empresas a concretizá-lo.

"A mineração, seja com a intenção de trazer materiais à Terra ou armazená-los e processá-los na Lua, evidentemente é o oposto de não causar nenhum dano (como preveem os tratados internacionais)", opina Helen Ntabeni, advogada do Naledi Space Law and Policy, um escritório de advocacia britânico especializado em temas espaciais.

Ela acrescenta, ainda, que é possível argumentar que os EUA e Luxemburgo "coagiram" sua própria saída das normas estipuladas pelo Tratado do Espaço Sideral. "Sou muito cética (da ideia) de que serão preservadas as noções altamente morais de o mundo explorar conjuntamente o espaço, como nações igualitárias", opina ela.

Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Tratados estipulam limites 'pacíficos e coletivos' à exploração
lunar, mas alguns países já se moveram para fazer
leis próprias a respeito.


Fonte: Portal Terra - 27/01/2019 - https://www.terra.com.br

Comentário: Pois é leitor, essa vai ser uma séria discussão que terá de ser resolvida no âmbito da ONU e em minha opinião já deveria está em pauta nesta organização. Agradecemos ao nosso leitor Rui Botelho pelo envio desse interessante artigo.