quinta-feira, 31 de maio de 2018

Grupo ZENITH Divulga Selecionados Para Missão GARATÉA-E

Olá leitor!

O “Grupo ZENITH” da Escola de Engenharia da USP São Carlos (EESC-USP) publicou na sua página oficial no Facebook no final da noite de ontem (30/05), os 32 experimentos das instituições escolares selecionadas para a segunda missão da “GARATÉA-E”.

Vale esclarecer leitor que devido a enorme procura a missão foi dividida em dois voos. O primeiro deles com esses 32 experimentos divulgados (voo este a ser realizado agora no mês de Agosto), e o segundo voo com cinco outros experimentos especiais (ainda a serem divulgados) a ser realizado no mês de Setembro através do balão da parceria entre o Grupo ZENITH e a Revista Galileu.

Segundo fui informado pelo Eng. Lucas Fonseca, foram um total de 110 projetos inscritos de 83 escolas de vários estados do país, sendo selecionados para este primeiro voo 32 experimentos de escolas dos estados do Amapá, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, Tocantins, além de Brasília-DF e de Ceilândia-DF.

O Blog BRAZILIAN SPACE gostaria neste momento de parabenizar a todas as escolas selecionadas para esse primeiro voo da segunda missão da GARATÉA-E, e em especial as equipes do Amapá, Ceará, Mato Grosso do Sul, Pará, Tocantins, Brasília-DF e de Ceilândia-DF (por motivo óbvios) e o Paraná (olha ai Prof. Paulo Roberto Lagos, parabéns) e muito especialmente parabenizar a “Escola Municipal Ouricuri” da pequena cidade de Souto Soares da Chapada Diamantina na Bahia, que sob a iniciativa do Sr. Luciano Macena de Oliveira (atual Secretário Municipal de Educação da gestão do Prefeito André Luiz Sampaio Cardoso) inscreveu o experimento de sua escola e colocou a minha terra nesta fantástica missão educacional. Valeu por sua iniciativa Sr. Luciano e o Blog BRAZILIAN SPACE lhe parabeniza e a sua equipe entusiasticamente por esta conquista.

Da esquerda para direita: O Secretário Luciano Macena,
o Prefeito André Luiz, a Diretora da Escola Sra. Malena
Sampaio e a Coordenadora Pedagógica Sra. Sônia Vieira,
todos posicionados em frente da entrada da Escola
Municipal Ouricuri em Souto Soares-BA.

A nota do Grupo ZENITH finaliza solicitando que todas as equipes fiquem atentas em seu endereço de e-mail, a fim de serem comunicadas sobre os próximos passos do projeto. Abaixo segue as equipes dos 32 experimentos selecionados e suas cidades correspondentes.

Duda Falcão

1 - Equipe Andrômeda - Osasco - (Osasco - SP)

2 - Efeitos de baixa temperatura sobre uma mola - (Matão - SP)

3 - Equipe Dark Matter - (Fortaleza-CE)

4 - "Conservação microbiana" - (Matão - SP)

5 - Equipe Elysium - (Souto Soares-BA)

6 - Equipe CADM - (Campo Grande - MS)

7 - Ghoulificação - (Macapá-AP)

8 - Equipe L.E.M.A-V - (Brasília - DF)

9 - JOURNEY TO MARS - (São Carlos - SP)

10 - Equipe Garatoca - (São Carlos - SP)

11 - Equipe Astronautas - (São Carlos - SP)

12 - Fungo Espacial - (Conceição do Araguaia - PA)

13 - "Efeitos do ambiente da estratosfera na reação de fermentação de pães" - (São Carlos - SP)

14 - EQUIPE SPACE DAY - (São Carlos - SP)

15 - JOISTOBEL - (São Carlos - SP)

16 - Equipe Todos no Mundo da Lua - (São Carlos - SP)

17 - Equipe CEELLKIDs - (Curitiba - PR)

18 - BRAZINGA - (Campinas-SP)

19 - Fundação Bradesco - Gravataí - (Gravataí - RS)

20 - Equipe Andrômeda - Paragominas - (Paragominas - PA)

21 - CARJ - (Rio de Janeiro-RJ)

22 - Equipe CEELL - (Curitiba-PR)

23 - Equipe Guardiões de Feng Shui - (Ceilândia - DF)

24 - Equipe Javaés Espaciais - (Formoso do Araguaia – TO)

25 - Jardineiros do Espaço - (Matão - SP)

26 - Projeto AgroSat - (São Paulo - SP)

27 - Projeto Semente - (São Paulo - SP)

28 - Changzalli - (Matão - SP)

29 - Equipe Sexsétimo do Colégio - (São Carlos - SP)

30 - ALQUIMISTAS - (Ibaté - SP)

31 - Cogumelos na lã de rocha - (Marília-SP)

32 - Equipe Missão Impossível - (São Carlos - SP)

Telebras Desativa Conexões do Satélite SGDC-1 Que Levavam Internet ao Norte do País

Olá leitor!

Segue abaixo mais uma matéria postada ontem (30/05) no site da “Agência Brasil” destacando que a Telebras desativou as conexões do trambolho francês Satélite SGDC-1 que levavam internet ao Norte do país.

Duda Falcão

ECONOMIA

Telebras Desativa Conexões de Satélite
Que levavam Internet ao Norte

Por Luciano Nascimento
Publicado em 30/05/2018 - 20:46
Repórter da Agência Brasil

Brasília - Após a decisão da Justiça Federal do Amazonas determinando sanção por não apresentar a íntegra do contrato firmado com a VIASAT para exploração do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC), a Telebras informou hoje (30) que resolveu desligar os quatro pontos do país que já estavam sendo atendidos pelo satélite.

Os pontos estavam localizados em Pacaraima (RR) e atendiam unidades ligadas ao programa GESAC, que prevê o atendimento de escolas, Unidades Básicas de Saúde (UBS), postos de fronteiras, aldeias indígenas e comunidades quilombolas, por meio de conexões de banda larga.

“O desligamento desses pontos, que eram operados diretamente pela Telebras, ocorreu por ordem da juíza da 1ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Estado do Amazonas”, disse a Telebras. De acordo com a empresa, os pontos foram ligados em 29 de março de 2018 e se mantiveram ativos, em caráter experimental, devido à disputa judicial envolvendo o contrato firmado pela empresa com a VIASAT para a exploração do satélite.

Eles atendiam um posto de fronteira, operado pelo Exército, duas escolas municipais e outra escola, destinada a uma comunidade indígena. “Ao todo, quase 1.500 alunos haviam passado a se beneficiar com internet de alta qualidade”, diz a nota.

Decisão judicial

Fonte: Arquivo/Agência Brasil
Satélite geoestacionário foi lançado
em maio desse ano.
A remoção envolve uma discussão judicial em torno do contrato com a VIASAT para operação do satélite para exploração de banda larga. Na segunda-feira (28), a Telebras informou que entregou uma cópia integral de seu contrato com a empresa norte-americana à 1ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Estado do Amazonas. A Justiça havia determinado multa de R$ 5,1 milhões de multa caso a empresa não apresentasse o documento.

Na decisão, a juíza Jaiza Fraxe, titular da 1ª Vara Cível da Justiça Federal no Amazonas, argumentou que é um “desapreço com o sistema de justiça federal” manter “documento de inquestionável interesse público” sob sigilo. Ainda na segunda-feira, a Telebras havia soltado nota informando que está colaborando com a Justiça e cumprirá qualquer decisão

A ação questionando o contrato foi movida em março, pela Via Direta Telecomunicações por Satélite e Internet, de Manaus, que resultou na suspensão do documento.


Fonte: Site da Agência Brasil

Comentário: Pois é, e o castelo desaba.

Resoluções do CDPEB - Março e Abril - Parte 2

Olá leitor!

Segue abaixo a Segunda Parte da Série de Resoluções publicadas desde o dia 02/03 no Diário Oficial da União (DOU) pelo “Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República” estas relacionadas com as atividades do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB)”. Vale muito a pena conferir, guardar e até imprimir esse material.

Duda Falcão

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL

COMITÊ DE DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO

RESOLUÇÃO Nº 3, DE 1º DE MARÇO DE 2018

Dispõe sobre a constituição de Grupo Técnico do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro responsável pelas tratativas de elaboração de acordos de salvaguardas tecnológicas com Estados estrangeiros.

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, Coordenador do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB), no uso das suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 4º do Decreto nº 9.279, de 6 de fevereiro de 2018, bem como no inciso III do art. 30 do Anexo da Resolução nº 1 - GSI/PR, de 1º de março de 2018, resolve:

Art. 1º Publicar a constituição de Grupo Técnico com atribuição para realizar tratativas com o propósito de viabilizar acordos de salvaguardas tecnológicas com Estados estrangeiros, como forma de potencializar as ações de fortalecimento do Programa Espacial Brasileiro, conforme aprovado na 1ª Reunião Plenária do CDPEB, realizada no dia 1º de março de 2018.

Art. 2º O Grupo Técnico de que trata o art. 1º desta Resolução será composto por representantes dos seguintes órgãos:

I - Ministério da Defesa;

II - Ministério das Relações Exteriores;

III - Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; e

IV - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

§ 1º A coordenação do Grupo Técnico ficará a cargo do Ministério das Relações Exteriores, na pessoa do representante designado para esse fim.

§ 2º Os representantes, titular e suplentes, serão indicados pelos órgãos mencionados nocaput,no prazo de cinco dias corridos, contados a partir da data de publicação desta Resolução, e designados em ato do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

§ 3º O Grupo Técnico poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades cujas participações sejam consideradas indispensáveis ao estrito cumprimento do disposto nesta Resolução.

Art. 3º O prazo para conclusão dos trabalhos deste Grupo Técnico será de noventa dias corridos, a contar da data de publicação desta Resolução, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.

Parágrafo único - O coordenador do Grupo Técnico encaminhará à Secretaria de Apoio Técnico-Administrativo do CDPEB um relatório parcial dos trabalhos desenvolvidos, até a metade do prazo estabelecido nocaput, bem como um relatório final quando do encerramento das atividades do grupo.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

SERGIO WESTPHALEN ETCHEGOYEN

RESOLUÇÃO Nº 4, DE 1º DE MARÇO DE 2018

Dispõe sobre a constituição de Grupo Técnico do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro responsável pelas tratativas de liquidação da empresa pública binacional Alcântara Cyclone Space (ACS).

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA , Coordenador do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB), no uso das suas atribuições e tendo em vista o disposto no art.  do Decreto nº 9.279, de 6 de fevereiro de 2018, bem como no inciso III do art. 30 do Anexo da Resolução nº 1 - GSI/PR, de 1º de março de 2018, resolve:

Art. 1º Publicar a constituição de Grupo Técnico com atribuição de realizar as tratativas de liquidação da empresa pública binacional Alcântara Cyclone Space (ACS), conforme aprovado na 1ª Reunião Plenária do CDPEB, realizada no dia 1º de março de 2018.

Art. 2º O Grupo Técnico de que trata o art. 1º desta Resolução será composto por representantes dos seguintes órgãos:

I - Casa Civil da Presidência da República;

II - Ministério da Defesa;

III - Ministério das Relações Exteriores;

IV - Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão;

V - Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; e

VI - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

§ 1º A coordenação do Grupo Técnico ficará a cargo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, na pessoa do representante designado para esse fim.

§ 2º Os representantes, titular e suplentes, serão indicados pelos órgãos mencionados no caput, no prazo de cinco dias corridos, contados a partir da data de publicação desta Resolução, e designados em ato do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

§ 3º O Grupo Técnico poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades cujas participações sejam consideradas indispensáveis ao estrito cumprimento do disposto nesta Resolução.

Art. 3º O prazo para conclusão dos trabalhos deste Grupo Técnico será de noventa dias corridos, a contar da data de publicação desta Resolução, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.

Parágrafo único - O coordenador do Grupo Técnico encaminhará à Secretaria de Apoio Técnico-Administrativo do CDPEB um relatório parcial dos trabalhos desenvolvidos, até a metade do prazo estabelecido no caput, bem como um relatório final quando do encerramento das atividades do grupo.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

SERGIO WESTPHALEN ETCHEGOYEN

RESOLUÇÃO Nº 8, DE 1º DE MARÇO DE 2018

Dispõe sobre a constituição de Grupo Técnico do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro responsável pela elaboração de proposta de equacionamento da questão fundiária e patrimonial do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA , Coordenador do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB), no uso das suas atribuições e tendo em vista o disposto no art. 4º do Decreto nº 9.279, de 6 de fevereiro de 2018, bem como no inciso III do art. 30 do Anexo da Resolução nº 1 - GSI/PR, de 1º de março de 2018, resolve:

Art. 1º Publicar a constituição de Grupo Técnico com atribuição de elaborar proposta de equacionamento da questão fundiária e patrimonial do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), com vistas à potencialização do Programa Espacial Brasileiro, conforme aprovado na 1ª Reunião Plenária do CDPEB, realizada no dia 1º de março de 2018.

Art. 2º O Grupo Técnico de que trata o art. 1º desta Resolução será composto por representantes dos seguintes órgãos:

I - Casa Civil da Presidência da República;

II - Ministério da Defesa;

III - Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; e

IV - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

§ 1º A coordenação do Grupo Técnico ficará a cargo da Casa Civil da Presidência da República, na pessoa do representante designado para esse fim.

§ 2º Os representantes, titular e suplentes, serão indicados pelos órgãos mencionados no caput, no prazo de cinco dias corridos, contados a partir da data de publicação desta Resolução, e designados em ato do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

§ 3º O Grupo Técnico poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades cujas participações sejam consideradas indispensáveis ao estrito cumprimento do disposto nesta Resolução.

Art. 3º O prazo para conclusão dos trabalhos deste Grupo Técnico será de noventa dias corridos, a contar da data de publicação desta Resolução, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.

Parágrafo único - O coordenador do Grupo Técnico encaminhará à Secretaria de Apoio Técnico-Administrativo do CDPEB um relatório parcial dos trabalhos desenvolvidos, até a metade do prazo estabelecido no caput, bem como um relatório final quando do encerramento das atividades do grupo.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

SERGIO WESTPHALEN ETCHEGOYEN

Fonte: Publicado no DOU de 07/03/2018 - Seção: 1 - Página: 5

RESOLUÇÃO Nº 9, DE 1º DE MARÇO DE 2018

Dispõe sobre a constituição de Grupo Técnico do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro responsável pela elaboração de proposta de Plano de Marketing desse Programa.

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA , Coordenador do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB), no uso das suas atribuições e tendo em vista o disposto no art.  do Decreto nº 9.279, de 6 de fevereiro de 2018, bem como no inciso III do art. 30 do Anexo da Resolução nº 1 - GSI/PR, de 1º de março de 2018, resolve:

Art. 1º Publicar a constituição de Grupo Técnico responsável pela elaboração de proposta de Plano de Marketing, com vistas à potencialização do Programa Espacial Brasileiro, conforme aprovado na 1ª Reunião Plenária do CDPEB, realizada no dia 1º de março de 2018.

Art. 2º O Grupo Técnico de que trata o art. 1º desta Resolução será composto por representantes dos seguintes órgãos:

I - Ministério da Defesa;

II - Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; e

III - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

§ 1º A coordenação do Grupo Técnico ficará a cargo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, na pessoa do representante designado para esse fim.

§ 2º Os representantes, titular e suplentes, serão indicados pelos órgãos mencionados no caput, no prazo de cinco dias corridos, contados a partir da data de publicação desta Resolução, e designados em ato do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

§ 3º O Grupo Técnico poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades cujas participações sejam consideradas indispensáveis ao estrito cumprimento do disposto nesta Resolução.

Art. 3º O prazo para conclusão dos trabalhos deste Grupo Técnico será de quarenta dias corridos, a contar da data de publicação desta Resolução, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

SERGIO WESTPHALEN ETCHEGOYEN

Fonte: Publicado no DOU de 07/03/2018 - Seção: 1 - Páginas: 5 e 6

RESOLUÇÃO Nº 10, DE 1º DE MARÇO DE 2018

Dispõe sobre a constituição de Grupo Técnico do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro responsável pela elaboração de proposta de recomposição do quadro de pessoal do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa.

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DO GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA , Coordenador do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB), no uso das suas atribuições e tendo em vista o disposto no art.  do Decreto nº 9.279, de 6 de fevereiro de 2018, bem como no inciso III do art. 30 do Anexo da Resolução nº 1 - GSI/PR, de 1º de março de 2018, resolve:

Art. 1º Publicar a constituição de Grupo Técnico responsável pela elaboração de proposta de recomposição do quadro de pessoal do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa, com vistas à potencialização do Programa Espacial Brasileiro, conforme aprovado na 1ª Reunião Plenária do CDPEB, realizada no dia 1º de março de 2018.

Art. 2º O Grupo Técnico de que trata o art. 1º desta Resolução será composto por representantes dos seguintes órgãos:

I - Ministério da Defesa;

II - Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão;

III - Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; e

IV - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

§ 1º A coordenação do Grupo Técnico ficará a cargo do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, na pessoa do representante designado para esse fim.

§ 2º Os representantes, titular e suplentes, serão indicados pelos órgãos mencionados no caput, no prazo de cinco dias corridos, contados a partir da data de publicação desta Resolução, e designados em ato do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

§ 3º O Grupo Técnico poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades cujas participações sejam consideradas indispensáveis ao estrito cumprimento do disposto nesta Resolução.

Art. 3º O prazo para conclusão dos trabalhos deste Grupo Técnico será de noventa dias corridos, a contar da data de publicação desta Resolução, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.

Parágrafo único - O coordenador do Grupo Técnico encaminhará à Secretaria de Apoio Técnico-Administrativo do CDPEB um relatório parcial dos trabalhos desenvolvidos, até a metade do prazo estabelecido no caput, bem como um relatório final quando do encerramento das atividades do grupo.

Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

SERGIO WESTPHALEN ETCHEGOYEN

Fonte: Publicado no DOU de 07/03/2018 - Seção: 1 - Página: 6

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Jovens da USP Buscam Verba Para Sonda Espacial Para Projetos Estudantis

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada ontem (29/05) no site “TECMUNDO” destacando que jovens da USP estão buscando verba para Sonda Espacial para projetos estudantis.

Duda Falcão

EM CIÊNCIA

Jovens da USP Buscam Verba Para
Sonda Espacial Para Projetos Estudantis

POR CLAUDIO YUGE | @clangcomix
29 MAI 2018 - 18H36


Um grupo de jovens cientistas da Universidade de São Paulo em São Carlos vem desenvolvendo interessantes pesquisas na área da engenharia aeroespacial. A equipe, chamada Zenith Aerospace, tem uma missão nobre: oferecer uma forma de levar experimentos estudantis de crianças e adolescentes dos ensinos fundamental e médio para a estratosfera. E, para isso, essa galera precisa da ajuda de todos, via financiamento coletivo.

A Garatéa E-2017 é uma sonda suspensa por balão e representa o quarto lançamento com sucesso a uma altura de mais de 30 quilômetros de altitude. Uma segunda versão dessa mesma plataforma é a que vai para o céu novamente em breve. “O ambiente estratosférico, devido à suas características, assemelha-se ao ambiente espacial. Temperatura, pressão e radiação são alguns fatores extremos nessa região da atmosfera. Um conjunto muito interessante para diversos estudos!”, descreve a página de crowdfunding.

A ideia é levar as iniciativas científicas elaboradas por alunos de mais de trinta escolas brasileiras, tanto públicas quanto privadas. O cronograma já está em andamento e o lançamento deve acontecer no dia 11 de agosto. Os apoios vão de R$ 10 a R$ 10 mil, com várias recompensas, incluindo uma versão da própria sonda para casa. Para contribuir, clique aqui.

Confira o vídeo promocional logo abaixo:



Fonte: Site TECMUNDO - https://www.tecmundo.com.br

Comentário: Pois é leitor, tem sido muito duro para essa galera do ZENITH, mas apesar de tudo eles não desistem e seguem lutando para realizar seus objetivos, diferentemente deste banana do Sr. Braga Coelho, um tremendo de um incompetente que não larga o osso apegado que está ao seu pomposo Gabinete em Brasília e que, segundo dizem, só sairá de lá de dentro de um caixão. Aproveitamos para agradecer o nosso leitor Ricardo Melo pelo envio desta notícia.

Agência Espacial Brasileira Se Preocupa com Impactos Gerados por Detritos no Espaço

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (30/09) no site da “Agência Espacial Brasileira (AEB)”, destacando que esta piada espacial esta preocupada com impactos gerados por detritos no espaço.

Duda Falcão

INSTITUCIONAL

Agência Espacial Brasileira se Preocupa com
Impactos Gerados por Detritos no Espaço

Coordenação de Comunicação Social
Publicado em: 30/05/2018 09h46
Última modificação: 30/05/2018 09h53

Crédito: LNA
Observatório do Pico dos Dias.

A recente queda da estação espacial chinesa Tiangong-1 trouxe consigo renovados temores dos perigos representados pela grande quantidade de lixo espacial que cobre a órbita da Terra. Com 12 satélites ativos, o que corresponde a 0,95% do total de objetos lançados pelos Estados Unidos, o Brasil não é um grande produtor de detritos no espaço. Ainda assim, segundo o tecnologista da Agência Espacial Brasileira (AEB) Ademir Xavier, o país goza do status de “Estado lançador”, o que gera à AEB a responsabilidade de registrar objetos espaciais brasileiros para que seja possível contabilizar possíveis impactos ambientais.

Há pouco mais de dois anos, a AEB intermediou uma parceria inédita entre o Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA) e a Agência Espacial Russa (Roscosmos) para a instalação de um telescópio russo dedicado ao rastreamento e monitoramento de lixo espacial. Essa parceria reforçou a preocupação do país com o tema e deu maior visibilidade aos esforços empreendidos na promoção de ações que conscientizassem entes públicos e privados, além da própria comunidade científica, sobre a emergência do uso sustentável do espaço.

Xavier lembra que a quantidade de detritos tende a aumentar por conta dos fragmentos gerados a partir de colisões entre artefatos sem função no espaço e do aumento do número de lançamentos previstos pelo mercado espacial.  De fato, relatório recente da Satellite Applications Catapult, empresa especializada em tecnologia e inovação, pontua que aproximadamente 1.300 pequenos satélites (com peso inferior a 500kg) devam ser lançados no período 2017-2020. Para se ter uma dimensão desses números, são quase 16,5% do total de lançamentos nos últimos 60 anos.

Publicações recentes da Agência Espacial Europeia (ESA) registram que a quantidade de lixo no espaço atualmente soma 7,5 mil toneladas. São restos de satélites ou lançadores, naves desativadas ou, até mesmo, peças perdidas que orbitam em velocidades espantosas, algo entre 27 e 54 mil quilômetros por hora. Para se ter uma ideia do que isso significa, um objeto de um centímetro, numa eventual colisão com outro artefato no espaço, possui energia comparável à explosão de uma granada de mão. Fragmentos um pouco maiores, entre 1 e 10 cm, têm potencial para danificar seriamente qualquer um dos 1.738 satélites que ainda estão ativos, e que são essenciais para a eficiência de serviços como navegação, telecomunicações e observação da Terra, por exemplo.

Embora haja pouca chance de que a queda de rejeitos espaciais tenha consequências adversas para seres humanos – seja pelo fato de as terras emersas representarem apenas 29% da superfície terrestre, seja pelo fato de esses objetos serem consideravelmente incinerados em sua trajetória descendente –, se não houver um esforço de redução desse tipo de sucata, em poucas décadas será inviável a utilização da órbita baixa da Terra para a operação de satélites de sensoriamento remoto e meteorologia.

Formas de Monitoramento       

Crédito: LNA
Imagem obtida com o telescópio PanEos no Pico dos Dias
na missão de testes de março. A imagem tem 5 x 5 graus
(veja comparação com o tamanho da lua cheia no canto
esquerdo acima). Nas ampliações é possível ver
alguns dos objetos identificados nesta imagem. 

Existem duas formas de monitoramento, explica Xavier, os chamados métodos ativos e passivos. O uso de um radar é um exemplo de método ativo, sendo mais caro, mas mais eficiente por envolver sistemas de eco de alta potência que pode atingir distâncias consideráveis. Essencialmente, um feixe de ondas de rádio é emitido e se detecta seu eco. Com base no tempo que as ondas levam para serem refletidas, pode-se saber onde o objeto está e qual a sua dimensão. A eficiência é alta, pois é possível detectar objetos com centímetros de dimensão. O rastreamento também é possível ao se utilizar reflexão por feixe de laser, sendo esse outro método ativo.

Um exemplo de método passivo é o óptico, que envolve o uso de telescópios que observam objetos movendo-se contra o fundo do céu quando esses são iluminados pelo sol. O método é limitado no tamanho do objeto que pode ser detectado e pelo fato de exigir que o sol o ilumine, mas tem significativa eficiência e serve como checagem da base de dados dos objetos ativamente detectados.

Os Avanços no Brasil

Inaugurado em abril de 2017, o telescópio dedicado ao monitoramento de lixo espacial foi instalado no Observatório do Pico dos Dias (OPD), em Brazópolis (MG). Com o LNA como parceiro no Hemisfério Sul, a Roscosmos, que opera equipamento semelhante na Rússia, consegue localizar detritos com maior precisão. As coordenadas desses objetos são posteriormente enviadas à ESA e à Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), para serem inseridas em um catálogo internacional. O LNA informa que, graças ao novo telescópio, já é possível mapear entre 500 e 800 rejeitos espaciais por noite.

Além desse monitoramento óptico, há diversos estudos publicados no Brasil que investigam formas de contribuição do país na mitigação do problema de detritos espaciais. Os atuais executores das missões espaciais brasileiras já adotam padrões internacionais de planejamento de projeto na direção de reduzir o risco de impactos pela exigência de planejamento de reentrada.  O país também conta com iniciativas acadêmicas para o cálculo de propagação de detritos. Especialistas que atuam em universidades brasileiras vêm desenvolvendo projetos no intuito de prever, com bastante antecedência, possíveis colisões.



Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Kkkkkkkkk, ora leitor, a galera desta piada espacial na verdade tá mais preocupada em receber o deles no final do mês, kkkkkk, Ora me deixe.