sexta-feira, 31 de agosto de 2018

1° CubeDesign do INPE

Olá leitor!

Foi realizado com sucesso entre os dias 25 a 28/07 deste ano, pelo grupo de “Capacitação Tecnológica em Engenharia Espacial (CTEE)” da “Pós-Graduação em Engenharia e Tecnologia Espacial" do “Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)”, uma interessantíssima competição na área de nanossatélites (cubesats) denominada “1° CubeDesign”.

O evento que foi direcionado para estudantes de vários níveis e idades, contou com três categorias. Foram elas:

* Cubesats

* Cansats

* Mockup

Pois é leitor, na falta de um Agencia Espacial de verdade que coordene essas ações, a própria comunidade acadêmica se mobiliza e faz o que tem que ser feito.

Veja abaixo uma reportagem exibida dia 27/07 pela "TV Vanguarda" do Vale do Paraíba (SP), tendo como tema este evento.

Duda Falcão

1° Congresso Aeroespacial Brasileiro (I CAB)

Olá leitor!

Após mais de 40 anos de uma longa espera (nunca é tarde para se começar), finalmente será realizado de 01 à 03/11, na bela cidade de Foz do Iguaçu (PR), um evento de suma importância para as atividades espaciais brasileiras, ou seja, o “1° Congresso Aeroespacial Brasileiro (I CAB)”.

O evento é fruto da iniciativa de um grupo de universidades brasileiras e de uma paraguaia ligadas a Engenharia Aeroespacial, e contará com a presença de grande parte da Comunidade Espacial do país, bem como dos seguintes palestrantes convidados:

Lucas Fonseca
Diretor da Missão Lunar Garatéa

Marcos Pontes
Primeiro Astronauta Brasileiro

Alon Gany
Professor Emérito Technion

Todd Barber
Engenheiro do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA

Diante da grande importância deste evento, o Blog BRAZILIAN SPACE fez um grande esforço e estará presente para acompanhar de perto o desenrolar deste histórico e marcante evento aeroespacial.

Duda Falcão

Cartaz do evento

Missão Garatéa Prorroga Inscrições Para Estudantes de Todo o Brasil Participarem de Projeto na Estação Espacial Internacional (ISS)

Olá leitor!

Recebi no dia de ontem (30/08) o release abaixo destacando que a Missão Garatéa-ISS prorrogou as inscrições para estudantes de todo o Brasil participarem de Projeto Educacional na Estação Espacial Internacional (ISS em inglês).

Duda Falcão

Missão Garatéa Prorroga Inscrições Para
Estudantes de Todo o Brasil Participarem de
Projeto na Estação Espacial Internacional (ISS)

Vai até dia 4 de setembro prazo para inscrição no concurso que vai escolher
um experimento para voar até a Estação Espacial ISS em 2019;
evento de lançamento será dia 10

O maior consórcio espacial brasileiro da atualidade, a Missão Garatéa, abriu, dia 2 de agosto, as inscrições para que escolas e alunos brasileiros de 10 a 17 anos participem do Student Spaceflight Experiments Program (SSEP), programa do governo norte-americano para incentivar jovens a estudar ciências espaciais. Trata-se de um concurso que vai escolher um experimento para voar em um foguete da SpaceX com os astronautas da Agência Espacial Americana (NASA) para a Estação Espacial ISS em 2019. As inscrições foram prorrogadas e poderão ser feitas até dia 4 de setembro (antes o prazo era 28 de agosto) no link  http://iss.garatea.space/. Já estão participando oficialmente 400 escolas de todo o Brasil, que proporcionarão a participação de 1800 estudantes. O projeto tem patrocínio das empresas Airvantis, Instituto TIM e Braskem e o lançamento oficial será dia 10 de setembro no Instituto de Física da USP (serviço abaixo).

Resultado de uma parceria da Missão Garatéa com o Centro Nacional para Educação Científica para Terra e Espaço (NCESSE), o programa Garatéa ISS está em sua segunda edição. A primeira vez que o Brasil participou foi na edição de 2017, que culminou com o envio para o espaço de um experimento de alunos do Colégio Dante Aliguieri, EMEF Perimetral e Projeto Âncora. O estudo do grupo de cinco alunos queria verificar as condições do endurecimento do cimento misturado a plástico verde em ambiente de microgravidade. No dia 29 de junho, o experimento foi para a Estação Espacial ISS a bordo de um foguete da empresa SpaceX, onde ficou por um mês e retornou no dia 3 de agosto à Terra, para avaliação dos resultados. A ideia do engenheiro espacial Lucas Fonseca, diretor da Missão Garatéa, é expandir a participação para que estudantes do Brasil todo possam ter esta experiência. 

"Quando era pequeno desejava trabalhar no espaço e algumas experiências que vivi foram fundamentais para que eu pudesse seguir este caminho. Por isso, poder proporcionar a jovens estas experiências é uma espécie de missão para mim. Estamos em um momento crucial da ciência no Brasil, e despertar o interesse das crianças pela ciência é um vetor importante para garantirmos a continuidade de todo um trabalho exercido no país", diz Fonseca, que acaba de ser reconhecido pelo International Institute of Space Commerce (IISC) como uma das 35 pessoas no mundo abaixo de 35 anos que estão transformando a relação do homem com o espaço.

A participação é ilimitada, mas o prazo para inscrições é curto: termina dia 4 de setembro. Com as escolas inscritas, o programa será lançado dia 10 de setembro. De setembro a dezembro, grupos irão desenvolver experimentos que poderão ir à ISS. Em dezembro, os parceiros americanos escolherão o melhor dos três finalistas.

Como Serão as Seletivas– Cada escola irá definir o grupo de alunos participantes. Cada projeto será desenvolvido por um grupo de até quatroestudantes. Dentro da organização haverá uma competição para escolha dos três projetos melhor desenvolvidos. No dia 1o de dezembro, estes projetos serão colocados para avaliação de uma banca de especialistas formada por cientistas renomados de universidades e institutos brasileiros, que irão selecionar os três melhores. A partir deste resultado, os grupos escolhidos passarão por um programa de qualificação de seus projetos sob a coordenação da Missão Garatéa, detalhando-os e tornando-os adequados para apresentação aos técnicos da Nasa. Estes irão, em dezembro de 2019, escolher o vencedor.

Sobre o Student Spaceflight Experiments Program (SSEP) – É realizado há treze anos pela Nasa para estimular a pesquisa espacial entre jovens. Tradicionalmente, os milhares de participantes são americanos ou canadenses. 

Sobre a Garatéa-ISS – Iniciativa desenvolvida em parceria com a Universidade de São Paulo e a Fundação de Apoio à Física e à Química (fafq.org,br). Projeto financiado por Airvantis, Instituto TIM e Braskem.

Sobre a Missão Garatéa – Esforço nacional formado por um consórcio de institutos, universidades e empresas que busca difundir a ciência na sociedade brasileira utilizando o espaço como elemento motivador. Sua principal atividade, um voo de uma sonda lunar agendada para 2021, acabou servindo como inspiração e desdobramento para outras frentes, como projetos educacionais similares à Garatéa-ISS 

Serviço

Evento: Lançamento do programa Garatéa-ISS 2018
Data: segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Horário: 13h30
Local: Local: Auditório Abrahão de Moraes –  Rua do Matão - Instituto de Física da Usp (FUSP) - Cidade Universitária – USP – São Paulo

O evento terá transmissão online pelo link: www.iptv.usp.br 

Mais informações

Assessoria de imprensa – Caravelas Consultoria
Bia Murano – biamurano@caravelasconsultoria.com - 11 9 8309-8302
Tiago Pariz – tiagopariz@caravelasconsultoria.com - 11 9 8685-1041

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Em 2019, Satélite Brasil-China Vai Monitorar Desmatamentos

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada hoje (30/08) no site da revista “Época Negócios” tendo como destaque os 30 anos da Cooperação Espacial Sino-Brasileira.

Duda Falcão

Negócios

Em 2019, Satélite Brasil-China
Vai Monitorar Desmatamentos

Cooperação espacial sino-brasileira completou 30 anos

Por Agência Brasil
30/08/2018 - 10h46
Atualizada às 10h47

(Foto: Reprodução/Facebook)

O governo chinês e autoridades do setor aeroespacial brasileiro celebraram na Embaixada da China, em Brasília, o 30º Aniversário da cooperação entre os dois países na área de satélites. A parceria, conhecida como Programa CBERS (sigla em inglês para Programa Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), permitiu a produção de cinco satélites sino-brasileiros de recursos terrestres. O sexto equipamento de sensoriamento remoto, o Cbers-4A, está previsto para ser lançado no ano que vem em Taiyuan, no país asiático.

Coordenado pela Agência Espacial Brasileira (AEB) e pela Administração Nacional Espacial da China, o programa permitiu o desenvolvimento de um sistema completo de sensoriamento remoto (espacial e terrestre) para fornecimento de imagens gratuitas a ambos os países e a mais de 20 nações da América do Sul, do sul da África e do Sudeste Asiático.

O presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho, destacou a iniciativa pioneira de cooperação em alta tecnologia entre dois países emergentes. “Todo esforço que se faz para ampliar conhecimento em áreas estratégicas como a espacial é válido. Tínhamos a necessidade de desenvolver satélites de observação da Terra. E tivemos essa oportunidade incrível de sermos convidados pelos chineses para participar de um esforço coletivo”, disse.

“Escolhemos um objeto de mútuo interesse e desenvolvemos em conjunto [o programa CBERS]”, afirmou José Raimundo.

O embaixador chinês Li Jinzhang ressaltou que os 30 anos da parceria na área espacial é “modelo exemplar da cooperação Sul-Sul”. Segundo ele, “o desenvolvimento conjunto de inovação tecnológica traz benefícios mútuos”. Para o embaixador chinês, o CBERS reforça a parceria estratégica global entre China e Brasil.

Satélites

O sexto satélite está em fase de testes e é desenvolvido em conjunto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a China Academy of Space Technology (CAST). O CBERS-4A garantirá a continuidade do fornecimento de imagens para monitorar o meio ambiente por meio da verificação de desmatamentos e de desastres naturais, da expansão da agricultura e das cidades, entre outras aplicações. O custo deste equipamento é de cerca de R$ 120 milhões para cada país.

Foram lançados com sucesso o CBERS-1 (1999), CBERS-2 (2003) e CBERS-2B (2007). O CBERS-3 teve uma falha ocorrida no lançamento em dezembro de 2013. O CBERS-4 foi lançado em dezembro de 2014 e continua em operação.

Cooperação

Um dos pontos mais importantes do programa CBERS é a distribuição das imagens geradas pelos satélites, cobrindo as áreas ambiental e agrícola, e beneficiando não somente os estudantes universitários, mas toda a comunidade acadêmica. A distribuição das imagens é gratuita e, hoje, mais de 20 mil instituições brasileiras já receberam o material.

A cooperação entre Brasil e China é apenas uma parte do ambicioso programa espacial que vem sendo executado pela China. Nos próximos 20 anos, a China pretende enviar um homem à lua e uma sonda a Marte. Esta sonda, segundo o plano espacial chinês, deve retornar à Terra com amostra do solo de Marte para pesquisas.


Fonte: Site da revista Época Negócios - 30/08/2018

Comentário: Pois é leitor, na verdade tem muita gente da "Comunidade Espacial  Brasileira" que não acha mais esta parceria Sino-Brasileira como válida e benéfica para o Brasil, já que para esses profissionais os satélites produzidos no âmbito desta parceria já nascem defasados tecnologicamente (são considerados trambolhos tecnológicos), até mesmo para os chineses que só os mantém por questões politicas e para auxiliar na formação de seus novos profissionais. Na visão desses profissionais, com o dinheiro empregado nesses satélites do Programa CBERS, poderíamos está investindo no desenvolvimento de novas tecnologias a serem empegadas em satélites menores, mais baratos e tecnologicamente muito mais avançados. Enfim... Aproveitamos para agradecer a nossa leitora Mariana Amorim Fraga pelo envio deste matéria.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

IAE Realiza Ensaio de Queima do Motor Foguete Híbrido - H1

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (27/08) no site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), destacando que este instituto realizou ensaio de queima do Motor Foguete Híbrido (H1).

Duda Falcão

IAE Realiza Ensaio de Queima
do Motor Foguete Híbrido - H1

Publicado: 27 Agosto 2018
Última atualização em 27 Agosto 2018


O Instituto de Aeronáutica e Espaço realizou, entre 25 de julho e 06 de agosto, os ensaios de queima do motor foguete a propulsão híbrida (H1) no banco de ensaios do Laboratório de Ensaios de Propulsão (LEPR) da Divisão de Propulsão (APR). O combustível foi testado em diferentes vazões do oxidante, totalizando 4 (quatro) ensaios. O tempo de operação de cada teste foi de 6 s, gerando empuxo entre 700 e 800 N.

Os ensaios foram solicitados pela Subdivisão de Propelentes e Proteções Térmicas (APR-P), que utiliza o motor H1 como plataforma de testes para a pesquisa e desenvolvimento de grãos combustíveis à base de Polibutadieno Líquido Hidroxilado (PBLH) com negro de fumo (NF). O objetivo foi avaliar o desempenho de grão combustível aditivado, inclusive, com complexos metálicos para incremento da velocidade de queima do grão. Os resultados obtidos mostraram um aumento expressivo no desempenho propulsivo.

A atividade de P&D em propulsão híbrida tem como objetivos secundários desenvolver e testar tecnologias ou componentes como injetores, proteções térmicas, combustíveis não tóxicos e não poluentes e ignitores pirotécnicos, além de fomentar a formação acadêmica. Os resultados dos ensaios contribuirão particularmente para projeto PIBIC/IAE da APR-P em parceria com o ITA.


Fonte: Site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)

Beyond Rocket Design da UNIFEI Realiza Visita Técnica ao IAE

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (27/08) no site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), destacando que alunos membros da equipe "Beyond Rocket Design" da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) realizaram Visita Técnica ao IAE.

Duda Falcão

Alunos da Universidade Federal de
Itajubá realizam Visita Técnica ao IAE

Publicado: 27 Agosto 2018
Última atualização em 27 Agosto 2018

Fonte/imagens: UNIFEI e SCS/Sgt Molinari

Cerca de 12 alunos da turma do Beyond Rocket Design, da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), realizaram uma visita técnica, dia 06 de agosto de 2018, no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). A Beyond Rocket Design é uma equipe universitária de foguetes que trabalha em projetos e confecções de minifoguetes e foguetes de alta potência. O trabalho é dividido entre 4 subequipes principais: gestão, estrutura e aerodinâmica, sistemas elétricos e propulsão. A equipe pode participar de duas competições brasileiras, Festival de Minifoguetes e COBRUF e uma competição mundial, Spaceport America Cup. Atualmente, a Beyond RD possui 5 prêmios, sendo vice-campeã brasileira do Festival Brasileiro de Foguetes.

A visita teve como propósito conhecer a estrutura e projetos da área de espaço do IAE, bem como as instalações onde são realizados os ensaios.



Fonte: Site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)

Comentário: Bom, bom, muito bom mesmo. Pelo que sei poucas equipes universitárias de fogueteiros brasileiras já fizeram esta visita técnica ao IAE (como a GFRJ da UERJ e o ITA Rocket Desing) e em nossa opinião outras equipes deveriam ter esta visita como um objetivo, já que é uma experiência inesquecível, motivadora e compensatória para esses jovens que estão se formando nesta área.

Programa Globe-NASA Chega a Todas as Regiões do Brasil

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (27/08) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que o Programa Globe-NASA chega a todas as regiões do Brasil.

Duda Falcão

BRASIL

Programa Globe-NASA Chega
a Todas as Regiões do Brasil

Coordenação de Comunicação Social – CCS
Publicado em: 27/08/2018 - 14h51
Última modificação: 27/08/2018 - 16h35


O Programa de educação ambiental Globe-NASA, que envolve cidadãos na investigação científica e na proteção da Terra, chegou a todas as regiões do Brasil. O primeiro workshop da região Norte, foi realizado no dia 15 de agosto, em Manaus (AM), com a participação de professores e profissionais da área de saúde.

Os servidores da Agência Espacial Brasileira (AEB) e coordenadores do Globe no Brasil, Rodrigo Leonardi e Nádia Sacenco, apresentaram o programa e suas aplicações espaciais. As master trainers do Globe, a brasileira, Inês Mauad e a americana, Renée Codsi foram as responsáveis pelas atividades teóricas, práticas e pedagógicas do workshop, que aconteceu no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), e abordou os protocolos da larva do mosquito Aedes Aegypti e a atmosfera.

Segundo a professora Inês Mauad, a capacitação tem o objetivo de incentivar a participação da ciência cidadão, ou seja, despertar tanto nos professores como nos estudantes o interesse e envolvimento em questões relacionadas à preservação do meio ambiente.

Os participantes tiveram um dia intenso de atividades, no qual receberam informações sobre gênero do mosquito, doenças transmissíveis, fatores que interferem no ciclo de vida e reprodução dos mosquitos, epidemias, mudanças climáticas, armadilha e técnicas para a coleta de larvas, funções do aplicativo Globe Observer e importância do registro do volume de chuvas, fator primordial para entender o clima da região.

Atividades Práticas

Para fazer análises e identificar larvas do mosquito, os participantes foram a campo e coletaram larvas, identificaram possíveis criadouros do mosquito, utilizando o aplicativo Globe Observer. Após às atividades de coleta, eles analisaram as amostras no microscópio, e aprenderam a identificar as larvas do mosquito transmissor de doenças, como a dengue, zika e chikungunya.

No término das atividades do workshop, o grupo recebeu orientação sobre o processo de inserção de dados ambientais na plataforma online do Globe, e também discutiu os projetos que envolvem as comunidades nos protocolos de atmosfera e uso do aplicativo em iniciativas que buscam impedir a proliferação do mosquito e de doenças transmitidas por eles.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

domingo, 26 de agosto de 2018

Modernização da Industria Aeroespacial Brasileira

Olá leitor!

A FAB TV produziu recentemente (agosto de 2018) uma reportagem especial que leva você de volta ao passado para resgatar a história e contar como se deu o desenvolvimento e modernização da Indústria Aeroespacial Brasileira.

A reportagem mostra quais são os projetos e a previsão de investimentos realizados no Brasil para que o país ocupe posição de destaque na área espacial.

Veja ainda o que fazer para participar dos exames de admissão que ofertam mais de 350 vagas na Força Aérea Brasileira (FAB).

Duda Falcão

COMAE Apresenta Projeto de Serviço de Sensoriamento Remoto Para Órgãos Públicos

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (25/08) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que o Comando da Aeronáutica (COMAER) apresentou em Brasília (DF), Projeto de Serviço de Sensoriamento Remoto para Órgãos Públicos.

Duda Falcão

ESPAÇO

COMAE Apresenta Projeto de Serviço de
Sensoriamento Remoto Para Órgãos Públicos

Órgãos federais poderão receber imagens orbitais ópticas sem repasse de custos

Por Tenente Cristiane
Edição: Por Tenente Gabrielli
Revisão: Major Alle
Fonte: Agência Força Aérea,
Publicado: 25/08/2018 16:00

Fotos: Soldado Willian Campos

Na manhã desta sexta-feira (24), representantes da administração pública federal se reuniram no Comando da Aeronáutica (COMAER), em Brasília (DF), para conhecer o Projeto Básico de Serviços de Sensoriamento Remoto e o Processo de Solicitação de Imagens. Trata-se da disponibilização de meios orbitais para sensoriamento remoto por satélite e de acesso a imagens, novas e pré-existentes em catálogo, com direito de uso e distribuição na esfera governamental. Em 2018, haverá um acordo de cooperação para o repasse das imagens, sem custos para os órgãos, e para os próximos anos, será realizado Termo de Execução Descentralizada.


A Casa Civil da Presidência da República oficializou, em 2016, a necessidade de contratação de satélite para atender demandas de órgãos federais, no que se refere ao fornecimento de imagens. Considerando a expertise da Força Aérea Brasileira (FAB) neste campo de conhecimento, ficou a cargo da FAB a contratação do serviço de sensoriamento remoto por satélite e o repasse das imagens.

Durante a apresentação, o Chefe do Centro de Operações Espaciais (COPE) do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), Coronel Aviador Marcelo Magalhães, abordou a prestação de serviços. “A contratação inclui disponibilização de controle do sensoriamento remoto para obtenção de imagens ópticas incluindo equipamentos, materiais, infraestrutura e recursos indispensáveis do segmento terrestre e sua manutenção; treinamento piloto, abrangendo fornecimento de cursos de capacitação para planejamento, operação e manutenção de imagem bruta, bem como as respectivas documentações; acesso a imagens orbitais ópticas, novas e pré-existentes em catálogo, com direito de uso e distribuição na esfera governamental, para o serviço de imagens por satélite”, explicou.


O Coronel Aviador Antônio Ferreira de Lima Junior, do Centro Conjunto de Operações Aéreas (CCOA) do COMAE, realizou a apresentação sobre o processo de gerenciamento de dados de sensoriamento remoto, atualmente utilizado no Comando de Operações, a ser empregado no planejamento, controle e distribuição de imagens de sensores orbitais. Os órgãos públicos da esfera federal interessados em receber as imagens devem formalizar a solicitação e encaminhar o termo de responsabilidade. “Este é o primeiro passo para diagnosticarmos o interesse dos órgãos, por isto é importante formalizar o pedido. Vamos priorizar o acordo de cooperação com os órgãos com maior necessidade inicial. Esta é uma forma do Comando da Força Aérea voltar para a população um produto que é gerado dentro do foco estratégico que é a área espacial”, disse o Coronel Lima Junior.

Ele ainda ressaltou a importância do acordo de cooperação. “Todo o governo federal tem interesse em obter informações, ainda mais num país como o Brasil, de dimensão continental. Este meio é essencial para obter informações de diversos aspectos, como uso do solo, meio ambiente, busca e salvamento. Todo tipo de informações será possível”, frisou.


O Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER) vai intermediar e fiscalizar o acordo entre o COMAE e os órgãos da administração pública. “A ideia desta reunião é divulgar e verificar a demanda dos interessados. A partir destas demandas, vamos verificar como será feito o acordo, se será por órgão ou pelo Ministério”, disse o Coronel Aviador Sergio Barros de Oliveira, representante do EMAER na apresentação.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

sábado, 25 de agosto de 2018

Estações Terrestres do SGDC Estão Prontas Para Levar Internet a Todo Canto do País

Olá leitor!

Segue agora uma nota postada dia (23/08) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) destacando que Estações Terrestres do SGDC já estão prontas para levar internet a todo canto do país.

Duda Falcão

Estações Terrestres do SGDC Estão Prontas
Para Levar Internet a Todo Canto do País

Ministro Gilberto Kassab visitou as instalações da
estação de Florianópolis nesta quinta-feira (23).

Por ASCOM
Publicado 23/08/2018 - 15h38
Última modificação 23/08/2018 - 15h39

Foto: Ascom/MCTIC
Ministro visita gateway do SGDC em Florianópolis.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, esteve em Florianópolis (SC) nesta quinta-feira (23) para visitar as instalações da estação terrestre (gateway) do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). É a segunda estação que Kassab visita. A primeira foi a estação de Brasília. Ao todo, o satélite conta com mais três gateways: Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), e Campo Grande (MS).

O ministro ficou impressionado com os equipamentos e a tecnologia utilizada para manter a estação. Segundo ele, a estrutura já instalada para levar internet com conexão de banda larga para todo o país permitirá, em pouco tempo, atingir a meta de colocar 200 antenas por dia nos lugares mais remotos do Brasil. As estações terrestres são responsáveis pelo tráfego de dados do satélite geoestacionário, que entrou em órbita em maio de 2017.

As cinco estações já estão operacionais, à disposição do satélite. E, segundo o gerente de infraestrutura da Telebras, Rodrigo Machado, até o final de setembro deste ano, todos os equipamentos já estarão instalados para potencializar a conexão de internet via satélite. Cada gateway recebe transmissões do SGDC, processa chamadas e distribui as transmissões para a rede terrestre. A estação de Florianópolis está instalada no Destacamento de Controle do Espaço Aéreo, na Base Aérea da capital de Santa Catarina, mas controlada, como as demais estações, pelos Centros de Operações Espaciais (COPEs) do satélite, que ficam em Brasília e no Rio de Janeiro.

Participaram da visita o comandante da Base Aérea de Florianópolis, Luiz dos Santos Alves, o diretor financeiro da Telebras, Paulo Ferreira, o assessor especial do ministro, Marcus Vinicius Sinval e o diretor comercial da Telebras, Alexsandro Magalhães.


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC)

Comentário: Pois é, tá ai a notícia sobre esse trambolho francês.

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Asteroide Com Até 160 Metros Passará Próximo à Terra na Semana Que Vem

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (23/08) no site da "Revista GALILEU”, destacando que segundo a NASA um Asteroide com até 160 metros passará próximo a Terra na semana que vem.

Duda Falcão

CIÊNCIA – ESPAÇO - ASTEROIDE

Asteroide Com Até 160 Metros Passará
Próximo à Terra na Semana Que Vem

Pesquisadores da NASA afirmam que o corpo rochoso batizado
de 2016 NF23 viaja a uma velocidade de 32,4 mil km/h

Por Redação Galileu
23/08/2018 - 14h08
Atualizado às 14h0808

(Fotos: Divulgação/NASA)
Foto de um asteroide.

Grandes objetos espaciais que se aproximam da Terra despertam a preocupação de astronômos em todo o planeta, que realizam um monitoramento cuidadoso de sua trajetória. De acordo com a NASA, o próximo asteroide que estará em nossa vizinhança viaja a uma velocidade de 32,4 mil quilômetros por hora e tem um tamanho estimado entre 70 e 160 metros de largura.

O objeto rochoso se aproximará da Terra na próxima semana, mas manterá uma distância considerada segura: estará a 4,9 milhões de quilômetros, o equivalente a 13 vezes a distância entre a Lua e nosso planeta.

Batizado de 2016 NF23, o asteroide foi categorizado como "objeto potencialmente perigoso" por conta de sua trajetória estar relativamente nas imediações da Terra — fazendo parte de um grupo conhecido como "asteroides Aten". De acordo com os pesquisadores da NASA, no dia 29 de agosto (quarta-feira) ele chegará ao ponto mais próximo de nosso planeta.

Trajetória do asteroide de acordo com projeção da NASA.

A NASA já tem planos definidos para destruir asteroides que ameaçem a Terra: uma nave espacial desenvolvida especialmente para colidir contra o objeto seria uma das possibilidades. Atacar o corpo rochoso com armas nucleares (ao melhor estilo 'Armageddon') também é um plano que não está descartado. 

Um dos asteroides com maior potencial de atingir nosso planeta é conhecido como 101955 Bennu: a chance do choque acontecer é de uma em 2,7 mil, com data prevista para a possível colisão em 2135. Para prevenir o desastre, a NASA lançou a sonda OSIRIS-REx, que coletará maiores informações do asteroide.


Fonte: Site da Revista Galileu - 23/08/2018 - http://revistagalileu.globo.com

Aluno do IEAV é Contemplado Com Dois Prêmios e Recebe Bolsa da FAPESP

Olá leitor!

Segue uma nota postada recentemente no site do Instituto de Estudos Avançados (IEAv) destacando que um aluno do instituto foi contemplado com dois prêmios e recebe Bolsa da FAPESP.

Duda Falcão

Aluno do IEAV é Contemplado Com
Dois Prêmios e Recebe Bolsa da FAPESP

IEAv – Instituto de Estudos Avançados


O aluno Walter Ferreira, do Instituto de Estudos Avançados (IEAv), foi merecedor de dois prêmios (melhor trabalho publicado e melhor apresentação oral) durante o SCTI 2017, pelo trabalho "Sensor a fibra óptica baseado em modulação de intensidade óptica por macrocurvatura para aplicação como acelerômetro". Tal trabalho foi fruto de um trabalho de Iniciação Científica, realizado sob orientação do Dr. João Marcos S. Sakamoto, pesquisador do IEAv.

Como fruto dos bons resultados atingidos durante a pesquisa e do potencial de pesquisa que apresenta, agora o aluno foi merecedor de uma bolsa de mestrado, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), com vigência de março de 2018 a fevereiro de 2020. O projeto de pesquisa será desenvolvido também sob orientação do pesquisador Dr. João Marcos S. Sakamoto, no PG-CTE (ITA/IEAv/IAE), e tem como objetivo a construção e caracterização de um acelerômetro a fibra óptica, com nova tecnologia baseada em interferometria óptica.

O acelerômetro a ser desenvolvido será capaz de detectar acelerações no movimento de corpos nos quais é fixado como, por exemplo, aeronaves, satélites, foguetes e drones. O acelerômetro poderá ser empregado no desenvolvimento de unidades de medição inercial (UMI), que fornecem dados de navegação de veículos de forma autônoma.


Fonte: Site do Instituto de Estudos Avançados (IEAv)

Equipe do ITA Se Destaca em Competição Internacional de Foguetes

Olá leitor!

A "Divisão de Comunicação Social" do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) postou dia (17/08) no site oficial do instituto uma nota informando o resultado final da equipe “ITA Rocket Design” durante a Spaceport America Cup 2018.

Duda Falcão

Notícias

Equipe do ITA Se Destaca em
Competição Internacional de Foguetes

Divisão de Comunicação Social
Publicado em 17 de agosto de 2018


A Spaceport America Cup 2018 divulgou os resultados da competição desse ano e a ITARocket obteve posições expressivas na disputa internacional.

A equipe conquistou o 6º lugar na categoria de 10 mil pés de apogeu com motor sólido ou híbrido COTS - Commercial-off-the-shelf (motor comercial), dentre os 47 competidores; e 7º lugar geral de toda a competição, da qual participaram 99 equipes do mundo todo.

Durante toda a disputa, os resultados foram expressivos. O foguete atingiu um apogeu de 9.816 pés, equivalente a 2.992 km, o que representa menos de 2% abaixo do esperado pela equipe, o que levou a uma pontuação total foi de 989,5.

“Além de comemorar esse resultado tão bom, essa também é hora de encontrar as falhas e aprimorar nossa técnica para as competições que ainda estão por vir”, afirma Gabriel de Paula, aluno do 2° ano de engenharia aeroespacial.


Fonte: Site do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)

Comentário: O Blog BRAZILIAN SPACE parabeniza esta fantástica equipe brasileira pioneira nesta competição pelo resultado alcançado este ano, bem como todas as outras três equipes brasileiras que participaram da competição e em especial, o Grupo de Foguetes do Rio de Janeiro (GFRJ), equipe esta que alcançou a terceira posição em sua categoria. Parabéns a todos vocês e continuem representando bem o nosso país.

INPE Promove Curso Gratuito na Área de Introdução às Tecnologias Espaciais

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada na edição de Julho do ”Jornal do SindCT“ destacando que o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) realizou entre os dias 10 e 26 de julho, a 14ª edição do “Curso de Inverno de Introdução às Tecnologias Espaciais”.

Duda Falcão

ESPAÇO

Curso Visa Disseminar Conhecimento Para a Sociedade

INPE Promove Curso Gratuito na Área
de Introdução às Tecnologias Espaciais

42 palestrantes e 33 monitores atuaram na 14ª edição do
Curso de Inverno promovido pelo INPE

Por Shirley Marciano
Jornal do SindCT
Edição nº 70
Agosto de 2018

Foto: Shirley Marciano

Entre os dias 10 e 26 de julho, foi realizada a 14ª edição do Curso de Inverno de Introdução às Tecnologias Espaciais. O evento, promovido anualmente pelo Instituto de Pesquisas Espaciais - INPE, é gratuito e tem como público-alvo os alunos de graduação de todo o Brasil.

O curso é dividido em duas fases: a primeira, com duração de duas semanas, é composta por palestras teóricas; e a segunda, com duração de uma semana, é composta por miniestágios práticos e visitas técnicas. A programação prevê atividades de introdução às áreas de engenharia de sistemas, satélites e seus subsistemas, montagem, integração e testes, veículos lançadores, aplicações, ambiente espacial, história, economia e direito espacial, totalizando 42 palestrantes e 33 monitores de miniestágios.

"É a primeira vez que sou coordenador desse curso, antes eu só dava aula. Então, dessa vez, implementamos diversas pequenas mudanças. Investimos bastante em divulgação, mas o mais importante é que mudamos o formato das palestras para dinamizar. Passamos de duas para uma hora. A ideia é não entrar em detalhe e sim dar uma passada geral. Com isso, dobrou o número de palestras e diversificou mais”, explica Gino Genaro.

Esse ano foram disponibilizadas 70 vagas para o Curso de Inverno. As inscrições puderam ser realizadas pelo site do INPE e a seleção ocorreu pela ordem cronológica de inscrição. Para participar desse curso anual, é necessário que o aluno esteja regularmente matriculado em qualquer curso de graduação, não necessariamente engenharia.

Apesar de o curso ser aberto a estudantes das várias áreas do conhecimento, pela natureza de sua programação, 94% dos selecionados são ligados a cursos da área de exatas, em particular de engenharia aeroespacial ou aeronáutica. A participação de mulheres é expressiva, 38%, possivelmente um percentual próximo ao de matriculadas em cursos de engenharia. A maioria dos inscritos são da região sudeste, com 60%, e Sul, com 18%.

Para Sabrina Lúcio, estudante de Engenharia Aeronáutica, da Universidade de Taubaté, o curso é muito interessante: “Estou adorando. Me dá uma outra perspectiva, porque eu estudo a tecnologia do avião e aqui o assunto é espaço. Depois de conhecer um pouco mais sobre a área, me balançou muito para saber mais”, afirmou.

“Estou realizando um sonho. Na verdade, sempre quis conhecer o INPE, porque amo a área espacial e, por isso, consumo muito material sobre esse assunto. Estou sempre lendo e vendo documentários. Para mim, todo dia é bem emocionante. Conhecer os profissionais da área é uma satisfação também. E me vejo vindo para cá. Tenho muito interesse na parte de engenharia de sistema. Aqui é como a NASA do Brasil”, disse Cristthian Arpino, estudante de Física, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Genaro ressalta que outra inovação do curso foi o apoio técnico ou financeiro da Associação Aeroespacial Brasileira - AAB e das empresas Fibraforte, Orbital, Visiona e CACI, todas ligadas ao setor espacial. “No aspecto financeiro, este apoio possibilitará fornecer aos alunos mais conforto (coffee-breaks, pasta, crachá) e acesso ao conteúdo didático do curso (Handbook). No aspecto técnico, estas empresas nos apoiam cedendo licenças de software aos alunos e abordando suas experiências na área de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, bem como as possibilidades profissionais para os recém-formados que desejam atuar no setor".

Ao final do curso, o aluno recebe um certificado oficial, assinado pela direção do INPE. O documento é registrado, ou seja, possui validade em todo o território nacional e é aceito como crédito de carga horária extracurricular em universidades; provas de títulos; preenchimento de exigências em Concursos Públicos; processos de recrutamento e seleção; promoções internas nas empresas; seleções de mestrado e doutorado; gratificações adicionais, de acordo com plano de carreira; e valorização do currículo. Para receber o certificado, o aluno deve ter, no mínimo, 80% de participação no curso, além de realizar duas provas conceituais de múltipla escolha ao final de cada semana de aula.

A coordenação ratifica que esse curso, assim como os demais cursos promovidos pelo INPE, visam, principalmente, disseminar o conhecimento para a sociedade, o que é um dos papéis do Instituto. Além disso, proporciona uma oportunidade para que os alunos conheçam o que é desenvolvido no INPE e os incentiva tanto a fazer mestrado e doutorado nessa área, como a prestar concurso para trabalhar no órgão.

“A área que estudo tem uma ligação muito forte com o curso, no que diz respeito ao tratamento e disponibilização dos serviços de dados, que são obtidos dos satélites. O meu interesse maior é saber como é feito o processamento de dados de sensoriamento remoto, processamento de imagens e quais são os protocolos principais para fazer o envio de dados. Aqui é um ambiente incrível. Depois que conheci, fiquei interessada em fazer uma pós-graduação nessa área”, ressalta Letícia Coelho, aluna do curso de Engenharia de Telecomunicações, do Instituto Federal de Santa Catarina.


Fonte: Jornal do SindCT - Edição 70ª - Agosto de 2018 – Pág. 10

Comentário: Olha só galera quem participou desse curso em São José dos Campos, o nosso caro amigo e pioneiro do foguetemodelismo no Brasil, o Sr. Paulo Gontran (o Príncipe de Pelotas) líder do Centro Gaúcho de Pesquisas Aeroespaciais (CEGAPA) de Pelotas, ao qual aproveito para enviar um forte e fraternal abraço.