quarta-feira, 21 de junho de 2017

Agência Espacial Brasileira Apresenta os Desafios do Espaço na Campus Party

Olá leitor!

Segue abaixo a nota postada ontem (20/06) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que a Agencia apresentou os desafios do espaço na Campus Party

Duda Falcão

Agência Espacial Brasileira Apresenta os Desafios do Espaço na Campus Party

Coordenação de Comunicação Social – CCS
20/06/2017


A Agência Espacial Brasileira (AEB) esteve presente na Campus Party Brasília, o maior encontro de tecnologia do mundo, que une jovens em torno de um acontecimento de Inovação, Criatividade, Ciências, Empreendedorismo e Universo Digital. O evento aconteceu entre os dias 14 e 18 de junho no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, com mais de 250 horas de programação.

Na manhã de sexta-feira (16.06), os tecnologistas da AEB abordaram temas, como o Programa Espacial Brasileiro (PEB), NewSpace, Viagens Espaciais, Lançadores e Centros de Lançamento.
Rodrigo Leonardi, tecnologista da AEB, falou sobre o CubeSat (em Inglês – cubo e satélite), satélites miniaturizado usados para pesquisas espaciais – e comunicações radioamadoras.

Segundo ele, o Brasil já lançou três cubsats ao espaço, o nanosatC-Br1, lançado em 14 de junho de 2014, o AESP-14, lançado no dia 10 de janeiro de 2015, e o Serpens-1, do Programa Sistema Espacial para Realização de Pesquisas e Experimentos com Nanossatélites (Serpens), lançado no dia 18 de agosto de 2015. O ITASAT será o quarto cubesat nacional a ser colocado no espaço, o lançamento está previsto ainda este ano.

Viagens espaciais – O pesquisador da AEB, Pedro Nehme relatou sua experiência ao participar de um concurso lançado pela companhia holandesa KLM, em 2013. Pedro respondeu a que altura um balão de hélio, lançado da Terra estouraria. Entre 129 mil candidatos de diversas nacionalidades, o que mais se aproximou da resposta certa foi o brasiliense. Pedro então ganhou o prêmio do concurso, uma viagem suborbital.

O que ajudou Nehme, hoje pesquisador da AEB, a dar o chute certeiro a uma pergunta tão genérica foi sua experiência, vivida em 2012, no projeto Balão Experimental de Telescópio Gêmeo para Interferômetro de Infravermelho (BETTII, na sigla em inglês), da NASA. Pedro mostrou na Campus Party os vários treinamentos e os desafios que já enfrentou para realizar o voo.

New Space – O engenheiro mecânico e tecnologista da AEB, Pedro Kaled encerrou o ciclo de palestras do dia falando sobre NewSpace, Nanossatélites e o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). “Com o SGDC o Brasil busca conquistar a soberania em comunicações estratégicas civis e militares e, também, apoiar os programas federais de inclusão digital”, afirmou Kaled. O SGDC foi lançado no dia 4 de maio de 2017, da Base de Kourou, na Guiana Francesa. Kaled foi um dos engenheiros participantes do projeto SGDC e responsável em desenhar as antenas do satélite.

No sábado (17.06), o físico e tecnologista da AEB, Eduardo Quintanilha apresentou alguns veículos lançadores de satélites, entre eles o Veículo Lançador de Microssatélite (VLM) desenvolvido no Brasil, previsto para ser lançado no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), em 2018/2019. Eduardo abordou também a importância dos centros de lançamento no Brasil, de Alcântara no Maranhão e o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Natal (RN).


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: De minha parte acho importante que essa Agencia de Brinquedo participe de eventos como esse divulgando as atividades espaciais brasileiras, mas dai enviar alguém para dizer irresponsavelmente que com esse satélite Frankenstein Francês SGDC o Brasil buscou conquistar a soberania em comunicações estratégicas civis e militares, demonstra com isso o claro interesse dessa agencia de brinquedo em colaborar com esse desgoverno de merda na desinformação da Sociedade. Você que participou da Campus Party e é leitor do Blog saiba que isto não é verdade, o Brasil não buscou nada disso dito pelo Eng. Kaleb (lamentável), e isto ocorreu pelo simples fato de ter assinado um acordo de compra de um satélite via uma empresa formada de forma discutível e passível de investigação, e não um acordo de desenvolvimento conjunto, onde ai sim haveria transferência de conhecimento, pelo menos nas partes que foram desenvolvidas especificamente para esse satélite, já que a maioria foram peças de prateleira. Ou seja, para que fique bem claro a você leitor, não houve nenhum tipo de transferência tecnológica neste projeto, se quer de um simples parafuso, e sendo assim o mesmo não tem como ajudar o Brasil na conquista de coisa nenhuma, muito menos da soberania em comunicações estratégicas civis e militares, além de na realidade ser um satélite inseguro por questões óbvias.

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