quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

CVT-Espacial Supera Meta de Atendimento no Primeiro Ano de Atividade

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (05/12) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que o Centro Vocacional Tecnológico (CVT-Espacial), superou meta de atendimento no primeiro ano de atividade.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

CVT-Espacial Supera Meta de
Atendimento no Primeiro Ano de Atividade

Coordenação de Comunicação Social – CCS
Publicado em: 05/12/2018 - 19h19
Última modificação: 05/12/2018 - 19h32


Com apenas um ano de atividade, o Centro Vocacional Tecnológico (CVT-Espacial), instalado no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Parnamirim (RN), já atendeu mais de 1.500 estudantes norte-rio-grandenses, número considerado excelente por superar a meta programada para o primeiro ano de funcionamento.

Na presença de autoridades civis e militares, estudantes, professores, parceiros e do presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, o primeiro aniversário do CVT foi bastante comemorado por todos, principalmente pelos alunos que participaram das atividades realizadas pelo Centro.

“Neste primeiro ano, atendemos todos os compromissos assumidos com apoio dos nossos parceiros, que cooperam mais do que por dever de ofício, mas por dever de consciência”, ressaltou José Raimundo. Entre os parceiros estão a Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SEMEC) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN).

Segundo afirmou o diretor regional da AEB, coronel Marcos Rezende, é visível o processo de transformação na vida de cada participante do projeto. “Os alunos chegam tímidos, cabisbaixos, mas, logo perdem o medo, fazem perguntas, participam e demonstram muito entusiasmo com as propostas do CVT-E”, disse Rezende.


A importância do trabalho que o CVT vem desenvolvendo, não apenas na área educacional, mas no desenvolvimento socioeconômico do estado, chamou a atenção de cientistas internacionais de olho em implantar projetos similares em seus países ou fazer parcerias.

As metas para o próximo ano consistem em expandir workshops para alunos de graduação e pós-graduação com profissionais da área espacial e ativar um planetário para ser usado nas oficinas.

Inaugurado no dia 13 de dezembro de 2017, o CVT-Espacial é uma iniciativa da AEB inserida no Programa de Apoio à Implantação e Modernização de Centros Vocacionais Tecnológicos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), desenvolvido em parceria com o CLBI, com apoio do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).

Ocupando um espaço de 10 mil metros quadrados, dos quais um quarto é de área construída, o Centro é dividido em dez ambientes, e conta com três laboratórios, auditório, sala de capacitação, entre outras facilidades. Os espaços abertos podem ser utilizados para o lançamento de foguetes, experimentos e ensaios.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Pois é leitor, sempre fui um defensor deste projeto bem como da sua continuidade no que se refere à implantação de outras unidades em Santa Maria (RS), São José dos Campos (SP), Brasília (DF), Manaus (AM) e Alcântara (MA). Entretanto leitor, mesmo que esses números apresentados pela matéria sejam verdadeiros, o projeto foi mal conduzido, pois não proporcionou aos alunos participantes o que de inicio estava previsto quando de sua elaboração, ou seja, uma missão espacial completa. E isto leitor porque por questões que precisam ser investigadas (olha ai presidente Bolsonaro mais uma razão para o senhor ABRIR A CAIXA PRETA DA AEB) nenhum desses alunos puderam testar seus experimentos abordo de um foguete como previa o projeto inicial (o foguete seria fornecido pela própria AEB), e sim através de drones segundo chegou ao meu conhecimento. Para você ter uma ideia leitor, o Festival Brasileiro de Minifoguetes que em 2019 irá para sua 'VI Edição', com muito menos recursos, mas como muita mais competência proporcionou desde 2017 ao ensino médio a possibilidade de desenvolver pequenos foguetes, sendo a equipe “Longe Lateqve” do Colégio Estadual do Paraná (CEP) de Curitiba-PR, a grande pioneira. Mas o leitor pode está agora perguntando o porquê disso Duda, será que não tinha no país empresas capazes de fornecer esse foguete educativo? Sem duvida, algumas, inclusive uma com o foguete já pronto, mas por questões não nobres (repito presidente Bolsonaro), que precisam ser minuciosamente investigadas, o tal foguete da empresa contratada, hummmmm, deu xabu. O resta amigo leitor é douração de pílula para esconder a verdade, mas ela haverá de vir a tona. Ah, o foguete azul que aparece na foto é só peça de decoração, souvenir da verdadeira tragicomédia que é esta gestão desastrosa e discutível do Sr. Braga Coelho. 

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