segunda-feira, 26 de junho de 2017

SECTI Dialoga Com Agência Espacial Brasileira Para Fortalecer Parque Tecnológico do Maranhão

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (25/06) no portal da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) do Governo do Maranhão destacando que esta secretaria e a Agencia Espacial Brasileira (AEB) estão dialogando para fortalecer o Parque Tecnológico do Maranhão.

Duda Falcão

SECTI Dialoga Com Agência Espacial
Brasileira Para Fortalecer Parque
Tecnológico do Maranhão

SECTI
25/06/2017 – 15:36

Com o objetivo de obter ajuda para a implantação do parque tecnológico do Maranhão, o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Jhonatan Almada, esteve em Brasília, onde visitou a Agência Espacial Brasileira e foi recebido por José Raimundo Braga Coelho, presidente da AEB.

O titular da SECTI apresentou os avanços que o Governo do Maranhão vem contabilizando com o objetivo de alavancar o projeto de implantação do parque, e relatou conquistas como a parceria com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) para a realização de um mestrado em Engenharia de Sistema no campus da UEMA em São Luís, e a realização da prova do ITA, também na capital maranhense. Almada citou, ainda, outra grande conquista: o convênio de R$ 2 milhões com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

O presidente da Agência Espacial Brasileira elogiou a iniciativa do Governo do Maranhão e disse que estava ‘tratando com um secretário de uma pasta onde viveu a vida toda, que é de Ciência e Tecnologia, por tanto, por dever de ofício, tenho que reverenciá-lo e ajudá-lo’. “Fiquei satisfeito com a visita do secretário e estou me colocando à disposição para mandar uma equipe nossa a São Luís examinar o que podemos fazer conjuntamente. Também sugiro uma visita à base aeroespacial em São José dos Campos”, afirmou José Raimundo Braga Coelho, lembrando que ‘parque tecnológico é a união de esforços de vários atores como o setor educativo e o empresarial. “Não há parque tecnológico sem interação entre atividades educacionais e atividades empresariais”, reiterou.

“Como agência aeroespacial podemos ajudar no que diz respeito ao parque tecnológico, mas também em outras frentes, afinal temos um compromisso extraordinário com o Maranhão, visto que nossa atividade é concentrada em Alcântara”, disse José Raimundo Braga.

Para o secretário Jhonatan Almada, seu encontro com o presidente da Agência Espacial Brasileira foi muito produtivo e vai resultar em grandes benefícios para a implantação do parque no Maranhão.

“Nessa reunião, tratamos de detalhes da parceria técnico científica entre a SECTI e a Agência Espacial Brasileira. Ficou estabelecido a visita ao parque tecnológico de São José dos Campos, o trabalho com professores e estudantes do IEMA vinculados à produção de nanossatelite, e a realização de um workshop com o grupo que está produzindo a proposta de um doutorado profissional em engenharia aeroespacial”, enumera Jhonatan Almada.

PARQUE TECNOLÓGICO

O presidente da Agência Espacial Brasileira, José Raimundo Braga Coelho, conta que o parque tecnológico no Brasil veio para resolver um problema de interação entre a universidade e a empresa/indústria.

“O parque tecnológico é o elo entre a universidade e a indústria. O primeiro princípio que justifica a criação de parque tecnológico é o desafio de unir essas duas forças. Isso exige elas estejam fisicamente próximas, é um princípio básico para que pensem, trabalhem e produzam juntos”, explica José Raimundo, que é presidente do Conselho do parque tecnológico de São José dos Campos.

Atualmente, alguns dos principais parques tecnológicos do Brasil estão em São José dos Campos (SP), Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Pernambuco.


Fonte: Portal da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI)

Comentário: Pois é, espero e torço que esta iniciativa acabe em algo realmente positivo, mas não acredito que tendo o Sr. José Raimundo Braga Coelho a frente isto venha ocorrer como poderia e deveria, já que é muita incompetência por metro quadrado. Aproveito para agradecer ao jovem Prof. Brehme de Mesquita pelo envio dessa notícia. 

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