segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Saiba Com Exclusividade Quem Será o Novo Presidente da AEB

Olá leitor!

Brigadeiro do Ar
José Aguinaldo de Moura
Trago aqui para você com exclusividade o nome escolhido para assumir o cargo de presidente de nossa Agencia Espacial de Brinquedo (AEB) no lugar do incompetente Sr. José Raimundo Braga Coelho.

Pois então, segundo a minha fonte o nome escolhido foi a do "Brigadeiro do Ar José Aguinaldo de Moura" que até então atuava como membro titular do “Grupo Técnico” do “Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro (CDPEB)”.

Além disso, O Brig. Moura foi comandante da Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR) em Barbacena-MG, e Chefe do Subdepartamento de Administração do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA).

Bom leitor, eu não conheço o Brig. Moura e não vou ficar em cima do muro, sinceramente esperava um nome mais qualificado e tarimbado politicamente para exercer esse cargo.

Porém leitor, vamos ser positivos e apoiar a escolha feita pelo Presidente Bolsonaro e sua equipe, torcendo para que eles tenham feito a escolha correta, pois não há mais espaço para erros, temos de acertar, caso contrario o fracasso será eminente.

Duda Falcão

ERRATA: Entenda clicando aqui.

Presidente Bolsonaro Se Compromete em Apoiar a Área de Inteligência

Olá leitor!

O presidente eleito Jair Messias Bolsonaro publicou esta manhã em sua página no Facebook uma grande notícia que trago abaixo para você leitor.


O Blog BRAZILIAN SPACE parabeniza o presidente eleito por essa iniciativa, já havia passado da hora de acabar com essa baderna que se transformou o serviço de inteligência e contra inteligência no Brasil, graças a esses baderneiros, corruptos e marginais comandados pelo presidiário de nove dedos.

O Brasil virou uma ‘Casa de Mãe Joana’, um porto seguro do crime organizado nacional e internacional, de células terroristas, e de ações nefastas de inteligência estrangeira em nosso território de onde tudo pode e todo mundo manda, menos o povo brasileiro. A verdadeira expressão do caos, onde só assim essa ideologia de merda tem a possibilidade de sobreviver e com ela a manutenção do crime no poder. Por um novo Brasil.

Duda Falcão

UNIVAP Divulga Vídeo da Aventura de Seus Alunos Com o Veículo Lançador de Ovo

Olá leitor!

Você tá lembrado que no inicio deste mês (05/12), postamos aqui no Blog uma notícia (reveja aqui) informando que alunos do “Curso de Engenharia Aeronáutica e Espaço” da “Universidade Vale do Paraiba (UNIVAP)”, haviam lançado com sucesso em (30/11) um foguete denominado “VLO-1 (Veículo Lançador de Ovos) que tinha como objetivo trazer um ‘ovo’ intacto ao solo?

Pois então, no dia de ontem (30/12) recebi do jovem “Matheus P. Vieira” (um dos membros da equipe da UNIVAP que desenvolveu e lançou este foguete) o vídeo abaixo que mostra a aventura desses jovens desde o seu inicio. Vale a pena conferir.



Vale aqui registrar leitor que as atividades da UNIVAP com foguetes remontam ao ano de 2007 (reveja aqui), quando naquela oportunidade um grupo de alunos desta universidade, sob a coordenação do Prof. Silas Camargo de Matos, estavam envolvidos no desenvolvimento de foguetes híbridos, projeto este que resultou na construção e no lançamento exitoso de um foguete batizado de "Oberon", que utilizava parafina sólida como combustível e o óxido nitroso líquido como oxidante.

Além disso, em 2009 (reveja aqui) a "Fundação Valeparaibana de Ensino (FVE)", mantenedora da UNIVAP assinou um convênio de natureza técnico-científica e educacional com a empresa "INOTECH – Inovação & Tecnologia", do Eng. Rene Nadi, visando desenvolver e construir micro-motores de foguetes, propelidos a biocombustível e oxigênio, bem como os seus respectivos equipamentos auxiliares. Entretanto leitor, até onde sabemos esta iniciativa infelizmente não foi a frente.

Duda Falcão

Associação COBRUF Faz História Com Projetos Espacias no CLBI

Olá leitor!

A inovadora e ativa Associação COBRUF formada hoje por fogueteiros universitários de todo o Brasil publicou ontem (30/12) em sua página oficial um interessante relato sobre as suas atividades durante as Competições Aeroespaciais COBRUF 2018 (CAC 2018), realizadas que foram recentemente no "Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI)".

Primeiramente antes de apresentar o relato em questão, gostaria de aproveitar a oportunidade e parabenizar a todos jovens integrantes desta fantástica e inovadora Associação de fogueteiros, em especial ao seu jovem e visionário presidente Emersson Nascimento por sua perseverança, dedicação, seriedade e visão, continuem assim galerinha, pois é isso que o PEB certamente precisará nos próximos anos. Feliz Ano Novo para todos vocês.

Aproveito também para me dirigir uma vez mais ao Presidente Bolsonaro e ao Ministro Marcos Pontes: “Presidente e Ministro, olhem com muito carinho e bastante atenção pela área de Foguetemodelismo no Brasil, área esta que precisa ser urgentemente regulamentada como foi registrado recentemente pela “Carta de Foz do Iguaçu”, pois será com as atividades de universidades e instituições como a COBRUF, a BAR, a OBA e também pelos clubes amadores de fogueteiros espalhados por todo país, que assim difundiremos e formaremos a massa de profissionais para o nosso futuro no espaço, e certamente, será do meio desses jovens inovadores que nascerão a startups espaciais alinhadas ao novo modelo de 'New Space' que o país precisa seguir. Vamos apoiar a nossa juventude Presidente Bolsonaro e Ministro Pontes, e que a ‘Força’ esteja com vocês”.

Duda Falcão

Estudantes Fazem História com Projetos de
Tecnologias Espaciais Para a Terra e Marte
Competições Aeroespaciais COBRUF 2018

Estudantes impulsionaram campos de vanguarda tecnológica com baixo
custo e enorme potencial de retorno para a educação, ciência,
tecnologia e inovação industrial.

Por Cobrufnauta
30 de dezembro de 2018

Créditos: Associação COBRUF
Competições Aeroespaciais COBRUF 2018 deixam legado
para setor educacional e exploração espacial pacífica.

O mundo vive uma nova era de ouro de exploração espacial e a Associação COBRUF está determinada em não deixar os sonhadores e pioneiros de fora. Em 2018, a Associação COBRUF provocou o coração explorador dos estudantes, os desafiando com a engenharia de sonhos extraordinários.

Confira abaixo o legado das Competições Aeroespaciais COBRUF 2018 (CAC 2018).

As Competições Aeroespaciais COBRUF

Em 2018, a Associação COBRUF promoveu 4 Competições Aeroespaciais COBRUF (CAC):

* CobrufEVA Beta: Projetos téoricos de trajes espaciais para exploração de Marte.

* CobrufCUBE Beta: Projetos teóricos de pequenos satélites para exploração de Marte, com aplicação na Terra.

* CobrufDRONES Beta: Projetos teóricos de drones para exploração de Marte, com aplicação na Terra.

* CobrufROCKETS 2018: Projetos completos de foguetes experimentais avançados em moldes profissionais de missão.

Vanguarda Tecnológica e Resultados Históricos

Todos os projetos desenvolvidos na competição de drones, na competição de trajes espaciais e na competição de cubesats foram os primeiros de seus respectivos gêneros na história do Programa Espacial Brasileiro e na história internacional de competições estudantis. A competição de foguetes experimentais da Associação COBRUF também inaugurou a institucionalização de estudos sobre pouso de foguetes no Brasil.

Créditos: Associação COBRUF / EDRA
Projeto estrutural preliminar de drone marciano, denominado
GaMarte, desenvolvido pelos alunos da Equipe de Robótica
Aérea para a CobrufDRONES.

Por meio da CobrufDRONES Beta, as equipes EDRASkyMammoths e SkyRats tornaram-se as primeiras equipes de competição no mundo a desenvolver estudos sobre a aplicação de drones para exploração e colonização de Marte. Drones são o futuro da exploração robótica de Marte e, atualmente, apenas a NASA já possui missões previstas com esta tecnologia.

“Em 2017, o mercado global de drones
movimentou ~U$ 18 bilhões e deve
movimentar ~U$ 52 bilhões em 2025”.

As equipes da CobrufDRONES realizaram estudos e simulações sobre as condições atmosféricas e geológicas do planeta vermelho para projetar e simular drones capazes de procurar por vida e recursos naturais em Marte, além de ajudar futuros humanos em missões de colonização.

Créditos: Associação COBRUF / Minerva Rockets
Concepção artística utilizando projeto estrutural preliminar
de cubeSat de espaço profundo, denominado UFRJ-SAT,
desenvolvido pelos alunos da equipe Minerva Rockets
para a CobrufCUBE.

Pela CobrufCUBE Beta, as equipes CEB/GFRJ — Marcos Pontes, Fênix Minerva Rockets tornaram-se as primeiras equipes de competição no mundo a projetarem CubeSats de espaço profundo, com foco na exploração e colonização de Marte e tecnologias também aplicáveis na Terra. CubeSats são satélites miniaturizados em formato cúbico, com enorme diversidade de aplicações especializadas e chegam a custar milhares de vezes menos que satélites convencionais. Esta tecnologia vem crescendo meteoricamente no mercado internacional e será o futuro das missões de exploração do Sistema Solar.

Em 2018, o mercado global de nanosatélite
e microsatélites movimentou ~U$1,21 bilhões
e deve movimentar ~U$3,49 bilhões em 2022”.

As equipes da CobrufCUBE realizaram levantamentos sobre o estado-da-arte comercial, estudos sobre as adversidades do espaço interplanetário e da órbita de Marte, e propuseram tecnologias para mapeamento e identificação de locais para pouso, locais para busca por água e vida e locais para busca de matéria prima para produção in situ de combustível de foguetes.

Incentivados pela Associação COBRUF, também realizaram estudos sobre transmissão de dados no espaço e uso de tecnologia de comunicação a laser: futuro das telecomunicaçõesTodas estes estudos possuem aplicação na Terra.

Créditos: Associação COBRUF / Capital Rocket Team
Concepção artística com base em projeto conceitual
simplificado de traje espacial desenvolvido pelos alunos
da equipe Capital Rocket Team para a CobrufEVA.

Pela CobrufEVA Beta, as equipes Capital Rocket Team e Minerva Rocketstornaram-se as primeiras equipes de competição no mundo a projetarem trajes espaciais para uso em Marte. Trajes espaciais são tecnologias altamente complexas, envolvem diversas áreas de medicina e engenharia, e são imprescindíveis para a indústria espacial internacional, conforme a atual perspectiva de mercado, a curto e médio prazo, que considera novas estações espaciais, turismo espacial, colônias lunares e, a longo prazo, colônias marcianas. Atualmente, apenas Estados Unidos, Rússia e China possuem trajes espaciais próprios e operacionais.

“O mercado global de trajes espaciais
projeta um crescimento de 8% para 2021”.

As equipes da CobrufEVA realizaram estudos preliminares abordando desde a mobilidade e robótica dos trajes até a proteção dos cobrufnautas contra pressão, radiação, regolito e gases tóxicos. Incentivados pela Associação COBRUF, também propuseram soluções engenhosas e inovadoras para diagnósticos do estado de saúde do cobrufnauta, podendo gerar enorme potencial para futura aplicação pela indústria médica na Terra.

Créditos: Associação COBRUF
Foguete híbrido avançado desenvolvido pelos alunos da
Capital Rocket Team instalado na robusta Base Lançadora
desenvolvida pelos alunos da Potiguar Rocket Design para a
CobrufROCKETS no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno.

Pela CobrufROCKETS 2018, as equipes Capital Rocket TeamCarcará Rocket DesignEquipe RocketPotiguar Rocket Design e PUCRS Rocket Labs tornaram-se parte do seleto grupo de equipes de competição a participarem da mais ambiciosa competição de foguetes experimentais avançados do mundo. Foguetes experimentais avançados são veículos capazes de transportar cargas, sob condições profissionais de operação, enquanto demonstram tecnologias e atualizam estações em solo em tempo real sobre os status dos sistemas do veículo e das cargas.

CobrufROCKETS é a única competição do gênero no mundo a ser realizada nos mesmos moldes seguidos pela indústria profissional, em um centro espacial de lançamento profissional de foguetes, dando oportunidade aos estudantes de coordenarem a operação como Chefes de Missão de um Centro de Controle real. Atualmente, esta oportunidade é reservada apenas a grandes empresas e agências espaciais pelo mundo em projetos milionários.

Em 2017, o mercado global de apenas
um dos sistemas de foguetes, sua propulsão,
já movimentou ~U$3,35 bilhões e deve
movimentar ~U$6,36 bilhões em 2025”.

As equipes da CobrufROCKETS projetaram suas missões em ambiente computacional, simulando diversas combinações de cenários para garantir a segurança das operações. Durante meses de análise e revisão de projetos, as equipes também realizaram testes em solo de seus sistemas, concorrendo às vagas de lançamento. Incentivadas pela Associação COBRUF, os estudantes também realizaram estudos teóricos sobre pousos de foguetes e outras aeroespaçonaves, abrindo caminho para a conquista e democratização deste know-how que tem revolucionado a indústria aeroespacial.

A Coragem Que Inspira


Ao avançarem nos desafios de STEAM criados pela Associação COBRUF, os estudantes se agigantaram ao enfrentar não apenas as leis da física e problemas sofisticados de engenharia, mas também o próprio status quo do setor educacional.

No Brasil, por exemplo, antes de sequer iniciar seu projeto tecnológico, a maioria das equipes de design estudantil precisa superar adversidades paralelas como falta de verba, falta de apoio e falta de referências. Esta realidade se agrava na área espacial, por envolver maior ineditismo e riscos.

Para participarem das competições, estudantes realizaram rifas, sacrificaram notas, superaram diversas barreiras pessoais, trabalharam durante férias e fins de semana, viraram noites desenvolvendo projetos, aprendendo conhecimentos de outros cursos e estudando artigos científicos avançados de agências espaciais pelo mundo.

Em sua coragem de ousar criar projetos em áreas inexploradas, sob condições adversas, os estudantes protagonizaram não apenas desenvolvimento tecnológico, mas também inspiração.

Profissionalização e Incentivo ao Empreendedorismo NewSpace

Créditos: Associação COBRUF
Grupo de participantes de ensaio técnico operacional
promovido pela Associação COBRUF e CLBI durante a
CobrufROCKETS 2018.

Engenharia de alta performance e missões espaciais não se fazem apenas com bons projetos técnicos. São também essenciais bons planejamentos de logística, custos e marketing. A Associação COBRUF incentivou fortemente o desenvolvimento de habilidades essenciais ao empreendedorismo espacial nas equipes, visando estimular a criação de futuras Startups do tipo NewSpace.

Nas regras de cada competição, foram inseridos diversos estímulos para que as equipes desenvolvessem e apresentassem planos e prazos para implementar seus projetos, balanceando performance-custo-benefício. Uma das principais inovações foi avaliar as equipes em relação a quantos reais foram investidos para cada ponto obtido na competição.

As competições também foram arquitetadas completamente em função de níveis de maturidade tecnológicos (TRL), utilizados pela NASA, Boeing, Embraer, SpaceX e outros grandes players da indústria tecnológica internacional. Além disso, pontuações extras foram oferecidas às equipes que apresentassem modelos de negócio Canvas para seus projetos. Diversas pontuações e menções honrosas também foram oferecidas para equipes com bons resultados da divulgação de seus trabalhos nas redes sociais.

Como resultado, a equipe Fênix, de Portugal, inscrita na CobrufCUBE, informou ter conseguido vender seu projeto de CubeSat para uma Startup, gerando o primeiro spin-off comercial de projetos criados para competições estudantis de exploração espacial brasileiras.

Os participantes da CobrufROCKETS também puderam contar com palestras da empresa espacial espanhol PLD Space, da empresa espacial brasileira Airvantis, da missão lunar brasileira GARATEA-L, do Instituto de Estudos Avançados, do Instituto de Aeronáutica e Espaço, do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno e da Associação COBRUF, além de dinâmicas de integração de equipes, mesas redondas, visitas técnicas e ensaios operacionais.

Missão Cumprida em Números

As Competições Aeroespaciais COBRUF 2018 foram um sucesso e tiveram uma expansão considerável em relação a 2017, deixando um grande legado técnico-científico e cultural ao setor de exploração espacial nacional e internacional, conforme mostram os números a seguir:

* 1 Conversão de projeto estudantil em spin-off de tecnologia comercial.

* 1 Competição de foguetes avançados realizada com sucesso.

* 3 Novas competições aeroespaciais de vanguarda internacional criadas e testadas com sucesso.

* 4 Equipes familiarizadas com operação profissional de lançamento de foguetes.

* 8 Nacionalidades representadas por equipes, convidados e jurados.

* + 400 Inscritos entre competidores, convidados, jurados, observadores, tutores e visitantes.

* + 25 Projetos espaciais produzidos.

* + 40 Instituições participantes entre competidores, jurados, convidados e visitantes.

* + 5000 visualizações das apresentações das equipes em 10 dias — Recorde em Competições Universitárias Brasileiras.

* + R$80.000,00 movimentados para o setor educacional.

Em 2018, a Associação COBRUF também demonstrou ser capaz de realizar as CACs com custos e divulgação mínimos, testando e demonstrando sua segurança, sistemas, planejamentos financeiros e outras melhorias contínuas, possibilitando expansão em 2019.

Próximo Passo: Voar Mais Alto

Créditos: Associação COBRUF

Com o pioneirismo dos estudantes e o sucesso das Competições Aeroespaciais COBRUF 2018, a Associação COBRUF já atua na implementação de grandes planos para continuar democratizando o direito de voar mais alto, em escala nacional e internacional, em 2019.

Confira alguns dos próximos passos planejados:

* Todos os trabalhos pontuados nas CACs de 2017 e 2018 serão divulgados publicamente.

* Serão aceitas equipes internacionais em todas as CACs, com incentivo a cooperações internacionais.

* Todos os regulamentos das CACs serão divulgados no início do ano, com versões em inglês.

* A CobrufEVA, a CobrufCUBE e a CobrufDRONES terão suas primeiras modalidades experimentais, com avaliação da construção e testes de trajes espaciais, cubesats e drones.

* Também está sendo analisada a realização de modalidades teóricas, em fase Beta, da CobrufROVERS e da CobrufSUBSPACE.

* A CobrufROCKETS terá grandes novidades, consoantes a grandes interesses das equipes e relevante impacto positivo no setor, a serem divulgadas em breve.

* A Associação COBRUF também poderá anunciar parceria para disponibilizar a licença completa de um software líder de mercado global de engenharia a todas as equipes que se inscreverem nas CACs 2019.

* Negociações e planejamentos já estão em fases avançadas para viabilizar uma possível realização de todas as Competições Aeroespaciais COBRUFao mesmo tempo em um mesmo evento presencial: possivelmente tornando-as nas mais extraordinárias e influentes competições educacionais de exploração espacial no mundo.

Créditos: Associação COBRUF

Há uma curiosidade inerente sobre o desconhecido, uma urgência que nos compele a correr riscos e investigar o que há por trás das sombras. Contudo, não nos basta apenas o saber, temos o fascínio de sentir. Precisamos pisar onde nunca houve pegadas, sentir a aceleração nos empurrar contra o assento e encantar nossos próprios olhos com as cores do céu. Nossa natureza nos compele a desafiar o impossível e a ousar o extraordinário. Esta é a razão pela qual construímos megatelescópios, aceleradores de partículas, microscópios e espaçonaves. A razão pela qual escalamos as montanhas mais altas e mergulhamos nos oceanos mais profundos. Pois nós somos humanos. Portanto, somos exploradores.

Nesta nova era de ouro da exploração espacial, multiplica-se a urgência de se construir um futuro não apenas suficiente, mas extraordinário. Esta é a vocação dos sonhadores e pioneiros.

Graças à audaciosa iniciativa da Associação COBRUF e à inabalável determinação das equipes universitárias, um novo e importante passo foi dado em direção à democratização de acesso por estudantes a oportunidades de demonstrar suas habilidades em um palco internacional acessível e de contribuir efetivamente na solução de grandes desafios da vanguarda da exploração espacial pacífica.

Unidos, voaremos mais alto.

A Associação COBRUF é uma instituição privada, brasileira, sem fins lucrativos, que desenvolve projetos aeroespaciais, com foco educacional, visando impulsionar a expertise técnica de universitários nos mais altos níveis internacionais e reunir conceitos tecnológicos inovadores que possam colaborar com a exploração espacial humana.

COBRUF: Pelo direito de voar mais alto

Dúvidas: cobruf@gmail.com

Nos siga em:




Fonte: Associação COBRUF - https://blog.cobruf.com.br

NASA Transmite ‘ao Vivo’ Encontro de Sonda com Planeta Anão nos Confins do Sistema Solar

Olá leitor!

Como já havíamos anunciado a NASA se prepara o encontro com o planeta anão "Ultima Thule" na madrugada deste primeiro dia de 2019 e este encontro será transmitido ‘ao vivo’ direto do confins do Sistema Solar, como anunciado pela matéria abaixo postada hoje (31/12), pelo site Globo.com.

Duda Falcão

CIÊNCIA

NASA Transmite ‘ao Vivo’ Encontro
de Sonda Com Planeta Anão nos
Confins do Sistema Solar

New Horizons vai passar por ‘Ultima Thule’ neste dia de ano novo

Por Cesar Baima
Globo.com
31/12/2018 - 04:30

Foto: NASA/JHUAPL/SwRI
Ilustração da NASA mostra a sonda New Horizons junto ao
planeta anão Ultima Thule, nos confins do Sistema Solar:
o mais distante encontro de uma nave humana com
um objeto celeste até agora.

RIO – A sonda New Horizons, da NASA, começa 2019 com um encontro marcado nos confins do Sistema Solar. Na madrugada desta terça-feira, dia de ano novo, a nave - lançada em janeiro de 2006 com destino a Plutão, por onde passou em julho de 2015 - vai cruzar o espaço a cerca de 3,5 mil quilômetros do também planeta anão “Ultima Thule”, no mais distante sobrevoo de um objeto celeste por um equipamento humano até agora.

A manobra vai ser transmitida “ao vivo” pela agência espacial americana em dois momentos chave: de 3h15 às 3h45 deste dia 1º (horário de Brasília), com uma contagem regressiva e animações da efetiva aproximação máxima da New Horizons de Ultima Thule, prevista para as 3h33; e de 12h45 às 13h15, quando a NASA espera receber o sinal de sucesso da operação e seus primeiros dados, que levam pouco mais de 6 horas para atravessar os aproximadamente 6,63 bilhões de quilômetros de distância que separam a sonda de nosso planeta atualmente, mesmo viajando à velocidade da luz. Devido à paralisação do governo americano, porém, as transmissões não serão feitas pela página da NASA na internet e apenas por canais “não oficiais”, como o YouTube do Laboratório de Física Aplicada da Universidade John Hopkins (JHUAPL) , cujos cientistas lideram a missão junto a colegas do Instituto de Pesquisas Southwest (SwRI).

Ultima Thule – oficialmente designado 2014 MU69 – é um dos milhões de pequenos mundos escuros e gelados que integram o chamado Cinturão de Kuiper, além da órbita de Netuno, o que faz com que também sejam conhecidos como objetos transnetunianos. Assim como os asteroides do cinturão entre Marte e Júpiter, eles são resquícios da formação do Sistema Solar, verdadeiros fósseis deste processo, o que os faz de especial interesse para os cientistas. Seu apelido foi escolhido em março deste ano com base em consulta pública promovida pela NASA em lembrança à mítica ilha de Thule, localizada na literatura e cartografia medievais no extremo Norte do planeta e além da qual se estaria em território desconhecido.

Assim, devido à enorme distância, os conhecimentos atuais sobre Ultima Thule são bastante limitados. Observações prévias com o telescópio espacial Hubble e outros instrumentos na Terra e no espaço, bem como com a câmera de navegação da própria New Horizons - em busca de pequenas luas ou detritos que pudessem colocar em risco a sonda durante sua passagem nesta terça-feira -, indicam que ele tem entre 20 e 35 quilômetros de diâmetro num formato bilobado (com dois lóbulos), podendo também ser binário, isto é, formado por dois corpos separados em órbita muito próxima um do outro, e com uma coloração avermelhada mas muito escura, refletindo apenas cerca de 10% da pouca luz do Sol que incide sobre ele.

Para além disso, os cientistas não sabem mais nada, como se Ultima Thule gira e qual seria este seu período rotacional, se é fragmento de um objeto maior destruído por uma colisão nos primórdios da formação dos Sistema Solar ou se é resultado de uma lenta acumulação de material no período desde então, há cerca de 4,6 bilhões de anos.

- Tudo isso está prestes a mudar dramaticamente a partir da véspera e no dia de Ano Novo – destacou em comunicado recente Alan Stern, cientista-chefe da missão junto ao SwRI. - A New Horizons vai mapear Ultima, a composição de sua superfície, determinar se e quantas luas ele tem e descobrir se tem anéis ou mesmo uma atmosfera. E a sonda vai fazer outros estudos também, como medir a temperatura de Ultima e talvez até sua massa. Num período de apenas 72 horas, o Ultima será transformado de um ponto de luz, um pontinho à distância, em um mundo totalmente explorado. Será de perder o fôlego.

Para tanto, desde o último dia 25 a New Horizons entrou no chamado “modo de encontro”. Devido à enorme distância, com os sinais de rádio levando mais de seis horas para ir e outras tantas para voltar da sonda, ela não pode ser controlada manualmente durante o sobrevoo, devendo realizar automaticamente todas as observações e medições no curto tempo da passagem pelas proximidades de Ultima Thule a uma velocidade relativa de cerca de 52 mil km/h.

Pelo programa, começando 72 horas antes do encontro, mas principalmente nas 24 horas finais, as câmeras da New Horizons farão imagens em cores, em escala de cinza e infravermelho de Ultima Thule com resoluções máximas esperadas de 330 metros, 140 metros e 1,8 quilômetro por pixel respectivamente. Há também a possibilidade de a câmera de navegação de alta resolução, batizada Lorri (sigla em inglês para “imageador de reconhecimento de longo alcance”), obter imagens mais detalhadas, de 33 metros por pixel, se a sonda conseguir apontá-la diretamente ao planeta anão – há uma certa dose de incerteza se ele estará na posição esperada para o sobrevoo.

Foto: NASA/JHUAPL/SwRI
Simulação da qualidade das imagens que serão capatadas
pela câmera de escala de cinza da New Horizons, a segunda
de mais alta resolução a bordo da sonda, à medida que ela
se aproximar de Ultima Thule e os dados forem
transmitidos para a Terra.

Enquanto isso, instrumentos a bordo da New Horizons coletarão dados sobre o objeto, buscando informações como a temperatura nos seus lados de “dia” e “noite”, refletividade ao radar, absorção de radiação ultravioleta do Sol por uma eventual atmosfera ou erupção de gases como a vista em cometas, o que pode dar mais detalhes sobre sua composição, entre outras características.

Só cerca de quatro horas depois do sobrevoo é que a sonda vai se voltar brevemente para a Terra para dar o sinal de que a missão foi bem-sucedida, e mais algumas horas depois iniciar a transmissão das imagens e dados coletados, num processo que deverá durar ao todo pouco menos de dois anos para os aproximadamente 7 gigabytes que espera-se tenha acumulado com as observações, a uma taxa de transferência média de meros 800 bits por segundo (bps) devido à grande distância – para se ter uma ideia, uma conexão de banda larga à internet de 10 Mbps significa que a transmissão de dados se dá a uma taxa nominal de 10 milhões de bits por segundo.

Assim, ainda no dia 1º a NASA só deverá divulgar imagens recebidas previamente da aproximação da New Horizons de Ultima Thule, com o planeta anão ainda aparecendo como um longínquo e difuso ponto distante. Já as primeiras fotos de mais perto de Ultima Thule só deverão vir a público nesta quarta-feira ou mesmo apenas na quinta-feira, a depender também dos impedimentos no uso de canais oficiais com o paralisação do governo americano e com a baixa refletividade do objeto e a pouca luz do Sol disponível representando desafios adicionais em sua qualidade.


Fonte: Site do Globo.com - 31/12/2018

Comentário: Pois é leitor, um horário bastante inconveniente para quem vai comemorar a entrada de ano, mas para aqueles que não irão como eu, basta acordarem bem cedo para assistirem esta fantástica aproximação da sonda ‘New Horizons’ deste curioso e misterioso planeta anão.

domingo, 30 de dezembro de 2018

Astronautas da Índia Irão ao Espaço em 2022

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante matéria postada ontem (29/12) no site “meiobit.com”, destacando que astronautas da Índia irão ao espaço em 2022.

Duda Falcão

CIÊNCIA

Astronautas da Índia Irão ao Espaço em 2022

A Índia vai mandar astronautas para o espaço, mas não de carona. Em 2022 subirá
a primeira nave tripulada deles, e dado o histórico de sucesso de seu programa
espacial, já podemos ir dando os parabéns.

Por Carlos Cardoso 
Meio Bit
29/12/2018 às 21:00

Quando se fala de Índia a maioria das pessoas lembra mais de Bollywood e das dancinhas, ou do Taj Mahal, pouca gente associa com alta tecnologia, exceto na parte do suporte técnico, mas a realidade é em diferente.

Em 1974 o economista Edmar Bacha classificou o Brasil como uma terra chamada Belíndia, com uma elite econômica e pretensões da Bélgica, mas formada por uma massa assalariada e recursos dignos da miséria da Índia. Só que mesmo em 1964 programa espacial já não era novidade na Índia.

A IRSO (Indian Space Research Organisation) foi fundada em 1969, mas  sua base era o Comitê de Pesquisa Espacial, instalado em 1962 por Nehru. O Sputnik voou em 1957, Gagarin em 1961 e um ano depois, em meio a um país assolado pela fome eles já tinham a visão de que espaço era importante.

Claro que boa parte do desenvolvimento espacial indiano foi de cunho militar, mas qual não foi? Mais ainda como todo mundo olhava pra eles desconfiados, desenvolveram tecnologia própria. Acho que investir pesado em educação por décadas ajuda.

Hoje a Índia investe US$1,5 bilhões por ano em seu programa espacial.  Só a missão da Curiosity custou à NASA (ok, ao Congresso) US$2,5 bilhões. A Índia aprendeu a cortar custos e desenvolver tecnologias com o pé no chão, mesmo que mirando as estrelas.

O resultado foram missões com preços que ninguém na NASA acredita, mas que funcionam. Em 2008 eles lançaram a Chandrayaan-1, uma sonda lunar, a um custo de US$54 milhões, o que em termos de espaço é troco de pinga.


Melhor ainda: A Índia desenvolveu não só a sonda mas toda uma família de foguetes, e foi bem-sucedida em seu primeiro lançamento lunar. Os Estados Unidos tentaram DOZE missões desde 1958 até conseguir sucesso na 13a tentativa em 1964, com a Ranger 7.

Os soviéticos por sua vez levaram 6 missões, de 1958 a 1959 até conseguir um sucesso com a Luna 2, depois no mesmo ano a Luna 3, mas depois foram 11 fracassos até a Zond 3 em 1965. Os indianos, repito, acertaram DE PRIMEIRA.

Marte então, nem vale a pena pesquisar, o percentual histórico de missões a Marte é de 40% e os russos nunca conseguiram pousar nada lá. A Índia de novo mandou uma sonda com um orçamento de tunagem de fusca, e acertou de primeira.


Enquanto o Brasil enterra dinheiro em foguetes ucranianos imaginários, com pouco mais do que aquela verba a Índia criou toda uma indústria periférica que vai de produção de componentes a capacitação de pessoal. Hoje seus foguetes colocam em órbita cargas de todo lugar, inclusive dos Estados Unidos e Europa.

E eles sonham alto, ou  melhor, planejam. Sonhar é o que sobra pra shitholes que empregam datilógrafos em suas agências espaciais. A Índia planeja lançar no começo de 2019 outra missão lunar, desta vez com um robô. Também vão lançar até 2021 um observatório solar.

Outro projeto é o AVATAR, uma nave/avião capaz de levar turistas e lançar satélites, será um veículo de decolagem e pouso horizontal, planejado para 2025.

Eles estão planejado uma nova missão para Marte, provavelmente com um robô também, pro período 2021-2022. Ah sim, por volta de 2020 vão lançar uma sonda pra Vênus.

Já faz tempo que a Índia está desenvolvendo uma cápsula tripulada para mandar astronautas para o espaço. O nome é Gaganyaan, que significa "veículo espacial", em hindi. O primeiro vôo não-tripulado deve ser em 2020, e agora foi confirmada a liberação de verba pro projeto completo.


Já foram feitos inclusive testes do sistema de escape


O Governo Federal liberou US$1,4 bilhões, no Brasil isso não daria nem pro cheiro, e se você duvida, lembre-se que nós continuamos pagando por mais de três anos R$500 mil por mês para o projeto do foguete ucraniano, mesmo depois de tudo cancelado.

Como não tem Foguetebrás na Índia, eles provavelmente vão conseguir, e em 2022 três bravos astronautas indianos passarão uma semana no espaço, colocando sua nação em um clube exclusivíssimo de países que mandaram pessoas ao espaço: EUA, Rússia e China.

Parabéns pra eles, linda vingança pela Belíndia.

Ah sim a imagem lá de cima é dos bastidores da abertura do injustiçado Valerian e a Cidade dos Mil Planetas. Essa abertura é uma das coisas mais lindas e inspiradoras que um geek de ficção científica e ciência pode assistir.



Fonte: Site Meio Bit - http://meiobit.com

Comentário: Bom leitor, apesar do Brasil nunca ter tido recursos da ordem de US$1,4 bilhões para qualquer um dos seus projetos, quem dera, já que mesmo com os desmandos teríamos realizado mais coisas significativas no PEB, e nem que estejamos pagando R$500 mil por mês para a Ucrânia, mesmo depois de tudo cancelado como disse o autor do texto acima (pelo menos não de meu conhecimento, apesar de achar que uma hora dessa teremos ainda de pagar algo aos espertos ucranianos) a matéria em si é muito interessante e trás informações relevantes sobre as atividades espaciais indianas que gostaria de passar para o novo governo Bolsonaro. Presidente Bolsonaro, porque a Índia conseguiu e nós não? A reposta presidente não é tão complexa assim, já que a Índia teve uma grande motivação para investir em seu Programa Espacial devido aos seus sérios problemas políticos com o Paquistão, porém os indianos desde o inicio tiveram também apoio politico e logístico incondicional, visão estratégica, planejamento e gestão qualificada, dinamismo e compromisso por parte de todos envolvidos (governo, institutos, academia e indústria) e assim presidente os resultados foram acontecendo, diferentemente do que ocorreu no Brasil. Podemos fazer como os indianos? Podemos sim e teríamos feito se houvesse realmente compromisso governamental para isso desde o inicio dos anos 60 do século passado quando foi assinado pelo ex-presidente  Jânio Quadros (exatamente em 3 de agosto de 1961) o Decreto 51.133 que instituiu o “Grupo de Organização da Comissão Nacional de Atividades Espaciais (GOCNAE)” logo após a visita do Cosmonauta Yuri Gagarin ao Brasil, ou mesmo antes em 1956, quando técnicos brasileiros tiveram o primeiro contato com alguma forma de atividade na área espacial, com a montagem de uma estação de rastreio no arquipélago de Fernando de Noronha, fruto de um acordo entre Brasil e Estados Unidos, para assim rastrear as transmissões das cargas úteis dos foguetes lançados de Cabo Canaveral, ou mais significamente, pelas fantástica e inovadoras atividades do grupo do Coronel Manoel dos Santos Lage (veja aqui) na antiga “Escola Técnica do Exército (ETE)”, hoje “Instituto Militar de Engenharia (IME)”, que em 1957 trabalhava no desenvolvimento de um foguete suborbital denominado de “F-360-BD” ou  “Felix I” (como era denominado pela imprensa da época), tendo como objetivo lançar uma gatinho chamado “Flamengo” (de péssimo gosto por sinal) em um voo suborbital em torno da Terra, mas que nunca aconteceu graças a uma história  de vaidades, inveja, autoritarismo, falta de visão e de jogo de cintura para aproveitar aquele bom momento a nível mundial de apoio público no investimento na área espacial, e que teve esta iniciativa irresponsavelmente abafada e esquecida pela história, mas que deveria ser regatada oficialmente Presidente  Bolsonaro, inclusive se estabelecendo o “Premio Coronel Manoel dos Santos Lage” para aqueles que se destacarem em inovação na área de foguetes no Brasil. Pois então Presidente Bolsonaro, depois de amanhã (01/01) finalmente o senhor será empossado presidente da Republica Federativa do Brasil, o quinto pais em extensão e o quinto mais populoso do mundo com 210 milhões de brasileiros, onde desses,  57.797.847 milhões (55,13% dos votos válidos) votaram no senhor acreditando que finalmente teremos um governo comprometido com a ética, com a moral, com a cidadania, com o desenvolvimento humano, social, cultural, educacional e científico-tecnológico que precisamos, para em médio e longo-prazo viermos nos tornar um país de verdade, e quem sabe, em poucas décadas, uma nação respeitada e admirada pelo seus valores e pelos seus feitos. Esta presidente é a esperança também da Comunidade Espacial que precisa do seu incondicional apoio para fazer a diferença e nos levar a trilhar o caminho do êxito neste setor de países como a China, o Japão, Israel e evidentemente a Índia. Que a ‘Força’ esteja com o senhor.