terça-feira, 17 de abril de 2018

Essa Foi Por Pouco: Asteroide Gigante Sobrevoa a Órbita Entre Terra e a Lua

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (16/04) no site do Sputnik News Brasil destacando que por pouco a Terra não foi atingida por asteroide gigante que sobrevoou a órbita entre Terra e a Lua.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Essa Foi Por Pouco: Asteroide Gigante
Sobrevoa a Órbita Entre Terra e a Lua

Sputnik News Brasil
16/04/2018 - 1628
Atualizado 16/04/2018 - 17:09

Foto: © flickr.com/ Hubble ESA

Com apenas algumas horas de antecipação, um asteroide relativamente grande passou pela órbita da Terra-Lua no fim de semana. Você pode ter perdido o evento, já que cientistas só notaram o corpo celeste momentos antes da aproximação.

O asteroide foi descoberto pela Catalina Sky Survey da Universidade do Arizona em 14 de abril. O corpo, nomeado 2018 GE3, sobrevoou a órbita da lua horas depois de descoberto. O astrônomo amador austríaco Michael Jäger registrou o objeto passando pelas constelações do sul de Serprens.


"O 2018 GE3 é o maior asteroide conhecido a passar tão perto da Terra na história da observação", disse Jäger, citado pela NASA Spaceweather. 

"A intensidade da luz refletida no 2018 GE3 indica que ele teria entre 47 e 109 metros 157 de largura. Ele estava brilhando como uma estrela de magnitude 13 na época de minhas observações", disse Jäger.

Se o asteroide tivesse atingido a Terra, a devastação teria sido regional, mas não global, e é possível que o 2018 GE3 pudesse se desintegrar na atmosfera antes mesmo de chegar ao nosso planeta. Certeza não há, já que mapear as trajetórias de impacto de objetos que caem na Terra é notoriamente difícil.

Na semana passada, a Sputnik informou que a NASA está lutando para rastrear 17.000 grandes objetos próximos da Terra (NEOs na sigla em inglês), incluindo asteroides. O Congresso encarregou a NASA de rastrear todos os objetos com mais de 140 metros de largura.

Em 2020, a NASA planeja dar um teste duplo de asteroide de redirecionamento (DART). O DART teoricamente funciona mergulhando em um asteroide e derrubando-o em rota de colisão.


Fonte: Site Sputniknews - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Pois é leitor, a natureza continua avisando. Hoje para a Comunidade Astronômica internacional não é mais uma questão de se seremos ou não atingidos futuramente por um asteroide ou cometa, e sim quando isto ocorrerá. Apesar desta certeza cientifica não há ainda uma mobilização planetária para se desenvolver tecnologias que salve a humanidade. A ONU deveria esta debruçada neste momento na busca de cobrar dos seus países membros uma mobilização conjunta para o desenvolvimento de um escudo de defesa planetária. Precisamos amadurecer como espécie de quisermos sobreviver neste universo perigoso, ou mais cedo ou mais tarde faremos parte das civilizações que certamente desapareceram devido a sua arrogância e infantilidade como espécie.

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